@somosaopaulinos@SaoPauloFC deveria ter preparador físico fixo no clube e não depender do que os treinadores trazem, para manter o padrão condicionamento..
Dorival voltou pro São Paulo sem o preparador físico Celso Rezende, a torcida do Corinthias criticava muito o preparador por causa das lesões, ele aposentou e não faz mais parte da Comissão do Dorival.
📸 Reprodução
@christcordeiroo@tornadozk9@terciort@OGabrielSa " O TIME É BOM" KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK VC É O TIPO DE TORCEDOR QUE APEQUENA O SP ESSE TIME É UMA MERDAAAAAAAAAAAAA
#PodeCravar 🤝
Dorival Júnior está de volta ao São Paulo Futebol Clube. O técnico aceitou a contraproposta enviada pelo clube e assinou termo digital há pouco.
Contrato até o fim de 2026.
@OGabrielSa Quando a torcida vai acordar e pedir SAF o quanto antes??? O Diego Fernandes precisa conseguir a reunião e a torcida tem que forçar essa SAF, PONTO.
🎙️ João Bolizan, conselheiro mais novo do São Paulo FC, fala sobre o momento político: “É, sem dúvida, a pior crise institucional da história do clube. Hoje a gente chegou e não tinha definição de quem que iria presidir a sessão. É difícil ver também que os conselheiros, quase na sua maioria, não tão nem aí pro clube. Sempre preocupado com cargo, com o próprio ego. Então é difícil, a gente quando acha que as coisas vão tranquilizar sempre aparece alguma coisa nova”
E sobre a influência de Olten no jogo político: “Chega até a ser engraçado. As mesmas pessoas que há três meses pediam fora Olten, são as mesmas pessoas que dão base política pra ele continuar. Então é complicado. As pessoas só pensam nos benefícios próprios e o clube fica largado”
Olten Ayres enfim ACATOU o pedido de afastamento da Comissão de Ética. Até o dia 6 de junho, data que está marcada sua audiência, ele está afastado do cargo de presidente do Conselho do São Paulo. Reunião de hoje sendo comandada por João Farias.
Torcida Independente segue protestando na porta do CT. Rui Costa e Rafinha estão em Florianópolis, mas o executivo de futebol é o principal alvo. Treino acabou há pouco. Os jogadores estão no CT, 2/3 lideranças devem sair no portão para falar com a torcida.
Rui Costa, Rafinha e Massis criaram exatamente a crise que previram ao decidir demitir Crespo.
Nem sempre o torcedor tem razão. Mas também é pretender demais que um presidente tampão em sua primeira experiência no cargo, um diretor de futebol que passou quatro anos sem que a torcida sequer soubesse sua voz em uma gestão investigada pela polícia e um ex-jogador em sua primeira aventura como dirigente resolvam peitar uma arquibancada inteira como se fossem referências incontestáveis de gestão.
Para tomar uma decisão impopular e contrariar completamente o sentimento da sua torcida, é preciso ter credibilidade acumulada, histórico de acertos e capacidade de sustentar pressão quando o resultado não vem. Não era o caso dessa diretoria.
E talvez o trecho mais simbólico de tudo tenha sido justamente a coletiva de apresentação de Roger Machado. Rui Costa afirmou: “Estar associado ao Roger é um orgulho. Se ele não for bem, eu corro risco? Isso não é problema.”.
Agora que o trabalho fracassou no curto prazo, o risco aparentemente desapareceu. Roger cai e os dirigentes permanecem, como se fossem apenas espectadores da própria decisão.
Mais contraditório ainda foi ouvir Rui Costa afirmar, na coletiva da demissão, que “a contratação do Roger não foi minha”. Se na apresentação havia orgulho e convicção compartilhada, por que agora surge a necessidade de diluir responsabilidade? Quando o projeto parecia promissor, havia donos da ideia. Quando fracassou, virou uma escolha “do departamento”.
Não se enganem: o torcedor tem memória.
Na primeira resposta da coletiva, Rui Costa falou que a decisão de contratação não foi unicamente sua. Perguntei a ele se ele não se sente responsável por isso e pedi pra que ele enfim explicasse a demissão do Crespo. Essa foi a resposta:
@somosaopaulinos Antes eu ficaria revoltado, triste com uma derrota dessas, hoje não sinto mais nada. Esses caras me tiraram o prazer de torcer para o São Paulo, nem raiva sinto mais