douglas
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douglas
@Douglascs98
advogado e flamenguista. não espere seriedade, mas as vezes tem
Rio de Janeiro, Brasil Katılım Mayıs 2010
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Fraturou a clavícula, colocou uma placa de titânio com 5 pinos, começou a fisioterapia, já está em campo fazendo cardio, hoje começou os trabalhos com bola e vagabundo tá lá…
sem saber a diferença entre edema e lesão muscular de 2º grau.
Selección Uruguaya@Uruguay
GDA10
Português
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Eu acho um absurdo esse tipo de pergunta.
FLA DA OPRESSÃO@fla_da_opressao
Pergunta Brasil toma 4x0 da Argentina na final da copa mas essa imagem se torna realidade Aceita?
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ele chorando na segunda ftKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Notícias Paralelas@NP__Oficial
Homem faz malabarismo após se arrepender de tatuar nome da ex
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então sua mãe comprou um bolo
ROB@robdavis992
Minha mãe comprou um bolo de aniversário. Isso que chamo de aproveitar o livre arbítrio, pois não tem nenhum aniversariante aqui em casa
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Agora que a gente tá na raiva a gente pode até lembrar que foi mais sorte que competência. Chutou todo errado.
LSᶜʳᶠ@LS811922
Hoje o Carrascal é o jogador mais criticado pela torcida pela displicência e falta de comprometimento com o time E pensar que ano passado ele fez o gol que deu a classificação do Flamengo pra final da libertadores. Inacreditável como ele decaiu
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Os Estados Unidos acabaram de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas internacionais, e isso está longe de ser só um rótulo técnico. Na prática, é uma decisão política pesada, que coloca um alvo nas costas de qualquer brasileiro que, na visão americana, possa ter alguma ligação com essas facções. É uma definição feita de fora, sem mediação, que ignora o contexto brasileiro e amplia o poder dos EUA de agir além das próprias fronteiras.
O problema é que isso muda completamente o enquadramento da questão. Antes, essas organizações eram tratadas como caso de polícia, dentro das regras do direito penal e das instituições nacionais. Agora, entram na lógica da “guerra ao terror”, que os EUA usam desde 2001. E essa lógica não é neutra: ela permite ações muito mais duras, menos transparentes e muitas vezes fora dos padrões clássicos de garantia de direitos.
Além disso, chamar de terrorismo não é só descrever a realidade, é moldá-la. Quando os EUA classificam um grupo dessa forma, eles influenciam como o resto do mundo passa a enxergar o problema e criam justificativa para pressão política, sanções e até intervenções. O Brasil, nesse cenário, corre o risco de ser puxado para uma agenda de segurança que não necessariamente foi construída a partir das suas próprias prioridades.
No fim, essa decisão se aproxima de algo mais sério do que parece à primeira vista. Ao colocar facções brasileiras dentro do mesmo enquadramento usado em conflitos internacionais, os EUA sinalizam uma escalada que lembra uma declaração de guerra não formalizada. Isso levanta um alerta importante sobre soberania, sobre os limites da atuação estrangeira e sobre os efeitos de importar, sem filtro, um modelo de combate que já mostrou consequências bem problemáticas em outros contextos.
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