🇧🇷Gabriel Hilbert🇩🇪

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@HilbertGabriel

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Fortaleza, Brasil Katılım Ocak 2015
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vivi⁴⁴
vivi⁴⁴@iknowplaczs·
messi: ué cade minhas bolas? caze tv:
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vídeos fofos
vídeos fofos@videosfofosof·
Sonhando com as coisinhas de cachorrinho dela 🥹🤏🏻
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FE
FE@feerzy_·
sou essa imagem
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Esperma 🇦🇷🇵🇸
Esperma 🇦🇷🇵🇸@elprofesperm·
@sediew_ @RAFooos2 @markingofdesire No se si es exclusivo a Brasil pero lo que se es que en Argentina NO EXISTE EL RACISMO SISTEMICO HACIA LA POBLACIÓN AFRO. Es mas, en el ultimo tiempo solo se le trata de dar mayor visibilidad al pasado afro que tuvo el pais. Queres hablar de xenofobia, ok. Pero racismo afro???
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I.P Produções
I.P Produções@IPProducoes0·
@noinconsistency 😂Brasil lugar destruido , 50 mil mortes , morre mais gente em guerra, cala a boca filha da puta, que se foda a playstation, tem coisa mais importante aqui pra resolver
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cleiton dieime krupp
cleiton dieime krupp@KruppDieim13968·
@ErikakHilton Por que tu não cria vergonha na tua cara e vai no PROCON reclamar do imposto que o governo brasileiro cobra em cima dos jogos do PlayStation? Obrigando o jogo a custar mais de r$ 400! Tu não tem vergonha mesmo e o pior ainda é que te apoia. lixo
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ERIKA HILTON
ERIKA HILTON@ErikakHilton·
🎮 BOAS NOTÍCIAS Após minha denúncia, o PROCON-SP se manifestou e afirmou que os consumidores de jogos físicos e digitais dos consoles PlayStation devem ter seus direitos respeitados. Esses direitos incluem disponibilizar jogos digitais pra outras pessoas, vender e emprestar jogos digitais e físicos e a liberdade de uso do produto. Também é proibido impor novas regras e restrições de uso após a venda e/ou contrato de licença de mídia digital. E sim, sabemos que a Sony já está impondo, nos atuais termos de uso, o direito de retirar o acervo de algum jogador sem mais nem menos. Mas essas letras miúdas, por seu caráter abusivo, já são juridicamente invalidas, conforme avaliação da minha equipe. É importante dizer que o PROCON-SP não se opôs à migração anunciada pela Sony, mas reforçou a necessidade da Sony de respeitar TODOS os direitos dos consumidores pra fazer essa migração, tanto os direitos do Código de Defesa do Consumidor quanto os direitos adquiridos. Fico feliz com essa resposta do PROCON-SP à uma movimentação pública e orgânica dos jogadores que tive a felicidade de apoiar. Seguirei acompanhando os desdobramentos e aguardando as respostas da Senacon.
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Dioguerass
Dioguerass@Dioguerass1·
@gesteira @PedroTauruzz @ErikakHilton Tem q aceitar a realidade, a empresa privada multi bilionária jamais vai se importar com meião de regulação, ainda mais do Brasil. É mais fácil eles saírem do país por conta disso daí e ficar tudo mais caro. Ela poderia ajudar é em redução de impostos nos eletrônicos, games etc
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Pedro - Taurus Pine Ranch 🇺🇸🇧🇷
@gesteira @ErikakHilton Minha real opiniao eh q ela foi surfar no hype. Nao tem oq fazer diante a isso. Mais de 80% das pessoas estao comprando midia digital e isso eh tendencia. A empresa tem todo o direito de fazer isso. Eu queria q as empresas fizessem algo criativo pra qm realmente quer a caixa so
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@_VReis @ErikakHilton Noção de mercado negativa. Brasil é um dos países com maior mercado de jogos no mundo, acha msm q a sony ia simplesmente sair daqui? Nenhuma empresa fez isso, n é agr q vão fzr
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ヴィクター
ヴィクター@_VReis·
@ErikakHilton A cance da Sony simplesmente sair do mercado brasileiro é enorme, vocês acham mesmo que eles vão continuar segurando custo de produção de jogo físico só no Brasil? Que vão se submeter a legislação de pais de terceiro mundo ditatorial? O resultado vai ser tudo mais caro pro br.
