Edgar Borges Jr

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Edgar Borges Jr

Edgar Borges Jr

@EdgarBorgesJr

Jundiaiense | Historiador | Esp. em Gestão Pública | Educação | Políticas Públicas | Palmeiras é um traço marcante da minha personalidade

Jundiaí Katılım Temmuz 2009
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Gabriel Santos | IA
Gabriel Santos | IA@DehumanoaDeus·
Em vez de passar uma hora vendo Netflix, assista a esta aula de 2 horas de Stanford. Ela vai te ensinar mais sobre como LLMs como ChatGPT e Claude são criados do que a maioria das pessoas que trabalham nas maiores empresas de IA aprende durante toda a carreira.
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CAMISA 9
CAMISA 9@camisa_9__·
O Flamengo vende uma imagem de “camisa pesada”, mas sem décadas de polêmicas e favorecimentos talvez não tivesse metade dos títulos que tem. No fim, é um clube comum, com torcida terceirizada e muita mídia pra sustentar uma grandeza que tentam forçar há anos.
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fernando molica
fernando molica@fernandomolica·
Insisto: o John Textor é o personal vorcaro do Botafogo. Criou um esquema de pirâmide semelhante ao do Master, é absurdo que o caso ainda não tenha chegado à Justiça criminal.
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Jonas Di Andrade
Jonas Di Andrade@jonasdiandrade·
Vocês viram? Um professor, pesquisador, chamado Carlos Lima Junior encontrou uma fotografia inédita da missa campal realizada poucos dias após a assinatura da Lei Áurea, realizada pela princesa Isabel. A foto, que demorou 137 anos para ser encontrada, estava guardada entre outros materiais históricos ligados aos descendentes da monarquia brasileira na França. Missa campal, Rio de Janeiro, 17 de maio de 1888.
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Andrei Roman
Andrei Roman@andrei__roman·
Caiado e Renan Santos seriam os candidatos mais competitivos contra Lula no segundo turno. Por conta de sua baixa aprovação em Minas, Zema seria provavelmente menos competitivo. No entanto, é Zema quem receberia com maior facilidade os eleitores de Flávio se ele colapsar.
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Achadinhos thai 🇹🇭
Achadinhos thai 🇹🇭@1_achadinhos·
🧵 FIO DAS RELÍQUIAS NO AR! Só camisa retrô pesada passando na sua tela Tem clássica, rara e nostalgia pura pra quem vive futebol de verdade, vários modelos disponíveis 🥷
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Gian Oddi
Gian Oddi@gianoddi·
Não lembro quem disse que Messi não viveu a pressão vivida por Neymar (não lembro mesmo, ok? Li isso faz um ou dois dias, discordei, normal, e segue o jogo). Só que agora, este texto do Iamin (com aquele molho que ele tem) lembra com classe dos episódios que me fizeram discordar. Vale demais a leitura.
Leandro Iamin@leandroiamin

