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Pará, Brasil Katılım Aralık 2025
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Governo Lula lança programa "Brasil contra o Crime Organizado", mas esquece de alguns detalhes. #ChargeDoDia
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A União Europeia (UE) retirou o Brasil da lista de países terceiros habilitados a exportar animais vivos destinados à alimentação humana e produtos de origem animal. A decisão, publicada nesta terça-feira (12), entra em vigor em 3 de setembro de 2026. De acordo com a Comissão Europeia, o Brasil não apresentou garantias suficientes sobre o cumprimento das regras sanitárias europeias, especialmente no que diz respeito ao uso de antimicrobianos (antibióticos e outras substâncias contra microrganismos) na pecuária. A medida visa combater a resistência antimicrobiana, uma prioridade de saúde pública do bloco. A porta-voz da Comissão Europeia para a Saúde, Eva Hrncirova, confirmou a exclusão: “A Comissão confirma que o Brasil não está incluído na lista, o que significa que não poderá mais exportar para a UE produtos (tanto animais vivos para produção de alimentos quanto produtos derivados), como bovinos, equinos, aves, ovos, aquicultura, mel e tripas”. Produtos afetados A proibição abrange: • Carnes bovina, suína, de aves e equina; • Animais vivos para abate; • Ovos, mel, produtos de aquicultura e envoltórios (tripas). Países como Argentina, Colômbia e México permaneceram na lista atualizada, que foi aprovada pelos Estados-membros da UE nesta terça-feira. Em anos recentes, o Brasil exportava cerca de 100 a 128 mil toneladas de carne bovina por ano para a União Europeia, um mercado de alto valor, especialmente para cortes premium. Embora a UE não seja o principal destino das exportações brasileiras (China e Estados Unidos lideram), a perda representa um impacto significativo para frigoríficos habilitados e toda a cadeia produtiva. O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) já foi informado da decisão e deve iniciar negociações imediatas com Bruxelas para apresentar um plano de adequação e buscar a reversão ou mitigação da medida. Siga @ESTtransparente
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Claudio Souza
Claudio Souza@moto_viagem·
@RomeuZema É sério mesmo que uma pessoa pretende se eleger de forma tão patética como essa? Até agora o cara não conseguiu falar nada sério e coerente para a política pública. Não falou nada sobre Educação, Saúde, Segurança. Não falou nada da Economia Nacional e Internacional. PATÉTICO
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Romeu Zema
Romeu Zema@RomeuZema·
Passa ou Trapaça? 🎯🇧🇷 - Episódio 06, Os Intocáveis.
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Lula dá entrevista super sincera e descobre que estava sendo gravado! Vejam antes que apaguem.
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TCU aponta desperdício de R$ 260 milhões em doses de Coronavac adquiridas em 2023 pelo Ministério da Saúde1145 Uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) concluiu que a demora de cerca de sete meses na contratação de vacinas Coronavac resultou em prejuízo estimado de ao menos R$ 260 milhões aos cofres públicos. O contrato, firmado em 2023 no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, envolveu a compra de cerca de 10 milhões de doses do Instituto Butantan, no valor total de aproximadamente R$ 330 milhões.625 De acordo com o relatório técnico do TCU, a lentidão no processo de negociação — que se estendeu de fevereiro a setembro de 2023 — foi a principal causa da perda. As doses chegaram com prazo de validade curto e, em um contexto de baixa demanda pela Coronavac no Sistema Único de Saúde (SUS), a maior parte dos lotes venceu nos estoques. Quase 8 milhões de doses foram descartadas (incineradas). Das cerca de 2 milhões repassadas aos estados, apenas 260 mil foram efetivamente aplicadas, o que pode elevar o prejuízo a até 97% do valor contratado. O TCU destacou que o Ministério da Saúde assumiu riscos ao aceitar lotes sem cláusula de substituição pelo fabricante e ignorou alertas do Butantan sobre o consumo do prazo útil. Técnicos do tribunal apontaram possível descumprimento do princípio da eficiência na administração pública. O relator, ministro Bruno Dantas, classificou o caso como “multicausal”, mas determinou a abertura de audiência para dois ex-diretores responsáveis pela área de compras, que terão 15 dias para apresentar justificativas. Resposta do Ministério da Saúde Em nota, o Ministério da Saúde afirmou que iniciou o processo de compra nos primeiros meses de 2023, seguindo trâmites legais e diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS) em um período de incertezas sobre variantes da Covid-19. A pasta alegou ter herdado um cenário de “completo abandono dos estoques” da gestão anterior (governo Jair Bolsonaro) e citou a queda na procura pela vacina, influenciada também por mudanças no cenário epidemiológico. O ministério informou estar reorganizando a gestão de estoques com o objetivo de reduzir perdas para 1% até 2026. A Coronavac, produzida pelo Butantan em parceria com a Sinovac (China), foi uma das principais vacinas usadas no Brasil no início da pandemia, mas perdeu relevância com o avanço de novas variantes e a disponibilidade de outros imunizantes. A auditoria foi provocada por pedidos de congressistas da oposição e ainda está em andamento — não há conclusão definitiva sobre responsabilizações. O caso reforça debates sobre a gestão de estoques de vacinas em períodos de transição epidemiológica e a necessidade de agilidade em contratações públicas de saúde. O TCU continua acompanhando o tema, podendo recomendar melhorias ou avançar em cobranças caso as explicações não sejam consideradas suficientes.
