Sabitlenmiş Tweet
Kaue
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A carreira do Gui Santos virou uma montanha-russa difícil de acompanhar. É verdade que ele passou por uma fase técnica ruim, onde a confiança minguou e o jogo simplesmente não fluiu, algo natural para um jovem em desenvolvimento. Mas também é fato que é quase impossível encontrar ritmo quando as oportunidades são raras e, muitas vezes, desconexas.
Entre idas para a G-League e a rotação instável de Steve Kerr, criou-se um ciclo vicioso: ele jogava pouco porque estava sem confiança, e estava sem confiança porque jogava pouco.
Mas como dizia uma das poesias brasileiras mais bonitas de todos os tempos:
“Nós iremos achar o tom, um acorde com lindo som, para fazer com que fique bom outra vez...”
E o cenário de ontem parecia o pior possível para fazer com que ficasse bom outra vez o cantar do Golden State Warriors. A franquia entrou em quadra segurando as pontas. Sem Curry, sem Jimmy Butler e com o elenco encurtado pelas trocas, o time olhava para um abismo na tabela.
Cada derrota agora pesa o dobro, minando as chances de fugir da areia movediça do play-in. E quando o placar mostrou 14 pontos de desvantagem no último quarto, o jogo parecia decidido.
Foi aí que a narrativa mudou. Costumo dizer que momentos difíceis são os melhores indicadores da grandeza de alguém, ou da falta dela. E foi justamente nesse ponto que Gui Santos respondeu em quadra.
Diferente do que se imagina de alguém que desesperadamente quer se provar, ele [Gui Santos] não tentou forçar jogadas para provar valor. Pelo contrário, ele leu o jogo, distribuiu 7 assistências, recorde da carreira, conectando o time quando o ataque parecia travado.
Quando a bola pesou, ele não se escondeu; chamou a responsabilidade. Faltando menos de um minuto, atacou o aro e converteu a bandeja da virada com aquela naturalidade assustadora de quem já viveu esse exato grande momento na carreira um milhão de vezes na própria cabeça.
Gui terminou com 18 pontos e foi parte essencial do ajuste defensivo que travou o adversário na reta final.
A celebração eufórica do elenco ao final da partida conta essa história melhor do que qualquer linha que eu fosse capaz de escrever. Foi um respiro coletivo para o time, mas, sobretudo, um reencontro do Gui com o próprio jogo. Ele não resolveu a temporada sozinho e nem precisava. Bastou lembrar a todos, inclusive a si mesmo, que o talento que o levou até a NBA continua ali. Intacto. Apenas aguardando o próximo acorde certo para soar de novo e, como dizia o eterno Arlindo Cruz, fazer com que fique bom outra vez.

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Parabéns, Rogério! Nosso eterno ídolo completa 5️⃣3️⃣ anos!
Goleiro, artilheiro, recordista e multicampeão, o 01 defendeu o Tricolor em campo de 1990 a 2015, somando 1237 jogos, 131 gols e 18 títulos - incluindo Brasileiros, CONMEBOL Libertadores e Mundiais.
Feliz aniversário, ídolo!
#VamosSãoPaulo 🇾🇪

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O que o Mané se agigantou hoje não tá escrito.
Depois do gol anulado de Senegal e do pênalti marcado para Marrocos no último segundo, a Seleção Senegalesa se retirou do gramado. Mané permaneceu lá, foi buscar o time inteiro no vestiário, voltaram pro jogo, Mendy pegou o pênalti e fizeram gol na prorrogação.
Senegal Bicampeão da CAF de forma HISTÓRICA.

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VAI TOMAR NO CU CASARES
gui@callwrii
O CASARES CAIUUUUUUU ELE NAO É MAIS PRESIDENTE DO SAO PAULO ESTAMOS LIVRES DESSE BANDIDO PORRAAAAAAAAAAAAAAAA
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