Julio Lopes

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@JulioLopesRio

🇧🇷 Deputado Federal | RJ, 📚 Professor, 👨‍💻 Tecnologia, Produtividade e Emprego, 🏆 Flamengo e Portela de alma e coração, 🚀 23 anos trabalhando pelo Brasil

Rio de Janeiro, Brasil Katılım Ağustos 2009
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Votei a favor do PL Antifacção porque o Brasil não pode continuar refém do crime organizado. Facção não é movimento social. É estrutura criminosa que desafia o Estado. Lugar de bandido é na cadeia, e com o poder financeiro asfixiado.
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25/02/2026 Minha solidariedade ao povo de Minas Gerais, especialmente à Zona da Mata, Juiz de Fora e Ubá. São dezenas de vidas perdidas e dezenas de desaparecidos. Não são estatísticas — são famílias destruídas. Também na Baixada Fluminense, em São João de Meriti, moradores tentam proteger o que restou. O reconhecimento federal precisa vir acompanhado de recursos efetivos, que cheguem na ponta com rapidez e eficiência. No Rio, segurança segue sendo prioridade. Parabenizo a Polícia Civil e a Draco pela operação contra o Comando Vermelho. Facções não são grupos improvisados — são estruturas criminosas organizadas que desafiam o Estado. A aprovação do PL Antifacção na Câmara é um avanço. Votei com o relator, Deputado Derrite, ao retomar o conceito de "domínio social estruturado". Precisamos tratar o crime organizado com o rigor que ele exige. Sem ordem, não há desenvolvimento.
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23/02/2026 Parabenizo a Polícia Civil do RJ pela operação da DRF contra a quadrilha que movimentou R$400 milhões com furto de cabos. Isso não é crime menor: paralisa hospitais, escolas e deixa o cidadão à mercê da violência. Combate ao crime organizado se faz com rigor e bloqueio de ativos — tirando o dinheiro deles. No setor elétrico, a conta chega ao consumidor: previsão de alta de até 7,95% em 2026, com R$47,8 bilhões em subsídios. O brasileiro virou financiador de ineficiências. E ao elevar imposto sobre 1.200 produtos, inclusive tecnologia, o país penaliza quem quer inovar. Segurança, previsibilidade e responsabilidade fiscal não são discurso — são pré-condição para o desenvolvimento.
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11/02/2026 R$36,8 bilhões em investimentos portuários estão parados desde 2013 por entraves burocráticos. Isso não é detalhe técnico — é sintoma de um Estado que trava quem quer produzir. No Rio, vemos o mesmo cenário. Obras do PAC para conter enchentes seguem paralisadas dois anos após tragédias que custaram 21 vidas. Resultado? A população continua vulnerável e a economia sufocada. O Brasil não perde empregos por falta de potencial. Perde por insegurança jurídica e excesso de burocracia. Precisamos de previsibilidade regulatória e agilidade nos licenciamentos. Segurança pública também passa por institucionalidade. O afastamento de ministro do STJ e as investigações envolvendo o Banco Master reforçam um princípio básico: ninguém está acima da lei. Órgãos como CVM e Banco Central precisam atuar com rigor. Sobre a discussão da escala 6x1 na CCJ: sou favorável à modernização das relações de trabalho, mas com responsabilidade. Mudanças estruturais exigem transição, compensações e prazo de adaptação. Não podemos impor custos imediatos ao pequeno e médio empresário. Se a alteração vier por decreto político, sem planejamento, o efeito será desemprego. Equilíbrio é o caminho: proteger o trabalhador sem inviabilizar quem gera emprego.
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09/02/2026 Como representante da população fluminense, não posso me calar diante do avanço do crime organizado em Paraty. É inaceitável que um Patrimônio Mundial da Humanidade esteja sob influência do Comando Vermelho, expulsando moradores, taxando o turismo e sufocando a economia local. Isso não é apenas crime: é ataque direto à dignidade do cidadão. Enquanto registramos queda de 16% nos roubos no entorno do Sambódromo, resultado do trabalho eficiente da Polícia Militar nos ensaios técnicos, o crime migra para o interior e para polos turísticos. Segurança pública não pode ser sazonal nem concentrada em grandes eventos; precisa enfrentar as facções onde elas se instalam e dominam territórios. Em Copacabana, o avanço da chamada "arquitetura hostil" expõe outro fracasso do Estado. Quando síndicos e lojistas removem marquises para conter desordem, fica claro que faltam políticas eficazes de ordem urbana e assistência social. O cidadão não pode ser penalizado por tentar proteger sua propriedade diante da omissão do poder público.