🇦🇷Sempre que um brasileiro falar da, digamos assim, psiquê argentina, o ponto de partida precisa ser assumir a incapacidade de acessá-la por inteiro. A gente não alcança a excepcionalidade existencial deles, talvez seja vice-versa, não me meto jamais a entender o peronismo, por exemplo, tem coisa que não dá pra assimilar sem ter uma vida lá dentro. Maradona, Messi, "aquele troço todo", como diria o professor Simas. (excepcionalidade existencial, que cascata a minha) Tem um texto do Jorge Valdano sobre o Messi, nunca mais achei, li na rede tantos anos atrás, escrito antes da Argentina começar a ganhar taças com o tampinha genial, no qual, mais ou menos com essas palavras, ele definia Messi como alguém que "atua pela seleção não para ser querido, e sim para ser perdoado de um crime que ele não sabe bem qual é". O Valdano é campeão do mundo em 86 e virou, depois da bola, um cronista especial, daqueles que você para e lê e sabe que, no mínimo, o cara passou um café antes de pensar no que vai dizer. Um Tostão deles. O Messi, naquela época que hoje parece outra vida, entrando em parafuso a cada desgosto com a camisa nacional enquanto tudo dava certo em Barcelona, era pauta irresistível. Você olhava nos olhos do Messi e ele parecia perguntar "o que mais vocês querem de mim? Que eu seja outra pessoa?". Estive na Argentina na Copa América de 2011 para acompanhar a Seleção do Mano Menezes, jogos em Córdoba, quinze paraguaios pra cada brasileiro, 2 a 2, gol do Fred no fim, era o começo do ciclo que acabaria no 7 a 1. Assim que cheguei, a notícia era: "Murió Facundo Cabral". Era tipo um Belchior deles, foi baleado na Guatemala, uma pequena comoção. E tinha eleição em Buenos Aires também, e greve de lixeiros, cidade suja de santinhos. Digressões. Em Córdoba, o jornal sugeria, na manchete, um debate: "Messi é um apátrida?", assim, sem molho. Discutia-se o fato de ele não cantar o hino nacional na partida de estreia. Talvez fosse por aí o caminho do tal "crime" que Valdano mencionara. O crime de sair cedo do país, gostar de Barcelona, ter até algum sotaque de lá, não comprar as brigas que esperavam dele, etc, qual o quê: Raphael Prates diria que é tudo questão da bola entrar na casinha. Foi podre atrás de podre pra ele, nem sempre por culpa dele, porque convenhamos: a Copa dele em 2014, por exemplo, foi muito boa. Deu Alemanha no detalhe do detalhe, e nunca faltou Messi na campanha. Quando vieram as derrotas para o Chile em finais consecutivas de Copa América, ele quis parar, acheu que era algo pessoal de Deus contra ele, destino, quis ficar na dele na Catalunha, mais precisamente em Castelldefels, aprazível bairro afastado onde construiu uma pequena Rosario de amigos, parças e familiares. Na Copa de 2018 já estreou perdendo pênalti para um goleiro islandês (não pode), e ali, na Rússia, com o Sampaoli naquele climinha, olha, ali era um poço fundo, um baixo-astral de deprimir até o mais eloquente "hincha". Ali ajustava-se, por gentileza doída, o discurso de perdão: "tantos gênios também ficaram sem Copa...". Não é que não bancassem Messi. Na ambivalência do fanatismo, nunca faltou idolatria. Só era um pouco de carência reativa, um jeito torto de mostrar (ou esconder) amor, uma mistura de temperos que formam a tal psiquê que a gente não acessa. A caceta da bola tinha que entrar numa final. Sob o argumento de Jorge Valdano, Messi tinha um contraponto invencível pela frente: Diego Maradona não foi somente um campeão, genial, insolente, rebelde, que não coube em Barcelona, nunca pisou em Castelldefels, se achou em Nápoles e trouxe a Copa, e Nápoles, pro país. Maradona foi, acima de tudo, o homem perdoado por tudo. Má educação, noites em claro, profissionalismo duvidoso, violência doméstica, infidelidade, paternidade negada, dependência química, tiro em jornalista, todo tipo de excesso que você imaginar: perdoado. "Dessa vez o povo vai me odiar", e o povo o bancava ainda mais. A bola do Messi, ufa, entrou em uma final. Uma semana antes, Messi atacou verbalmente um holandês em sotaque-quase-dialeto rosarino, e o som de sua voz em tom argentiníssimo, não catalão, caiu como uma bomba atômica de identidade no país que ainda o espera. "Qué mirá, bobo? Andá pa allá". Vaza de Miami, Messi, porra. Em Córdoba, em 2011, tinha um moleque, porteiro do minúsculo hotel de estrada, Quebin Mujica era o nome dele, do moleque, não do hotel, não esqueci sei lá porquê, que me forneceu um pendrive 3G pra eu mandar textos pro Blog do Birner. Ele tinha o pé engessado, machucou jogando basquete. Uns amigos adolescentes colaram no hall, tomaram fernet. Ele torcia para o River Plate e para o Belgrano, clube da cidade. Dias antes, o River Plate foi rebaixado jogando justamente contra o Belgrano. Vexame, climão. Perguntei pra quem ele torceu. "Para los dos. No trate de entenderlo". Eu, que não tento entender os argentinos, só os admiro perdidamente, aceitei.

