Fabricio Longo

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Fabricio Longo

Fabricio Longo

@Fabulongo

Antropólogo, ator, colecionador de trecos e militante LGBTQIAP+, mas o importante é que já toquei na Beyoncé. FABULOSO. Sempre! 🏳️‍🌈

Brasil Katılım Eylül 2010
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Fabricio Longo
Fabricio Longo@Fabulongo·
@podonibus Em várias lojas tinha como escutar mesmo, mas também rolava a compra confiando nos singles. Eu geralmente comprava por eles e até hoje tenho alguns álbuns que nunca me dei ao trabalho de ouvir inteiros.
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Pod Ônibus
Pod Ônibus@podonibus·
uma pergunta um pouco burra: antigamente como as pessoas faziam pra ouvir outras faixas de um álbum e decidir se compravam ou não o cd/vinil? tinha que confiar que o álbum seria bom só pelas músicas que saíam na rádio? tipo amei tal single vou comprar?
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Fabricio Longo
Fabricio Longo@Fabulongo·
@smellymittens @Variety It’s a sequel of The Devil Wears Prada, no one should expect a philosophical essay. We Get to see what those people have been up to and how they are dealing with an ever so fast changing industry.
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Variety
Variety@Variety·
"The Devil Wears Prada 2" first reactions call it "phenomenal," "charming," "genuinely heartwarming" and destined to be "a massive hit." Read more here: variety.com/2026/film/news…
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smelly mittens
smelly mittens@smellymittens·
@Variety review embargo doesn't lift until Wednesday. Stop trying to gas light people before the movie releases. And I'm very skeptical. I would be the happiest bitch on earth if the movie is as good as "reactions" state.
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Fabricio Longo
Fabricio Longo@Fabulongo·
Que saudade desse povo! O auge!
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Fabricio Longo
Fabricio Longo@Fabulongo·
@larissajmar Meu boy que tomaria conta porque eu sou gastão. Mas como tenho psicose de número redondo ia fazer questão de gastar os 712,17 dando festa e fazendo doações na primeira semana.
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Sérgio Santos
Sérgio Santos@ZAMENZA·
A vitória de Ana Paula Renault no "#BBB26" não foi apenas um resultado de popularidade — foi a conclusão inevitável de uma temporada moldada, conduzida e tensionada por ela do primeiro ao último dia. Raramente um reality show teve uma protagonista tão dominante em todas as frentes: narrativa, conflito, estratégia e, principalmente, engajamento do público. Ela entrou favorita e não perdeu o favoritismo em nenhum momento. Desde a estreia, Ana entendeu algo que muitos participantes ignoram: o BBB não é um retiro confortável, é um jogo de exposição e movimento. Enquanto parte do elenco parecia disposta a viver num “resort all inclusive”, ela fez o oposto ----- criou enredos, tensionou relações e se recusou a deixar a casa cair no marasmo. Mais do que reagir aos acontecimentos, ela os provocava. Seus embates não eram acidentes, eram construções deliberadas. Um dos seus maiores trunfos foi a habilidade de traduzir conflitos em linguagem acessível e viral. Os apelidos que dava aos adversários não só funcionavam como ataques irônicos e menos agressivos na forma, como também organizavam a narrativa para o público. “Quinta série”, atribuído a Jonas, e “coordenadora do resort”, para Maxiane, são exemplos claros disso: rótulos que ultrapassaram os muros da casa, ganharam o público e, ironicamente, acabaram gerando até oportunidades comerciais para os próprios alvos. Isso escancara o nível de consciência de Ana sobre o entretenimento que estava produzindo ----- algo que seus rivais, ao optarem por ataques mais pesados e pouco criativos contra ela, nunca conseguiram alcançar. Mas talvez o aspecto mais sofisticado de seu jogo tenha sido a gestão de imagem. Ana escolheu esconder seu lado mais afetuoso dos adversários. Ela permitiu ser julgada de forma equivocada dentro da casa, enquanto reservava sua sensibilidade para o público e para aliados próximos. Nesse ponto, a presença de Milena foi essencial. Funcionando como ponte emocional, ela ajudava a revelar uma Ana que os rivais não enxergavam ---- e essa dualidade foi crucial para sustentar sua narrativa até o fim. Essa leitura estratégica também aparece na forma como lidou com Samira. Mesmo desconfiando de seu jogo duplo, manteve-a por perto por entender seu potencial destrutivo. Era melhor ter esse “risco” sob observação do que solto contra si. Ainda assim, essa escolha custou caro em alguns momentos, abalando a aliança com Juliano e criando fissuras importantes no grupo. Outro traço marcante foi sua relação com a própria estrutura do programa. Ao se recusar a usar um vestido que considerou inadequado e optar por não ir à festa, Ana não apenas criou um momento de tensão com a produção, mas reafirmou sua postura inegociável. Foi criticada aqui fora, sem dúvida, mas também consolidou a imagem de alguém que não se submete facilmente ---- nem mesmo às engrenagens do próprio reality. Sua coragem estratégica atingiu o ápice no confronto com Chaiany, uma das favoritas internas. Foi