Juca Prado
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Silêncio absoluto. Sob o governo Lula III, o Brasil fechou 2024 com 278.229 focos de incêndio, aumento de 46% em relação a 2023 e o pior número de queimadas desde 2010. O bioma mais atingido foi a Amazônia, com 140.346 queimadas e alta de 42% na comparação com o ano anterior.
Mais de 30,8 milhões de hectares foram queimados no Brasil em 2024, área maior que todo o território da Itália, segundo dados do Monitor do Fogo do MapBiomas. Três em cada quatro hectares queimados eram de vegetação nativa, principalmente em formações florestais.
Os números superaram os de 2019, que motivaram manifestações públicas de artistas e celebridades no Brasil e no exterior.
O país registrou, em 2025, o maior número de feminicídios da última década, com 1.568 mulheres assassinadas em razão de sua condição de gênero, em um aumento de 4,7% em relação a 2024, quando houve 1.492 casos.
A série histórica, iniciada em 2015, ano da tipificação do crime no Código Penal, mostra a escalada. Naquele ano, foram registrados 449 casos, número que praticamente dobrou já em 2016, com 929 vítimas. O índice apresenta crescimento constante e praticamente triplicou em cinco anos: de 4.210 novas ocorrências processuais em 2020 para 12.012 em 2025, segundo o CNJ.
O terceiro mandato de Lula foi marcado por uma sequência de investigações de grande repercussão. O esquema de fraudes no INSS, que desviou R$ 6,3 bilhões e afetou cerca de 9 milhões de aposentados.
O caso Banco Master, com rombo estimado em até R$ 50 bilhões ao Fundo Garantidor de Créditos, revelou a suposta proximidade entre o banqueiro Daniel Vorcaro e ministros do STF. O filho do presidente, Lulinha, teve o nome incluído em relatório, sendo-lhe atribuídos crimes como organização criminosa e tráfico de influência.
Em 2019, quando os dados de queimadas na Amazônia foram menores do que os de 2024, artistas, músicos e atores brasileiros mobilizaram redes sociais, lançaram manifestos e participaram de campanhas públicas de pressão sobre o então governo Bolsonaro. O padrão se repetiu com pautas como feminicídio, violência e cortes em políticas públicas ao longo daquele mandato. O mesmo não se deu no decorrer da gestão Lula 3.

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@SamuelC93132034 É a direita permitida, só brigam com o pessoal da UNE, fazem barulho para chamar a atenção, mas a ideia é apenas um plano de poder....talvez para falar: "Vocês são fáceis porque são pobres...." ou coisas assim....E pessoal tem os mortos-vivos do PSDB quem vão palestrar no MBL!

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Quem que é de esquerda agora?

SPACE LIBERDADE @NewsLiberdade
🚨URGENTE - PL decide apoiar a pré-candidatura de Ciro Gomes ao governo do Ceará
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@Pimenta13Br Claro que é Sr. Montanha (da Odebrecht) foi no governo Bolsonaro que foi implantado e ninguém estava pensando em rastrear para cobrar impostos maiores dos informais!

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@eu_erivelton Tá pior que o ex-marido da xuxa
Que atuação merda!
Como atores vcs são os moleques de sempre!!!
Vcs não tem amigos não??? É para dar um toque.....para não passar vergonha!

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Se antes eu era 100% Renan Santos agora eu sou 200%
République@republiqueBRA
🏎️ 🇧🇷 Pré-candidato à Presidência Renan Santos sugere a criação de uma equipe 100% brasileira de Fórmula 1, com parceria entre a Embraer na produção da aerodinâmica do carro e a WEG cuidando da parte do motor.
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@SensoCrtico1 Esse ignorante tem que colocar culpa nos outros!
Igual a molusco mentiroso!
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COBRANÇA PREVIA 20% SOBRE IMPORTAÇÕES
O ex-ministro da Fazenda e pré-candidato ao governo de São Paulo pelo Partido dos Trabalhadores Fernando Haddad, afirmou que a chamada “taxa das blusinhas” foi uma decisão tomada pelos governadores, ao comentar a cobrança de ICMS sobre compras internacionais de até US$ 50.
Segundo ele, a medida não partiu do governo federal, mas dos estados, que definiram a alíquota aplicada nessas operações.
Haddad também destacou que houve apoio dos governadores para a implementação da cobrança e criticou a atribuição da medida ao governo federal.
De acordo com o ministro, a decisão refletiu um consenso entre os estados no contexto de mudanças na tributação de compras internacionais.
Leia mais no site do InfoMoney.
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil | Canva

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@henriolliveira_ Pois é!!!!
O fundão partidário era a mesma coisa, quem usava dinheiro público para campanha política era chamado de LADRÃO pelo MBL, até um dia colocarem o mamãe-falou (com cara de bunda) [ele só tem essa cara] para explicar que se o missão não usar o dinheiro NÃO GANHA A ELEIÇÃO

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Como falei pra vocês, a vida da mocinha aí é ser uma imitação minha de segunda mão.
Todo dia alguem caindo no funil do MBL@funildombl
A estratégia do Nikolas é muito simples: se desvincular do bolsonarismo aos poucos, com pequenas facadinhas sem bater de frente com o Jair, recrutar ex- mbl's para formar seu grupo, copiar de cabo a rabo o discurso do Renan e da galera do MBL e ao longo do tempo jogar para base de " fans " dele que é muito grande,você acha que será bem sucedida?
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@andrebrandao_rj É o Sueco! Dá direita permitida
Se não me engano o partido dele é novo ...
Chamado "Michão"
O mamãe-falou que se não usar o fundo não ganha!
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