Christian Rock Cris
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Ah, que beleza! Mais uma montadora chinesa fincando bandeira no solo brasileiro, como se o Brasil fosse um quintal abandonado esperando por "investidores" que vêm com promessas reluzentes e saem com o controle total. Isso é o clássico "conto do vigário" geopolítico: a Great Wall Motor (GWM) inaugurou sua fábrica em Iracemápolis, São Paulo, ontem e o que vemos? Não uma vitória da indústria nacional, mas mais um capítulo da estratégia de Pequim para transformar o Brasil em colônia econômica. É a segunda maior instalação chinesa por aqui, atrás só da BYD em Camaçari, Bahia. Enquanto o Ocidente acorda para os perigos do dragão comunista, o Brasil abre as portas com tapete vermelho, ignorando as lições de soberania que tanto custaram. A GWM começa produzindo o SUV Haval H6, híbrido com versões HEV e PHEV – ah, que moderno, até 113 km de autonomia elétrica no plug-in!🤡 Depois vêm a picape Poer P30 e o SUV de sete lugares Haval H9, ambos com motor 2.4 Turbo Diesel de 184 cv, prontos para concorrer com modelos locais como o Caoa Chery Tiggo 8 ou a BYD Shark. Mas espere: isso é montagem "peça por peça", com componentes importados diretamente da China. Nacionalização? Prometem 60% até 2026, mas quem acredita? Fiuza diria: "É como convidar o lobo para guardar o galinheiro e esperar que ele vire vegetariano." Os chineses importam tudo, pintam aqui, colocam pneus e baterias locais, e pronto – o lucro volta para Pequim, enquanto o Brasil fica com migalhas e dependência tecnológica. Viva la" suberania" do regime Lula Investimento de R$ 10 bilhões em 10 anos? Soa grandioso, mas Fiuza nos lembraria que isso é tática de dominação: exportar para o Mercosul e América Latina, usando o Brasil como ponte para espalhar influência. A fábrica era da Mercedes-Benz – alemães saem, chineses entram. Capacidade inicial de 30 mil veículos por ano, subindo para 50 mil em três anos. Empregos? 600 agora, 1.000 até o fim de 2025. Mas e a qualidade? Sindicatos já alertam: condições precárias, como na BYD, com denúncias de trabalho exploratório que beiram a escravidão moderna. Que avanço! Trocamos empregos dignos por uma linha de montagem que beneficia ditadores em Pequim." E o "centro de pesquisa"? O primeiro da GWM na América Latina, com 60 técnicos focados em motores híbridos flex para o mercado brasileiro. Bonito no papel, mas é fachada para sugar conhecimento local sem transferir tecnologia de verdade. Baterias e componentes chave ficam sob controle chinês, limitando nossa inovação. Inscrita no Programa Mover, que dá incentivos fiscais para tecnologias sustentáveis – mais um subsídio que o contribuinte brasileiro paga para engordar o dragão. Enquanto isso, importações chinesas triplicaram entre 2023 e 2024, criando estoques de 111 mil carros e ameaçando gigantes como Volkswagen e Fiat. É o 'tsunami chinês' afogando a indústria nacional, e o governo aplaude." No fundo, isso é guerra híbrida: a China, ditadura desde 1949 que tortura e mata seu povo, avança silenciosamente, comprando influência enquanto o Brasil ignora os alertas. E por que não priorizamos soberania em vez de virar satélite econômico? Os EUA, sob Trump, expulsam a China de portos e canais – vide Panamá, onde a influência chinesa foi cortada após pressões americanas. Aqui? Continuamos vendendo a alma por promessas vazias. A China não é parceira, é parasita. Hora de acordar, Brasil, antes que seja tarde.



