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06/02/2026 O Brasil acompanha, com preocupação, o debate interno no Judiciário sobre a necessidade de um Código de Ética. Defendo a independência entre os Poderes, mas ela não pode ser confundida com falta de transparência. Quando surgem notícias envolvendo contratos milionários e parentes de magistrados, a sociedade exige respostas. A Justiça precisa ser feita — e parecer justa. Enquanto o Executivo antecipa disputas eleitorais, no Rio de Janeiro o desafio é outro: garantir segurança jurídica e, sobretudo, segurança pública. Não há desenvolvimento econômico onde o crime organizado dita as regras. Por isso, registro a importância da operação realizada hoje em Rio das Pedras. Enfrentar o núcleo financeiro das milícias é o caminho correto. Não basta prender o braço armado; é preciso sufocar a lavagem de dinheiro que sustenta esses grupos e aprisiona o direito de ir e vir do cidadão da Zona Oeste. Da mesma forma, a investigação da Polícia Federal sobre a possível destruição de provas no caso do ex-presidente do Rioprevidência reforça um princípio básico: a lei deve ser igual para todos. Impunidade não pode encontrar abrigo em cargos ou privilégios. Às vésperas do Carnaval, o reforço tecnológico na Sapucaí — com câmeras e drones — é um avanço. Tecnologia aplicada à segurança é prioridade do nosso mandato. Queremos receber turistas, sim, mas principalmente garantir que o morador do Rio se sinta seguro todos os dias, em todas as regiões da cidade.
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05/02/2026 O debate sobre o código de ética do Judiciário precisa sair do plano retórico e entrar no campo das regras claras. Defendo, sem ambiguidades, a independência entre os Poderes. Mas independência não é sinônimo de opacidade. Transparência e imparcialidade fortalecem as instituições — não as enfraquecem. Um código de ética robusto não é punição: é proteção ao próprio Judiciário. Enquanto isso, o Brasil real sente o peso da insegurança jurídica e dos juros altos. Fechamos 2025 com mais de 5.600 empresas em recuperação judicial. Quem empreende precisa de previsibilidade, não de obstáculos. No Rio de Janeiro, o espírito empreendedor segue vivo: janeiro bateu recorde de abertura de empresas. Mas esse esforço diário esbarra, muitas vezes, na criminalidade e na burocracia excessiva. Menos privilégios, mais regras claras. Mais segurança nas ruas. E um Estado que facilite — não atrapalhe — quem gera emprego e renda.
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04/02/2026 Como representante do povo fluminense, registro meu reconhecimento à atuação da Polícia Civil e do Ministério Público na Operação Contenção, em Duque de Caxias. A prisão de criminosos do Comando Vermelho, inclusive envolvidos no ataque à 60ª DP, é uma resposta firme do Estado. Mas segurança não se limita ao enfrentamento armado. A prisão do ex-presidente do RioPrevidência escancara um problema grave: o risco às aposentadorias de mais de 235 mil servidores do Rio. Dinheiro público não pode ser tratado com irresponsabilidade. Combate ao crime e combate à corrupção são indissociáveis. No plano nacional, outro dado preocupa: em 2025, o Brasil desperdiçou o equivalente à geração de uma Belo Monte em energia renovável. O curtailment mostra que nossa matriz é limpa, mas instável. Como Presidente da Frente Parlamentar de Energia Nuclear (FPN), reafirmo: não podemos depender apenas do vento e do sol. A energia nuclear é a base firme, limpa e segura que falta para garantir estabilidade, evitar apagões e sustentar o desenvolvimento do país.
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02/02/2026 Hoje retornamos com os trabalhos da Câmara dos Deputados com o peso da responsabilidade que o início de um ano legislativo impõe. O Brasil não espera; o Rio de Janeiro tem pressa. E enquanto o Governo Federal corre contra o tempo para aprovar pautas de viés puramente eleitoreiro para mascarar as dificuldades de uma base aliada que se esfacela, nós temos o dever de manter o foco no que é estrutural e inegociável: a segurança pública, a liberdade econômica e o respeito às instituições. Aproveito para registrar meu profundo pesar e minha indignação. Ontem, em Guadalupe, mais um herói da Polícia Militar perdeu a vida em confronto com o crime organizado. Enquanto o STF pede explicações sobre a gratificação para policiais que apreendem fuzis — a chamada "gratificação faroeste" —, o crime não pede licença para matar. Defender a bonificação de quem arrisca a vida para tirar armas de guerra das ruas não é política, é justiça. É incentivar quem nos protege. Não podemos aceitar que a segurança pública seja tratada com ideologia enquanto nossas comunidades são reféns de disputas territoriais. Precisamos de leis que endureçam a dosimetria criminal, e não de leniência, como tenta o Planalto ao manter vetos que favorecem condenados. Enquanto isso, o cenário global muda. Com as novas tarifas de Donald Trump, o Brasil se volta cada vez mais para a Ásia. Ressalto que precisamos de uma política externa pragmática, voltada para resultados, e não para alinhamentos ideológicos automáticos.
