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@FFO_FELIPE

Katılım Nisan 2020
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FF@FFO_FELIPE·
@kb_Egzon 2015 Neymar was the best
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!£ ǥ ƶ ø n! 🐐
Un homme remet le Ballon d’Or à ceux qui l’auraient vraiment mérité.
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FF@FFO_FELIPE·
@kimpaim Brother, na boa tu quer convencer quem? Em sua homenagem comprarei mais um livro do menino Niko e Ana campagnolo
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Fernando Schüler
Fernando Schüler@fernandoschuler·
Lembro quando alguém me disse que chegaria o dia em que defender a liberdade de expressão já seria um crime. Pois é. Chegou. Talvez todos devêssemos parar, pensar um pouco e retomar alguma dose de bom-senso. Meu artigo no @estadao: estadao.com.br/politica/ferna…
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João Luiz Mauad
João Luiz Mauad@mauad_joao·
Como se faz um grande país Por Fernando Schüler “Vai chegar o dia em que a mera defesa da liberdade de expressão será um crime no Brasil”. Me lembro de ouvir isso em um debate, anos atrás. À época, achei exagerado. Mas a verdade é que o dia chegou. Já tratei aqui do caso Monark. Ele fez exatamente isso, em um programa perdido no tempo, defendendo a liberdade de expressão até para um partido nazista. Semanas atrás, saudei o promotor Marcelo Ramos e o Ministério Público pela manifestação em favor da improcedência da ação”. O argumento de Ramos era cristalino, mostrando que o youtuber havia feito uma defesa — equivocada, na sua visão — da liberdade de expressão. E que isto não poderia ser um crime. “Ótimo”, pensei. Sinal de que estaríamos recuperando algum apreço a direitos individuais. Ou, quem sabe, apenas o bom senso. Triste engano. Dias depois, tudo retrocedeu. Não apenas o promotor Marcelo foi afastado do caso, como sua decisão foi “substituída” pela de um colega, sob a curiosa justificativa de que Ramos havia se “equivocado”. Para completar, o próprio promotor acabou sofrendo um processo disciplinar, sob a vaga acusação de colocar em risco o “prestígio” da Justiça e a “dignidade” do Ministério Público. Pelo que entendi, prestigiar a Justiça exigiria que o promotor tivesse confirmado a multa de R$ 4 milhões para o Monark. Mesmo se isso atentasse contra sua convicção sobre o caso. Como decidiu na direção inversa, pode agora ser sancionado, sabe-se lá de que jeito. O que temos agora é uma dupla censura: o MP querendo censurar o Monark. E querendo, de quebra, censurar o promotor que defendeu a liberdade de expressão de Monark. Difícil achar uma imagem mais adequada do país estranhíssimo em que nos transformamos. Muitas coisas impressionam neste caso. A primeira delas é a curiosa dificuldade com a objetividade da lei e do texto. É perfeitamente inequívoco que Monark não fez apologia nenhuma do nazismo. Sua defesa é de um princípio idêntico ao da Primeira Emenda americana. Pode estar errado nisso. Mas, se isto fosse um crime, há muito não seríamos mais uma democracia. Impressiona, neste caso, a inversão de valores. O promotor que repõe a realidade dos fatos passa a ser ele mesmo o “culpado”. Para quem gosta de história, foi exatamente o que ocorreu no caso Dreyfus. Quando Georges Picquart assumiu a inteligência francesa e percebeu que o capitão Dreyfus era inocente, foi removido de sua função e logo indiciado. O pecado, à época, não era ser um youtuber anarquista e politicamente incorreto. Era o antissemitismo. Cada época tem lá sua loucura. O caso entrou para a história como exemplo de intimidação e corporativismo judicial. O instante triste em que as razões de Estado, que por vezes não passam de mesquinharia, se sobrepõem ao dever de justiça. Coisas que nunca deveriam acontecer em uma democracia baseada em direitos. O curioso disso tudo é que Monark, com sua fala confusa, pode estar dando uma enorme contribuição à nossa democracia. Seu caso expõe uma fratura entre a objetividade da lei, de um lado, e a politização da Justiça, de outro. Meu argumento sobre isto é bastante simples: em um mundo fraturado, como o nosso, marcado por um radicalismo difuso que se produz no ambiente tóxico dos meios digitais, precisamos tomar cuidado. Que a sociedade esteja tomada pelas guerras culturais é apenas um fato. Sem lá muito remédio. O que é inadmissível é que isto ocorra com as instituições. Um grande país se faz com o que o Nobel Daron Acemoglu chamou de “instituições inclusivas”. Instituições que resistem à captura. Seja por parte de identitários ou conservadores. Um sistema de justiça feito de regras iguais para todos, e no qual cada cidadão pode confiar. E, a partir daí, acreditar que vale apostar. Vale dizer o que pensa, mesmo quando isto signifique criticar as leis, as autoridades e defender uma ideia muito ampla sobre a liberdade de expressão. E isto sem medo de acordar no dia seguinte arrebentado pelas idiossincrasias de algum agente do poder. Viver em um país com estas virtudes é um direito do qual, por nada, deveríamos abrir mão.” Ver menos
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FF@FFO_FELIPE·
@govbr Quando criou não estavam do lado do povo brasileiro?
