Raimundo Silva | CNPI

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Sao Paulo, Brazil Katılım Mayıs 2024
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Raimundo Silva | CNPI@InvestCaps·
Em 1º de agosto de 2025 eu resolvi tirar um ano sabático. A ideia foi usar esse período para focar em alguns projetos pessoais. O principal deles foi dedicar mais tempo à minha própria carteira de investimentos. Antes eu trabalhava em um escritório de contabilidade, de forma presencial. Isso consumia muito do meu tempo e, com o passar do tempo, o trabalho já não me empolgava tanto, nem pelo serviço em si, nem pela remuneração. Conversando com a minha esposa, decidi que iria me dedicar mais à minha carteira, que até então vinha ficando um pouco de lado. É isso que venho fazendo desde então. Claro que existem meses bons e meses ruins, mas, no geral, os resultados têm sido positivos. Nesse intervalo também resolvemos mudar de cidade. Saímos da capital de SP para o interior do estado. Não é bem interior… Campinas é uma cidade grande. Durante esse período também criei uma carteira pública por aqui. Ela ainda está em construção, mas sigo firme no projeto. Além disso, em um grupo de um curso que fiz em 2020, algumas pessoas começaram a perguntar quando eu lançaria uma carteira privada. A ideia inicial era começar apenas em junho, mas resolvi antecipar, e ela passa a valer a partir de hoje, com base no fechamento de ontem. Para quem tiver interesse em participar, vou deixar os links abaixo. Plano mensal lastlink.com/p/C68F799AB/ Plano anual lastlink.com/p/CC002D363/
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Raimundo Silva | CNPI
Raimundo Silva | CNPI@InvestCaps·
Hoje foi mais um dia de forte correção em alguns ativos da Bolsa, principalmente no setor educacional. Até #SEER3 e #VTRU3, que entregaram um 1T26 muito forte, seguem em movimento de queda desde a divulgação dos resultados. Isso mostra como, no curto prazo, muitas vezes o mercado ignora fundamentos e acaba sendo guiado muito mais por fluxo, realização e sentimento. Resultados fortes nem sempre significam alta imediata no preço das ações. Para quem investe olhando o longo prazo, momentos assim fazem parte do jogo.
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Raimundo Silva | CNPI@InvestCaps·
#mdne3 A a companhia concluiu a aquisição do antigo Pestana Bahia e anunciou um novo complexo imobiliário em Salvador. A companhia segue avançando em projetos premium e reforçando sua presença em localizações estratégicas. aloalobahia.com/noticias/2026/…
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Raimundo Silva | CNPI@InvestCaps·
@torionevini eu iria de mdne3, pelo menos entregou um resultado excelente e caiu bastante, só não aumentei ela por ser uma posição grande aqui.
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Vinicius Torione
Vinicius Torione@torionevini·
@InvestCaps Mesmo plano e plano ter sido ruim está com uma boa simetria nos $10,xx, não?
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Raimundo Silva | CNPI@InvestCaps·
Aqui vai minha opinião sobre os resultados operacionais do 1T26 dos ativos que tenho em carteira: #BMEB4 = bom #PRIO3 = excelente #MDNE3 = excelente #MILS3 = bom #VTRU3 = excelente #SEER3 = excelente #ALPK3 = bom #BLAU3 = bom #BRST3 = bom #ANIM3 = bom #PLPL3 = ruim Depois dos resultados, fiz mais alguns ajustes na carteira, aumentando posição nos ativos que entregaram resultados excelentes. Mesmo assim, não surtiu muito efeito até agora, já que todos seguem em queda. 😅
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@investvix Lembrando que os políticos são o espelho da sociedade. Não à toa, os candidatos mais bem avaliados nas pesquisas têm escândalos de tudo quanto é lado, mas ainda assim há muitos idolatrando e defendendo.
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André Motta
André Motta@investvix·
Bolsonaro errou a escolher Flávio? Não errou - ele fez o melhor para ele e a família. Errado está o eleitor em não perceber que Flávio não é o melhor, nem para derrotar Lula e nem para Governar. A realidade é que cada povo tem os políticos que merece.
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Raimundo Silva | CNPI@InvestCaps·
@letzow Dessas, eu aumentei posição em vitru. Moura também daria para aumentar, mas a posição aqui já está grande. Então, se voltar a subir, não vou me arrepender de não ter comprado mais.
