aldo rebelo 2027
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Si usas telegram solo hay dos cosas 1. Sos un pajero 2. Sos un drogadicto

@Email296107 Bem, a mulher cis que se sentiu confortável diminuindo minhas irmãs trans deveria pelo menos ser mais bonita que elas pra toda essa soberba, mas nem isso consegue.

Quando eu era jovem, meu sonho era morar em NY. Hoje, quando vou para NY minha vontade é voltar o mais rápido possível. Lixo na rua, as pessoas pararam de retirar os desejos dos cachorros, furtos ocorrendo na sua frente, preços de serviços altos por conta de impostos… Quem estuda economia, imaginava que as propostas deste nov prefeito eram insustentáveis. Mas era difícil de imaginar que em 6 meses já estariam quebrados. Eu mesmo imaginava que duraria um pouco mais. Lição: não existe discurso humanista que sobreviva ao teste da economia. Sempre tome cuidado com discursos de “coisas grátis” vindo de governos. Elas custam caro.

Falácias comuns no debate sobre banheiros femininos Esse debate vive sendo distorcido por comparações frágeis e raciocínios inconsistentes. Vamos direto ao ponto: 1. “Ah, mas no avião você usa banheiro unissex, sua hipócrita.” Banheiros de avião são cabines individuais, totalmente fechadas, usadas por uma pessoa por vez. A discussão aqui é sobre espaços coletivos, com circulação simultânea, como banheiros públicos e vestiários. Não é a mesma coisa. 2. “Na sua casa o banheiro não é separado.” Esse argumento leva a uma implicação que raramente é assumida: então deveríamos eliminar todas as separações por sexo em espaços coletivos, já que em casa elas não existem? 3. “Mas a violência acontece muito mais dentro de casa. Não em banheiros públicos” Esse argumento não demonstra que banheiros coletivos são seguros - ele aponta apenas onde a violência é mais frequente. E ainda comprova a necessidade de separação por sexo, pois onde não há essa separação, como nas casas, há mais violência. 4. “Não são trans que cometem violência, são "homens cis".” O risco está ligado ao sexo masculino, não à identidade declarada. Autodeclaração permite que qualquer homem acesse esses espaços, pois é inverificável. 5. “Quantos casos de trans cometendo violência você já viu?” Segurança pública não funciona esperando estatística explodir. Já existem casos, mesmo sendo uma população estimada muito baixa. Políticas sérias existem para prevenir, não para reagir depois que o problema se torna recorrente. 6. “Mas isso é preconceito.” Não. Estamos falando de organização de espaços íntimos com base em critérios objetivos. Banheiros e vestiários sempre foram separados por sexo justamente por envolverem privacidade, exposição corporal e vulnerabilidade. Mulheres e meninas tem direito a espaços exclusivos para si mesmas e reinvidicar isso não é preconceito, é direito. 7. “É só respeitar a identidade.” Qual é o critério? Se é totalmente autodeclarado, sem parâmetros objetivos, então na prática não há critério algum - e isso inviabiliza qualquer política pública minimamente consistente. Além disso, cria-se um cenário em que mulheres e meninas ficam sem possibilidade de autoproteção, já que um homem no espaço das mulheres não pode ser questionado. Isso gera insegurança e retira o senso de defesa das mulheres, inclusive sobre como agir diante de situações de desconforto, por medo de acusações de crime. 8. “Isso nunca foi um problema antes.” Porque sempre houve separação clara por sexo. Alterar essa regra sem considerar impactos e deslegitimando a preocupação das mulheres é mais uma forma de violação de nossos direitos. 9. “Tá no meu documento que sou mulher.” As pessoas não mudam de sexo. Embora hoje as pessoas possam alterar o sexo no papel, isso não significa que mudou de sexo de verdade. Documento não é sinônimo de realidade em todos os contextos - ele é um registro jurídico/administrativo, que pode ser alterado por diferentes vias e finalidades. Quais outras falácias você já ouviu? Escreva nos comentários!




É como se fosse um episódio de south park

Israel killed Mila today in Tayr Debba, South Lebanon.

“feminist” but when they see a trans woman they get all weird

@shimmerlune você é uma puta horrorosa homofóbica e transfobica burra que invalida sua própria sexualidade e não pode se encaixar no conceito feminista imposto na sexualidade lésbica, sem cérebro


"ai, porque eu sou mulher que gesta" a mulher que gesta: a que não gesta:

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