Gabriel Rozal

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@GabrielRozal

Rio de Janeiro, Brazil Katılım Şubat 2026
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Gabriel Rozal
Gabriel Rozal@GabrielRozal·
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Alysson Bruno
Alysson Bruno@AlyssonBrvno·
É erro contra a fé afirmar que, após os tempos dos Apóstolos, os Doutores da Igreja ou mesmo a própria Igreja creem mais coisas referentes à fé, ou as creem de maneira mais explícita, do que os Apóstolos e os escritores sagrados da doutrina evangélica creram... Prova-se, em segundo lugar, porque a Igreja jamais propôs ou definiu aos fiéis algo para ser crido que não estivesse contido nas Sagradas Escrituras ou nas tradições apostólicas, quer expressamente, quer virtualmente, de tal modo que pudesse ser delas extraído por consequência evidente. [...] Nem o Sumo Pontífice nem toda a Igreja podem criar um novo artigo de fé ou um novo dogma quanto à substância. Isto pode ser explicado por um exemplo. Se alguém consulta um filósofo moral acerca de alguma dúvida moral, e ele responde segundo os princípios da filosofia moral, então esse filósofo antes explica aquilo que estava oculto do que se torna autor da verdade. Do mesmo modo, quando o Sumo Pontífice define que algo deve ser mantido como pertencente à fé, ele se comporta como quem explica uma verdade latente, não como autor da verdade... E é nesse sentido que deve ser entendido São Tomás quando diz que uma nova edição do Símbolo (Credo) pertence à autoridade do Sumo Pontífice, isto é, quanto a uma nova explicação. Daí se segue que os hereges nos acusam injustamente quando objetam que o Sumo Pontífice produz uma nova fé.” — Domingo Bañez, 2-2, q. 1, a. 7 & a.10.
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Gabriel Rozal
Gabriel Rozal@GabrielRozal·
@Affektstarr Eu feliz colocando um livro no carrinho e em seguida vejo o maldito frete
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Soturno
Soturno@Affektstarr·
que vida miserável.
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⸸
@0psalm135·
A guria que eu vou lutar dia 13 tava no ct hoje pensa num clima bom
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⸸
@0psalm135·
ta dando saudade de ser xingada por sodomita
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Antônio Mendez
Antônio Mendez@observerMito·
Thread🧵:Como um bispo oriental do século IX identificava a verdadeira Igreja?
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Gabriel Rozal
Gabriel Rozal@GabrielRozal·
@avongard2001 Poucas se salvam, acho que do Rio o São Bento é um dos poucos que é exceção
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T𝖍𝖎𝖆𝖌𝖔
T𝖍𝖎𝖆𝖌𝖔@TheiosGregorios·
Interpretação dos Pais da Igreja sobre Pedro ser a pedra: Santo Éfrem da Síria: Serm. IV ad stationem noctis feriae quinae Hebdomadis passionis. n. I: “Simão, meu discípulo, eu te constituo o fundamento da Santa Igreja [ego te constitui fundamentum Ecclesiae sanctae], antes te chamei de Pedra porque tu sustentarás todo o meu edifício [Petram vocavi te antea quia tu sustinebis totum meum aedificium]; tu és o inspetor daqueles que constroem minha Igreja na terra; se alguém quiser construir algo errado, tu deves reprimi-los; tu és a cabeça da fonte da qual a minha doutrina é retirada [tu es caput fontis a quo hauritur doctrina mea], tu és a cabeça dos meus discípulos [tu es caput discipulorum meorum]; por meio de ti, regarei todos os povos [per te omnes gentes potabo]; é tua a doçura vivificante que eu derramo; escolhi-te para seres, na minha instrução, como o primogênito e herdeiro dos meus tesouros; eu te dei as chaves do meu reino. Eis que te coloquei como príncipe sobre todos os meus tesouros [Ecce principem te constitui super omnes meos thesauros]." Ver em Sancti Ephraem Syri Hymni et Sermones (Thomas Josephus Lamy), Tom. I, col. 412 (Mechliniae 1882). Demonst. 