Daniel Fais
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@karinamichelin É um sarnento, merece execução se é sócio terroristas
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O episódio envolvendo o ativista radical Thiago Ávila ganha novos contornos à medida que sua detenção é prorrogada - e, com ela, também a construção simbólica que ele próprio tenta encenar.
O líder da flotilha, detido após a interceptação da embarcação que tentava romper o bloqueio naval da Faixa de Gaza, teve sua prisão estendida até o próximo domingo por decisão do tribunal de Ashkelon. Até aqui, um procedimento dentro da normalidade jurídica israelense, especialmente em casos que envolvem segurança e ações coordenadas em zonas sensíveis.
Ao entrar no tribunal, Ávila surgiu com as mãos posicionadas para trás, em um gesto típico de quem está algemado - detalhe: ele não estava.
A encenação causa estranheza nos próprios guardas que parecem reagir àquilo - justamente porque não há contenção física alguma. Ainda assim, Ávila manteve o gesto.
Em contextos como esse, a imagem importa tanto quanto o fato - e, muitas vezes, mais do que ele. A construção de uma narrativa visual de repressão, ainda que descolada da realidade material, pode ser utilizada como instrumento político e comunicacional. A figura do “detido”, do “silenciado”, do “subjugado” - ainda que simbolicamente encenada - dialoga diretamente com o público que consome esse tipo de conteúdo à distância, sem acesso aos detalhes concretos do que ocorre no local.
E isso se encaixa perfeitamente no histórico do próprio Ávila, marcado por ações de alto teor performático, frequentemente posicionadas na fronteira entre ativismo político e provocação deliberada em cenários de tensão geopolítica.
No tribunal, diante de juízes, advogados e autoridades, o que se viu não foi apenas um réu, mas sim um personagem em cena.
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@marcia_miami Tem que divulgar a clínica e desligar eles. Como assim um cardiologista se 'negar' a resolver fístula anal.
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Messias perdeu no Senado, mas teve apoio de 63,7% nas redes sociais dlvr.it/TSMVd0
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@Xgordaoucrania Quem com terroristas se envolve, terrorista é e deve pagar por terrorista.
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Daniel Fais retweetledi

@viammsafe Você sabe se mais pessoas tiveram problema com essa fonte de pagamentos?
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@mendes__babi Sugiro procurar um advogado pois sua dúvida é muito importante.
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@mendes__babi Indivíduo não se aceita e quer obrigar que outra aceite?
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@misteriouspavao Pavão Misterioso e composição do Ednardo, outro dia Carioca humorista lembrou desse cantor/compositor numa entrevista no seu ticatiracast
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Não é fácil virar a chave deste jeito, tampouco chegar a este resultado. Certamente, além da cirurgia, ela mudou os seus hábitos e abdicou da velha rotina.
De fato eu fico feliz pela conquista desta moça. Ela agora além de saúde exala uma autoestima genuína.
Isso aqui é digno de tirar o chapéu!

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@mauad_joao Embolsando mais de 100k por mês, considerar o por fora
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Um país ter mais ações trabalhistas que o resto do mundo somado é sinônimo que o resto do mundo está errado, não é?
Poder360@Poder360
📹#vídeo “Nós, vermelhos, temos causa”, diz presidente do TST 🔴O presidente do Tribunal Superior do Trabalho, o ministro Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, disse “nós, vermelhos, temos causa” durante evento sobre justiça do trabalho em 1º de maio. 👇Assista ao vídeo:
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@karinamichelin Joga na solitária, cuida dos ratos pois o cara tem sarna e pode prejudicar os animais
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Israel: O Tribunal de Magistrados de Ashkelon decidiu neste domingo, 3 de maio, prorrogar por mais 48 horas a detenção do ativista da esquerda radical Thiago Ávila, preso após a interceptação da flotilha que tentava romper o bloqueio naval da Faixa de Gaza - em nome dos “direitos humanos”.
Ávila é conhecido por ser um militante profissional, com histórico consolidado em ações políticas contra Israel e participação recorrente em iniciativas que operam entre o ativismo e a provocação geopolítica.
Enquanto parte da imprensa mundial - que não conhece seu histórico - tenta vendê-lo como vítima, os fatos contam outra história.
Estamos falando de alguém que já esteve envolvido em outras tentativas de romper o bloqueio de Gaza, que circula em ambientes ideológicos radicalizados e que, em vídeos, aparece cantando palavras de ordem como “Allahu Akbar”, “morte aos Estados Unidos” e “morte a Israel” em atos no Oriente Médio e participando de manifestações no Irã com o Hezbollah.
Thiago Ávila já foi candidato pelo PSOL - partido de esquerda radical. Em 2025, ele rompeu com o PSOL, junto com uma corrente interna chamada “Revolução Ecossocialista”.
Israel, por sua vez, não analisa apenas o ato da flotilha - avalia o histórico do detento, o contexto e o perfil de quem está por trás da operação. E é exatamente por isso que Ávila não foi tratado como os demais participantes.
A acusação contra Thiago Ávila vai além de uma simples violação administrativa e aponta suspeitas que incluem vínculos diretos ou indiretos com o Hamas, bem como circulação em ambientes políticos associados ao eixo apoiado pelo Irã e por grupos como o Hezbollah.
A tentativa de transformar Thiago Ávila em símbolo humanitário esbarra na própria trajetória dele - marcada por militância ideológica, retórica radical e inserção em redes internacionais de ativismo pró-Palestina que, na prática, operam como extensão política do conflito.
A pergunta que fica não é por que ele foi preso, mas por que ainda tentam vendê-lo como inocente.
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@MonicaLaredo2 Creio que se comprovado que são terroristas devem responder por isso.
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🇮🇱🇵🇸 Israel mantém dois ativistas da flotilha de Gaza sob custódia enquanto a investigação sobre ligações com o Hamas se aprofunda
Um tribunal israelita prolongou a detenção de dois ativistas da flotilha de Gaza trazidos para Israel para interrogatório após a Marinha ter intercetado a flotilha perto da Grécia. Saif Abu Keshek, um cidadão espanhol, e Thiago Ávila do Brasil permanecerão detidos até terça-feira depois de as autoridades israelitas terem solicitado mais tempo para investigar suspeitas, incluindo a de ajudar o inimigo durante a guerra e fornecer serviços a uma organização terrorista.
A maioria dos outros ativistas foram levados para Creta e libertados, mas Israel destacou Abu Keshek e Ávila devido a alegadas ligações à Conferência Popular para os Palestinianos no Estrangeiro, ou PCPA. O Ministério dos Negócios Estrangeiros de Israel afirma que Abu Keshek é uma figura sénior da PCPA e que Ávila está ligado ao grupo; ambos negam as acusações.
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