JamacyCSouza

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JamacyCSouza

JamacyCSouza

@JamacyCSouza

Professor de Nutrição da Universidade Federal da Bahia

Salvador, Brasil Katılım Eylül 2016
404 Takip Edilen76 Takipçiler
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JamacyCSouza
JamacyCSouza@JamacyCSouza·
@diegoescosteguy A nossa desigualdade social mostrará sua cara de modo impiedoso. Toda a ignorância e arrogância de nossa gente, também. Pobres ou ricos. Está sendo um encontro indisfarçável com o « barro » do qual somos feitos. Exemplo? Como lavar as mãos onde inexiste o básico saneamento?
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JamacyCSouza
JamacyCSouza@JamacyCSouza·
@Rgueudeville E ainda tem o impacto da IA no aumento da expectativa de vida, né?
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Renatinho
Renatinho@Rgueudeville·
Todo mundo debate se a IA vai tirar emprego. Essa é a pergunta errada. A pergunta certa é: o que acontece quando a IA elimina contribuintes previdenciários ao mesmo tempo que a população envelhece? A Itália já está vivendo a resposta. O Brasil vem a seguir. 🧶
Renatinho tweet media
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JamacyCSouza
JamacyCSouza@JamacyCSouza·
@igoreckert @Soll_OPC A luta dos cientistas n é por neutralidade, mas por autonomia. A ideologia, crença ou cultura do cientista n muda o fenômeno. Pode mudar a explicação; que se estiver errada, será corrigida por outros cientistas. "Simples" assim.
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Igor Eckert
Igor Eckert@igoreckert·
Pessoas têm ideologias, preferências e interesses pessoais. Estudos científicos são conduzidos por pessoas. Estudos científicos podem ou não ter seus resultados influenciados, em parte devido às ideologias, preferências e interesses das pessoas que os conduziram. Afinal, nem todos os pesquisadores são agnósticos às hipóteses que testam. Talvez esses sejam a minoria, inclusive. Muita gente que resolve fazer pesquisa já tem uma intuição prévia do que acha que será o resultado de seu estudo -- e se esse pesquisador não reconhecer isso e não fizer esforço ativo para garantir que seus palpites (ou até mesmo desejos/interesses pessoais) não introduzirão erro sistemático em seu trabalho, a chance de que esse estudo seja "positivo" é enorme. Isso é tão amplamente sabido que, ao ler um estudo científico, é recomendável que vc seja capaz de verificar a integridade dos dados e validade dos resultados, sobretudo quando vc suspeita que é possível que os interesses e preferências dos seres humanos que produziram aquele estudo possam ter diretamente influenciado seus resultados de alguma forma. É recomendável também que vc seja capaz de verificar se os resultados apresentados foram interpretados de forma apropriada ou não. Quem lida com estudos científicos diariamente e sabe fazer estas avaliações não está pensando se "a ciência é neutra" ou se "a ciência não é neutra". O pensamento é: Cada hipótese pode ser testada de diversas formas diferentes Se um estudo decide testar uma hipótese de determinada maneira, eu preciso 1) me certificar de que aquela abordagem é metodologicamente aceitável, e 2) avaliar até que ponto essa metodologia permite, pressupondo ausência de erro sistemático, chegar a conclusões definitivas Em seguida, se avalia até que ponto aquela abordagem metodológica específica foi conduzida de forma apropriada -- o que vai variar imensamente do tipo de estudo (p.ex., um estudo transversal que quer estimar a prevalência de obesidade em uma cidade; uma pesquisa qualitativa de entrevista em profundidade que que busca entender crenças, conhecimentos, preferências, barreiras e facilitadores a tratamentos psicológicos na atenção primária; um ensaio clínico aleatorizado que testa a eficácia de um suplemento da moda). Deve-se avaliar também se escolhas metodológicas menores e mais específicas (como a