7 de poenitentibus, n. 15.: “E, finalmente, a Simão, o príncipe dos discípulos [discipulorum principi], que, ao negar, disse: 'Nunca vi Cristo'; e que havia amaldiçoado e jurado: 'Porque não conheço esse homem'; veio o arrependimento, e ele derramou uma grande quantidade de lágrimas; e o Senhor o recebeu, o colocou como fundamento [posuit eum in fundamentum] e o chamou de Pedra, para a edificação da Igreja [vocavitque eum Petram, Ecclesiae aedificationem]." Ver em Patrologia syriaca ed. R. GRAFFIER, P. I, Tom. I (Paris 1894, p. 335). São Jacó de Nisíbis: Sermo vii. de Poenitentia. n. VI. "Simão, o cabeça dos discípulos [Simon, caput discipulorum], que negou a Cristo, dizendo: 'Não o vi', e o amaldiçoou, e jurou que não o conhecia; assim que ele apresentou a Deus contrição e arrependimento, e lavou seus pecados com lágrimas de seu pranto, nosso Senhor o recebeu, fez dele fundamento [fecitque illum fundamentum] e o chamou a rocha do edifício da Igreja [et vocavit eum petram aedificii Ecclesiae]." Ver em Galland. t. v. p. lvi-lvii. Citado em Colin Lindsay, ‘The Evidence For The Papacy, as derived from the Holy Scriptures and from Primitive Antiquity’, London, 1870, p. 27. Jacó de Batnás: De Inter. Christi et Revel. Petri, Homil. xxiv. “Você é Rocha [Kipho]: abaixo nas fundações da grande casa Eu te colocarei: sobre ti eu fundarei a minha Igreja eleita. A totalidade da tua estrutura deve aguentar seu peso: ela não cairá. Eu te colocarei primeiro no meu edifício, você será sólido [Shariro]. Seja ti a base do Santo Templo em que estou para habitar. Em ti eu expandirei todas as superestruturas da Filha-do-dia.” Ver em Rev. Cyril Benham Benni, “Traditions of the Syriac Church of Antioch”, p. 21. Citado em E. Sylvester Berry, D.D., “The Church of Christ, an apologetic and dogmatic treatise”, p. 306. Orígenes de Alexandria: Hom. 5 in exod. “Vê o que o Senhor diz àquele grande fundamento e pedra solidíssima [magno illi Ecclesiae fundamento, et petrae solidissimae], sobre a qual Cristo fundou a sua Igreja [super quam Christus fundavit Ecclesiam]: ‘Homem de pouca fé, por que duvidaste?’” Ver em Migne, P.G. tom. XII, col. 329. Citado em São Roberto Belarmino, De Romano Pontifice, Lib. I. cap. X. In Joan. tom. 5, n. 3.: "Pedro, sobre o qual, como fundamento, a Igreja de Cristo foi edificada [Petrus autem, cui tanquam fundamento superstructa est Ecclesia Christi], contra a qual as portas do inferno não prevalecerão (...)." Ver em Migne P.G. tom. XIV. col. 187. Ver em Philip Schaff (Padres pré-nicenos, Vol. 9). Citado em Eusébio de Cesareia, Hist. Eccles. Lib. VI. Cap. XXV. n. 8. Comment. In Epist. Ad. Rom. Lib. V. n. 10.: "E a Pedro, quando lhe foi confiada a suma responsabilidade [summa rerum] de pastorear as ovelhas e sobre o qual, como sobre um sólido alicerce, a Igreja foi fundada, nada além do testemunho da virtude da caridade foi exigido." Ver em Migne, P.G. tom. XIV. col. 1033. Citado em S. Roberto Belarmino, De Romano Pontifice. Lib. I. Cap. XXV. Citado em “The Primacy of the Apostolic See vindicated”, Cap. IV., Bispo Francis Patrick Kenrick, Filadélfia, 1845. São Gregório de Nazianzo: Orat. XXXII. n. 18.: “Observe como, dentre os discípulos de Cristo, certamente escolhidos entre os grandes, os