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30/01/2026 O Brasil e o nosso Rio de Janeiro vivem hoje um momento de definições profundas, onde fica cada vez mais claro que não existe desenvolvimento econômico sem uma base sólida de segurança pública e responsabilidade institucional. Enquanto acompanhamos com indignação mais uma noite de terror em Campo Grande, com facções criminosas tentando sequestrar a paz das famílias fluminenses, reforço minha convicção inabalável: a ordem é o primeiro passo para a liberdade. Não há investimento que prospere ou emprego que se sustente onde o crime organizado tenta ditar as regras. Essa mesma necessidade de rigor e transparência deve ser aplicada ao nosso sistema financeiro. O rombo bilionário envolvendo o caso do Banco Master, que já atinge o Fundo Garantidor de Créditos e instituições como o BRB, é um alerta sobre os riscos da falta de fiscalização. A transparência na retirada do sigilo dos depoimentos pelo STF é um passo fundamental para protegermos o crédito do cidadão comum e garantirmos que a conta da má gestão não recaia sobre quem produz. Por outro lado, o desenvolvimento do nosso Rio ganha um fôlego essencial com o investimento de R$310 milhões para os aeroportos de Campos, Angra e Paraty. Essa é a infraestrutura que gera oportunidades reais, integrando o interior ao mercado nacional e fortalecendo nossa vocação para o turismo e a logística. Sigo vigilante, em Brasília e nas ruas do nosso estado, trabalhando para que o Rio de Janeiro seja um lugar onde a lei prevalece e a economia respira. O trabalho por um Brasil mais seguro e próspero não pode parar.
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O aumento do poder militar do Irã não pode ser analisado isoladamente. Ele ocorre em paralelo ao endurecimento da repressão interna e à consolidação de um regime que depende da força para se manter. Ao projetar poder para fora enquanto controla seu próprio povo por dentro, Teerã amplia a instabilidade regional, pressiona rotas estratégicas, desafia equilíbrios já frágeis e eleva o risco de escaladas que raramente ficam contidas. Militarização sem legitimidade política não é dissuasão: é fator de tensão sistêmica.
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29/01/2026 Ontem, o Banco Central decidiu manter a taxa Selic em 15%. É um patamar elevado? Sem dúvida. Todos queremos juros mais baixos para estimular o comércio, a indústria e o crédito. Mas há um ponto inegociável: a autonomia da autoridade monetária. É gravíssima a informação de que a Polícia Federal investiga a contratação de influenciadores para atacar o Banco Central. O Brasil não pode flertar com esse tipo de prática. Juros mais baixos não se impõem por pressão política ou campanhas orquestradas, mas por responsabilidade fiscal, controle de gastos e compromisso real com o combate à inflação. Enquanto Brasília debate indicadores, a realidade do Rio de Janeiro impõe urgências ainda mais duras. Hoje, mais uma vez, o ramal de Saracuruna foi interrompido por tiroteios em Manguinhos. O direito de ir e vir do trabalhador segue sendo violado pelo crime organizado — algo absolutamente inaceitável. Por isso, vejo como fundamental a tramitação da PEC da Segurança Pública logo após o Carnaval. O país precisa avançar em um marco legal que fortaleça as forças de segurança, dê respaldo à atuação policial e enfrente a sensação de impunidade. Segurança pública não é despesa: é investimento em desenvolvimento econômico e social. E desenvolvimento também passa por reconhecer vocações. O aporte de R$40 milhões no Carnaval é positivo. A festa gera empregos, movimenta bilhões e fortalece o turismo, um dos grandes ativos do Rio de Janeiro. O Rio precisa ser vitrine do Brasil — com segurança, responsabilidade e crescimento sustentável.
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28/01/2026 A análise diária de hoje será bem simples. Lucas Paquetá é do Flamengo.
