James Bond 🇧🇷
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@DiogenesJames
Bom conservador, católico, bom cristão e por uma Direita unida.
Fortaleza, Brasil Katılım Ocak 2018
2.1K Takip Edilen2K Takipçiler

PQP! Que dor a deputada @_Heloisa_Helena deve estar sentindo.
Que Deus tenha a sua filha em excelente lugar e que conforte todos os familiares e amigos.
Gosto de vc, Heloísa. E sou bolsonarista raiz, sou a extrema-direita. Grande abraço. 🌷

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Dos 13 votos contra a retirada de pauta sobre a suspensão do Marcel e Pollon, dois candidatos aos senado, e o Ze trovão, no conselho de etica, 8 do centro votaram contra.
Contra o povo e a favor do Motta que acha que assim salvará algum traço de liderança que na verdade ele NUNCA TEVE!
VERGONHA!!!
ESSE ANO TEM ELEIÇÕES, NAO ESQUECEREMOS
AJ Albuquerque (PP/CE)
Julio Alcoverde (PP/PI)
Luciano Amaral (PSD/AL)
Murilo Galdino (Rep/PB)
Ricardo Ayres (Rep/TO)
Moses Rodrigues (União/CE)
Fausto Jr (União/AM)
Nely Aquino (Pode/MG)
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🇨🇳🇵🇰 A China pode ter acabado de sinalizar seu próximo grande passo na exportação de defesa.
Um caça furtivo J-35A em tamanho real (variante de exportação) apareceu na TV estatal, ostentando a marca AVIC em vez da insígnia do Exército Popular de Libertação… um forte indício de que se destina a compradores estrangeiros.
Tudo aponta para um provável cliente: Paquistão.
Ao mesmo tempo, a China exibiu seu míssil antinavio hipersônico YJ-20, capaz de atingir velocidade terminal de Mach 10 e alcance de 1.000 a 1.500 km.
Jatos furtivos + armas hipersônicas… o equilíbrio na região está mudando rapidamente.
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@DiogenesJames @kxtuitta Realmente uma pensão de 200, 300 reais supre todas as necessidades e tempo que uma criança precisa...
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@kxtuitta @DiogenesJames Fodeu, devia ter tido cuidado. Falhou? Foram 2 a fazer, são 2 a decidir.
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‘Flávio Bolsonaro quer governar para os ricos e para os banqueiros’, denuncia Lindbergh brasil247.com/regionais/bras…
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Trump busca abertura do Estreito de Hormuz à força. E a resposta iraniana é o ataque a Fujairah
Os fatos das últimas 24 horas no Golfo Pérsico são um estudo de caso sobre projeção de poder ocidental e resposta terrorista.
Na noite de domingo (3), Donald Trump anunciou no Truth Social a "Project Freedom": uma operação para escoltar pelo Estreito de Hormuz os navios que estavam presos ali há semanas, com tripulações em condições humanitárias degradantes. Vale lembrar: o estreito concentra cerca de 20% do petróleo mundial, e está praticamente bloqueado desde o início da guerra entre EUA-Israel e Irã, em 28 de fevereiro de 2026. Segundo a Organização Marítima Internacional, há até 2 mil embarcações com cerca de 20 mil marinheiros presos no Golfo, alguns sem comida, combustível ou água adequados.
A operação começou na manhã desta segunda (4), com poder de fogo significativo: dois grupos-tarefa de porta-aviões, destroyers com mísseis guiados, helicópteros AH-64 Apache e MH-60, caças A-10, F-15, F-16, F-18 e F-35, plataformas não tripuladas e cerca de 15 mil militares americanos.
Resultado nas primeiras horas: dois cargueiros de bandeira americana atravessaram o estreito sob escolta sem dano, e seis lanchas iranianas foram afundadas pelas forças dos EUA, segundo o comandante do CENTCOM, almirante Brad Cooper.
Detalhe revelador: tipicamente o Irã envia ataques navais em "pacotes" de 20 a 40 lanchas. Nesta segunda, foram só seis, e todas foram destruídas. Na avaliação do próprio Cooper, a capacidade iraniana foi "dramaticamente degradada" nos últimos meses.
Mas o Irã também conseguiu acertar. Drones iranianos atingiram o petroleiro Barakah, da ADNOC Logistics & Services (estatal de petróleo de Abu Dhabi), na costa de Omã, sem feridos. O cargueiro sul-coreano HMM Namu foi atingido por explosivo. O JV Innovation, com bandeira das Ilhas Marshall, também foi alvejado, segundo a UKMTO britânica. Ou seja: a operação americana avança, mas Teerã não está apenas observando.