excelentes e dignos por Eleição, aquele é chamado de 'Rocha' [ὁ μὲν Πέτρα καλεῖται /// hic vocetur Petra] e recebe os fundamentos da Igreja em sua fé [καὶ τοὺς θεμελίους τῆς Ἐκκλησίας πιστεύεται /// atque Ecclesia fundamenta in fidem suam accipiat] O que é amado de maneira mais intensa e repousa sobre o peito de Jesus, assim como os discípulos restantes, se comportaram posteriormente com um espírito pacífico. Agora, quando era necessário subir ao monte para que Cristo brilhasse com uma forma corpórea e revelasse Sua divindade, e para desnudar e revelar Aquele que estava coberto pela carne (pois nem todos são admitidos à contemplação desse milagre), quem sobe juntamente com Ele? Pedro, Tiago e João, que eram, entre os demais, os primeiros e eram considerados como tais.” Ver em P.G. vol. 36. coll. 194. Citado em S. Roberto Belarmino, De Romano Pontifice. Lib. I. Cap. XXV. Citado em Colin Lindsay, ‘The Evidence For The Papacy, as derived from the Holy Scriptures and from Primitive Antiquity’, London, 1870, p. 33. Carmina Liber II. Historica. Sectio I. Poemata de seipso. Carmen XI De Vita sua. 855-60.: "Pedro, quem se tornou a Rocha inabalável e a quem foram entregues as chaves." Ver em Migne, P.G. tom. XXXVI. col. 559-60. São Gregório de Nissa: Altera Laudatio S. Stephani. "É celebrada a memória de Pedro, o qual é a cabeça dos apóstolos [ἡ κεφαλὴ τῶν ἀποστόλων /// qui apostolorum est caput], e enquanto as outras partes do corpo da Igreja são glorificadas junto com ele, a Igreja de Deus é solidificada nele [ἐπιστηρίζεται δὲ ἡ Ἐκκλησία τοῦ Θεοῦ /// Dei vero Ecclesia in ipso solidatur]. Pois ele, de acordo com a prerrogativa concedida pelo Senhor, é uma rocha firme e extremamente sólida [Οὗτος γάρ ἐστι (...) ἡ ἀῤῥαγὴς καὶ ὀχυρωτάτη πέτρα /// Hic enim (...) firma et solidissima petra est], sobre a qual o Salvador edificou a Igreja [ἐφ' ἣν τὴν Ἐκκλησίαν ὁ Σωτὴρ ᾠκοδόμησε /// super quam Salvator Ecclesiam aedificavit]." Ver em Migne, P.G. tom. XLVI, col. 734. Ver em Galland. t. vi. p. 600. Citado em Colin Lindsay, ‘The Evidence For The Papacy, as derived from the Holy Scriptures and from Primitive Antiquity’, London, 1870, p. 33. São Basílio Magno: Adversus Eunomium. Lib. II. n. 4. "Quando, portanto, ouvimos 'Pedro' [Οταν οὖν ἀκούωμεν 'Πέτρον'], não pensamos na sua essência a partir do nome (por 'essência', agora, refiro-me à substância material subjacente, que de forma alguma o nome indica), mas somos impressionados pelas características específicas que são consideradas em relação a ele o significado. Pois imediatamente a partir deste som entendemos aquele de Jonas, aquele de Betsaida, o irmão de André, aquele chamado dos pescadores para o ministério apostólico, aquele que, pela excelência da fé [τὸν διὰ πίστεως ὑπεροχήν], recebeu sobre si a construção da Igreja [ἐφ' ἑαυτὸν τὴν οἰκοδομὴν τῆς Ἐκκλησίας δεξάμενον], dos quais nada é substancial, como a essência entendida." Ver em Migne, P.G. tom. XXIX, col. 579. Citado em Colin Lindsay, ‘The Evidence For The Papacy, as derived from the Holy Scriptures and from Primitive Antiquity’, London, 1870, p. 34. Comment. In Isaiam Prophetam. Cap. II. n. 66.: "E a casa de Deus, sobre os cumes das montanhas eternas, é a Igreja conforme a voz do Apóstolo. Pois ele diz, 'Conhecendo como é necessário viver na casa de Deus, que é a Igreja do Deus vivo', cujos fundamentos estã o nas montanhas santas, sendo construída sobre o fundamento dos apóstolos e profetas. Pedro estava entre essas montanhas, sobre a qual o Senhor prometeu edificar sua Igreja [Πέτρος, ἐφ ̓ ἧς καὶ πέτρας ἐπηγγείλατο