Franciane Ester

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Franciane Ester

Franciane Ester

@FranEsther

A realidade do que sou está mais no que vivo do que nos poucos 140 caracteres que eu possa escrever.

Brasil Katılım Ağustos 2011
38 Takip Edilen7 Takipçiler
Franciane Ester
Franciane Ester@FranEsther·
@tlHANDx @MetodoMoreira A correlação que eu vejo é que há uma resistência comum no processo evolutivo. Resistência a mudança de paradigmas. Resistência na mudança de padrões metodológicos. A mesma resistência que houve comparando com algo histórico como a revolução copernicana.
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tHAND
tHAND@tlHANDx·
@FranEsther @MetodoMoreira E qual a correlação? Acha que alguém apenas contestou sem comprovar nada, sem ter suas ideias revisadas e testadas e isso foi simplesmente aceito? Estamos falando de saúde onde há o custo de recursos e tempo, não tem como sair aprovando tudo sem ao menos ter uma "certeza"
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〽️o r e i r a
〽️o r e i r a@MetodoMoreira·
A discussão aqui é simples a Dra Tatiana quer dar a oportunidade de todos os pacientes terem a chance de voltar a andar. A filha do Drauzio Varela defende seguir o protocolo, dando placebo para alguns Se você fosse o paciente, iria querer placebo?
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Franciane Ester
Franciane Ester@FranEsther·
@PedroSpsito Aí podemos começar a conversar.... Claro que tem uma dose razoável oras!
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Franciane Ester
Franciane Ester@FranEsther·
Se a profa. já está revolucionando a ciência pq os métodos não podem ser revolucionados? A pergunta que emerge é se a exigência de “provar que funciona o que funciona” está sendo feita apenas por critérios cientificos ou tbm envolve um fator de gênero?
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Franciane Ester
Franciane Ester@FranEsther·
@twistedandbored @DaniloGentili Dava uai. Dava no sentido de tinha como fazer e não fizeram. Para esse tipo de lesão existe qual tipo de tratamento além da polilaminina? Até onde sei, não existe. Se existisse essa discussão seria desnecessária.
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Deedee Megadoodoo
Deedee Megadoodoo@twistedandbored·
@FranEsther @DaniloGentili Uai, dava? Com pessoas morrendo a torto e a direito? Ciência não é e não deve ser determinada pela emergência. Para o caso específico, já existem tratamentos, o controle pode ser tranquilamente feito mantendo esses e o grupo de tratamento com a novidade
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Danilo Gentili
Danilo Gentili@DaniloGentili·
Não posso defender ou atacar o processo cientifico e não estou aqui pra isso. Mas posso contextualizar esse trecho que parece tirado de contexto. Eu a entrevistei ano passado e sei do contexto pois fiz essa pergunta pra ela. Acontece que a substância deve ser aplicada em pessoas LOGO após a fratura. Se perder o timing da aplicação a substância perde a eficácia. Quanto mais se demora , menor a chance de recuperação de quem recebe o tratamento. Sendo assim, imagine que temos dois pacientes aptos pra receber o teste. Um tomará a substância corretamente e outro tomará o placebo. Ou seja, se a substância realmente for eficaz , um andará e o outro ficará tetraplégico pra sempre. Não tem como aplicar depois nele. A pergunta é um dilema: você teria coragem de ser quem aplica o placebo em quem poderia ter uma chance de andar?
Fascismo Freestyle@FascismoFree

Muuuuuita gente ainda vai cair do cavalo com essa aqui

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Franciane Ester
Franciane Ester@FranEsther·
@itsallrightbob Não tô misturando. Estou levantando a questão pq eu percebi que o tom dos jornalistas estava acima do limite... questionado coisas que talvez não questionaram se o o pesquisador tivesse outro gênero.
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Franciane Ester
Franciane Ester@FranEsther·
@twistedandbored @DaniloGentili Mas aí dava pra fazer grupo de controle tranquilamente. Vc tem que usar situações iguais para comparar. É totalmente diferente. Nesse caso, é bem mais complexo.
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Franciane Ester
Franciane Ester@FranEsther·
@PedroSpsito no método indutivo: >observação >novo padrão >nova teoria Aqui, a inovação pode nascer da prática e depois se consolidar teoricamente. É o movimento que acontece em revoluções científicas. Nesse caso a revolução não é só na pesquisa em si. É tbm no método.