Trump foi direto na rede social: estamos guiando navios neutros e inocentes que nada têm a ver com esse conflito. E avisou que qualquer interferência iraniana "terá de ser tratada com força". Em entrevista à Fox News na mesma segunda, foi mais longe: o Irã será "varrido da face da Terra" se atacar navios americanos.
A resposta do regime dos aiatolás veio em poucas horas. Em vez de mirar diretamente forças militares americanas, Teerã atingiu a zona industrial petrolífera de Fujairah, nos Emirados Árabes Unidos. O ponto não é aleatório. Fujairah é a estação final do oleoduto Habshan-Fujairah, que carrega até 1,8 milhão de barris por dia do interior dos EAU até o Golfo de Omã, justamente PARA EVITAR o Estreito de Hormuz.
Considerando que a produção emiradense pré-guerra girava em torno de 3,4 milhões de barris/dia, esse oleoduto representa mais da metade da capacidade nacional de exportação. Atingir o terminal de processamento de Fujairah é tentar fechar a janela alternativa, depois de o Irã já ter de fato fechado o estreito.
Como resumiu Hamidreza Azizi, do Instituto Alemão de Assuntos Internacionais e de Segurança: "o objetivo é manter os canais alternativos de exportação sob risco, sustentar preços elevados de petróleo e bloquear qualquer percepção de normalização. A mensagem é que a missão de Donald Trump no estreito não será gratuita".
Drones iranianos provocaram incêndio significativo no complexo, ferindo três trabalhadores indianos. Mísseis também foram disparados contra os EAU. Segundo o Ministério da Defesa emiradense, foram engajados nesta segunda 12 mísseis balísticos, três mísseis de cruzeiro e quatro drones.
Ou seja: o regime de Teerã não quer apenas bloquear o Hormuz, quer ASFIXIAR todas as rotas de saída de petróleo do Golfo, para forçar concessões na mesa de negociação.
Vale lembrar quem é esse regime. É o maior patrocinador estatal de terrorismo do mundo, financiando Hezbollah, Hamas, houthis e milícias xiitas no Iraque e na Síria. A doutrina de "resistência assimétrica" que tanto fascina os analistas universitários ocidentais é, na prática, o nome bonito para terrorismo de Estado contra infraestrutura civil.
E há um dado que diz tudo sobre as prioridades de Teerã desde o início da guerra. Os EAU já foram alvo de cerca de 2.800 drones e mísseis iranianos, mais do que qualquer outro país, inclusive Israel. Os aiatolás escolheram a vizinhança árabe sunita como saco de pancadas preferencial. Não é "antissionismo": é dominação regional travestida de luta anti-imperialista.
Mas o que está realmente em jogo na "Project Freedom" vai além do que Trump declarou. Há três leituras adicionais que precisam ser consideradas.
Primeiro, a operação é um teste calibrado da capacidade real iraniana. O Pentágono quer ver, em condições controladas, o que Teerã consegue produzir em termos de mísseis, drones, lanchas e minas. Os primeiros resultados já são reveladores: três dos quatro mísseis de cruzeiro lançados foram interceptados pela defesa emiradense; 100% das lanchas iranianas foram destruídas; e o número de embarcações em ataque caiu de 20-40 para 6. Cada projétil iraniano gasto nesta semana é um a menos para a próxima fase.
Segundo, é a construção de uma justificativa. Cada ataque iraniano contra cargueiro neutro escoltado pelos EUA é uma carta na manga de Trump para autorizar uma resposta de escala muito maior, agora com pretexto humanitário e proteção de aliados como pano de fundo. O senador Lindsey Graham, aliado próximo de Trump, já declarou que o Irã "absolutamente" violou o cessar-fogo e exige uma retaliação americana "grande, forte, dolorosa e curta".
Em paralelo, o embaixador americano na ONU, Mike Waltz, anunciou que vai apresentar resolução no Conselho de Segurança condenando o Irã por minar águas internacionais e cobrar pedágios — armando o flanco diplomático.
Terceiro, é pressão máxima sobre a negociação. Os EUA mantêm desde 13 de abril o bloqueio naval aos portos iranianos, descrito por Cooper como "100% efetivo". Sem exportação de petróleo, a economia iraniana entra em colapso acelerado. E os sinais já apareceram: Teerã apresentou nesta semana uma nova proposta a Washington em que aceita discutir as condições para a reabertura do Hormuz simultaneamente com o fim do bloqueio americano. A proposta anterior exigia o fim do bloqueio como pré-condição. Ou seja: o estrangulamento está funcionando.
E há o calendário americano, que não pode ser ignorado. Trump corre contra o relógio das midterms de novembro de 2026. Não pode tolerar um conflito longo que mantenha o preço da gasolina americana em níveis recordes — a média nacional já está em US$ 4,46/galão. A janela política exige resolução rápida: por acordo ou por escalada decisiva.
