calango
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@VictorRotcit @Palestra_News_ parece que mudou a data de lançamento do álbum, tava pro dia 1 igual as figurinhas mas adiou pro dia 18 de maio
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@Palestra_News_ Cara, meu álbum atualizou a data de entrega para 01 de junho, mas alguém tá assim? Comprei na Amazon
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salve rapaziad, tô fazendo um jogo de CBLOL estilo Brasfoot / Football Manager e parecidos.
quem quiser jogar, aqui o link: braslol26.edgeone.app
ainda tá em fase de desenvolvimento e tem alguns bugs, mas já tem várias coisas hype. podem dar feedbacks aqui nos comentários, vlwwwww

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@Korath @NBAdabad Eu acho que tão levando mais em consideração a diferença que o Kon fez pro time de forma geral, um rookie sem muita mídia chega e consegue fazer com que um time que ultimamente apenas tankava consiga pegar play in ainda com chance de playoff, de bônus ainda tem o fator bola de 3
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@leo_myguel @md__tips Não é de hoje que o pessoal fala, se é um valor que vai fazer falta casha, se não deixa queimar
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@NBAdabad Vai ter transmissão em algum canal 'tradicional'?
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Você já refletiu como existem dois caminhos diferentes ao se tornar um jogador da NBA?
Um grande prospecto sempre trilhará o caminho mais fácil: minutagem garantida, um grande contrato, patrocinadores...
Por outro lado, um atleta como Gui Santos, brasileiro, que jogava em um sistema aqui no Brasil (FIBA), com regras diferentes da NBA e até proporções de quadra diferentes, draftado no final do 2º round, na 55ª pick, certamente passa por muitos momentos difíceis até chegar o dia de brilhar, como fez ontem, quando registrou 31 pontos e liderou o time na vitória sobre o Brooklyn Nets.
A realidade é sombria para atletas que são obrigados a trilhar a trajetória do Gui Santos.
Historicamente, escolhas de final de draft enfrentam uma taxa de atrito profissional muito grande e desgastante. Isso começa quando assinam contratos não garantidos, passa por longos períodos na G-League para provar algum valor e, quando não provam, são simplesmente esquecidos e apagados da história da NBA. Foi o caso de Patrick Baldwin Jr., um prospecto promissor que caiu no Draft e foi selecionado pelo Warriors um ano antes de Gui Santos. Alguém sequer lembra dele?
Para compreender a resiliência, a força psicológica e a ética de trabalho do Gui Santos, é inevitável refletir sobre suas raízes. Ele é herdeiro de uma forte vocação para o basquete profissional. Seu pai, Deivisson, foi jogador profissional com uma carreira de anos no NBB, e sua mãe, Lucineide, também trilhou caminhos nas quadras. Essa imersão desde a infância na cultura do basquete de alto rendimento certamente trouxe ao Gui uma base ética e técnica que está sendo testada nos mais altos níveis do basquete profissional.
O caminho é tão árduo que me fez lembrar de uma das primeiras entrevistas maduras do Gui Santos como atleta da NBA, onde ele fez uma reflexão sobre como, inicialmente, seu objetivo era apenas conseguir fazer uma cesta na NBA e entrar para a história. Só uma cesta:
"No meu primeiro jogo contra OKC... eu estava apenas sonhando com aquilo porque no Brasil, eu acho que havia apenas 19 jogadores que jogaram em toda a história. E eu ficava tipo 'por favor, faça uma bandeja e você vai estar na história'".
Eu lembro bem que, ainda nessa entrevista à ESPN, em 2023, Gui narrou um pouco das dificuldades do seu processo de adaptação, como os desafios que ele próprio classificou como um "começo muito ruim", onde as barreiras do idioma, a velocidade vertiginosa do jogo e a complexidade tática colocaram em xeque sua confiança.
Em 2025, ele foi ainda mais longe posteriormente e descreveu a paralisia momentânea que o acometeu em seus primeiros anos na liga ao estar diante de jogadores históricos:
"Acho que senti mais isso nos meus primeiros anos. Logo quando cheguei na liga, no meu primeiro ano, eu estava na quadra e pensava 'Caramba, esse é o Luka, esse é o LeBron [James]'... todos esses caras. Você pensa 'Eu não vou ser bom o suficiente'".
Parece uma epifania, mas, para nós brasileiros, um dos pontos de maior conexão com o Gui Santos talvez seja justamente essa forma humanizada de lidar com as coisas. A humanização do herói esportivo que confessa seus medos e inseguranças. E, também por isso, nós torcemos por ele.
