Fernanda Lins
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A partir de hoje, começo uma sequência diária que muita gente evitou fazer: expor fatos. Um por dia, até as eleições. E aí você pode mandar direto naquele amigo que vive repetindo que Carlos Bolsonaro @CarlosBolsonaro “nunca fez nada”. Comecemos pelo básico que a narrativa ignora. Quinta-feira, 16 de dezembro de 2010. Votação da Taxa de Iluminação Pública no Rio de Janeiro. Enquanto a maioria seguiu o roteiro de sempre e aprovou mais um custo empurrado para o bolso do cidadão, Carlos Bolsonaro esteve entre os 12 vereadores — em um universo de 51 — que votaram contra a criação da taxa. Sim, contra. Contra uma medida que encareceu a conta de luz de toda a população carioca e ampliou a pressão sobre quem já paga caro para viver na cidade. A Lei nº 5.132, de 17 de dezembro de 2009, passou. O impacto ficou. E o silêncio sobre quem resistiu também. Não é falta de informação. É escolha do que esconder.














