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Julio Cesar Ferranti
@JCFerranti
Que que tá conteceno?
Um lugar aí! Katılım Haziran 2011
520 Takip Edilen461 Takipçiler
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@mazinha_moraes @TheBabylonBee A piada é para esposas que perguntam tudo do filme pro marido enquanto assistem. Não é o seu caso.
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@TheBabylonBee @JCFerranti Aqui em casa tem que ter a função trocada. Afinal quem sabe tudo é vc, querido
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@Cardoso hahahahahahahahaha que burro ele. A conexão USB não tem capacidade pro carregamento rápido do carro.
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@vampirafiufiu @Cardoso A mensagem está errada. O genero romance mais vendido não é o de amor.
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A lindinha acha que romance literário significa historinha de amor. Achei fofo o analfabetismo
mena@zcahverse
Nunca vou superar o fato de romance ser o gênero mais vendido pelo simples fato de mulheres sonharem em serem amadas e bem tratadas por homens e eles zoarem as mulheres por gostarem desses livros porque acham irrealista valorizar uma mulher e as acham estúpidas pelo simples fato de desejarem isso.
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"no Brasil ainda falta representação política para mulheres, indígenas e pessoas negras" Então vota, minha filha VOTA e pára de encher o saco com mimimi. Mulheres são maioria do eleitorado, VOTEM ao invés de choramingar. Proporcionalmente a Dilma teve mais votos masculinos do que femininos. Esse BO é de vocês.
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@ceticismo @titi_ohara Aqui a gente chama de lavagem.
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@JCFerranti @titi_ohara Em lugares civilizados como Rio de Janeiro, "mistura" é coisa que se joga a porcos.
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Chamar carne de mistura é marcador social level IDH de Sudão do Sul
Guima@CarolineGuima
Queria muito que meus colegas de São Paulo me explicassem pq chamam carne de mistura
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De repente aceitam a cientificidade do QI. No resto do tempo alegam que é pseudociência.
Amandinha 🇧🇷🚩@mandstu25
Já perceberam que quanto mais uma pessoa estuda, mais progressista ela se torna? Se fosse feito um recorte por QI, somente a esquerda ganharia eleições.
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EUROPA 🇪🇺
A União Europeia vem intensificando seu uso de tarifas, cotas comerciais e subsídios como instrumentos para fortalecer e expandir suas indústrias de defesa, apelando para o protecionismo enquanto replica as mesmas justificativas de Donald Trump.
O bloco, que historicamente defendeu o livre comércio para seus produtos, agora justifica essas medidas pela necessidade de garantir a segurança nacional e reduzir a dependência de fornecedores estrangeiros em setores estratégicos. Essa mudança ocorre em um cenário de forte escalada nos investimentos em defesa, de acordo com dados oficiais da Agência Europeia de Defesa (EDA), os gastos combinados dos Estados-membros em defesa saltaram de €343 bilhões em 2024 para cerca de €381 bilhões, atingindo a marca histórica de 2,1% do PIB do bloco pela primeira vez.
A Comissão Europeia também acelerou discussões para implementar um instrumento contra a supercapacidade industrial subsidiada de empresas estrangeiras em setores de tecnologia sensível, além de debater o uso do seu Anti-Coercion Instrument (conhecido em Bruxelas como a "Bazuca Comercial") para blindar o mercado interno. Complementando essa estratégia, a proposta do Industrial Accelerator Act (IAA) visa direcionar massivamente fundos públicos exclusivamente para produtos de fabricação europeia.
Funcionários europeus e diplomatas de países como França, Holanda, Espanha, Itália e Lituânia defenderam, em documento interno recente, a criação de um mecanismo de defesa comercial mais amplo e transversal. A proposta prevê a imposição de tarifas e cotas diretamente vinculadas a preocupações de segurança, com o objetivo de proteger indústrias vitais para a capacidade defensiva do continente que vão desde a produção de componentes eletrônicos avançados até materiais estratégicos usados em equipamentos militares. Esse movimento ambiciona cumprir as diretrizes da Estratégia Industrial de Defesa Europeia (EDIS), que estabelece metas rígidas para que os países do bloco realizem a maior parte de suas compras militares dentro da base industrial europeia, reduzindo a dependência histórica de fornecedores estrangeiros.
A Alemanha e a Polônia optaram por não endossar formalmente a iniciativa do documento interno devido a nuances em suas cadeias globais. Berlim, por exemplo, embora priorize campeões nacionais como a Rheinmetall, ainda recorre a Washington para aquisições de caças F-35. No entanto, o debate ganha força às vésperas de discussões cruciais na Comissão Europeia.
Críticos dentro da própria União advertem que o movimento pode desencadear retaliações comerciais e elevar custos para consumidores e empresas. Ainda assim, o consenso crescente em Bruxelas é de que o comércio não pode mais ser tratado como uma via de mão única. A expansão das indústrias de defesa por meio de barreiras protecionistas sinaliza uma redefinição profunda da postura europeia, com o livre mercado cedendo espaço à soberania industrial, em princípio uma tendência mundial.
(via Euractiv, Politico, Consilium Europeu e outros)

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@MarcioHuser @Andre_Suporte Eu já disse, o pior leigo é o que "sabe um pouco", ou melhor "acha que sabe".
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