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Governo do Brasil
Governo do Brasil@govbr·
A-CA-BOU a taxa das blusinhas! Compras internacionais até 50 dólares não são mais tributadas pelo Governo do Brasil. O imposto de importação acabou. O Governo do Brasil tá do lado do povo brasileiro.
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Marcel van Hattem
Marcel van Hattem@marcelvanhattem·
Este é Luiz Philippe Vieira de Mello Filho. O militante nada mais é do que presidente do Tribunal Superior do Trabalho. Estamos representando o "vermelho" no Conselho Nacional de Justiça. O aparelhamento petista das instituições terá sempre nosso firme combate!
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Sam Pancher
Sam Pancher@SamPancher·
Timeline interessante revelada por essa reportagem do Estadão. 15 e 18/12/23: J&F e a JBS transferem R$ 11,5 milhões a um escritório de advocacia. No mesmo dia 18, o escritório transfere R$ 3,5 milhões a Paulo Humberto Barbosa 20/12/23: Toffoli suspende multa de R$ 10,3 Bilhões do acordo de leniência da J&F Fev/2025: Paulo Humberto compra a fatia de Toffoli no resort Tayayá estadao.com.br/politica/jf-e-…
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FF@FFO_FELIPE·
@folha @monicabergamo “Comunicar bem “ = meti imposto até o talo e não convenci
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Folha de S.Paulo
Folha de S.Paulo@folha·
MÔNICA BERGAMO | Ex-ministra do Planejamento de Lula, Simone Tebet, 56, desembarcou de mala e cuia em São Paulo para se lançar candidata ao Senado. Natural do Mato Grosso do Sul, onde desenvolveu carreira política, ela afirma que não se sente uma forasteira, lembrando que SP é uma terra de imigrantes que acolhe brasileiros de todos os lugares. 📲Leia mais na #Folha: mla.bs/f608faa8 📝Mônica Bergamo (@monicabergamo) 🎦TV Folha
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FF@FFO_FELIPE·
@Rconstantino Beijou mais o cara do que a própria mulher
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Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino@Rconstantino·
Corporativismo evangélico? Com todo respeito, deputado, não podia ter sido um abraço com 45 segundos a menos, só para não dar tanta bandeira? Muita coisa está em jogo! Com essa oposição, o país não tem jeito mesmo…
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Leandro Ruschel 🇧🇷🇺🇸🇮🇹🇩🇪
Essa é a oposição, caro @DepSostenes ? O senhor disse que é contra a indicação do "Bessias", mas não é o que está parecendo pelas imagens. Que carinho é esse com um dos principais responsáveis pela perseguição à direita, no Brasil?
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Nikolas Ferreira
Nikolas Ferreira@nikolas_dm·
É hoje: cobre o seu Senador. O Brasil está atento.
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Romeu Zema
Romeu Zema@RomeuZema·
O fim? - Episódio 5, Os Intocáveis.
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Fernando Schüler
Fernando Schüler@fernandoschuler·
Dom Pedro II foi um incrível alvo da sátira política, e abominou a censura. Delfim Netto colecionava charges a seu respeito, em regra não muito respeitosas. FHC idem, nunca censurou. Nossos atuais donos do poder pensam de outro modo. No @estadao: estadao.com.br/politica/ferna…
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Romeu Zema
Romeu Zema@RomeuZema·
Agora o papo é sério. Fica até o final que esse é um dos vídeos mais importantes que eu já fiz.
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FF@FFO_FELIPE·
@Rconstantino Vale cada palavra lida, um primor de texto
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FF@FFO_FELIPE·
@allanconta5 Fala Alan , vc só esqueceu do Marcel quase preso por falar na tribuna e quase ter sido deposto, após uma suspensão de mandato. Vc esqueceu do Deltan ter perdido o mandato por pirotecnia. Vc esqueceu que o Novo votou mais à favor do gov Bolsonaro que o PL.
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Allan Dos Santos
Allan Dos Santos@allanconta5·
Os caras ficaram décadas com Instituto, criaram partido sem ameaça do STF, não tiveram UM político ou filiado preso ou perseguido, e… agora que estão precisando de cerca de 3 MILHÕES de votos, param de xingar Bolsonaro como fizeram em 2018, na pandemia e depois pedindo impeachment até repetindo clichês de COMUNISTAS. Não é um problema estar ao lado do FLÁVIO BOLSONARO, candidato que vocês NÃO QUERIAM e até PRECISARAM da carta de um SEQUESTRADO pelo Estado. Se vocês não conseguem falar com os pobres e e dialogam bem com banqueiros e a classe alta do país, não é um problema meu. Querem somar aos 45 minutos do segundo tempo, ótimo. Só não me peçam para ter AMNÉSIA. Eu seu quem vocês são desde 2014, quando iniciei o @tercalivre exatamente para falar com quem vocês não têm a menor de idéia do que falar.
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FF@FFO_FELIPE·
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