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Andrei Kampff
Andrei Kampff@AndreiKampff·
Esse caso merece reflexão. Não se apegue ao nomes dos times. Pense apenas em como você gostaria que o seu clube fosse tratado em um tribunal. Em como você gostaria que um tribunal agisse. A Justiça tem como símbolo uma balança. Não por acaso. Tribunais são guiados por princípios como segurança jurídica, coerência e equidade. E é justamente aí que nasce a reflexão após a absolvição do Flamengo no STJD por violência da torcida fora do estádio. Lembra do Sport em 2024? Foi punido com oito jogos de portões fechados após ataque ao ônibus do Fortaleza fora do estádio, 8 km de distância, com base no mesmo artigo 213 do CBJD. Agora, em caso também envolvendo violência no entorno da partida, o entendimento foi diferente. Claro que Tribunais podem mudar entendimentos. Isso faz parte do Direito. Inclusive o O STJD, mudou muito sua composição nos últimos anos. Mas sempre é bom lembrar que um tribunal ganha legitimidade quando suas decisões tem base na regra, e dialogam com seus próprios princípios e precedentes, evitando a sensação de tratamentos distintos para situações semelhantes. Isso é fundamental pro seu time, pra você e pra todo mundo. Em todos tribunais, inclusive nos esportivos.
@leiemcampo@leiemcampo

⚖️ O STJD absolveu o Flamengo no caso das confusões registradas no entorno do Maracanã antes do clássico contra o Vasco. O clube havia sido denunciado pela Procuradoria com base no artigo 213 do CBJD, que trata da responsabilidade por desordens em praça esportiva. A discussão central do julgamento foi até onde vai a responsabilidade do clube mandante por fatos ocorridos fora do estádio. A Procuradoria defendia interpretação mais ampla da Lei Geral do Esporte, sustentando que o Flamengo poderia responder pelos episódios violentos registrados nos arredores do Maracanã. Por unanimidade, os auditores entenderam que não havia base jurídica para responsabilizar o clube pela segurança pública no entorno da partida. O entendimento foi de que o dever do mandante está ligado à organização da praça esportiva e colaboração com autoridades, mas não ao controle integral da segurança urbana fora do estádio.

