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rabisco

@nunodahix @MSlupko Além disso, há distinção entre níveis de risco. Só é pecado mortal se colocar em ocasião de risco imediato (como, por exemplo, brincar de roleta russa). No caso do salto, temos ocasião de risco REMOTO, não imediato. Existem milhões de detalhes e distinções que vocês ignoram.

@MSlupko @rainmidnights @VDiversos Bem falacioso, à nível proemial. Primeiro, consentimento com risco não é, por si mesmo, razão qualificativa de pecado; entre uma situação e outra (a da manobra e a do salto), as condições materiais e probabilísticas são assimétricas, (...)

Mulher morre após ser jogada de altura de 40 metros sem cordas ao tentar pular de rope jump em SP

@nunodahix @MSlupko Além disso, há distinção entre níveis de risco. Só é pecado mortal se colocar em ocasião de risco imediato (como, por exemplo, brincar de roleta russa). No caso do salto, temos ocasião de risco REMOTO, não imediato. Existem milhões de detalhes e distinções que vocês ignoram.





@MSlupko Não é tão simples assim. A jovem foi enganada, isto é, falsamente se convenceu estar suficientemente segura na supervisão de "profissionais", ou seja, não houve pleno conhecimento - condicional de pecado mortal.

@MSlupko @rainmidnights @VDiversos mas conforme expus, buscar prazer como finalidade esportiva não é pecado, porque fazer algo por prazer (a priori) não define pecado: Sto. Tomás (I-II, q.34); poderíamos defender que ela morreu cometendo um pecado venial por imprudência extrema, mas mortal, é implausível.