ὁ Κύριος οἰχοδομήσειν αὐτοῦ τὴν ̓Εχχλησίαν]. Pois os pensamentos elevados e separados, superiores aos terrenos, são justamente chamados de montanhas. E Pedro é chamado de rocha sublime [πέτρα δὲ ὑψηλὴ ὴ ψυχὴ τοῦ μακαρίου Πέτρου ὡνόμασται], por estar firmemente enraizado na fé [διὰ τὸ παγίως ἐνεῤῥιζῶσθαι τῇ πίστει], e resistir de modo inabalável aos golpes provenientes das provações." Ver em Migne, P.G. tom. XXX, col. 234. Citado em Colin Lindsay, ‘The Evidence For The Papacy, as derived from the Holy Scriptures and from Primitive Antiquity’, London, 1870, p. 34-35. Um autor antigo incerto do séc. IV (talvez Basílio): Homilia de poenitentia. "Pedro [Πέτρος] negou três vezes e repousa no fundamento [καὶ κεῖται ἐν θεμελίῳ]. (...) Mas Pedro [Πέτρος], ao falar e ser abençoado, ao dizer, 'Tu és o Filho de Deus Altíssimo,' e ao ouvir, 'Tu és a Rocha [Πέτρα εἶ],' foi elogiado. Pois, embora seja uma rocha [Εἰ γὰρ καὶ πέτρα], não como Cristo a Rocha [οὐχ ὡς Χριστὸς πέτρα], mas Pedro a rocha [ὡς Πέτρος πέτρα], porque Cristo é verdadeiramente a rocha inabalável [Χριστὸς γὰρ ὄντως πέτρα ἀσάλευτος], mas Pedro é através da rocha [Πέτρος δὲ διὰ τὴν πέτραν]. Pois Jesus concede seus próprios títulos, não sendo esvaziado, mas tendo o que ele dá. Ele é a luz. 'Vós sois a luz do mundo.' Ele é sacerdote fazendo sacerdotes. Ele é uma ovelha. 'Eis que vos envio como ovelhas no meio de lobos.' Ele faz Pedro uma rocha, e concede suas próprias graças aos servos." Ver em Migne, P.G. tom. XXXI, col. 1483. São Cirilo de Alexandria: In Joannem. Lib. II. Cap. XII.: "Nenhuma palavra foi proferida inicialmente, e nenhuma investigação foi feita para descobrir quem [Pedro] era ou de onde vinha. [Cristo] o chama tanto pelo nome de seu pai quanto pelo próprio nome, e permite que ele não seja mais chamado Simão, reivindicando-o já naquele tempo como seu próprio, mas de acordo com uma conveniente semelhança, ele decide que [Simão] deve ser chamado Pedro, a partir de Rocha, considerando que estava prestes a fundar sua própria Igreja sobre ele [ἐπ αὐτῷ γὰρ ἔμελλε τὴν αὐτοῦ θεμελιοῦν Ἐκκλησίαν /// puta super quem fundaturus erat suam Ecclesiam]." Ver em Migne, P.G. tom. LXXIII, col. 219-20. Ver em Divi Cyrilli Alexandrini Episcopi (...) Opera omnia: quae hactenus (...), Vol. 1, 1605. Citado em S. Roberto Belarmino, De Romano Pontifice. Lib. I. Cap. X. Comment. In Matthaeum. xvi, 18.: "'Sobre esta pedra eu edificarei a minha Igreja. E eu te darei as chaves do reino dos Céus.' Observa como o Senhor, de forma resumida, declara a sua supremacia sobre o céu e a terra. Ele promete coisas que estão além da nossa natureza, e até mesmo além da condição angelical, o que, em última análise, é adequado apenas a um ser que excede todas as naturezas e majestades. Primeiramente, Ele afirma que a Igreja está sob seu poder, o que, por outro lado, as Sagradas Escrituras afirmam estar sujeita a Deus e não a qualquer homem. Pois Paulo diz que Cristo a preparou para Si, sem mancha nem ruga. [Cristo] também afirma que Ele a fundou, atribuindo-lhe firmeza, uma vez que Ele mesmo é o Senhor das virtudes, e a Pedro Ele designou como pastor [pastorem /// ποιμένα]. — Em seguida, Ele acrescenta: 'Eu te darei as chaves do reino dos céus.'” Ver em Migne, P.G. tom. LXXII, col. 423. Comentário: Em primeiro lugar, não há lógica no raciocínio “a confissão de fé, tomada em si mesma e sem relação necessária coma pessoa de Pedro, é a pedra, e, portanto, Cristo constituiu a Pedro como pastor.” Logo, devemos assumir que o sentido de Cirilo é: “Como Pedro é a pedra, ele é constituído