Calvão de cria
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🚨 Agora! Vasco avança para assinar venda da SAF para Marcos Lamacchia; José Roberto Lamacchia, marido de Leila Pereira, seria avalista do filho no negócio. José Roberto Lamacchia, dono da Crefisa e marido de Leila (presidente do Palmeiras), ofereceu o seu patrimônio como garantia na operação. A ideia seria o pai usar a sua fortuna para ser avalista do filho. Há uma resistência de pequena parte da diretoria do Vasco, mas o presidente Pedrinho vai seguir adiante. A proposta pode chegar a R$ 2,5 bilhões, com aporte de R$ 500 milhões. Nesse montante, o investidor ainda assume a dívida, estimada em R$ 1,3 bilhão, o fluxo de caixa da SAF, garantindo contas em dia, moderniza os CTs com até R$ 150 milhões e injeta cerca de R$ 20 milhões por ano no clube social. 🗞️ @OGlobo_Esportes | @diogodantas 📸 Divulgação | Cesar Greco/SEP














STJD: Expulso por falta em Andreas Pereira, do Palmeiras, o volante Zé Ricardo, do Remo, pode pegar gancho pesado. Jogador foi denunciado nos artigos 250 (praticar ato desleal ou hostil) e 254-A (praticar agressão física) do CBJD. O caso será analisado na próxima quinta-feira (14), pela 3ª Comissão Disciplinar do Tribunal.






@futebol_info @geglobo ainda querem ganhar o hexa com um jogador do bahia



O que a CBF falou para os clubes e para os árbitros sobre o gol anulado por causa da mão de Flaco Lopez: - Analisar esses lances deve se levar em conta se a mão do jogador que está atacando é: 1) Deliberada, houve o movimento de colocar a mão na bola; 2) Se aumenta de forma desproporcional o espaço com o qual o atacante está jogando; 3) Se a posição da mão é compatível com o gesto necessário para executar a ação correspondente. A decisão da Comissão de Arbitragem é que a interpretação do VAR e do árbitro foi errada porque essa mão não era para ser marcada, já que a posição da mão do Flaco é natural para a ação de disputa que ele teve com o defensor. Isso foi passado aos clubes e aos outros árbitros: que lances assim não sejam anulados, pois não é deliberada e não tem uma posição incompatível com a sequência do lance, com o gesto necessário para executar a ação correspondente. Mas se o áribtro e/ou o VAR observar um movimento adicional, um movimento que aumente o corpo e que possa ser interpretado como antinatural ou injustificável, ele pode interpretar que era para anular. Até por isso não houve e nem haverá punição aos árbitros envolvidos. Tudo que escrevi até aqui são fatos. -------------------------------------- A partir daqui, a minha opinião: 1) Estranho demais essa avaliação da Comissão de Arbitragem, pois os últimos casos assim foram todos anulados (EU ACHO que em todos foi mão acidental, mas os árbitros envolvidos podem ter interpretado como lances puníveis e por isso foram anulados): Gol do Corinthians anulado contra o Bahia com mão acidental do Garro no ano passado. Gol do Athletico anulado contra o Corinthians na Copa do Brasil no ano passado. Gol do Grêmio anulado contra o Santos por toque acidental na mão do Edenílson no ano passado. Gol anulado do Remo contra o Atletico neste ano. (Só os que lembrei sem muita pesquisa) 2) Com a margem de interpretação aberta assim, continuaremos ter decisçoes diferentes em casos parecidos. 3) A comissão de arbitragem deveria, com urgência, criar um vídeo, mostrando os exemplos de lances de mão acidental que devem ser marcados e não devem ser marcados.

























