Jorge Silva Carvalho

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@JMJSCarvalho

Focus on Intelligence and competitive intelligence, geostrategy, national security and defence and information security

Portugal Katılım Aralık 2011
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Clash Report
Clash Report@clashreport·
Reporter: What will France do if Greek sovereignty is challenged in the Aegean? Macron: If your sovereignty is at risk, do what you have to do for you. We will be here.
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POLITICOEurope
POLITICOEurope@POLITICOEurope·
Former U.S. ambassador to NATO, Kurt Volker, has urged British and European politicians not to alienate Donald Trump by criticizing his administration’s handling of the Iran war and its fallout. politico.eu/article/former…
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Jorge Silva Carvalho
Jorge Silva Carvalho@JMJSCarvalho·
A minha coluna semanal no Jornal Económico, de hoje, dia 24.04, com o título: “Economic Fury”, a guerra que o Irão não pode ganhar em casa “Há uma tentação recorrente, na análise estratégica, de confundir destruição com resolução. Mas as guerras raramente se decidem apenas pelo volume do fogo. Há um ponto em que o martelo deixa de ser o instrumento certo e passa a ser necessário o bisturi: pressão cirúrgica, contenção persistente, selecção rigorosa de alvos e, acima de tudo, estrangulamento económico. … No fundo, o eixo decisivo não é apenas militar. É o dólar, e em particular o petrodólar, que constitui a razão mais profunda desta guerra: o controlo das rotas de abastecimento do Golfo e o afastamento do Irão, e do Golfo Pérsico enquanto espaço estratégico, da esfera de influência chinesa”. jornaleconomico.sapo.pt/noticias/econo…
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Youssef Raggi
Youssef Raggi@YoussefRaggi·
لبنان لم يعد يحتمل حروب الآخرين ولا أوهام الانتصارات. ولا خجل من المفاوضات مع إسرائيل إذا كان الهدف إنهاء الحرب، واستعادة الأرض، وتأمين سلام مستدام.
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Negócios Estrangeiros PT
Negócios Estrangeiros PT@nestrangeiro_pt·
A União Europeia alcançou um acordo para avançar com o pacote de 90 mil milhões de euros de apoio à Ucrânia e reforçar as medidas contra a agressão da Rússia. Um momento muito relevante, em que a União e Portugal reafirmam o seu apoio inabalável à Ucrânia, na defesa da sua soberania, da sua independência, do direito internacional e da sua integração futura na UE.
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Jorge Silva Carvalho
Jorge Silva Carvalho@JMJSCarvalho·
“Quem fala assim não é gago” - ditado português. A claridade moral, rara hoje em dia. Reza Pahlavi.
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euronews
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“Russia is an enemy,” former Finnish PM Sanna Marin tells #EuropeToday, warning Portugal, Spain and France are not safe from attack even though they are further from the Russian border. Thoughts? Write them in the comments, then watch the full interview: l.euronews.com/Ir1B
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Treasury Secretary Scott Bessent
As @POTUS has made clear, the United States Navy will continue the blockade of Iranian ports. In a matter of days, Kharg Island storage will be full and the fragile Iranian oil wells will be shut in. Constraining Iran’s maritime trade directly targets the regime’s primary revenue lifelines. The @USTreasury will continue to apply maximum pressure through Economic Fury to systematically degrade Tehran’s ability to generate, move, and repatriate funds. Any person or vessel facilitating these flows—through covert trade and finance—risks exposure to U.S. sanctions. We continue to freeze the funds stolen by the corrupt leadership on behalf of the people of Iran.
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Russia is deploying artificial intelligence to accelerate its cyberattacks on Europe, Dutch military intelligence warned today — and the threat is only expected to grow. politico.eu/article/russia…
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Jorge Silva Carvalho
Jorge Silva Carvalho@JMJSCarvalho·
A posição de extensão do cessar-fogo era previsível…disse-o no domingo passado. Claro que os críticos mais ferozes de Trump vão apelidá-lo de TACO, que por vezes será. Não me parece que seja o caso desta vez. Parece-me que há uma encruzilhada e qualquer delas é negativa para o regime islâmico.
Jorge Silva Carvalho@JMJSCarvalho

No CNN Em Foco, de domingo dia 19 de abril, com André Carvalho Ramos, para um ponto de situação sobre o conflito entre os EUA, Israel e o Irão e uma análise das linhas de força e os prováveis cenários futuros. Foi ainda efetuada uma análise ao recente papel do vice-presidente norte-americano, JD Vance, em pelo menos três momentos com uma carga negativa para o próprio. cnnportugal.iol.pt/videos/jd-vanc…

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Jorge Silva Carvalho
Jorge Silva Carvalho@JMJSCarvalho·
O meu artigo de hoje, dia 21 de abril, no Jornal Económico: O método Sánchez: sobreviver é o programa O risco mais duradouro não é para Espanha. É para a esquerda europeia, arrastada para uma identidade cada vez mais moldada por reflexos de trincheira: anti-ocidentalismo automático, complacência com autoritarismos ideologicamente próximos, substituição da análise pela emoção tribal. jornaleconomico.sapo.pt/noticias/o-met…
Jorge Silva Carvalho@JMJSCarvalho