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Franciane Ester
Franciane Ester@FranEsther·
@PedroSpsito Aí vc reduz o debate induzindo uma validação dedutiva para provar dentro das regras já consolidadas. Não acho que tem que ser só assim. Tem a validação indutiva tbm.
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Franciane Ester
Franciane Ester@FranEsther·
@twistedandbored @DaniloGentili Quem diz qual método vai utilizar em cada pesquisa é o próprio pesquisador responsável. O problema é que vc quer que utilize os métodos padrão que não querem evoluir pra alcançar o tamanho dessa revolução na ciência.
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Deedee Megadoodoo
Deedee Megadoodoo@twistedandbored·
@FranEsther @DaniloGentili Não é do meu feitio entreter burrice, só apontar ela mesmo. Se vc tem autonomia pra ser burra nesse nível vc tb tem pra estudar sozinha. Ciência se faz com método
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Deedee Megadoodoo
Deedee Megadoodoo@twistedandbored·
@FranEsther @DaniloGentili Eu não consigo acreditar que uma pessoa consegue postar uma asneira tão colossal e ainda de quebra esvaziar uma pauta em um tweet só. Parabéns
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Franciane Ester
Franciane Ester@FranEsther·
@FredLAFernandes Só um apaixonado passaria décadas estudando uma mesma molécula. Consegue entender isso?
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Fred Fernandes
Fred Fernandes@FredLAFernandes·
A pior coisa que pode acontecer com um pesquisador é se apaixonar por um resultado. Porque o apaixonado perde a objetividade. E quer fazer tudo pelo objeto de sua paixão.
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Franciane Ester
Franciane Ester@FranEsther·
@jonnyken Simples, uai! Seria ético, para a felicidade de quase todos, sacrificar alguns?
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Jonny Ken 💾
Jonny Ken 💾@jonnyken·
Como um cientista pode ser contra o teste do possível farmaco sem um grupo controle?
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Franciane Ester
Franciane Ester@FranEsther·
@igoreckert @juno161985 Vc é mestre, doutor? Sabe que a metodologia é criada pelo pesquisador? Não é obrigatório seguir métodos padrão para fazer uma pesquisa. Caso contrário nunca iremos evoluir. Só repetir as mesmas coisas uai...
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Igor Eckert
Igor Eckert@igoreckert·
@juno161985 Só falo de metodologia de pesquisa, mas boa tentativa.
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Igor Eckert
Igor Eckert@igoreckert·
É indiscutível que existem pacientes que melhoraram depois de receber polilaminina. Indiscutível. O que deve ser discutido é a atribuição dessa melhora à droga em si. Melhorar depois do tratamento não significa que melhorou por causa dele. O problema é que essa discussão está sendo SILENCIADA, e isso me preocupa muito. Em parte, esse silenciamento ocorre por causa dos posts virais sensacionalistas, que páginas de engagement-farming e influencers estão reproduzindo. Postagens que endeusam a Tatiana Sampaio, dizendo que a pesquisadora "fez tetraplégicos voltarem a andar", estão moldando a opinião pública de uma maneira completamente bizarra. Muitos já estão em uma fase tão avançada do que parece uma lavagem cerebral que, ao se deparar com qualquer questionamento às alegações prematuras (e não comprovadas) de benefícios da polilaminina, entendem que se trata de um "ATAQUE" à divindade Tatiana Sampaio — e partem para ofensas, insinuações e até mesmo ameaças. Fato é que não há (ainda) qualquer comprovação empírica de que isso seja verdade. Não há nenhum estudo ou observação concreta da realidade que nos convença de forma razoável que isso seja verdade. [Vou tentar explicar isso aqui. Já aviso que talvez vc precise dedicar alguns minutos da sua vida para ler e entender. Mas acho que vai ser proveitoso.] "Pq não podemos dizer que polilaminina funciona?" Será possível dizer que "pessoas estão voltando a andar graças à polilaminina" apenas se tivermos certeza que elas NÃO teriam melhorado da forma que melhoraram caso não tivessem recebido a droga. "Mas o que poderia explicar esse retorno de capacidade funcional