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Fake News Network
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O CHICOTE ESTÁ MUDANDO DE MÃOS
Você que grita "sem anistia" e chama os presos do 8 de janeiro de "golpistas" é parte dessa atrocidade covarde.
Essa senhora não é exceção e poderia ser sua mãe ou sua avó. Pense nisso antes de ser um esquerdista desumano e disseminador de falsas virtudes, como a maioria.

Português
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Pedrinho matador= 71 homicídios
Suzane von richtofen= matou os próprios país
Elize matsunaga= atirou na cabeça do próprio marido e esquartejou o corpo
Alexandre nardoni & anna Carolina jatobá= jogaram uma criança de 5 anos do 6º andar que são mais de 15 metros de altura
Mas o único que não pode ganhar dinheiro com a internet é o @Brunoaiubshow (Monark) que deu uma opinião, todos outros da imagem ja foram chamados pra documentários e monetizaram seus crimes por mais cruel que fosse.

Português
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*Pérfidos
Cristiano🇧🇷🕊️🇧🇷@Cristia30960891
@marcelvanhattem Esperar o que do @exercitooficial que já não servem mais pra nada! Quando o Maricão se refere a guerra, seus inimigos são os alvos 🎯 indefesos, o povo 🇧🇷 de preferência idosos. Víde quem são os alvos do Maníaco Torturador do @STF_oficial São covardes, tiranos e perfídicos.
Español
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O ERRO DO GENERAL.
*Por Amarilio Tadeu Freesz de Almeida.
Essa história do General interpelando o Deputadonão é apenas constrangedora. É reveladora. E, mais do que isso, é preocupante.
Não se trata de um deslize protocolar, de um excesso momentâneo ou de um mal-entendido. O que se viu foi algo muito mais grave, um erro de natureza institucional, daqueles que não deveriam sequer ocorrer em níveis de comando.
Parlamentares falam. Essa é a essência do cargo. Falam muito, falam mal, exageram, criticam, provocam. E fazem isso amparados pela Constituição. Não é tolerância, é garantia. O Parlamento existe exatamente para isso. É a Casa das falas. Quem é eleito, é eleito para parlar, goste-se ou não do conteúdo.
Militares não foram feitos para esse tipo de embate. Sua função é outra, clara, delimitada e constitucionalmente definida. Defender a nação, não disputar narrativa com político.
O general, ao agir como agiu, não errou apenas na forma. Errou no fundamento. Demonstrou não compreender a própria posição que ocupa.
Confundiu indignação pessoal com atribuição institucional. E isso, vindo de quem ocupa posto de comando, não é detalhe, é falha grave.
Se quisesse se manifestar, que o fizesse como cidadão. Mas não. Preferiu agir na condição de autoridade militar, interpelando parlamentar por opinião emitida dentro do espaço constitucionalmente protegido. Isso é, no mínimo, um sinal de despreparo. No máximo, um perigoso desconhecimento dos limites impostos pela ordem democrática.
E o problema não para nele.
Ao agir assim, arrastou consigo a imagem das Forças Armadas, como se estas estivessem reagindo a críticas políticas. Isso é inaceitável. Instituições não podem ser instrumentalizadas por impulsos individuais, ainda que travestidos de “reação legítima”.
Não há aqui espaço para relativização.
Foi um erro. Grave. Primário. Incompatível com a responsabilidade do cargo.
E o mais inquietante não é o episódio em si, mas o que ele revela, uma preocupante confusão de papéis em um momento em que justamente se exige o contrário, lucidez institucional e absoluto respeito às fronteiras constitucionais.
Lamentável é pouco.
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O autor é Procurador de Justiça aposentado do Ministério Público, advogado e professor de direito.
Português
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O militante extremista do PSOL Thiago Ávila foi brincar de “herói internacional”, tentou furar bloqueio naval em flotilha pra Gaza… e agora teve a prisão prolongada em Israel por suspeitas de ligação com o Hamas.
Foi lacrar achando que era narrativa. Descobriu que, fora do Brasil, não tem discurso: tem consequência. 😂😂
Português



















