Campeonato: 1 em 7;
Taça de Portugal: 0 em 7;
Taça da Liga: 1 em 7;
O nível de iliteracia para olhar para isto e continuar a validar este enterro do Benfica. Os rivais estão nas nuvens, não precisam de se mexer. Os próprios sócios encarregam-se de dar cabo do clube.
"Insanidade é fazer a mesma coisa repetidamente e esperar resultados diferentes"
Quem não se conformou e lutou por um Benfica melhor não merece nada disto, quem validou esta mediocridade merece isto e muito mais. Façam bom proveito.
Perder pontos em casa contra uma equipa que mal consegue fazer 2 passes seguidos. Será que dá para chamar o Guinness?
Agora é entreter o povinho com a arbitragem. Os grandes culpados de estarmos a 6 pontos da liderança da Liga e a caminhar 1 para campeonato em 7 anos(!)...
Desculpem o desabafo.
É absolutamente genial gastar 100 milhões num mercado de verão e despedir o treinador que escolheu os jogadores mesmo no fim do mercado..... DUAS VEZES CONSECUTIVAS....
Podemos começar a falar de exibições individuais, mas a realidade é que é a segunda época consecutiva que se dá a pré-época e o plantel a um treinador que se despede em Setembro.
O problema é estrutural. É incompetência. É cultura de derrota.
Isto só se resolve dia 25. 4 dias.
Depois de 1 campeonato em 6 anos, torra 130M/€ para ter um plantel com várias lacunas, sem lado esquerdo e sem desequilibradores. A 4 pontos do líder da Liga e Champions finita ainda em Outubro.
Votar nisto no próximo sábado é querer mal ao clube. Não há outra forma de dizer.
“Foi o único mercado em que o presidente e a direção levaram em consideração as ideias do treinador”. Isto foi há dias. É o segundo ano consecutivo em que Rui Costa adia o inevitável e volta atrás com a época em andamento. Já nem entrando na escolha vinculativa pré-eleições.
Se é pela pressão, João Veloso foi muito competente no último jogo. No passe, tem recursos que Barreiro nunca terá. Faltam coisas ao plantel, mas Lage limita ainda mais a equipa. Schjelderup, por exemplo, já deixou indicações positivas contra o Sporting. Ríos forçou em demasia.