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🚨 OPORTUNIDADE NO SERVIÇO PÚBLICO! 🚨 A Câmara dos Deputados publicou o edital do concurso para Policial Legislativo Federal. É uma carreira estratégica, que exige preparo, responsabilidade e compromisso com o Estado brasileiro. Se você está se preparando para concursos ou conhece alguém que busca uma oportunidade sólida no setor público, vale a pena conferir todos os detalhes: requisitos, etapas, prazos e atribuições do cargo. 📄 O edital completo e todas as informações oficiais estão disponíveis aqui: www2.camara.leg.br/transparencia/…
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27/01/2026 Enquanto Brasília se perde em crises institucionais e disputas palacianas, o Rio de Janeiro acordou mais uma vez sob o barulho dos fuzis. Às 7h da manhã, a Av. Cândido Benício, no Tanque, foi fechada por um tiroteio. Trabalhadores impedidos de circular, comércio paralisado, cidadãos reféns do medo. Segurança pública não é discurso: é a base da liberdade e do desenvolvimento econômico. Sem ordem, não há investimento. Sem paz, não há crescimento. No campo institucional, também preocupa o que vem à tona sobre o Banco Master (mais uma vez). A confusão entre interesses públicos e privados chegou a um nível inaceitável. Por isso, considero correta a iniciativa da OAB-SP ao defender um Código de Conduta para o STF. A Justiça precisa ser imparcial — e parecer imparcial. Transparência institucional não é ataque às instituições; é proteção a elas. No cenário internacional, registro positivamente o diálogo entre o presidente Lula e Donald Trump sobre cooperação no combate ao crime organizado. O crime é transnacional e exige respostas coordenadas. Mas deixo um alerta: não adianta falar em segurança no exterior enquanto, internamente, o governo acelera repasses bilionários ao MST em ano eleitoral, criando insegurança jurídica no campo e afastando investimentos. O Brasil precisa de previsibilidade, instituições fortes e segurança para quem produz. Segurança para trabalhar. Transparência para crescer. É isso que a sociedade espera — e é isso que continuarei defendendo.
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26/01/2026 A segurança pública precisa voltar ao centro do debate nacional — não como retórica, mas como condição básica de civilidade e desenvolvimento. O assassinato de mais um motoboy em Senador Vasconcelos, o segundo em menos de uma semana na Zona Oeste, é o retrato de um Rio onde o crime atua com ousadia e método: criminosos se passando por técnicos, usando carretas e cones para furtar cabos à luz do dia. Isso não é desordem ocasional; é perda de autoridade do Estado. Sem segurança, não há comércio, não há investimento e não há liberdade. O abandono do patrimônio histórico, o desvio de recursos de instituições de caridade e a violência cotidiana contra trabalhadores mostram quem está pagando a conta. Meu mandato seguirá defendendo tolerância zero ao crime organizado. No campo econômico, o Brasil vive um momento de oportunidade. A queda do dólar e os recordes da Bolsa refletem a migração de capital diante da instabilidade externa. A redução de 30% no risco de perdas judiciais anunciada pela União é positiva: menos precatórios e litígios significam mais capacidade de investimento. Mas há um limite claro. Não se sustenta crescimento sem infraestrutura. O aumento da demanda elétrica expõe um gargalo conhecido: atrair investimentos exige energia firme, previsível e independente das variações climáticas. Precisamos de uma matriz equilibrada e confiável. Por fim, registro a importância do alerta do Ministro Edson Fachin. A autolimitação entre os Poderes é pilar da República. Como parlamentar, seguirei defendendo a independência e as prerrogativas do Legislativo, dentro do equilíbrio institucional que a democracia exige.
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23/01/2026 Quem acompanha meu trabalho sabe: segurança energética não é pauta do futuro, é urgência do presente. Hoje recebemos um alerta grave. Os reservatórios do Rio Paraíba do Sul chegaram à metade da capacidade. Estamos falando do sistema que abastece milhões de brasileiros e sustenta boa parte da indústria do Sudeste. Quando dependemos apenas do clima, o país fica vulnerável. Por isso, as sinalizações que vêm de Brasília são positivas e responsáveis. A aprovação da isenção de encargos para usinas nucleares e o avanço do diálogo com a China para o desenvolvimento de pequenos reatores (SMRs) e fortalecimento da cadeia do urânio representam visão de Estado. Energia firme, limpa e previsível é soberania nacional. Enquanto a água oscila, a tecnologia nuclear garante estabilidade, evita apagões e protege o bolso do cidadão. É planejamento de longo prazo. É desenvolvimento com racionalidade. Mas essa lógica precisa valer para todas as áreas. No Rio de Janeiro, no bairro do Rio Comprido, o tráfico construiu uma guarita de alvenaria no meio da rua para controlar quem entra e quem sai. O crime organizado passou a ocupar o espaço público de forma permanente, visível e humilhante para o cidadão que paga impostos. Não há desenvolvimento, turismo ou investimento possível quando o Estado recua e o crime avança. O Brasil que defendo é o Brasil que investe em energia nuclear, dialoga com grandes potências e planeja o futuro — mas que também tem coragem de retomar o território, derrubar a guarita do crime e devolver a rua à população.
