Fernanda Torres

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Fernanda Torres

Fernanda Torres

@FernanTorresJob

Psicóloga e historiadora. Estudante de neurociência!

Katılım Ekim 2021
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o fravinho do BF
o fravinho do BF@fravenriq·
"Tem que ter mais mulheres na política, são melhores q os homens" Tabata, Tebet e Soraya: 3 políticas q há 4 anos a gente até acreditava q sairia alguma coisa daí, hj... Homem, mulher, viado, sapatão, trans, camelo, cachorro... tudo farinha do msm saco qdo se trata de política
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Fernanda Torres
Fernanda Torres@FernanTorresJob·
@BielReality Jamais! Péssima escolha! Política já é um meio insalubre, votar em alguém q faz politicagem barato, apelo emocional e demonstra não saber o q faz. E pior é agir mais como "diva pop" do q política!
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Bielzin
Bielzin@BielReality·
Vocês votariam na Erika Hilton para PRESIDENTE do Brasil em um futuro próximo? Acho que seria muito interessante ver uma pessoa tão importante como ela, que tem pautas e ideias super necessárias para nossa sociedade.
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Eli Vieira
Eli Vieira@elivieira·
Novo estudo sugere que a principal diferença entre progressistas (esquerda) e conservadores (direita) está em quem eles consideram vítimas. Os conservadores tendem a pensar que as pessoas sofrem aproximadamente a um mesmo grau, enquanto progressistas tendem a negar que haja vitimização contra CEOs ou no tema da religião tradicional. O estudo apresenta uma alternativa à teoria das fundações morais, defendida pelo psicólogo social Jonathan Haidt, segundo a qual progressistas são mais preocupados com oferecer cuidado ou evitar dados a grupos pré-selecionados como oprimidos enquanto a direita distribui suas preocupações morais mais igualmente para outros temas como respeito pelas autoridades e medidas contra trapaças. A "distribuição mais equitativa de preocupações" entre conservadores, contudo, é um ponto de convergência nas duas abordagens. journals.sagepub.com/doi/10.1177/01…
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Renan Wilbert 🥂
Renan Wilbert 🥂@RenanWilbert·
VOCÊ SABIA que se você separar a arte do artista muito bem separadinho, a JK Rowling recebe seu dinheiro e ainda assim usa para financiar políticas anti-trans?
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Felippe Hermes
Felippe Hermes@Felippe_Hermes·
Ta aí um negócio que nunca me arrependi foi de ter apoiado o impeachment da Dilma. Apoiaria 3x mais se fosse preciso. Nada pessoal, ela pode ser boa pessoa, mas não para a função que alçaram ela. Agora, evidente, que é preciso ser justo: Dilma não armou a bomba que estourou no colo dela. Não foi Dilma que criou a corrupção na Petrobras E principalmente: Não foi Dilma quem criou a conjuntura que nos levou a maior depressão econômica da história deste país. Óbvio que ela colaborou, e muito, com a ideia de "gasto é vida", que levou o país a crescer seu gasto substancialmente acima da arrecadação. O que no fim do dia é o que levou o Brasil a colapsar. Óbvio que Dilma colaborou, e muito, para todo este cenário. Foi ela, por exemplo, quem forçou uma queda de juros criminosa, que levou a investimentos ruins, foi ela quem comandou a fraude nos índices de inflação com congelamento de preços de combustíveis. Foi ela também quem (especialista em energia), promoveu a MP que destruiu o setor elétrico (5% do PIB em decisões estúpidas só nessa brincadeira). Foi com Dilma que o déficit do país saiu de 2 pra 8%, destruindo um resquício do tripé macro que estabilizou o país nos 15. Foi com Dilma que o governo despejou trilhão de reais nas mãos de empresários que pegavam dinheiro abaixo da selic e simplesmente extorquiam o pagador de impostos. Enfim Tomaria um chopp com Dilma, e agradeço que ela agora está na China. Mas me arrependo 0 de ter apoiado o impeachment.
silly shrimp@slscpn

eu sinto tanta vergonha de um dia ter sido contra essa mulher mesmo q eu fosse adolescente