pastor, pois, assim como uma pedra sustenta a solidez do edifício, Pedro, com sua confissão da fé, deve apascentar as ovelhas da Igreja.” Em segundo lugar, essa interpretação também concorda mais com o testemunho de Lucas 22:31-32, onde Cristo roga unicamente pela fé de Pedro, dizendo que ele deveria confirmar os irmãos. De SS. Trinitate Dialogus IV.: “Creio que, chamando a pedra como que por um nome um tanto derivativo, Ele se refere à fé inabalável e firme do discípulo, sobre a qual a Igreja de Cristo foi igualmente consolidada e estabelecida sem qualquer risco de queda, e permanece perpetuamente inabalável contra as próprias portas do inferno. E também a fé de Pedro no Filho, não adquirida levianamente e surgida do sexo humano, mas transmitida do ensinamento inefável descido dos céus, claramente mostrando o seu Filho a Deus e Pai, e impondo essa certeza de sua mente.” Comentário: Notar a falta de incoerência entre dizer que a Igreja é fundada sobre Pedro e dizer que a Igreja é fundada sobre a fé de Pedro. Santo Epifânio de Salamina: In Anchoratus, n. IX. “[Pedro], por sua vez, revelou o Espírito Santo da mesma forma; pois era adequado a ele, que era o primeiro entre os apóstolos [τὸν πρῶτον τῶν ἀποστόλων /// sic enim ei, qui inter apostolos primus esset], ser a pedra sólida [τὴν πέτραν τὴν στερεάν /// solidae, inquam, illi petrae] sobre a qual a Igreja de Deus foi fundada [ἐφ' ἣν ἡ Ἐκκλησία τοῦ Θεοῦ ᾠκοδόμηται /// supra quam est Ecclesia Dei fundata], e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Por essas portas, entendem-se as heresias e seus fundadores. Pois, de todas as maneiras, a fé está estabelecida nele, que recebeu as chaves do céu, e na terra ele solta e amarra no céu. Nele, de fato, são encontradas as questões mais sutis da fé [In eo siquidem subtiliores quaelibet fidei quaestiones reperiuntur].” Ver em Migne, P.G. tom. XLIII, col. 31. 34. Citado em Colin Lindsay, ‘The Evidence For The Papacy, as derived from the Holy Scriptures and from Primitive Antiquity’, London, 1870, p. 36. Adversus Haereses Lib. II. Tom. I. Haeres. LIX. n. VII.: “[Pedro], de fato, foi para nós como uma rocha sólida [πέτρα], sobre a qual a fé no Senhor é fundamentada, e sobre a qual a Igreja foi construída em todos os aspectos. Primeiramente, porque ele confessou que Cristo é o Filho do Deus vivo, e ouviu em retorno: 'Sobre esta rocha [πέτρα] de fé sólida edificarei a minha Igreja'. Pois ele afirmou claramente que Ele é verdadeiramente o Filho. Quando ele disse Filho do Deus vivo, ao adicionar a partícula 'vivo', ele ensinou que Ele é o Filho genuíno.” Ver em Migne, P.G. tom. XLIII, col. 1030. São Dídimo, o Cego: De Trinitate. Lib. I. cap. xxx. "Ah! Quanta potência há na fé e na confissão, pela qual o Verbo de Deus unigênito é confessado como o verdadeiro Filho de Deus, e não como uma simples criatura! Pedro não hesitou, vendo com carne e sangue Deus caminhando na terra; pois é isso que significa aquela expressão, 'carne e sangue não te revelaram isso.' Ele reconheceu, porém, o Filho consubstancial e coeterno de Deus: honrou nele a raiz ingênita, sem princípio, que a ele tinha sido revelada; creu na mesma e única divindade com o Pai: foi chamado bem aventurado por aquele que é o único Senhor bem -aventurado. As igrejas foram edificadas sobre esta pedra, contra as quais as portas do inferno, ou seja, os sofismas dos hereges, não prevalecerão: a ele foram entregues as chaves dos céus; de modo que, para aqueles cuja fé concorda com o que Pedro mesmo respondeu e com a fé que ele, junto com os outros apóstolos, ouviu de Cristo, 'Baptizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo,' abrirão as portas no Reino de Deus; mas para aqueles que não proclamam o mesmo hino de glorificação, lhes será fechado o caminho para o acesso bem-aventurado e desejado. Pois por causa disso mesmo, pelo que foi dito beato, ele foi acolhido nesta glória, assim como, inversamente, aqueles que dizem o contrário foram vituperados e reprovados. Assim, quando ele disse a verdade, confessando que o Filho de Deus, isto é, o verdadeiro e consubstancial, era Ele, ouviu palavras semelhantes, quando lhe disseram, 'Bar Jona,' que pode ser interpretado como 'filho de Jonas.' Mas, em relação a Aquele que o gerou, Pedro não era de uma substância diferente, isto é, 'de outra substância' dele." Ver em Migne, P.G. tom. XXXIX, col. 418. São João Crisóstomo: Hom. LIV in Matth. "Você vê como Ele próprio conduz Pedro a pensamentos elevados sobre Ele, e se revela, implicando que Ele é Filho de Deus por meio dessas duas promessas? Pois aquelas coisas que são peculiares somente a Deus (tanto absolver pecados quanto fazer a Igreja incapaz de ser derrubada por ondas tão assaltantes, e exibir um homem, que é pescador, como mais sólido do que quaisquer rochas [petra /// πέτρας], enquanto todo o mundo está em guerra contra ele), estas Ele promete dar pessoalmente." Ibid. "'E eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja;' (cf. Matth. xvi, 18), isto é, sobre a fé de sua confissão. Aqui, Ele significa que muitos estavam prestes a crer, e eleva seu espírito, fazendo dele um pastor." Comentário: Em primeiro lugar, não há lógica no raciocínio “a confissão de fé, tomada em si mesma e sem relação necessária coma pessoa de Pedro, é a pedra, e, portanto, Cristo constituiu a Pedro como pastor.” Logo, devemos assumir que o sentido de Crisóstomo é: “Como Pedro é a pedra, ele é constituído pastor, pois, assim como uma pedra sustenta a solidez do edifício, Pedro, com sua confissão da fé, deve apascentar as ovelhas da Igreja.” Em segundo lugar, isso concorda com o testemunho de Lucas 22:31-32, onde Cristo roga unicamente pela fé de Pedro, dizendo que ele deveria confirmar os irmãos. «[...] E se alguém perguntar: “Então como Tiago recebeu a cátedra em Jerusalém (e não Pedro)?”, eu responderia assim: Ele nomeou Pedro como mestre, não de uma cátedra (Jerusalém), mas do MUNDO.» —homilia 88 sobre o evangelho de João. São Máximo, o Confessor: Epistola Romae scripta. “Portanto, todos os fins na Terra e os povos de reta fé de todos os lugares, que tenham sinceramente recebido o Senhor, olham para a santíssima Igreja Romana e sua confissão de fé e veem, brilhando a promessa daqueles que estavam esperando, a doutrina dos Pais e dos santos, de acordo com toda sinceridade e piedade, alimentando o mais elaborado símbolo de fé em Deus. Desde que a Palavra encarnada de Deus desceu até nós, todas as igrejas dos cristãos em todos os lugares têm mantido que a maior Igreja lá (αὐτόθι) é sua única base e fundação (μόνην κρηπιῖδα καὶ θεμέλιον), pois, por um lado, ela de modo algum é vencida pelas portas do Hades, de acordo com a própria promessa do Salvador (Mt. 16:18-19), mas mantém as chaves da confissão ortodoxa e da fé nele e abre a única religião verdadeira e real para aqueles que se aproximam com piedade, e, por outro lado, ela fecha e tranca toda boca herética que fala injustiça contra o Altíssimo. Pois aquilo que foi fundado e construído pelo criador e mestre do universo ele mesmo, nosso Senhor Jesus Cristo, e seus discípulos e apóstolos, e seguindo-os os santos padres e mestres e mártires