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Em mais um ato que reforça a desconexão do governo federal com as dificuldades reais dos jovens no mercado de trabalho, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou integralmente, nesta segunda-feira (11 de maio de 2026), o Projeto de Lei 2.762/2019. A proposta, aprovada pelo Congresso Nacional após tramitação desde 2019, alterava a Lei do Estágio (11.788/2008) para permitir que o tempo de estágio fosse computado como experiência profissional — inclusive para fins de concursos públicos. A justificativa oficial, publicada no Diário Oficial da União, repete o mantra burocrático de sempre: o texto “desconsidera o caráter pedagógico complementar à formação educacional do estágio” e “compromete critério de seleção de concursos públicos”. Segundo pareceres de ministérios e da AGU, a medida seria inconstitucional e contrária ao “interesse público” Enquanto o Planalto se apega à visão romântica de que o estágio é apenas uma “atividade educacional supervisionada” — como se o estudante não estivesse, na prática, atuando em ambiente de trabalho real, produzindo e aprendendo na dura rotina profissional —, milhares de jovens brasileiros enfrentam a mesma barreira cruel: editais de emprego e concursos exigindo “experiência comprovada” de 1, 2 ou mais anos. Como se adquire experiência sem nunca poder contar o que já fez? O veto mantém intacta essa armadilha que penaliza especialmente quem não tem “padrinho”, rede de contatos ou família bem posicionada. Estudantes de universidades públicas e privadas, que suam em estágios muitas vezes mal remunerados ou até sem bolsa, veem mais uma vez seu esforço desvalorizado por uma canetada presidencial. A mensagem enviada pelo governo é cristalina: estagie o quanto quiser, aprenda o que puder, mas não espere que isso conte de verdade. Para Lula, aparentemente, experiência profissional de verdade só começa depois de muito tempo batendo cabeça contra portas fechadas. Uma pena para uma geração que já carrega peso suficiente. Siga @ESTtransparente
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O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) aprovou nesta segunda-feira (11) o parecer pela cassação do mandato do deputado estadual Renato Freitas (PT). A decisão foi tomada por maioria dos votos, com apenas um voto contrário. O relator do processo, deputado Márcio Pacheco (Republicanos), defendeu a perda do mandato por quebra de decoro parlamentar. O caso refere-se a uma briga de rua envolvendo Freitas e um manobrista no Centro de Curitiba, em novembro de 2025. Imagens do incidente, registradas por câmeras de segurança e celulares, circularam amplamente nas redes sociais e motivaram representações contra o parlamentar. De acordo com o relatório, a conduta de Freitas configurou infração grave ao Código de Ética da Casa, especialmente por associar a imagem da Assembleia a um episódio de violência urbana, prejudicando a dignidade da representação popular. A defesa alegou legítima defesa, mas o argumento foi rejeitado pelo colegiado. O parecer agora segue para recurso obrigatório na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Alep. Após análise na CCJ, o processo vai ao Plenário da Assembleia, onde é necessária a maioria absoluta (28 votos favoráveis) para que o mandato seja efetivamente cassado. Renato Freitas, conhecido por posições à esquerda e por episódios controversos, já acumula outras representações no Conselho de Ética. Em processos anteriores, o deputado recebeu advertências e suspensões temporárias de prerrogativas. Ele já havia sido cassado quando era vereador de Curitiba, mas conseguiu reverter a decisão judicialmente. A aprovação do parecer pela cassação representa mais um capítulo na trajetória conturbada do parlamentar petista na Casa. Acompanhe as atualizações sobre o caso nos próximos dias, com a tramitação na CCJ e possível votação em Plenário. Siga @ESTtransparente
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A Polícia Federal (PF) instituiu uma força-tarefa interna para concluir, o mais rapidamente possível, uma lista detalhada de autoridades públicas com foro privilegiado que aparecem ou podem vir a ser investigadas no inquérito do Caso Master.
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Segundo dados recentes do Ministério da Fazenda e reportagens da CNN Brasil, a Venezuela acumula uma dívida que ultrapassa os US$ 1,2 bilhão a US$ 1,85 bilhão (cerca de R$ 10 a 10,3 bilhões ou mais, dependendo da cotação e juros), com parcelas em atraso desde 2018.
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Pela segunda vez, a aeronave que transporta o ministro do STF, André Mendonça, apresenta defeito antes de seu uso. Isso tem levantado teorias e suspeitas sob um possível boicote contra o Ministro, que tem em suas mãos, casos que podem abalar a republica políticos ligados ao GOV
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A Polícia Federal (PF) abriu inquérito para apurar a entrada irregular de cinco bagagens no Brasil sem passar pela inspeção de raio-X. O caso envolve um voo particular que trouxe o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), o senador Ciro Nogueira (PP-PI).
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Onde termina a liberdade de expressão e começa a interpretação seletiva? Em Presidente Prudente, uma faixa com apenas a palavra “LADRÃO” foi suficiente para acionar o aparato estatal. Siga @estado_transparente
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3. Lisboa (26 a 28 de junho de 2024) – Eventos paralelos ao Fórum Jurídico de Lisboa�Conhecido informalmente como “Gilmarpalooza” por ser idealizado pelo ministro Gilmar Mendes, o fórum contou com gastos adicionais de cerca de US$ 1,6 milhão (R$ 8,3 milhões).
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