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A Comissão de Minas e Energia (CME) da Câmara aprovou a proposta de minha autoria que dispensa usinas nucleares do pagamento da quota da Reserva Global de Reversão (RGR) — encargo que impactava diretamente a Eletronuclear e as usinas de Angra I e II. A medida representa um passo importante para aumentar a competitividade e a sustentabilidade do setor nuclear brasileiro, contribuindo para um ambiente regulatório mais favorável a investimentos, eficiência operacional e segurança energética. Vamos trabalhar por um marco que fortaleça a matriz energética, valorize a indústria nuclear e assegure energia de base firme para o desenvolvimento do país.
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22/01/2026 O noticiário de hoje escancara algo perturbador: no Rio de Janeiro, o crime organizado já não respeita nada — nem a vida, nem o patrimônio público, nem sequer a caridade. Em Irajá, um entregador foi assassinado enquanto trabalhava. Um pai de família morto em um assalto covarde. Ao mesmo tempo, a Polícia Civil descobre o furto de petróleo da Transpetro em uma fazenda ligada ao jogo do bicho. E, no Centro da cidade, investiga-se o desvio de quase meio bilhão de reais de instituições de caridade históricas. O retrato é claro: o crime mata o trabalhador, saqueia o Estado e rouba dos mais pobres. Como bem resumiu a manchete de hoje, o domínio do crime organizado aumenta. E aumenta porque a impunidade estimula a ousadia. Mas enquanto enfrentamos esse colapso interno, somos desafiados também no cenário externo. A França declarou que a aplicação do acordo Mercosul–União Europeia seria uma "violação democrática". Não. Violação democrática é o cidadão brasileiro não ter o direito básico de ir e vir sem ser assaltado. Violação é o protecionismo europeu tentar barrar o nosso agronegócio, o nosso emprego e a nossa geração de renda, usando retórica moral para esconder medo da concorrência. O mundo está se movendo rápido. Em Davos, Donald Trump redesenha arranjos globais, questiona a ONU e até negocia territórios. O tabuleiro internacional está em plena transformação — e quem hesita, perde espaço. O Brasil precisa acordar. Não podemos aceitar passivamente o protecionismo lá fora e o avanço do crime organizado aqui dentro. Soberania não é discurso: começa com segurança nas ruas e com a defesa firme dos nossos interesses econômicos. Falo isso e repito de forma exaustiva.
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21/01/2026 O Brasil vive hoje uma crise de cegueira deliberada. O Ministério da Justiça divulga notas comemorando a queda dos homicídios pelo quinto ano consecutivo. No papel, em Brasília, o país parece pacificado. Mas, na prática — especialmente no Rio de Janeiro — a realidade não admite maquiagem: enquanto o governo celebra estatísticas, a Polícia Rodoviária Federal intercepta mais de 30 pistolas e carregadores a caminho do Complexo do Alemão. Planilhas aceitam tudo. Mas planilhas não detêm fuzis. Brasília enxerga números. Nós enxergamos um conflito em curso. Nessa guerra, o agente da lei está exaurido. A informação de que policiais estão evitando escalas extras do programa Segurança Presente é um sinal grave de desmoralização institucional. Quando um policial prefere abrir mão da remuneração para não vestir a farda, o problema não é individual — é de autoridade do Estado. O crime se organizou; o poder público ficou preso ao debate de narrativas. Essa perda de autoridade transborda para o básico. O Prefeito afirma que "pressiona" a concessionária de energia diante dos apagões. Pressionar é insuficiente. No mesmo dia em que milhares de cariocas ficaram no escuro, o aviso do IPTU 2026 chegou pontualmente. Para cobrar, o sistema funciona com precisão suíça. Para garantir luz, o padrão é de zona de conflito. Isso é inaceitável. Enquanto falhamos no essencial, o mundo avança sem delicadeza. Em Davos, Donald Trump falou em desmontar a ONU e propôs um novo arranjo global de poder. Pode-se concordar ou não, mas é o movimento de quem joga no tabuleiro grande. E o Brasil? Perdido em disputas menores, discutindo visitas e gestos internos, enquanto chega às grandes mesas apenas como figurante. Soberania não é retórica em fórum internacional. Soberania é luz na tomada. É impedir que arsenais cheguem ao crime organizado. É ter uma polícia que se orgulha de estar nas ruas. Chega de comemorar o Brasil da planilha. Eu sigo lutando pelo Brasil da realidade.
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