@rebeca_sk_@cariuchaoficial Eu to respeitando. Estou apenas te perguntando como você pretende colocar essa sua ideia na prática. Como você vai saber se a pessoa tem penis ou não? Para deixá-la entrar ou impedir de entrar no banheiro... Me explica essa parte, por gentileza.
@Gianvitor@cariuchaoficial Não sugiro fiscalização nenhuma.
Simplesmente não quero pessoas com pênis no mesmo banheiro feminino que eu.
E te garanto que fora das bolhas feminazis, maconheiras e lacradoras da esquerda, a maioria das mulheres pensam como eu.
E vcs, canhotas, não respeitam a nossa opinião.
Começo o #Superpop desta quarta-feira falando sobre a questão da Cássia Kiss com uma mulher trans em um banheiro feminino.
"É pra isso que estou em frente a essas câmeras. É pra dar voz, pra quem não tem voz!"
@cariuchaoficial Eu vi sua fala lamentável, vergonhosa e LACRADORA.
Vi e troquei de canal.
Concordo 100% com a Cássia Kiss.
Banheiro feminino não é lugar pra homens.
"Ah, mas não é homem, é trans..."
Operou?
Se não operou, se tem pinto, pra mim é HOMEM.
🫠
#Superpop
@nataliacandido1@MiguelMartins1@FotosDeFatos "Caitituar é um verbo popular brasileiro, muito usado no meio musical e radiofônico, que significa promover intensamente uma música, artista ou produto. Refere-se à ação de convencer programadores de rádio ou TV a tocar uma música"
No dia 27 de julho de 1980, o cantor Paulo Sérgio cumpria uma agenda intensa em São Paulo. Ele participou do programa Hora do Bolinha, apresentado por Edson Cury, na TV Bandeirantes, onde cantou em playback duas músicas de seu mais recente disco.
Discreto, deixou o palco sem chamar atenção - mas o que aconteceria logo depois mudaria o rumo de sua vida.
Na saída do Teatro Bandeirantes, uma mulher que se dizia fa passou a hostilizá-lo com ofensas. Paulo tentou ignorar a situação, já que ainda teria outras duas apresentações naquela noite. No entanto, ao entrar em seu carro, um Camaro de cor gelo, a mulher arremessou uma pedra que quebrou o para-brisa, aumentando ainda mais a tensão.
Visivelmente abalado, ele chegou a sair do carro para avaliar o dano, mas foi convencido a seguir viagem. Pouco depois, começou a sentir fortes dores de cabeça. Mesmo assim, recusou atendimento médico e optou por tomar analgésicos, seguindo para os shows.
Conseguiu concluir a primeira apresentação, mas, na segunda, já debilitado, interrompeu o espetáculo após a quinta música, pedindo desculpas ao público e prometendo voltar - promessa que nunca seria cumprida.
No camarim, Paulo Sérgio desmaiou, vítima de um Acidente Vascular Cerebral.
Ele foi levado às pressas ao Hospital Piratininga, mas, devido à precariedade do local, precisou ser transferido para o Hospital São Paulo. Lá, entrou em coma profundo, e os médicos foram diretos: apenas um milagre poderia salvá-lo.
Na noite de 29 de julho de 1980, por volta das 20h30, veio a confirmação da morte cerebral.
O Brasil perdia, de forma repentina e trágica, uma de suas vozes mais marcantes da música romântica.