O Método Sánchez: Sobreviver é o Programa Pedro Sánchez não governa. Administra a própria sobrevivência política com precisão cirúrgica. O modelo assenta em três alavancas emocionais de alta intensidade: 1. A causa palestiniana dá cobertura moral internacional que, em crises domésticas, ganha utilidade interna imediata. Gaza como calendário de gestão de tensão. 2. O caso da mulher Begoña Gómez, acusada de corrupção e tráfico de influências, é apresentada ao eleitorado feminista como vítima de “perseguição da direita”. Questionar factos = aliar-se à extrema-direita. 3. Trump + “ultra-direita”, categoria elástica onde cabe toda a oposição incómoda: PP, Ayuso, juízes, guardas civis, jornalistas. Qualquer crítica vira cumplicidade com o fascismo. Internamente, investiga-se o círculo do poder? Os magistrados são “instrumentos da direita”. A máquina do partido desacredita quem incomoda. Externamente, os custos são mais graves: Marrocos terá espiado o telemóvel de Sánchez durante 14 meses, extraiu dados classificados e usou migração como arma. Resposta? Ceder o Saara Ocidental, rompendo décadas de política espanhola, sem informar o Conselho de Ministros. A pergunta incómoda permanece: a política externa foi ditada por chantagem? O mesmo padrão de opacidade com Maduro: enquanto Sánchez defende “não ingerência” ao lado de Lula e Petro em Barcelona, María Corina Machado (perseguida pela ditadura) recusa reunir-se com ele em Madrid. “A reunião de Barcelona demonstra por que não é conveniente.” O risco maior não é só para Espanha. É para a esquerda europeia, que acelera uma deriva tribal: anti-ocidentalismo automático, complacência com autoritarismos “do lado certo” e substituição da análise pela emoção de trincheira. Quando a embalagem define o produto, a política deixa de ser confronto de ideias e passa a ser pura gestão de percepções. E aí a degradação torna-se estrutural. #Sanchismo #MétodoSánchez

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El Mano
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Alguém que leve esta persona a Badajoz
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O Método Sánchez: Sobreviver é o Programa Pedro Sánchez não governa. Administra a própria sobrevivência política com precisão cirúrgica. O modelo assenta em três alavancas emocionais de alta intensidade: 1. A causa palestiniana dá cobertura moral internacional que, em crises domésticas, ganha utilidade interna imediata. Gaza como calendário de gestão de tensão. 2. O caso da mulher Begoña Gómez, acusada de corrupção e tráfico de influências, é apresentada ao eleitorado feminista como vítima de “perseguição da direita”. Questionar factos = aliar-se à extrema-direita. 3. Trump + “ultra-direita”, categoria elástica onde cabe toda a oposição incómoda: PP, Ayuso, juízes, guardas civis, jornalistas. Qualquer crítica vira cumplicidade com o fascismo. Internamente, investiga-se o círculo do poder? Os magistrados são “instrumentos da direita”. A máquina do partido desacredita quem incomoda. Externamente, os custos são mais graves: Marrocos terá espiado o telemóvel de Sánchez durante 14 meses, extraiu dados classificados e usou migração como arma. Resposta? Ceder o Saara Ocidental, rompendo décadas de política espanhola, sem informar o Conselho de Ministros. A pergunta incómoda permanece: a política externa foi ditada por chantagem? O mesmo padrão de opacidade com Maduro: enquanto Sánchez defende “não ingerência” ao lado de Lula e Petro em Barcelona, María Corina Machado (perseguida pela ditadura) recusa reunir-se com ele em Madrid. “A reunião de Barcelona demonstra por que não é conveniente.” O risco maior não é só para Espanha. É para a esquerda europeia, que acelera uma deriva tribal: anti-ocidentalismo automático, complacência com autoritarismos “do lado certo” e substituição da análise pela emoção de trincheira. Quando a embalagem define o produto, a política deixa de ser confronto de ideias e passa a ser pura gestão de percepções. E aí a degradação torna-se estrutural. #Sanchismo #MétodoSánchez

