O Senado Federal exerceu, com a soberania que lhe é própria, sua prerrogativa constitucional de sabatinar e deliberar sobre nomes indicados ao STF — missão centenária que deve ser pautada pelo interesse público e pelos requisitos do cargo. A decisão do Senado deve ser respeitada.
Faço questão, contudo, de prestar meu reconhecimento ao Advogado-Geral da União, Jorge Messias. Trata-se de um dos maiores juristas da história recente do Brasil, cuja trajetória, marcada por dignidade, retidão e dedicação ao serviço público, fala por si. Sempre afirmei publicamente que ele reúne as credenciais exigidas para a magistratura, e mantenho essa posição.
Ao longo de cinco meses, o indicado submeteu-se a rigoroso escrutínio público, em meio a turbulências e, por vezes, a graves ataques à sua honra. Portou-se, em todos os momentos, com coragem, dignidade e humildade. A história saberá fazer justiça à sua trajetória, diante do seu compromisso com o Estado Democrático de Direito e dos relevantes serviços que já prestou às instituições. O Brasil ganha em tê-lo onde estiver.
Respeito a decisão do Senado, mas não posso deixar de externar minha opinião. O Brasil perde a oportunidade de ter um grande Ministro do Supremo.
Messias é um homem de caráter, íntegro e que preenche os requisitos constitucionais para ser Ministro do STF.
E amigo verdadeiro não está presente nas festas; está presente nos momentos difíceis.
Messias, saia dessa batalha de cabeça erguida. Você combateu o bom combate!
Deus o abençoe! Deus abençoe nosso Brasil!
MEU DEUS DO CÉU! Olha o gol que o Lamine Yamal quase fez em Atlético de Madrid x Barcelona... QUE ISSOOOOOOOOOO
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CPI OU PALANQUE?
Era pra investigar. Virou encenação.
Cadê os fatos? Cadê as apurações?
Quem fez o trabalho de verdade foi a Controladoria-Geral da União e a Polícia Federal, com autonomia.
Porque no governo Jair Bolsonaro a regra era outra: interferir e proteger.
E aqui dentro, o que se vê é blindagem.
Os aposentados merecem investigação séria, não teatro político.
BOLSOFARRA NO INSS
✅ VITÓRIA!
O Ministério Público aceitou minha denúncia para que o apresentador Ratinho seja condenado a pagar 10 milhões em indenização às mulheres vítimas de violência, trans e cis e que o programa seja retirado de qualquer canal onde esteja vinculado.
Jamais toleraremos a transfobia, que as mulheres cis sejam reduzidas à máquinas de reproduzir e a tentativa da extrema-direita de impedir que a Comissão da Mulher trabalhe pelos direitos de TODAS as mulheres brasileiras.
Sigamos na luta! Junte-se você tambem!
erikamerepresenta.com
Sim, estou processando o apresentador Ratinho.
Sei que, pela audiência irrisória de seu programa, que até onde sei não agrada nem suas chefes no SBT, lhe resta apelar à violência.
Porque o que o apresentador cometeu foi uma violência, um ataque, e não foi só contra mim.
Ratinho interrompeu seu programa pra dizer que mulheres trans não são mulheres, que mulheres que não menstruam não são mulheres, que mulheres que não têm útero não são mulheres e que mulheres que não têm filhos não são mulheres.
Este ataque de Ratinho foi contra todas as mulheres trans e contra todas as mulheres cis que não menstruam mais ou nunca menstruaram.
Foi contra todas as mulheres cis que nunca tiveram útero ou, por condições de saúde, como o câncer, precisaram removê-lo.
Foi contra todas as mulheres que não podem ou não querem ter filhos.
Foi contra as mulheres que perderam seus filhos ainda na gestação.
O discurso de Ratinho foi, sim, para me atacar e atacar as pessoas trans. Mas demonstrou a misoginia, o ódio primal que essa figura nojenta tem de toda e qualquer mulher que não siga o roteiro que ele considera certo.
E, para ele, mulheres são máquinas de reprodução.
Eu quase me surpreendi ao assistir a um raciocínio tão retrógrado.
Mas aí lembrei das notícias reportando que, em 2016, 128 anos depois da abolição da escravatura, Ratinho submetia pessoas à escravidão em suas fazendas no Paraná.
E o apresentador pode até querer viver nesse passado, dentro de sua cabeça. Se a preocupação com as denúncias que farei contra um escândalo envolvendo o seu filho e o crime de estupro de vulnerável mais tarde não ocupar toda a sua capacidade cerebral, é claro.
Mas aqui fora, no mundo real, ele e o SBT pagarão pelos seus atos, na esfera cível e criminal. E eles não pagarão a mim, mas a todas as mulheres vítimas de violência, trans e cis.
Por fim, vale lembrar: eu sou e sempre serei uma mulher. Este apresentador é, e sempre será, um rato.
Marcos Cintra criou isso em 1990, o Imposto Único, para acabar com todos os outros.
Entrou dinheiro na conta → paga,
Saiu dinheiro da conta → paga,
Transferiu, pagou boleto, Pix, TED, compra no cartão → paga, tudo automático, direto no sistema bancário.
Levou o nome de CPMF e foi implantado, resultado, nenhum imposto foi tirado e o governo arrecadou dos dois lados. A mentalidade socialista que nos governa nunca vai acabar com impostos, vai acumula-los.
Além de péssimo humorista, é burro. A Lei Áurea pode ter sido insuficiente pois tirou os escravos das senzalas e os colocou em favelas, mas a Rouanet do PT é renúncia fiscal em nome dos mais abastados, é concentração de recursos para elites culturais de esquerda, que pregam o socialismo, mas gozam do capitalismo! Bando de hipócritas!
A agressão dos Estados Unidos contra a Venezuela é um ato bárbaro, inaceitável e violento. O bombardeio ao país, o sequestro de Nicolas Maduro e a morte de civis é a síntese da violência imperialista. Foi a Venezuela hoje, pode ser o Brasil amanhã.
Os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável. Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional.
Atacar países, em flagrante violação do direito internacional, é o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade, onde a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo.
A condenação ao uso da força é consistente com a posição que o Brasil sempre tem adotado em situações recentes em outros países e regiões.
A ação lembra os piores momentos da interferência na política da América Latina e do Caribe e ameaça a preservação da região como zona de paz.
A comunidade internacional, por meio da Organização das Nações Unidas, precisa responder de forma vigorosa a esse episódio. O Brasil condena essas ações e segue à disposição para promover a via do diálogo e da cooperação.