escolha de um modelo de regressão para análise do desfecho primário) foram pré-determinadas em um protocolo publicamente registrado, ou se foram definidas a posteriori depois que o pesquisador tinha os dados em mãos. Em seguida, se avalia até que ponto os resultados produzidos provavelmente não foram influenciados por vieses -- independente de terem sido deliberadamente introduzidos pelos próprios investigadores ou não -- através de critérios formalmente estabelecidos. Isso é, de forma grosseiramente resumida, boa parte do que o usuário da literatura científica precisa ter em mente ao ler um estudo científico antes de formar uma opinião sobre a hipótese que foi testada. O usuário é extremamente cético, sobretudo dentro da área da saúde, em que os resultados da esmagadora maioria dos estudos publicados são infelizmente falsos. E ele sabe que isso acontece por um conjunto de diversos fatores, incluindo mas não se limitando a 1) incompetência dos autores e do peer review, 2) falta de tempo (seja para o pesquisador, seja para o peer review), 3) falta de remuneração ao pesquisador e ao peer review, 4) incentivos acadêmicos perversos, 5) conflitos de interesse. Ou seja, o usuário sabe que não dá para confiar em tudo que lê -- e ele sabe quais são os motivos por trás disso e sabe verificar o que dá pra confiar mais e o que não dá pra confiar tanto. Talvez vc entenda que os motivos pelos quais nem toda ciência (leia-se: estudo científico) é plenamente confiável seja justamente o que justifica dizer que "a ciência não é neutra". Se for o caso, então existe pouca discordância no final das contas -- a única discordância é que eu vejo pouco valor em repetir frases vagas (como "ciência não é neutra") sem deixar claro exatamente o que se entende por neutralidade, o que se entende por "ciência", e quais são as implicações exatas da ausência de neutralidade que se argumenta existir. Por sinal, a falta de definição dos termos neutralidade e ciência não é inconsequente -- basta ver nas replies, pessoas diferentes entendem de forma completamente diferente essa frase. Isso é uma clara demonstração de que um argumento concreto precisa ser elaborado.
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Igor Eckert
Igor Eckert@igoreckert·
As pessoas realmente não enxergam que, ao dizer "ciência não é neutra", não estão dizendo absolutamente nada. Veja a indagação: "vai dizer então a ciência garante que as emoções do cientista estão fora de jogo no trabalho que ele produz?" Se isso aqui representa uma preocupação em relação à integridade dos dados ou à validade dos resultados de um estudo — sim, em muitos casos há uma garantia bem razoável de que as "emoções" do pesquisador não estão influenciando em seus achados. Qualquer um que entenda minimamente como a pesquisa científica é feita na prática sabe que o pesquisador pode introduzir vieses nos resultados de seus estudos, deliberadamente ou não. Qualquer um que entenda minimamente como a pesquisa científica é feita na prática sabe que existem mecanismos para reduzir o risco disto acontecer. Qualquer um que entenda minimamente como a pesquisa científica é feita na prática sabe exatamente como avaliar um estudo científico para verificar até que ponto é provável que o estudo, a despeito do possível interesse que seus autores tenham em chegar em determinada conclusão, teve ou não seus resultados e conclusões influenciados por vieses ou práticas questionáveis em pesquisa — como p-hacking e spin. Como o leigo tecnicamente não sabe como interpretar e analisar um estudo científico (ou um conjunto de estudos científicos) de forma objetiva, ele tende a se apegar nas abstrações que parecem fazer sentido em sua perspectiva. E é por isso que são os leigos que dizem com muito mais frequência que a "ciência não é neutra" — mesmo que não saibam exatamente o que eles mesmos querem dizer com isso. E bem, nem teriam como.
Guilherme Queiroz@queirozeco