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么 ꜱ ᴀ ᴍ ꪜ,
么 ꜱ ᴀ ᴍ ꪜ,@___TheGOOdWitch·
么 ꜱ ᴀ ᴍ ꪜ, tweet media
ZXX
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andré👹
andré👹@tfandre0·
o brasileiro médio é tipo: - políticos inúteis que não fazem nada por nós aí uma figura política decide agir pelos interesses deles e eles começam a reclamar aos montes mas é engraçado, porquê se fosse um desses vermes de direita seria tratado como o salvador da pátria
ERIKA HILTON@ErikakHilton

🎮 SEM JOGUINHO COM OS CONSUMIDORES! Estou encaminhando à Secretaria Nacional do Consumidor as denúncias que recebi sobre o anúncio do fim dos jogos em mídia física pros consoles PlayStation. Há problemas evidentes nisso: os consoles vendidos hoje contam com o leitor de mídia física e continuam sendo vendidos. Inclusive, os consumidores pagam a mais pelas versões com leitor de mídia física. Ou seja, há o compromisso implícito de que este leitor terá utilidade nos anos que virão. Outro problema evidente diz respeito aos jogos já anunciados, mas que ainda não foram lançados. Será que a Sony utilizou-se de algum jogo futuro que só será lançado em mídia digital para fazer marketing do console PlayStation 5, que conta com leitor de mídia física? Essa é uma apuração que precisa ser feita. É grave também a questão da posse do jogo. Os jogos em mídia digital, na maioria esmagadora dos casos, não são "vendidos". Eles são "licenciados" para o consumidor mediante pagamento. E as empresas distribuidoras desses jogos se reservam ao direito de cancelar essa licença a qualquer momento. Assim, um jogo pode simplesmente sumir da biblioteca digital do consumidor que achou que comprou o jogo. A venda exclusivamente digital de jogos também fortalece o monopólio das lojas de cada empresa de consoles. Os consumidores terão direito de revender ou emprestar seus jogos digitais? Suspeito que não. A minha compreensão é que tudo isso já aponta a necessidade de uma atuação proativa por parte dos órgãos de defesa do consumidor contra o fim da mídia física. Mas também há um grande problema futuro, que precisa ser enfrentado desde já: A tendência atual, com os movimentos monopolistas da Microsoft, as práticas anticonsumidores da Sony e os ataques judiciais da Nintendo contra quem preserva os arquivos de jogos que não estão mais disponíveis para compra, é de um futuro onde os jogadores não terão mais seus próprios acervos de jogos. Existirão apenas assinaturas, com mil níveis e preços diferentes, com anúncios no meio dos jogos e as piores práticas possíveis. O console, comprado pelo consumidor, só terá utilidade mediante a venda casada de uma assinatura. Eu, enquanto parlamentar, enquanto membra da Comissão de Defesa do Consumidor e enquanto alguém que tem apenas um jogo em sua biblioteca, GTA, e viciada em fazer apenas a missão do avião, não aceito essa possibilidade.