Em conflito prolongado, a matemática é desfavorável ao Irã. Bloqueio naval americano, sanções secundárias e corte das exportações de petróleo são uma equação simples: colapso fiscal e social do regime em poucos meses. Teerã sabe disso. Por isso aposta na escalada assimétrica de curto prazo, tentando elevar o custo político da operação americana o suficiente para forçar uma trégua negociada.
Aqui está o X da questão: qual é a real capacidade iraniana de infligir danos em escala, simultaneamente em múltiplos frontes, caso os EUA optem por uma campanha em massa? Esse é o cálculo que Washington faz agora. Os números até aqui sugerem resposta tendendo a "limitada". Desde 28 de fevereiro, os EAU sozinhos já interceptaram 549 mísseis balísticos, 29 mísseis de cruzeiro e 2.260 drones iranianos, com 227 feridos no acumulado. Volume alto, mas largamente neutralizado pelos sistemas THAAD e Patriot operados pelos emiradenses. Se a proporção se mantiver numa campanha americana ampla, a tentação de Washington de fechar a conta militarmente cresce.
O mercado, esse termômetro silencioso, dá sua leitura. O Brent fechou esta segunda em US$ 114,44, alta de 5,8% e o maior fechamento desde junho de 2022. Movimento forte, mas significativamente abaixo dos picos pós-invasão da Ucrânia, mesmo com 10% da oferta global de petróleo bloqueada (estimativa do Goldman Sachs). O S&P 500 recuou apenas 0,5%, depois de fazer novas máximas históricas nos últimos dias, com vendas espalhadas por todos os setores exceto Energia. Tradução: os investidores precificam resolução em algumas semanas, de uma forma ou outra. Ou o acordo, ou a escalada decisiva americana que abre o estreito na bala.
A esperança iraniana é depositada no calendário eleitoral americano e no trabalho de propaganda da imprensa ocidental anti-Trump. Há uma aposta no blefe de Trump sobre ataque massivo à infraestrutura do país.
É a velha inversão. Os EUA quebram um bloqueio ilegal imposto por um regime terrorista a uma rota internacional por onde passa 20% do petróleo mundial, e o problema é Trump. O Irã dispara cerca de 2,8 mil drones e mísseis contra os EAU, ataca instalação petrolífera civil em país aliado, e isso vira "represália compreensível".
Na verdade, o que está em jogo é sobre quem vai escrever as regras da ordem energética global. De um lado, EUA e aliados. Do outro, um regime teocrático aliado à ditadura chinesa que usa o petróleo como arma e ataca civis como tática.
A lição é antiga e válida. Quando o Ocidente projeta força com clareza moral, regimes terroristas RECUAM. Quando hesita, eles avançam. Trump, com todos os seus defeitos, entendeu isso.

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Assim penso!
defesanet.com.br/editorial/edit…
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🚨 REAÇÃO DA OTAN À DECISÃO DOS EUA
A porta-voz da OTAN, Alison Hart, declarou:
“Estamos trabalhando com os Estados Unidos para entender os detalhes da decisão sobre as forças americanas estacionadas na Alemanha.”
A OTAN foi pega de surpresa.
A retirada de 5.000 soldados americanos da Alemanha, anunciada durante a madrugada, não foi coordenada como esperado entre aliados.
Desiree Rugani@desireerugani
ESCALADA NA OTAN Segundo o The Wall Street Journal: Donald Trump ordenou a retirada de 5.000 soldados americanos da Alemanha. Isso aumenta diretamente a tensão com Berlim e aliados da OTAN. O que isso significa na prática: Enfraquece a presença militar dos EUA na Europa Pressiona aliados a assumirem mais responsabilidade Pode sinalizar mudança estratégica para outros focos (como Oriente Médio ou Ásia)
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@Metropoles Mentira
Magno é um homem de Deus, jamais faria isso
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🚨 AGRESSÃO | Magno Malta dá tapa na cara de técnica durante exame em hospital no DF: “Imunda”
Segundo a vítima, o parlamentar deu um tapa na cara dela e a xingou de “imunda” após o contraste injetado extravassar no braço do paciente
Leia mais na coluna Na Mira, de @carloscarone78
metropoles.com/distrito-feder…
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@folha Prendeu Bolsonaro só pra ajudar ele, esse povo é que não entende kkkk
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#opiniao
📝Adriana Fernandes | Bolsonarismo ao lado de Moraes. Enquanto os eleitores brigam nas ruas, o bolsonarismo se uniu ao maior algoz do ex-presidente Jair Bolsonaro
www1.folha.uol.com.br/colunas/adrian…
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