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Fernanda Torres
Fernanda Torres@FernanTorresJob·
@evshcsgirl @RenanWilbert Não bato palma pra velha, assim como não sou idiota e com cegueira ideológica de ficar criticando alguém q apenas não aderiu a uma cartilha e tem voz para se opor! Consigo ser minimamente adulta e ter bom senso num meio de idiotizados!
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Fernanda Torres
Fernanda Torres@FernanTorresJob·
@tinhadserviado @RenanWilbert Obrigada! Li, discordo de alguns pontos, mas outros vou precisar confirmar se ela realmente é assim como descrito. Já adianto q ela não é reducionista biológica. Mesmo q fosse, é muito melhor q a galera reducionista a construções sociais! Volto aqui depois de confirmar!
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TINHA DE SER VIADO | 🌈🦄🏳️‍🌈
Eu consigo! Principais fragilidades nos discursos de J.K. Rowling sobre transexualidade: • Reducionismo biológico Equaciona sexo biológico como critério absoluto, ignorando o consenso médico atual que reconhece identidade de gênero como dimensão distinta (endócrina, neurológica e psicossocial). • Generalização indevida (falácia ecológica) Casos raros (ex.: arrependimento, destransição) são extrapolados para invalidar a experiência trans como um todo — erro clássico de inferência. • Falso dilema Apresenta “direitos das mulheres” versus “direitos trans” como mutuamente excludentes, quando a literatura jurídica trabalha com compatibilização de direitos, não soma zero. • Apelo ao medo (slippery slope) Sugere que reconhecimento legal de pessoas trans levaria a aumento de abusos em espaços femininos — sem base empírica robusta em países que já adotaram essas políticas. • Confusão entre identidade e comportamento criminoso Mistura risco de violência (que é comportamento punível) com identidade de gênero (que não é fator causal de crime). • Cherry picking de evidências Seleciona estudos controversos ou fora de consenso e ignora diretrizes de entidades como World Health Organization e American Psychiatric Association, que não classificam a transgeneridade como transtorno. • Desconsideração de dados de saúde pública Minimiza evidências consistentes de que reconhecimento social e acesso a cuidados afirmativos reduzem depressão, ansiedade e risco de suicídio em pessoas trans. • Ambiguidade estratégica de linguagem Uso de termos aparentemente neutros que, no contexto, operam como exclusão (“mulheres de sexo biológico”), criando distinções normativas não sustentadas juridicamente em vários países. • Essentialismo jurídico simplificado Ignora avanços legais (retificação de gênero, autodeterminação) e decisões que reconhecem identidade de gênero como direito da personalidade. • Deslocamento do ônus argumentativo Exige prova absoluta de inexistência de risco para conceder direitos — padrão epistemológico impossível e não aplicado a outros grupos. Resumo técnico: O discurso apresenta falhas recorrentes de lógica (falso dilema, generalização, slippery slope) e desalinhamento com consenso científico e jurídico contemporâneo.
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Chris
Chris@heyho_chris·
@FernanTorresJob @launsluan @RenanWilbert vai ser psicóloga com esse tipo de olhar? coitado dos pacientes, é bom para divulgar com antecedência a profissional que tu vai ser pro mercado e assim evitar a profissional que tem olhar seletivo. psicologia e história né? realmente o mau caratismo está além de um diploma
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Mikiya 💟☮️
Mikiya 💟☮️@mikiyayuki210·
🎯 É interessante ressaltar que o argumento de desigualdade social e material (no que tange a realidade) é importante de ser analisado para políticas que envolvem renda, acesso a oportunidades e outras coisas no mesmo sentido. Porém, usar isso na perspectiva criminal, de atenuantes e agravantes, é algo que não faz o MENOR sentido. Veja bem, em tese, aumentar a punição por um crime qualquer para categorias protegidas teria tanto valor de contribuição para a superação de preconceitos e desigualdades quanto aumentar a punição do crime para todos os casos equivalentes. Certamente, a intenção da análise não é discriminatória (ao menos, não podemos assumir a máxima da decisão do corpo elaborativo das leis), mas fato é que quando você tipifica um crime com uma punição maior pela vítima ser de um determinado grupo, quando você setoriza essas legislações sem a contraparte cabível, ou quando você tipifica um crime com punição maior pela visão discriminatória do culpado em relação a vítima, a mensagem que você passa (e que não é logicamente difícil concluir) é que a morte ou prejuízo de um determinado indivíduo é hierarquicamente superior a de outro indivíduo, e chegar nessa possibilidade de conclusão não deveria ser nenhum absurdo dado toda essa situação.
João Eigen@joaoeigen