e redução do comprometimento funcional, que não um efeito da polilaminina?" Muitas pessoas não sabem disso, mas uma lesão medular não é uma sentença. As pessoas não necessariamente ficam "totalmente paralisadas", e as pessoas podem melhorar com o tempo. Vou explicar: Quem sofre uma lesão de medula espinhal é avaliado de acordo com a escala ASIA (American Spinal Injury Association Impairment Scale) para determinar os níveis sensoriais e motores afetados. A escala possui cinco níveis de classificação, que vai desde uma perda completa da função neural na área afetada (ASIA A), sem qualquer função motora ou sensória abaixo do nível da lesão; até até normalidade completa (ASIA E), onde todas as funções do paciente estão OK, sem prejuízo. Isso já ajuda a desmistificar o pensamento "tudo ou nada" do senso comum sobre lesão medular. Na realidade, existem 5 graus de comprometimento: os piores casos são ASIA A, e os menos piores ASIA C/D. Mas o mais importante aqui é entender que as pessoas que sofrem lesão medular podem, sim, melhorar o seu grau de comprometimento inicial. (Sim, até mesmo pessoas com "lesão completa", que são as que estão recebendo polilaminina. Mesmo nesses casos, não é raro ver progressão.) Primeiro: existe uma taxa de conversão não-trivial de pacientes com 'lesão completa' (ASIA A) para lesão incompleta (ASIA B, C ou D) mesmo sem receber tratamento algum. Dados da literatura mostram que isso ocorre com até 15% dos pacientes. [Lembrando: "taxa de conversão" é a proporção de pessoas que inicialmente estão em uma categoria de gravidade (p. ex., ASIA A) e, com o passar do tempo, passam para outra categoria (p. ex., ASIA B).] Mas há uma taxa de conversão maior ainda na presença do tratamento usual padrão ouro: imobilização e primeiros socorros imediatos, minimizar lesões secundárias (com otimização hemodinâmica e cirurgia de descompressão precoce) e fisioterapia intensiva precoce. Dados da literatura mostram que, nesse cenário "ótimo", a conversão de ASIA A para ASIA C/D pode acontecer com até 40% dos pacientes. Se não houvesse QUALQUER conversão... Se os pacientes inicialmente classificados como "ASIA A" definitivamente NÃO recuperassem qualquer capacidade motora ou sensória... Não precisaríamos de estudo algum. Bastaria aplicar polilaminina em alguns pacientes e ver o que acontece. Caso melhorem, as únicas explicações seriam: 1) um milagre sobrenatural, ou 2) a polilaminina conseguiu reestabelecer as conexões sinápticas perdidas, causando ganho de função que caso contrário com certeza não teria sido possível e viabilizando uma conversão sem precedentes de "ASIA A" para "ASIA B/C/D", que seria impossível acontecer na ausência de um tratamento eficaz. Mas isso simplesmente não é verdade, como agora você sabe. As pessoas recuperam função sim, mesmo os casos de lesão completa (ASIA A). Existe um problema adicional, no entanto... Pacientes inicialmente classificados com lesão completa (ASIA A) são, na realidade, frequentemente pacientes com lesão incompleta (ASIA B/C/D). Em outras palavras: muitas pessoas recebem um "diagnóstico" errado. Paciente chega no hospital, o profissional encarregado de conduzir os testes da escala ASIA faz os procedimentos necessários e chega na conclusão de que é ASIA A, quando na realidade não é. [Por sinal, nada disso é especulação minha, está tudo bem documentado na literatura. Existe um grande overdiagnosis de 'lesão completa', que pode chegar a 20-40% dos casos. Isto é, até 40% dos pacientes com 'ASIA A' são re-classificados como 'ASIA B, C ou D' quando o exame é repetido posteriormente!] Esse "erro" não é incompetência. Esse erro de classificação ocorre devido a dificuldades no exame físico nas primeiras horas/dias desde o evento traumático que originou a lesão medular. 1. Choque espinhal: uma fase transitória de arreflexia (ausência completa de reflexos musculares), que pode levar dias e até semanas para resolver. De maneira geral, muitas 'lesões incompletas' podem parecer 'lesões completas', pois os reflexos e sensações sutis estão temporariamente prejudicadas. Cabe destaque aqui à ausência de reflexo bulbocavernoso, que é sugestivo de lesão completa. Mas se a ausência deste reflexo é por causa do choque espinhal (e não por causa da lesão em si), estamos classificando o paciente com ASIA A (lesão completa) incorretamente. Nesse caso, uma melhoria posterior é completamente esperada, e pode perfeitamente não ter sido causada pela polilaminina, mas sim pela resolução do choque espinhal. 