As oportunidades de provar de forma definitiva seu valor vieram na temporada 2025-26, e Gui soube aproveitá-las. Por exemplo, no dia 20 de janeiro de 2026, Jimmy Butler sofreu uma ruptura de ACL, uma lesão catastrófica que encerrou abruptamente sua temporada. Isso criou um vácuo imenso na posição de ala. E a situação se deteriorou ainda mais nas semanas seguintes, quando Stephen Curry foi afastado devido a problemas recorrentes no joelho. O pivô Kristaps Porzingis também saiu da rotação por questões de saúde. A lista de desfalques cresceu rapidamente e passou a incluir Moses Moody, Seth Curry, Gary Payton II e Will Richard.
"Esta é provavelmente a equipe mais machucada ao redor da qual já estive em meus 12 anos com os Warriors", disse Steve Kerr.
É na adversidade que o valor de um atleta é provado.
Antes do colapso no elenco, Gui Santos havia passado por 11 partidas com a designação "DNP-CD" (Did Not Play - Coach's Decision), indicando que estava saudável, mas fora da rotação principal. Ainda assim, não permitiu que a frustração o levasse ao fundo do poço. E são nesses momentos que a ética de trabalho se torna base na vida de um atleta. O brasileiro se manteve focado, em forma e concentrado.
Quando a crise de lesões forçou a mão de Steve Kerr, que se viu sem saída a não ser ampliar suas oportunidades, o brasileiro não entrou em quadra para "errar e aprender". Ele entrou pronto para jogar basquete. Entrou pronto para executar.
O sistema de jogo do Golden State Warriors nos últimos anos é, sem dúvidas, um dos mais exigentes intelectualmente na NBA. Baseado no "motion offense", é um sistema que não permite a estagnação de jogadores isolados segurando a bola. Pelo contrário, exige leituras de espaço quase instantâneas, cortes constantes sem a bola, bloqueios de corpo precisos e uma carga física enorme para sustentar esse fluxo.
Jogadores jovens, focados exclusivamente em pontuação, meramente habilidosos com a bola ou que não se dedicam às pequenas ações do jogo, frequentemente fracassam dentro da cultura esportiva do Warriors, gerando atritos com a comissão técnica.
A genialidade do Gui Santos residiu em compreender e aceitar o seu papel dentro desse ambiente extremamente exigente.
Vale ressaltar que as métricas de desempenho da temporada classificaram o papel primário do Gui como "Connector", com funções secundárias de "Spot Up Shooter" e "Mobile Forward".
Em termos simples, isso significa que Gui Santos precisa ser o jogador que recebe a bola sob pressão e, em frações de segundo, toma a decisão correta: seja um passe extra para um arremessador livre na zona morta, um corte para a cesta aproveitando um momento de fragilidade defensiva, ou um arremesso que, idealmente, precisa ser eficiente.
Nesse sentido, segundo o próprio Steve Kerr: "Sem o Jimmy, Gui realmente agarrou a oportunidade, os minutos que demos a ele, mas também o papel dentro do ataque por causa do vazio que o Jimmy deixou... Ele pode criar algo do nada. Ele faz isso de várias maneiras. Pode ser no 1v1, pode ser em cortes recebendo passes".
Ainda mais fascinante é a total ausência de ego na filosofia de jogo do nosso brasileiro. Em um esporte extremamente glamourizado pela pontuação, Gui encontrou valor na execução do trabalho sujo e árduo. Em suas próprias palavras: "A gente ainda tem o melhor jogador de basquete do mundo, na minha opinião [Curry]... meu papel continua sendo o mesmo. Vou fazer o que tiver que ser feito para me manter em quadra, seja fazer ponto, seja pegar rebote, seja fazer bloqueio. Eu faço o trabalho sujo".
A aceitação do trabalho sujo não é uma subvalorização de si mesmo. E, como já disse Kevin Durant, jogadores que abraçam esse papel estão um passo à frente na consciência competitiva. É como se fosse a compreensão madura de que a vitória está acima da vaidade dos números individuais.
Curiosamente, ao focar nos detalhes menores do seu jogo, como defesa no perímetro, bloqueios e decisões rápidas, os números de Gui Santos seguem crescendo de forma orgânica. O que, na minha visão, o consolida não apenas como um jogador esforçado, mas como um atleta de nível NBA e altamente eficiente.

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Pq ele fez todo esse movimento só pra arremessar? Kkkkkkkk
Brooklyn Guy@BrooklynGuyNBA
O time de alguém vai ter que enfrentar isso aqui nos playoffs. x.com/BleacherReport…
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@gatoverdecrypto @casebretips Não sei se funciona na super mas na betano era possível ver indo em uma partida live e indo na opção de "Max" pra ver quanto passa na aposta
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@casebretips rpzd algm sabe se tem como ver se superbet tá limitada sem depositar/apostar? se algm souber thxxx
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