consagrados por suas próprias palavras e feitos, e por sua agonia e suor, sofrimento e derramamento de sangue, e finalmente por sua morte violenta pela Igreja católica e apostólica de nós que cremos nele, eles se esforçam para destruir através de duas palavras (διὰ δύο ρημάτων) [pronunciadas] sem esforço e sem morte — Ó a paciência e a tolerância de Deus! — e [assim buscam] anular o grande mistério sempre radiante e sempre louvado do culto ortodoxo dos cristãos.” Ver em Migne, P.G. tom. XCI, col. 138. Comentário: São Máximo diz que a Igreja Romana era a pedra sobre a qual a Igreja era edificada, mas isso só faz sentido se ele tiver enxergado o Apóstolo São Pedro como essa pedra, para fazer uma conexão entre Pedro e os sucessores dele na Cátedra Romana. Se a pedra fosse Cristo, ou a confissão de fé tomada sem relação necessária com a pessoa de Pedro, então de nenhuma forma a Igreja Romana poderia ser tomada como objeto dessas promessas e prerrogativas mencionadas por Cristo. Notar também a conexão entre a Igreja Romana e a confissão de fé da Igreja Romana, assim como Pedro deve ser conectado a sua confissão de fé. «Pois a Sé Romana não apenas reprova o réprobo Pirro, mas não ignora também o que pensa mal e o que crê mal; é evidente, sem dúvida, que todo aquele que anatematiza os que reprovaram Pirro, anatematiza a mesma Igreja Romana, isto é, a Católica. [...] Pois de modo algum dizemos que aquele que é tal comunique somente consigo mesmo e com a Sé Romana, mas também com a Igreja Católica de Deus Porquanto a santidade (da Sé) suprime todo o mal para aqueles que não se afastaram da Igreja Católica por sua própria vontade.... Pois não é lícito que ele seja nomeado com qualquer louvor, ele que já foi outrora condenado e rejeitado pela Sé Apostólica da cidade de Roma, por causa da aparência externa de sua opinião, enquanto não for recebido por ela, convertido a ela; mais ainda, ao nosso Senhor Deus, pela confissão pia e pela fé ortodoxa, pela qual ele santifique e receba o nome santo... Apresse-se a satisfazer a Sé Romana por todos. Pois por esta satisfação, todos daqui em diante pregarão a comunhão piedosa e ortodoxa. Pois fala em vão, unicamente, aquele que não considera que os semelhantes devam ser persuadidos, e não satisfaz, e implora ao beatíssimo Papa da Santíssima Igreja dos Romanos, isto é, a Sé Apostólica, a qual recebeu e possui do próprio Verbo de Deus encarnado, e também de todos os santos sínodos, segundo os sagrados cânones e termos, o império, a autoridade e o poder de ligar e desligar sobre todas as santas Igrejas de Deus que estão em todo o orbe da Terra, em tudo e por tudo. Pois o Verbo, que principia sobre as virtudes celestes, liga e desliga estas coisas também no céu. Pois se leva a crer que alguns outros devem ser satisfeitos, e não implora ao beatíssimo Papa Romano, faz algo semelhante àquele que, sendo acusado de homicídio, ou de qualquer outro crime, se apressa a mostrar-se inocente não àquele que obteve o direito de julgar segundo as leis: mas apenas, inutilmente e sem proveito, mostra a sua pureza na frente daqueles e dos homens privados, que não têm nenhum poder para o absolver dos crimes.» ver (PG91,144). São Nilo do Sinai: Epistolarum lib. II, epist. CCLXI. “E vês Pedro, a primeira pedra da Igreja [Ecclesiae primum lapidem Petrum], o líder do coro apostólico [τὴν κορυφὴν τοῦ χοροῦ τῶν ἀποστόλων /// chori apostolici verticem], depois de ter feito penitência; pois ele não estava sem pecado. Portanto, não contendas que todos devem ser irrepreensíveis e não admitir nenhuma mancha ou mácula humanas aqueles que estão à frente da Igreja." Ver em Migne, P.G. tom. LXXIX, col. 334. Santo Astério de Amaseia: Hom. VIII in sanctos principes apostolos Petrum et Paulum. "Além disso, o Unigênito, conforme está escrito nos sagrados Evangelhos, chama Pedro de fundamento da Igreja [Petrum, Ecclesiae fundamentum dicit], 'Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja.' Pois ele, de fato, como uma grande e sólida pedra [ceu grandis quidam ac durus lapis], foi depositado nas profundezas deste mundo (...). 