2. Edema: esse é mais intuitivo, qualquer lesão gera inflamação e edema. Nas primeiras horas/dias, é muito difícil descartar a possibilidade de que o edema e prejuízos temporários em neurotransmissores estejam mascarando uma função neurológica que, no fundo, está preservada. Esse é mais um fator que enviesa a avaliação inicial na escala ASIA, fazendo com que o operador "erre pra cima", e diga (incorretamente) que pacientes com 'lesão incompleta' têm 'lesão completa'. É por isso que as diretrizes da área sugerem cautela na determinação do diagnóstico/prognóstico do paciente com lesão medular dentro dos primeiros 7-10 dias. Qualquer avaliação de grau de comprometimento é muito incerta. Muitas vezes é prudente deferir uma classificação definitiva antes da resolução completa do choque espinhal, registrando "grau de comprometimento indeterminado" ou, ao menos, registrar 'ASIA A' como uma "lesão presumivelmente completa". Infelizmente, entretanto, muitos pacientes são rotulados com 'ASIA A' sem essas nuances. Ou seja: quem diz para um paciente com lesão medular que acabou de chegar no hospital que ele "nunca mais vai voltar a andar" tem grande chance de estar contando uma inverdade, dando uma notícia ruim desnecessariamente. Mas não dá pra dizer que esse erro não é conveniente. Muitos médicos podem preferir classificar a lesão como mais grave do que ela realmente pode ser por uma questão de cautela, porque preferem não criar muita expectativa no paciente. Em contrapartida, se o médico diz que o paciente "nunca mais vai andar" e o paciente volta a mexer um pé semanas depois, isso é frequentemente visto como algo positivo, podendo ser interpretado até mesmo como um "milagre" médico (mesmo que, na verdade, tenha sido apenas uma correção do diagnóstico inicial de comprometimento que foi superestimado). "Ok, entendi tudo... mas ainda não enxerguei como exatamente isso é relevante para saber se polilaminina funciona" Na prática, isso tudo importa porque polilaminina é aplicada justamente dentro das primeiras 72 horas desde o evento que originou a lesão medular. Muitos pacientes, como o Bruno Drummond, receberam a polilaminina em menos de 24 horas. Isso significa que aplicação da polilaminina é feita no momento em que a situação do paciente é extremamente incerta: não temos certeza se é lesão completa mesmo, não sabemos qual é o verdadeiro grau de comprometimento funcional. Então o paciente pode melhorar em poucos dias/semanas depois de receber polilaminina, com uma progressão excelente, que você não esperaria para uma 'lesão completa' — mas que, no fundo, é uma recuperação que já ocorreria de qualquer forma devido à resolução dos desarranjos neurológicos temporários (p. ex., choque espinhal/edema) e, claro, o tratamento padrão ouro que foi aplicado de forma rápida e com alta qualidade, em um centro especializado, como foi o caso de Bruno Drummond. Em suma: Para saber se polilaminina funciona mesmo, precisamos garantir que a melhoria que estamos observando nos pacientes definitivamente NÃO FOI causada por (1) melhorias reais devido ao tratamento usual padrão ouro ou (2) correção do erro de classificação inicial. E a única forma de garantir isso é com estudos científicos experimentais em humanos. Especificamente, precisamos que esse estudo seja um 'ensaio clínico controlado aleatorizado'. Devem ser recrutados indivíduos com lesão medular aguda nas últimas 72h, inicialmente classificados como lesão completa ('ASIA A'). Conforme os protocolos iniciais do grupo de pesquisa da Tatiana, a localização da lesão deve ser entre C4 e T12, e os pacientes todos têm que ter indicação de cirurgia de descompressão medular e/ou fixação da coluna vertebral — pois a aplicação da polilaminina é feita durante essa cirurgia. Metade dos pacientes recrutados serão sorteados para cair no grupo intervenção (polilaminina) e a outra metade para o grupo controle (que pode receber placebo, por exemplo). Ambos