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Noite de Copa
Noite de Copa@Noitedecopa·
A atmosfera do Barradão certamente é uma das mais brabas do Brasil Que energia ABSURDA dos caras 👏
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Edgar Borges Jr
Edgar Borges Jr@EdgarBorgesJr·
@Palestra_News_ Obrigação não é, pq não joga sozinho, mas claramente é a melhor chance de título grande esse ano.
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Palestra News
Palestra News@Palestra_News_·
Virou obrigação? Sorteio das oitavas dia 26 de maio, um pote só, ou seja, podemos pegar qualquer um. Oitavas previamente agendadas: Ida 1 e 2 de agosto / volta: 5 e 6 de agosto
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COLORI PALESTRA
COLORI PALESTRA@Coloripalestra·
O timaço campeão da América em 1999 apresentando o novo uniforme para a disputa da copa intercontinental, bela imagem restaurada por mim, ajude meu Trabalho retuitando e principalmente me seguindo
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Francisco De Laurentiis
Francisco De Laurentiis@f_delaurentiis·
Acho que nem nomes como Márcio Careca, Valmir Desmaio, Gerley e Misso serão tão lembrados por futuras gerações de palmeirenses quanto JEFTÉ
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Piero Leirner
Piero Leirner@pierolei·
Bomba de fragmentação. O que elementos passados podem dizer a mais sobre o que aconteceu nos últimos 3 dias? O que atores que parecem secundários têm a ver com isso? Abaixo vão algumas hipóteses provisórias. 1) a cara de ação do consórcio STF/PF/MP para travar o centrão & além. Flávio é peça fundamental nisso, mas é "estratégia da abordagem indireta". A essas alturas ele já tinha deixado claro que sua eleição dobraria o método "General Ramos" de transferência de $ para o Congresso. Entre outras coisas, é bom lembrar que o STF tem batido de frente em relação a esse canal de transferência de recursos. Não porque tem lá muito zelo com a coisa pública, mas antes porque isso afeta profundamente com o equilíbrio dos recursos públicos que vão para eles próprios. Não é à toa que só depois disso abriu-se a crise dos penduricalhos. Na falta de $, foram atrás de quem recebia quietinho no seu canto. Como contava-se com a possibilidade de um Governo Flávio deixar o STF com outra cara - o que implica em mexer no núcleo de um consórcio que vem produzindo desde antes de 2018 resultados na política, veio o vazamento, copiando estruturas já conhecidas (voltarei a isso logo abaixo). Não foi à toa que esperaram o dia seguinte da posse dos 2 indicados por Bolsonaro no TSE - trata-se se recado para eles também. 2) A rigor, essa de ontem pode ser vista como um mix de 2 histórias passadas: a) aquele "escândalo do zap" do Bolsonaro (+ Rogerio Marinho, se não me engano) em que ele pedia $ de caixa 2 para empresários para impulsionar a campanha pela internet; o tal filme é a mesma coisa: ação para gerar caixa 2 lá no exterior, mais difícil de rastrear; b) o vazamento pelo mesmo veículo (Intercept) numa situação em que forças no STF estavam em disputa (antes era Gilmar x Barroso, principalmente; o vazamento do Ararahacker "surgiu" logo após que Deltan vazou para a imprensa que Gilmar teria dólares na Suíça). Notem que o vazamento de ontem segue o mesmo método: atinge-se o alvo secundário (Flávio) para travar o primário (Centrão + ala rebelde do STF). 3) De quebra, ainda há 2 beneficiados com essa história: Lula, pelas razões óbvias (e pelas não tão aparentes: ele é uma garantia na mão do Gilmar + Moraes); e, numa parte mais longínqua, o atual "Comandante Melancia" do Exército, instituição que está enredada em todas as movimentações políticas também desde 2018 (até antes, mas 18 fica explícito): ver parênteses em "fio" abaixo. 4) o pai do Vorcaro hoje é a faca no pescoço definitiva para que este dê uma direção para sua delação. Pelo que está aparecendo agora (10am), Vorcaro Papis tá cheio de conexões com bicheiros e milicianos do RJ. Agia como chefe de quadrilha, ameaçando desafetos do Vorcarinho. Já deu para ver onde essa conexão vai dar? Talvez seja isso que vai definir o passo-a-passo até outubro.
Piero Leirner tweet mediaPiero Leirner tweet mediaPiero Leirner tweet mediaPiero Leirner tweet media
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Abacate, Gustavo
Abacate, Gustavo@GustavoAbacatee·
nessa fusão nasceu o luighi
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Leandro Demori
Leandro Demori@demori·
quem fez isso? (faça mais)
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Curiosidades Brasil
Curiosidades Brasil@CuriosidadesBRL·
🗣️ Rivaldo: “Eu joguei mais do que Zidane, Xavi, Beckham, Bergkamp, Del Piero e Marcelinho Carioca.”
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Edgar Borges Jr
Edgar Borges Jr@EdgarBorgesJr·
@CuriosidadesBRL Zico, mesmo sem ganhar a Copa do Mundo. Existia uma discussão se ele ou o Maradona seriam o segundo melhor jogador da história.
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vídeos fofos
vídeos fofos@videosfofosof·
ele parece a mc divertida, os trejeitos
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Edgar Borges Jr
Edgar Borges Jr@EdgarBorgesJr·
@brunofaggion Concordo que seria um serviço essencial para um empresário ou um executivo. Mas talvez não consigam enxergar valor numa profissional que necessariamente precisam pagar bem, são pessoas que os conhecem de forma muito próxima. 20 mil pra uma assistente top é dinheiro de pinga.
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Bruno Faggion
Bruno Faggion@brunofaggion·
Uma coisa que me intriga é que pouquíssimos empresários brasileiros têm uma assistente executiva. É bem comum na gringa, economiza horas da sua semana e tem muitas que oferecem o serviço fracionado. Não é por custo, todo médico aqui tem uma secretária. É cultura mesmo.
Jeremy Haynes@TheJeremyHaynes

The hierarchy of buying back your time: Layer 1: Maids, barber comes to you, food delivered, living close to work and personal habits Layer 2: House manager and real executive assistants to offload all menial tasks Layer 3: Specialized A-player talent doing what you convinced yourself only you could do Most people never get past layer 1

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