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Letzow
Letzow@letzow·
@InvestCaps Aumentei vtru e mdne. Por enquanto não funcionou kkk
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Raimundo Silva | CNPI@InvestCaps·
Esse movimento de “terceira via” no Brasil quase sempre termina fortalecendo justamente os dois polos mais fortes da política. Quando vários partidos tentam ocupar o mesmo espaço ao mesmo tempo, o resultado normalmente é a fragmentação dos votos. Enquanto isso, os grupos mais consolidados seguem com suas bases fiéis, organizadas e cada vez mais fortalecidas. No fim, múltiplas candidaturas “moderadas” acabam beneficiando exatamente os lados mais polarizados da disputa, historicamente um campo ligado ao PT e, nas últimas eleições, um campo ligado ao bolsonarismo. E isso ajuda a explicar por que pesquisas de 2º turno muitas vezes criam uma falsa sensação de competitividade. Muita gente até aceita um nome fora da polarização, mas na hora do 1º turno o voto útil entra em cena e a disputa volta a se concentrar nos polos. Quem está nos extremos geralmente adora quando o centro aparece dividido. Quanto mais candidatos disputando o mesmo eleitor, maior a chance de os dois lados dominarem novamente a eleição. Na prática, esses partidos menores teriam mais força se conseguissem construir um projeto conjunto e lançar um único nome competitivo. As chances de chegar ao 2º turno contra um candidato petista ou bolsonarista seriam muito maiores. Mas curiosamente, muitos dos que dizem defender uma alternativa à polarização também incentivam o lançamento de vários candidatos. Aí fica a pergunta: quanto mais nomes é melhor pra quem? Porque no fim, a fragmentação costuma beneficiar justamente quem já está consolidado. E existe ainda outro ponto: se eventualmente surgir um nome competitivo fora dessa polarização, será que todos realmente apoiariam essa alternativa no 2º turno? Ou parte dos mais radicais preferiria votar em branco, se abster ou até apoiar o outro lado apenas para impedir alguém fora do próprio grupo? Às vezes, a ideia de “união contra o adversário” parece funcionar mais no discurso do que na prática.
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#lwsa3 A LWSA entregou mais um trimestre sólido, mantendo crescimento de receita, expansão de margens e forte geração de caixa, mesmo em um cenário mais desafiador para o varejo. A receita líquida consolidada cresceu 10,0%, atingindo R$ 362,8 milhões no 1T26. O principal destaque segue sendo o segmento Commerce, que avançou 14,3%, impulsionado pela expansão da base de clientes e maior monetização do ecossistema. Já o segmento BeOnline/SaaS ficou praticamente estável no trimestre. O GMV do ecossistema, indicador que representa o volume bruto de mercadorias transacionadas dentro das plataformas da companhia, atingiu R$ 20,3 bilhões no trimestre, crescimento de 11,5% na comparação anual. Já o TPV, indicador que mede o volume total financeiro transacionado pelos meios de pagamento da empresa, cresceu 10,1%, alcançando R$ 2,2 bilhões no período. No operacional, a companhia apresentou melhora relevante de rentabilidade. O lucro bruto atingiu R$ 175,5 milhões, alta de 8,0%, com margem bruta de 48,4%, expansão de 1,8 p.p.. O EBITDA consolidado foi de R$ 86,0 milhões, crescimento de 29,6%. Já o EBITDA ajustado, principal indicador operacional da companhia, atingiu R$ 91,0 milhões, alta de 28,4%, com margem EBITDA ajustada de 25,1%, avanço de 3,6 p.p. na comparação anual. O resultado financeiro líquido ficou negativo em R$ 9,0 milhões, impactado principalmente pelas despesas com antecipação de recebíveis da operação de pagamentos e pela menor receita financeira em função da redução do caixa. O lucro líquido foi de R$ 21,5 milhões, crescimento de 45,3%, enquanto o lucro líquido ajustado avançou 55,0%, totalizando R$ 54,0 milhões e uma margem líquida de 14,9%, um ganho de 4,9p.p O principal destaque do trimestre foi a forte geração de caixa. O fluxo de caixa livre após capex atingiu R$ 80,6 milhões, revertendo o consumo de caixa do ano anterior e levando a margem FCF para 22,2%, melhor resultado histórico da companhia para um primeiro trimestre. Mesmo após retornar aproximadamente R$ 148,7 milhões aos acionistas entre redução de capital e recompra de ações, a empresa encerrou o trimestre caixa e equivalentes na valor de 288,6 milhões, lembrando que a empresa não possui dívidas bancárias. No geral, achei o resultado positivo, principalmente pela combinação de crescimento, expansão operacional e melhora relevante na geração de caixa.