@igoreckert A ciência é totalmente neutra agora? Inventaram um método que substitui as emoções do cientista por uma folha em branco?

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JamacyCSouza
JamacyCSouza@JamacyCSouza·
@igoreckert Ou o inverso. Por saber como funciona, joga esse clichê para se desvencilhar de ter de argumentar cientificamente.
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Igor Eckert
Igor Eckert@igoreckert·
Falou "a ciência não é neutra" pode saber que tem grandes chances de não fazer a menor ideia de como pesquisa funciona
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Rédaction de France Culture
⚓️Près de 20 000 marins restent bloqués dans le détroit d'Ormuz, angoissés par le tir de missiles, le manque d'eau potable, de nourriture. Ces Philippins, Indiens, Egyptiens, etc, sont à la merci de la guerre, de la diplomatie et de leurs employeurs #RDPI radiofrance.fr/franceculture/…
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Paulinho da Viola
Paulinho da Viola@PaulinhoDaViola·
Uma lembrança de Elis interpretando “Sinal Fechado”, em homenagem aos 81 anos que ela completaria hoje, se estivesse entre nós. #elis81
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Wilson Gomes
Wilson Gomes@willgomes·
Os debates estão bem inflamados em torno da deputada Hilton. Na verdade, são vários debates em que os argumentos do "outro lado" são frequentemente simplificados como espantalhos para serem vencidos mais facilmente (embora tenha aqui e ali coisas realmente sérias).
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Álvaro Pereira Júnior
Álvaro Pereira Júnior@alvaropereirajr·
Ótimo artigo em reposta à precária tentativa de defesa, feita pela professora Suzana Herculano, da amiga que pesquisa polilaminina e anuncia resultados fabulosos sem ter dados que sustentem as alegações. www1.folha.uol.com.br/amp/opiniao/20…
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Michel c. sales🇧🇷🇮🇱🇺🇸
"O que era temido finalmente aconteceu. Com requintes de CRUELDADES, JOSIAS DE SOUSA pôs fim a figura de "HERÓI" do "Salvador da Democracia". Hoje a ESQUERDA CHORA. Mas com a certeza de que amanhã chorará também. 🤭
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Mario Vitor Rodrigues
Mario Vitor Rodrigues@mvitorodrigues·
Esta campanha da Scandinavian Airlines, em 2020, foi criticada por extremistas. Em meio a um mundo cada vez mais refém de populistas que abusam de termos como soberania e chafurdam em nacionalismos associados aos piores momentos da humanidade, beirou, de fato, o revolucionário.
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Fundação FHC
Fundação FHC@fundacaofhc·
No novo volume dos 'Cadernos Vale a Pena Perguntar', da Fundação FHC, o professor Wilson Gomes, da @ufba, analisa o papel da tolerância no funcionamento da democracia. “Todo o tempo, líderes e massas da extrema direita afirmam lutar por liberdades — de expressão, de religião, de viver do jeito que lhes aprouver, etc. Parece um discurso em defesa da liberdade. Examinado de perto, porém, percebem-se muitas contradições. A extrema direita reivindica liberdade de expressão, mas é sempre flagrada censurando livros, impedindo palestras e autores. É, portanto, um desejo de liberdade de expressão apenas para as expressões que não lhe são desagradáveis. Assim como os combatentes da esquerda fazem o mesmo jogo: querem liberdade de expressão, mas para a expressão apenas dos seus pontos de vista”, explica o pesquisador. Disponível para download gratuito, esta edição dos ‘Cadernos Vale a Pena Perguntar’ aprofunda o debate sobre o avanço da extrema direita e suas múltiplas formas de atuação — nas instituições, nas ruas, nas redes e no campo cultural — destacando os riscos que esse movimento representa para a democracia. A publicação reúne ainda contribuições de Ana Laura Barbosa, Guilherme Casarões, Isabela Kalil, Leticia Cesarino, Marcos Nobre e Pablo Ortellado. Acesse o site da Fundação e baixe a obra completa: tinyurl.com/43rmm2dk
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Wilson Gomes
Wilson Gomes@willgomes·
"A tentativa de desmoralizar a corte é um ataque à democracia" (Fachin). Também acho. Mas quem o desmoraliza? Disse na minha coluna da 4ª que uma postura republicana é o dever de casa do STF, algo que nem deveria estar em discussão, por ser tão óbvio. www1.folha.uol.com.br/colunas/wilson…
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Le Figaro
Le Figaro@Le_Figaro·
Brigitte Bardot est décédée à l’âge de 91 ans. Actrice, mannequin, chanteuse, militante… Considérée comme la plus belle femme du XXème siècle, «BB» laisse derrière elle tout un mythe : celui de sa voix trainante, sa candeur, mais surtout sa liberté et sa fougue.
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Radio-Canada Info
Radio-Canada Info@RadioCanadaInfo·
Pommes de terre : l’« effet Ozempic » entraînerait une baisse des ventes, dit une experte rc.ca/TPzlkF
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ResenhaBBMP
ResenhaBBMP@ResenhaBBMP·
Olha o nipe desse torcedor frustrado do @ecbahia projetando um futuro ruim com base em absolutamente nada, sem sabe se haverá investimento, sem saber quanto, sem saber quem sai, sem saber quem vem, com base unicamente em... Nada. Frustrado. Iludido. Fruto de que? Só Deus sabe.
Gustavo Reis@mehito08

@PedroASBR @ResenhaBBMP vai ficar muito mais quando a gente empilhar mais uma pipocada ano que vem kkkk, mas opa plmns classificamos pra Libertadores né

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