Não deixa de ser curioso como a modernidade, que se gabava de ser profundamente igualitária e de não fazer mais discriminações perante a lei, transformou-se num festival de discriminações legais destinadas a sinalizar virtudes. Tudo isso seria irrelevante e seria resolvido simplesmente com a manutenção da penalização do crime de homicídio, com suas clássicas atenuantes e agravantes, e os raros casos de excludentes de ilicitude relacionados ao estado mental do acusado. Pena mínima de 30 anos, prisão perpétua ou pena de morte para o homicídio doloso - e ponto final. Mas não. A busca pela hierarquização dos tipos de vida humana mais ou menos valiosas continua, criando novas ramificações legais que escancaram que alguns são mais valorizados que outros. Na prática, quase nada muda na realidade penal brasileira nem na vida das pessoas acossadas pelo crime, mas enraíza na consciência popular a ideia de que existe uma hierarquia de valor entre as vidas humanas.

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Eli Vieira
Eli Vieira@elivieira·
Liberdade de expressão é o pilar sobre o qual se apoiam todos os outros direitos. Sem informação livre para circular, até o direito à vida morre. Não existe direito de ser protegido pelo Estado de ouvir coisas incômodas para você, num nível subjetivo. Na verdade, expor-se ao incômodo subjetivo pela expressão alheia é um dos pedágios cobrados para a existência de uma democracia em que você, também, tem direito de falar coisas incômodas. A alternativa a isso é viver sob tiranias em que, com toda probabilidade, você não é parte do pequeno grupo que cala, mas do grande grupo que é calado. O Estado é o bandido estacionário, não um anjo protetor, muito menos guardião da moralidade. O Estado não tem moral para exigir poder sobre o que pode ser falado, que opiniões podem ser expressadas, e que ódios devem ser suprimidos do espaço público. Odiar é uma emoção natural humana, e às vezes justificada: odiar a crueldade, a tirania e a censura é não apenas correto, mas obrigação do cidadão.
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Fernanda Torres
Fernanda Torres@FernanTorresJob·
@z_himura @RenanWilbert Limitada no q vc fala? Ta TD ótimo! Agora, garanto q vou muito além da sua simplista forma de avaliar e estudar e argumentar! Ser considera limitada por perfis como o seu é irrelevante!
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Fernanda Torres
Fernanda Torres@FernanTorresJob·
@z_himura @RenanWilbert Óbvio q tem q ironizar ironizar termos como esses, q menosprezam mulheres, até aí nenhum problema. Cada um usa o linguagem q quiser! Do outro lado tem trans, ativistas, militantes fazem o mesmo com mulheres, gays, lésbicas e afins. Vc parece ter tomado apenas um lado!
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卄工爪U尺丹. #GOT1 6x 🏆
@FernanTorresJob @RenanWilbert Rowling tem usado as redes sociais para criticar conceitos de identidade de gênero. Em 2020, ela ironizou a frase "pessoas que menstruam", defendendo que o conceito de "mulher" está estritamente ligado ao sexo biológico. Em 2025, ela comparou mulheres trans a "magia".+
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Alex da Matta
Alex da Matta@AlexdaMatta_·
Dizer que "meritocracia não existe" é como dizer que "justiça não existe" ou "liberdade não existe". Não significa nada. Meritocracia é um ideal de como a sociedade deve funcionar. Não é uma descrição da realidade, não é uma tese empírica que pode ser refutada: é um critério normativo de organização social. A pergunta é: se o critério não for mérito, vai ser o quê? Castas? Nepotismo? Grana? Sorte? Qual é a alternativa? "Ah, mas no mundo real as pessoas não têm as mesmas oportunidades." Pois é. Mais um motivo para o mérito ser o melhor ideal disponível.
Julio Freiress 🇧🇷@JFreiress_

P@u no cool de quem acha que meritócracia existe e nós temos as mesmas 24 horas".

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