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Raimundo Silva | CNPI@InvestCaps·
#seer3 A Ser Educacional divulgou seus resultados do 1T26, mostrando evolução consistente operacional e financeira. A receita líquida cresceu 8,1%, para R$583,8 milhões, impulsionada principalmente pelo crescimento da base presencial, expansão da medicina e aumento do ticket médio, que avançou 9,7% no trimestre. O ensino presencial segue sendo o principal destaque operacional da companhia, com melhora de mix e maior eficiência. A dinâmica de custos veio bastante positiva no trimestre. Enquanto a receita avançou 8,1%, os custos cresceram apenas 3,2%, permitindo forte diluição operacional. Com isso, o lucro bruto cresceu 11,3%, chegando a R$364,6 milhões, com expansão de 1,8 p.p. na margem bruta, para 62,5%. Já as despesas operacionais cresceram 9,5%, pressionadas principalmente por maiores gastos com publicidade, pessoal e PDD. Ainda assim, a companhia conseguiu entregar forte crescimento operacional, com o resultado operacional avançando 18,4% no trimestre. O EBITDA ajustado avançou 10,1%, para R$158,2 milhões, refletindo os ganhos de eficiência operacional e maior diluição dos custos fixos, principalmente no ensino presencial e medicina. Outro destaque importante foi a melhora do resultado financeiro que caiu 12,6%, beneficiado tanto pelo aumento das receitas financeiras, impulsionadas pelo maior saldo de caixa e equivalentes, quanto pela redução das despesas financeiras. Além disso, a taxa efetiva de imposto veio menor no trimestre, contribuindo para o lucro líquido crescer 74%, alcançando R$75,9 milhões, com margem líquida saindo de 8,1% para 13,0%. A geração de caixa também chamou bastante atenção. A geração operacional de caixa pós-capex cresceu 45,2%, atingindo R$109,6 milhões, com conversão de 69,3% do EBITDA ajustado. Já a dívida líquida caiu 35,4% em relação ao 1T25, enquanto a alavancagem recuou para 0,75x EBITDA contra 1,35 um ano atrás. No geral, foi um resultado muito forte da Ser, mostrando uma companhia mais eficiente, mais rentável e com um balanço muito mais saudável, sustentado principalmente pela evolução do ensino presencial, medicina e melhora da geração de caixa.
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Hoje é Flávio Day 2 Vários ativos caindo forte, inclusive empresas que entregaram bons resultados. Só para citar algumas: #BMEB4 #VTRU3 #MDNE3
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Raimundo Silva | CNPI@InvestCaps·
#brst3 O resultado do 1T26 da Brisanet veio positivo operacionalmente, com receita líquida crescendo 16% na comparação anual, atingindo R$ 453,9 milhões, impulsionada principalmente pela operação móvel. O lucro bruto avançou 16,7%, para R$ 197,4 milhões, mantendo a margem bruta praticamente estável em 43%, mostrando capacidade de sustentar a rentabilidade mesmo em meio ao forte ciclo de expansão. A receita média por cliente também seguiu evoluindo, saindo de R$ 88,56 no 1T25 para os atuais R$ 90,58 Os custos ficaram relativamente controlados, crescendo em linha com a receita. Por outro lado, as despesas operacionais avançaram 25,9%, pressionadas principalmente por maiores gastos com serviços de terceiros, provisões para contingências e PECLD. O EBITDA ajustado cresceu 10,8%, atingindo R$ 191,8 milhões, porém a margem EBITDA recuou 2 p.p., encerrando o trimestre em 42%. O lucro líquido ficou em R$ 19 milhões, levemente abaixo do registrado no 1T25, impactado principalmente pelo resultado financeiro mais negativo. A dívida líquida encerrou o trimestre em R$ 1,69 bilhão, com alavancagem de 2,24x EBITDA. O CAPEX totalizou R$ 172 milhões no trimestre. Além disso, a companhia ainda possui cerca de R$ 619 milhões em ativos que ainda não geram receita, como equipamentos armazenados, itens em processo de importação e obras em andamento. Como destaque subsequente, a companhia firmou parceria com o Governo do Ceará para instalação de mil torres 5G entre 2026 e 2029. Como contrapartida, poderá utilizar aproximadamente R$ 350 milhões em créditos fiscais. Além disso, em abril, a Brisanet adicionou mais de 36 mil clientes móveis líquidos, encerrando o mês com aproximadamente 990 mil usuários móveis.