'Outro fundamento ninguém pode lançar, além do que está posto, que é Cristo Jesus.' E também com uma designação semelhante, nosso Salvador levou a considerar honrá-lo como o primeiro discípulo, chamando-o de rocha da fé [nominans fidei petram]. (...) Tive de dizer essas coisas por causa daquela única palavra de bênção dele, que chamou o evangelista e pregador sagrado de 'Pedra' [Petram]. Mas vamos ver, se desejar, de que maneira Pedro construiu; não com pedras e tijolos, ou qualquer outra matéria terrena, mas com palavras e ações que o Espírito exercitava por instinto." Ver em Migne, P.G. tom. XL. Col. 267. Teofilacto de Ócrida: Enarratio in Evangelium Lucae, cap. XXII. "Pois isto te convém, que depois de mim és a rocha [πέτρᾳ] da Igreja e o fundamento [Τοῦτο γὰρ προσήκει σοι ὡς μετ ἐμὲ ὄντι τῆς Ἐκκλησίας πέτρᾳ καὶ στηρίγματι /// qui post me Ecclesiæ petra es et firmamentum].” Ver em Migne, P.G. tom. CXXIII, col. 1074. Enarratio in Evangelium Matthaei, cap. XVI, vers. 18.: "'Eu te digo que tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.' O Senhor recompensa Pedro, dando-lhe uma grande recompensa, porque sobre ele edificou a Igreja. Pois Pedro tinha confessado que ele era o Filho de Deus, então ele disse que esta confissão que ele confessou será o fundamento dos futuros crentes: assim, todo homem que constrói a casa da fé, deve lançar este fundamento.” Ver em Migne, P.G. tom. CXXIII, col. 319. Comentário: Notar aqui que Teofilacto, ao mesmo tempo que afirma às claras que São Pedro é a pedra, diz o mesmo sobre a confissão de Pedro. “Esta confissão que ele confessou será o fundamento (...).” Continua abaixo...
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Gabriel Rozal
Gabriel Rozal@GabrielRozal·
@matztheosis Até que eu gostei, para dizer que é GoW teria que negar os dois jogos anteriores
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Gabriel Rozal
Gabriel Rozal@GabrielRozal·
Sobre o Sacerdócio, Livro II
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Gabriel Rozal
Gabriel Rozal@GabrielRozal·
assim também ao dizer: “Quem é o servo fiel e sensato”, não disse em ignorância do servo fiel e sensato, mas desejando comparar a escassez da questão e o tamanho desse poder. Veja inclusive o tamanho do prêmio: Na verdade vos digo que lhe confiara o governo de todos os seus bens.
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Gabriel Rozal
Gabriel Rozal@GabrielRozal·
[...] E por que chegou a derramar o sangue? Para que adquirisse esses rebanhos que Ele entregou nas mãos de Pedro e nas dos que viriam depois dele. Cristo disse com correção e justiça: Quem é o servo fiel e sensato que o senhor estabeleceu sobre sua casa? (Mt 24, 45).
Gabriel Rozal tweet media
T𝖍𝖎𝖆𝖌𝖔@TheiosGregorios

«[...] E se alguém perguntar: “Então como Tiago recebeu a cátedra em Jerusalém (e não Pedro)?”, eu responderia assim: Ele nomeou Pedro como mestre, não de uma cátedra (Jerusalém), mas do MUNDO.» —São João Crisóstomo - homilia 88 sobre o evangelho de João.

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