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Jorge Silva Carvalho
Jorge Silva Carvalho@JMJSCarvalho·
Operação “Economic Fury” Há uma tentação perigosa na análise estratégica: confundir destruição com resolução. As guerras raramente se ganham só com volume de fogo. Chega um momento em que o martelo deixa de ser útil e é preciso o bisturi da pressão selectiva, persistente e, acima de tudo, estrangulamento económico. O regime islâmico não é o Irão. Existe para preservar a Revolução Islâmica, não para servir o povo persa ou o potencial civilizacional e energético do país. A Guarda Revolucionária é um instrumento ideológico de projeção regional, não uma força armada convencional. O paradoxo é brutal: o Irão tem dimensão humana, geoestratégica e energética excepcional, mas é governado por um sistema que depende estruturalmente da sua própria degradação. Paquistão e Turquia, sem os recursos naturais do Irão, conseguem ser mais funcionais. Um regime forte, pragmático e não-teocrático seria, provavelmente, adequado para Washington. A Democracia nunca esteve na agenda. Este regime sobrevive do caos e da guerra. Sem inimigo externo, sem a narrativa de cerco permanente, perde a única cola que o sustenta. Ataques massivos e retórica humilhante dão-lhe, muitas vezes, mais oxigénio do que enfraquecimento, porque o orgulho persa transcende a teocracia. Os países do Golfo temem dois Irãs: o revolucionário que exporta instabilidade via proxies xiitas, e o funcional, com economia de escala próxima da turca, que seria um rival existencial. Paradoxalmente, o regime caótico é com o que conseguem conviver. O erro clássico é acreditar que a pressão militar isolada resolve. Degrada capacidades, ganha tempo, mas sem arquitectura económica e política de substituição cria um vazio perigoso. Faltou finesse: um plano concreto para uma liderança de transição, algo semelhante ao tentado (imperfeitamente) na Venezuela. A resposta mais plausível continua a ser a combinação de pressão militar limitada com estrangulamento económico intenso. Congelar activos, bloquear receitas petrolíferas, desmantelar redes financeiras de evasão de sanções e apertar os canais de sobrevivência do regime são ferramentas muito mais decisivas do que o espetáculo da destruição. A questão nuclear e os mísseis são centrais, mas devem ser vistos como alvos intermédios, negociáveis, mas não como destino final. O verdadeiro objectivo estratégico americano é a reconfiguração do regime e o controlo da economia iraniana. O petrodólar e o domínio das rotas de energia do Golfo (com destaque para o Estreito de Ormuz) estão no centro. Ilhas como Kharg, Ormuz e outras não são pormenores cartográficos: são alavancas reais para limitar a capacidade iraniana de condicionar o comércio global de energia. No fundo, esta não é só uma guerra contra um programa nuclear ou uma rede de proxies. É contra a capacidade do Irão de transformar recurso estratégico em poder político e contra a expansão da influência chinesa na região. Pressão económica sustentada não é só punição. É a forma mais eficaz de tornar insustentável a lógica interna de sobrevivência do regime. Sem ela, o martelo sozinho pode até reforçar o que pretende destruir.
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O Método Sánchez: Sobreviver é o Programa Pedro Sánchez não governa. Administra a própria sobrevivência política com precisão cirúrgica. O modelo assenta em três alavancas emocionais de alta intensidade: 1. A causa palestiniana dá cobertura moral internacional que, em crises domésticas, ganha utilidade interna imediata. Gaza como calendário de gestão de tensão. 2. O caso da mulher Begoña Gómez, acusada de corrupção e tráfico de influências, é apresentada ao eleitorado feminista como vítima de “perseguição da direita”. Questionar factos = aliar-se à extrema-direita. 3. Trump + “ultra-direita”, categoria elástica onde cabe toda a oposição incómoda: PP, Ayuso, juízes, guardas civis, jornalistas. Qualquer crítica vira cumplicidade com o fascismo. Internamente, investiga-se o círculo do poder? Os magistrados são “instrumentos da direita”. A máquina do partido desacredita quem incomoda. Externamente, os custos são mais graves: Marrocos terá espiado o telemóvel de Sánchez durante 14 meses, extraiu dados classificados e usou migração como arma. Resposta? Ceder o Saara Ocidental, rompendo décadas de política espanhola, sem informar o Conselho de Ministros. A pergunta incómoda permanece: a política externa foi ditada por chantagem? O mesmo padrão de opacidade com Maduro: enquanto Sánchez defende “não ingerência” ao lado de Lula e Petro em Barcelona, María Corina Machado (perseguida pela ditadura) recusa reunir-se com ele em Madrid. “A reunião de Barcelona demonstra por que não é conveniente.” O risco maior não é só para Espanha. É para a esquerda europeia, que acelera uma deriva tribal: anti-ocidentalismo automático, complacência com autoritarismos “do lado certo” e substituição da análise pela emoção de trincheira. Quando a embalagem define o produto, a política deixa de ser confronto de ideias e passa a ser pura gestão de percepções. E aí a degradação torna-se estrutural. #Sanchismo #MétodoSánchez
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Jorge Silva Carvalho
Jorge Silva Carvalho@JMJSCarvalho·
A coluna semanal, de segunda-feira dia 20 de abril, no Diário de Notícias, sobre o vice-presidente norte-americano, JD Vance, com o título: “A rainha dos vícios JD Vance, vice-presidente dos Estados Unidos, sentiu-se habilitado a explicar ao Papa Leão XIV que a sua teologia precisava de ser mais rigorosa. Ao papa. Ao Bispo de Roma. Ao vigário de Cristo, como o reconhecem 1500 milhões de católicos. A tradição que Vance diz professar tem um nome para esta disposição. Gregório Magno chamou-lhe a rainha de todos os vícios. Em latim, superbia. O incidente seria apenas um episódio de impertinência teológica se não fosse também um retrato. Para perceber o retrato é preciso perceber o modelo”. dn.pt/opiniao-dn/a-r…
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