uma jogada arriscada, talvez a mais perigosa de sua trajetória. Caso o público não tivesse comprado a narrativa e eliminado Chaiany, o efeito poderia ter sido devastador. Foi o ponto mais vulnerável de seu jogo ----- e, justamente por isso, um dos mais reveladores de sua disposição em arriscar para controlar o rumo da temporada. Mas o que realmente diferencia Ana Paula Renault de outros protagonistas é sua capacidade de transformar ataques em ativo narrativo. Quando Cowboy, Jonas e aliados decidiram esvaziar a pista de dança ao vê-la entrar, a intenção era clara: isolá-la. O efeito foi o oposto. Ao som de World Hold On, de Bob Sinclar, Ana protagonizou uma das cenas mais emblemáticas da edição ---- dançando sozinha, em plenitude, como se o vazio ao redor fosse parte do espetáculo. O momento viralizou, ressignificou a música nas redes e chegou ao ponto de o próprio artista interagir com a cena. O que era para ser exclusão virou protagonismo absoluto. O mesmo padrão se repetiu nas inúmeras vezes em que foi barrada da festa do líder. Enquanto outros veriam isso como apagamento, Ana transformava o “castigo” em palco. Mesmo se recusando a cumprir dinâmicas para retornar às festas, ela dominava a atenção do público com o deboche e a performance dentro do quarto isolado. Até que esse arco ganhou um desfecho quase simbólico: na última festa do líder, justamente a de seu maior rival, Alberto, ela finalmente completou o desafio e retornou ao som de Erva Venenosa, de Rita Lee. Um momento que parecia roteirizado ---- e que ela mesma ironizou ao dizer que não conseguia entender “os roteiristas” de sua própria trajetória. As críticas que recebeu ---- “desumana”, “cruel”, “cobra cascavel” ---- refletem o incômodo que sua presença causava. Ainda assim, o episódio mais grave veio quando adversários usaram a doença de seu pai como arma. Ali, o jogo cruzou um limite ético evidente. Sua reação explosiva, que quase resultou em expulsão, foi o ponto de maior descontrole ---- e também o mais humano. E então, o desfecho rompe qualquer lógica de jogo. A revelação da morte de seu pai transforma sua vitória em algo profundamente ambíguo. O momento com Milena, carregado de afeto e vulnerabilidade, ganha uma dimensão ainda mais dolorosa. Não há estratégia que prepare alguém para isso. Ana não venceu por saudosismo ou reparação histórica após o "BBB 16". Venceu porque dominou o jogo em todas as suas camadas. Se há uma crítica possível, é que sua presença avassaladora reduziu o espaço para outras narrativas. Mas isso é, ao mesmo tempo, a prova de sua força: ela não apenas jogou ---- ela definiu a temporada. No fim, sua trajetória no "BBB 26" é tão complexa quanto ela sempre foi. Uma história de controle, risco, inteligência emocional e espetáculo. De volta por cima, consagração e, simultaneamente, perda. Não foi expulsa, venceu, reescreveu sua própria narrativa ---- mas teve sua maior dor atravessando o momento de maior triunfo com 75,94%. E, mesmo sem repetir explicitamente o bordão que a eternizou há dez anos, ele esteve presente o tempo inteiro, de forma quase invisível, mas poderosa. O público olhou. O público acompanhou. O público escolheu. Porque, no fim das contas, era impossível desviar o olhar. Olha ela.
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andyto
andyto@absamand·
@Ti4oNoveleiro A G do Marcelo Picchi para mim é a melhor de todas. Oh macho gostoso.
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Matteus Cardoso🎭
Matteus Cardoso🎭@matteuscardos·
por favor regularize seu título de eleitor 🚩
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Johny
Johny@sigaJohny·
Alguém que cresceu antes das mídias sociais ainda se lembra do número de telefone fixo de seus pais?
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Fabricio Longo
Fabricio Longo@Fabulongo·
@DanPimpao Nossa imagina ela passando no pescoço e descendo pras costas, MEU PAU ARMADO!!
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Fabricio Longo
Fabricio Longo@Fabulongo·
@anapaularenault Equipe a Ana já conhece a @casanemcasaviva e a Rede Brasileira de Casas de Acolhimento LGBTQIA+? Tem TUDO a ver com ela, mostrem que ela vai curtir e com certeza apoiar!
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Ana Paula Renault 🧙🏻‍♀️
Ana Paula Renault 🧙🏻‍♀️@anapaularenault·
Papo importante, Renaults! A Ana ama o carinho de vocês. Nos Raio-X, ela sempre fazia questão de reservar um momento para isso; e, no momento certo, virá aqui conversar, ouvir, rir e agradecer por tudo. Mas deixamos claro, ela não aprova que vocês gastem dinheiro com presentes caros. Inclusive, uma das pautas que defende é justamente não incentivar gastos com qualquer tipo de coisa (ex: ‘casa virtual’). Repudiamos, também, qualquer pessoa que se aproveite desse momento para aplicar golpes em fãs. Não façam gastos desnecessários e não repassem dinheiro a ninguém; cuidem do seu dinheirinho. O que realmente importa para a Ana receber de vocês é: afeto, uma mensagem, uma carta, um abraço; memórias. Se quiserem demonstrar também apoio de outra forma, priorizem doações para causas que ela defende, como casas de apoio à comunidade LGBTQIAPN+ e pessoas em situação de extrema vulnerabilidade. 🤍 #EquipeRenault
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