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TTKV
TTKV@TT_KV77·
@_carlitu @WPZHKLE8DT5784 Which country was completely destroyed by the US during WW2? That aid was deserved compensation for the damage done. 🥱🥱
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maria
maria@catslove27·
alguém dormiu quente hj
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ERIKA HILTON
ERIKA HILTON@ErikakHilton·
🎮 SEM JOGUINHO COM OS CONSUMIDORES! Estou encaminhando à Secretaria Nacional do Consumidor as denúncias que recebi sobre o anúncio do fim dos jogos em mídia física pros consoles PlayStation. Há problemas evidentes nisso: os consoles vendidos hoje contam com o leitor de mídia física e continuam sendo vendidos. Inclusive, os consumidores pagam a mais pelas versões com leitor de mídia física. Ou seja, há o compromisso implícito de que este leitor terá utilidade nos anos que virão. Outro problema evidente diz respeito aos jogos já anunciados, mas que ainda não foram lançados. Será que a Sony utilizou-se de algum jogo futuro que só será lançado em mídia digital para fazer marketing do console PlayStation 5, que conta com leitor de mídia física? Essa é uma apuração que precisa ser feita. É grave também a questão da posse do jogo. Os jogos em mídia digital, na maioria esmagadora dos casos, não são "vendidos". Eles são "licenciados" para o consumidor mediante pagamento. E as empresas distribuidoras desses jogos se reservam ao direito de cancelar essa licença a qualquer momento. Assim, um jogo pode simplesmente sumir da biblioteca digital do consumidor que achou que comprou o jogo. A venda exclusivamente digital de jogos também fortalece o monopólio das lojas de cada empresa de consoles. Os consumidores terão direito de revender ou emprestar seus jogos digitais? Suspeito que não. A minha compreensão é que tudo isso já aponta a necessidade de uma atuação proativa por parte dos órgãos de defesa do consumidor contra o fim da mídia física. Mas também há um grande problema futuro, que precisa ser enfrentado desde já: A tendência atual, com os movimentos monopolistas da Microsoft, as práticas anticonsumidores da Sony e os ataques judiciais da Nintendo contra quem preserva os arquivos de jogos que não estão mais disponíveis para compra, é de um futuro onde os jogadores não terão mais seus próprios acervos de jogos. Existirão apenas assinaturas, com mil níveis e preços diferentes, com anúncios no meio dos jogos e as piores práticas possíveis. O console, comprado pelo consumidor, só terá utilidade mediante a venda casada de uma assinatura. Eu, enquanto parlamentar, enquanto membra da Comissão de Defesa do Consumidor e enquanto alguém que tem apenas um jogo em sua biblioteca, GTA, e viciada em fazer apenas a missão do avião, não aceito essa possibilidade.
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Sucumba Games
Sucumba Games@SucumbaGames·
A Deputada Federal Erika Hilton (@ErikakHilton) informou que encaminhou denúncias contra a Sony à Secretaria Nacional do Consumidor para que sejam investigadas as práticas envolvendo a propriedade dos jogos digitais e o fim da mídia física no PlayStation, diante dos prejuízos que essas mudanças podem causar aos direitos dos consumidores. Entre os principais pontos levantados estão: • Na maioria dos casos, jogos digitais não são vendidos ao consumidor, mas apenas licenciados. Isso significa que o acesso ao conteúdo pode ser perdido caso a empresa encerre contratos ou altere suas políticas, como já aconteceu com conteúdos digitais adquiridos na PlayStation Store. • A discussão se aproxima da proposta do movimento internacional Stop Killing Games, que busca garantir leis que protejam a propriedade digital, a preservação dos jogos e os direitos dos consumidores. Uma aproximação entre a parlamentar e o Stop Killing Games, somada ao apoio da comunidade brasileira de jogadores, criadores de conteúdo e entidades de defesa do consumidor, poderia fortalecer ambas as iniciativas e ampliar a pressão por uma legislação que garanta mais direitos aos consumidores brasileiros. • A parlamentar alerta para um futuro em que os jogadores deixem de construir um acervo próprio, passando a depender exclusivamente de licenças e serviços por assinatura para acessar seus jogos. • Os modelos do PlayStation 5 com leitor de discos continuam sendo vendidos por um preço superior ao modelo digital. Como o console ainda deve permanecer no mercado por vários anos, mesmo após o lançamento de um possível PlayStation 6 totalmente digital, a expectativa é que a Sony mantenha a funcionalidade da mídia física enquanto ele continuar sendo comercializado oficialmente. • Também há preocupação com jogos anunciados para o PlayStation 5 que possam acabar sendo lançados apenas em formato digital, apesar de o console ter sido promovido com leitor de discos. • O fim da mídia física pode fortalecer o monopólio das lojas digitais das fabricantes, eliminar o mercado de jogos usados e acabar com práticas comuns entre os consumidores, como revender, emprestar, trocar ou doar jogos. • O encerramento da mídia física também pode gerar impactos econômicos, afetando lojas especializadas, distribuidoras, transportadoras, fabricantes de mídias e diversos pequenos comerciantes, colocando em risco milhares de empregos ligados ao mercado físico de games. Diante desses pontos, Erika Hilton defende que os órgãos responsáveis investiguem o caso e adotem medidas para proteger os direitos dos consumidores.
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