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Avelino F Junior
Avelino F Junior@AvelinoFJ·
@InvestCaps Resultado da Vtru3 veio forte e a ação não acompanhou. Bom momento para aportar
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Raimundo Silva | CNPI
Raimundo Silva | CNPI@InvestCaps·
É sempre importante revisar os ativos da carteira, mas quando o mercado entra em momentos de maior volatilidade, seja nas altas nas quedas, isso acaba criando boas oportunidades para reorganizar posições. Nessas horas, vale olhar com mais atenção para aqueles ativos que talvez já não façam mais tanto sentido dentro da estratégia e aproveitar para realocar em empresas que você enxerga mais potencial para os próximos anos. Foi o que aproveitei para fazer nos últimos dias, já que vários ativos vêm sofrendo correções fortes. zerei #ALPK3 aumentei #VTRU3
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Raimundo Silva | CNPI@InvestCaps·
#mils3 Resultado do 1T26 da Mills veio bom operacionalmente, apesar do lucro recorrente praticamente estável. A receita líquida cresceu 11,8% e o EBITDA ajustado avançou 13,8%, mantendo margem acima de 50% mesmo em um trimestre sazonalmente mais fraco. O lucro líquido reportado foi de R$ 197 milhões, beneficiado por créditos fiscais não recorrentes. Já o lucro recorrente ficou em R$ 65,5 milhões, levemente abaixo do 1T25, principalmente por conta do aumento de custos acima da receita. O principal impacto veio da operação Rental. A margem bruta caiu de 71,2% para 69,9%, pressionada por maior gasto com peças e manutenção de equipamentos mais maduros. Além disso, o mercado de plataformas elevatórias segue mais competitivo, com maior oferta de equipamentos e pressão nos preços. Mesmo assim, o trimestre trouxe um ponto muito importante: a mudança estrutural do mix da companhia. A Mills vem reduzindo dependência de plataformas elevatórias e aumentando exposição em Pesados e Intralogística, segmentos mais ligados a contratos longos e maior previsibilidade operacional. Em 12 meses, plataformas elevatórias caíram de 58,6% para 47,6% da receita de locação, enquanto Pesados subiu para 21,9% e Intralogística para 11,6%. Isso também ajudou os contratos de longo prazo avançarem de 47% para 55% da receita de locação. Outro destaque foi a forte geração de caixa. O fluxo de caixa operacional ajustado cresceu 46,3%, enquanto os investimentos caíram 43,6%, refletindo menor necessidade de renovação da frota em um mercado mais saturado. Mesmo em um cenário mais competitivo, a companhia segue com balanço sólido, encerrando o trimestre com dívida líquida/EBITDA de apenas 1,1x e caixa de R$ 723,9 milhões. No fim, a Mills parece estar executando uma mudança importante no perfil da operação, ganhando previsibilidade sem pressionar a alavancagem.
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Raimundo Silva | CNPI
Raimundo Silva | CNPI@InvestCaps·
Achei o resultado da #vtru3 no 1T26 muito bom. A receita líquida cresceu 6,1%, chegando a R$ 579,2 milhões, com crescimento em praticamente todas as modalidades de ensino. O EBITDA ajustado cresceu 16%, para R$ 235,1 milhões, com margem de 40,6%. Já o lucro líquido ajustado avançou 24,1%, somando R$ 91,8 milhões. Outro ponto muito positivo foi o controle de despesas, que praticamente ficaram estáveis, com alta de apenas 0,1%. Destaque para queda de 4,2% em vendas e marketing e redução de 23,5% na PCLD, mostrando melhora da inadimplência e maior eficiência operacional. A geração de caixa veio extremamente forte. O fluxo de caixa livre alcançou R$ 217,1 milhões, alta de 85,6%, impulsionado pela melhora do capital de giro. Com isso, a alavancagem continuou caindo. A dívida líquida recuou 20,9%, para R$ 1,46 bilhão, enquanto a relação dívida líquida/EBITDA caiu para 1,75x. Nos pontos negativos, o custo dos serviços cresceu acima da receita, pressionando a margem bruta. Além disso, o resultado financeiro segue pesado. No geral, foi um trimestre muito forte, reforçando uma Vitru mais eficiente, com forte geração de caixa e desalavancagem consistente.
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