grupos devem ser tratados de forma idêntica e acompanhados ao longo dos meses/anos. Se houver maior e/ou mais rápida recuperação funcional no grupo intervenção, então saberemos que polilaminina é eficaz (e poderemos inclusive estimar qual é o tamanho de sua eficácia). Em contrapartida, se não houver diferença importante na recuperação funcional entre os dois grupos, saberemos que o tratamento—infelizmente—não é eficaz. "Ok, mas os pesquisadores certamente já sabem disso e vão fazer as pesquisas, certo?" Teoricamente, sim. Normalmente é isso mesmo que acontece. Mas normalmente, para 99% dos tratamentos, a percepção pública é NEUTRA. Os pacientes normalmente não têm motivos para acreditar que o tratamento funciona. Ele confia no cientista que diz que há uma genuína incerteza em relação à eficácia e segurança do tratamento, e por isso estão conduzindo um ensaio clínico randomizado. Por isso, os pacientes normalmente tendem a topar participar do estudo e aceitam ter 50% de chance de serem sorteados para receber tratamento ou placebo. No entanto, a propaganda massiva, exagerada e enganosa que está sendo feita nas redes sociais está fazendo com que muitas pessoas acreditem que o tratamento com certeza funciona — ou que, ao menos, a probabilidade de funcionar é enorme. Essa percepção é um problemão, pq muitos pacientes podem NÃO QUERER participar dos ensaios clínicos. Afinal, em um estudo há apenas 50% de chance de receber polilaminina. Se a chance de receber o tratamento por via judicial (ou outras vias) é maior, isso significa que muitos pacientes vão evitar os ensaios clínicos. E o que acontece quando os pacientes evitam ensaios clínicos? 1. Os estudos demoram mais para chegar no número necessário de participantes 2. Os estudos demoram mais para serem finalizados 3. O medicamento demora mais tempo para ter o seu perfil de segurança e eficácia definido 4. O medicamento demora mais tempo para ser aprovado pela ANVISA (caso seja eficaz e seguro) 5. O medicamento demora mais tempo para chegar no mercado e no SUS, o que significa que milhares de pessoas com lesão medular aguda que poderiam ter sido beneficiadas perderão a janela de oportunidade para receber um tratamento que poderia mudar o rumo de suas vidas. "Só" isso. Isso é o que está em jogo por causa de pessoas e instituições irresponsáveis (ou com segundas intenções) que decidiram fazer uma grande campanha de marketing divulgando informações enganosas, induzindo a opinião pública ao erro. Eu espero MUITO, de coração, que os ensaios clínicos randomizados sejam feitos. Que sejam bem feitos, que o grupo de pesquisa receba verba, receba apoio financeiro e apoio intelectual para conduzir esses trabalhos. Que esses estudos não sejam atrasados por dificuldades no recrutamento E que a desinformação que estamos vendo não acabe prejudicando a vida de pessoas que poderiam se beneficiar da polilaminina, caso o medicamento se demonstre eficaz mesmo — que é o que todos nós queremos que seja verdade. Obrigado pela leitura.
Igor Eckert tweet media
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Franciane Ester
Franciane Ester@FranEsther·
@tlHANDx @MetodoMoreira Sabe como o sistema geocêntrico era aceito como verdade absoluta, até que alguém questionou e fez uma revolução? É disso que estou falando...
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tHAND
tHAND@tlHANDx·
@FranEsther @MetodoMoreira Porra, é a mesma forma usada para TODAS as "descobertas científicas" que prometem tratar/curar algo. Seja um homem criando ou uma mulher, afinal ninguém gostaria de sair aprovando qualquer coisa sem o mínimo de certeza de que aquilo realmente cumpre com o que é falado
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Franciane Ester
Franciane Ester@FranEsther·
Seria correto, para a felicidade de quase todos, sacrificar alguns?
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Franciane Ester
Franciane Ester@FranEsther·
sonhei um filme inéditooooo!!! @NetflixBrasil tem algum diretor interessado em uma batalha épica? “Nem toda conquista é eterna. Nem todo amor sobrevive ao poder. Mas toda história tem um recomeço, mesmo que seu início seja o fim.” (O REGRESSO)
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