Gabriel Issao Ono Oliveira
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Gabriel Issao Ono Oliveira
@GabrielIssao
Vinte e seis anos, solteiro e discente do Curso de Bacharelado em Engenharia de Computação do IFMS-TL. Adoro jogos antigos e manutenções em computadores.









O TEMPO CONFIRMOU! Lembram quando eu escrevi um texto alertando que comunicadores progressistas estavam sendo assediados por políticos do centrão e da direita, e fui chamado de traidor, vendido e oportunista? Pois é. Hoje vemos exemplos concretos desse movimento. Ivan Baron, comunicador progressista, anuncia sua filiação ao MDB e sua pré-candidatura. Ele poderia estar no PT, no PSOL, no PCdoB. Não está. A pergunta central não é por que ele foi ao MDB, mas por que os partidos da esquerda não chegaram antes. Na época, muitos entenderam, ou fingiram entender, que eu falava de mim. Não era. O alerta nunca foi pessoal, era político. Era sobre o assédio sistemático a comunicadores populares que sustentaram o enfrentamento diário nas redes enquanto a extrema-direita crescia. Quem tem hoje a ferramenta na mão, quem fala com milhões todos os meses, são os comunicadores, não as estruturas partidárias tradicionais. Ignorar isso é erro estratégico grave. Não à toa, a incitação à violência que culminou nos atos golpistas do 8 de janeiro não nasceu na televisão, no rádio ou em editoriais de jornal. Ela foi construída, organizada e amplificada nas redes sociais, pela comunicação eficiente da extrema-direita e pela ausência de uma resposta à altura da esquerda nesse mesmo território. Relativizar o papel da comunicação é ingenuidade política. No limite, é irresponsabilidade. Quem avisa não é inimigo. É aliado.









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O Red Bull Bragantino vem a público reforçar o pedido de desculpas a todas as mulheres e, principalmente, à árbitra Daiane Muniz. O clube não compactua e repudia a fala machista do zagueiro Gustavo Marques, dita após a partida. Ainda no estádio, o jogador e o diretor esportivo do clube, Diego Cerri, se dirigiram até o vestiário da arbitragem para pedir desculpas pessoalmente em nome da instituição e reconhecer o erro. Ambos também atenderam a imprensa no local. Sabemos que o peso de uma eliminação é frustrante, mas nada justifica o que foi dito. Seja no futebol ou em qualquer meio da sociedade. O clube vai estudar nos próximos dias a punição que será aplicada ao atleta.
















