Leandro Socolovsky

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Leandro Socolovsky

Leandro Socolovsky

@LMSocolovsky

Lic y Dr en Física (UNLP). Campeón del Mundo ⭐⭐⭐. Nanotecnología, magnetismo, microscopía electrónica, política. #ARG #JPN #BRA

Argentina Katılım Ocak 2022
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VENG
VENG@veng_argentina·
Durante más de 27 años desarrollamos tecnología para llegar al espacio. Hoy esa misma experiencia también impulsa soluciones para la industria energética. En VENG creemos que la innovación no tiene un único destino. Por eso, seguimos ampliando nuestras capacidades y diversificando nuestra propuesta de valor, llevando el conocimiento desarrollado para la industria espacial hacia nuevos sectores estratégicos como Oil & Gas. Lo hacemos a través de soluciones de información satelital para el monitoreo y la toma de decisiones, desarrollos tecnológicos como nuestro Sistema de Detonadores Electrónicos Selectivos (SDES), capacidades de manufactura avanzada e ingeniería de precisión y, fundamentalmente, el talento de equipos altamente calificados que convierten desafíos complejos en soluciones concretas. Más que incorporar nuevos productos, estamos transfiriendo capacidades. Porque la experiencia adquirida en proyectos espaciales hoy también genera valor para una de las industrias más importantes del país. Esta es la evolución de VENG: transformar la experiencia adquirida en la industria espacial en soluciones que impulsan el desarrollo de sectores estratégicos para la Argentina. Así, continuamos fortaleciendo nuestro liderazgo en el sector espacial mientras expandimos el alcance de nuestra tecnología hacia nuevos mercados. Agradecemos al @Gapp_Oil Grupo Argentino de Proveedores Petroleros por acompañarnos en este camino de vinculación con la industria energética y a @econojournal , uno de los principales medios especializados en energía, petróleo, gas y minería de Argentina, por el espacio para compartir nuestra visión. 📖 Conocé la nota completa: econojournal.com.ar/actualidad-min… Esto es solo una muestra de todo lo que hacemos en VENG para transformar conocimiento, innovación y experiencia tecnológica en soluciones para nuevos desafíos. Porque cuando la innovación nace para llegar al espacio, también puede transformar la industria en la Tierra.
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Ana, Barbie Argentina.
Ana, Barbie Argentina.@PaisaBarbie·
SOBERBIA me dicen por no ser obsecuente. YO, ARGENTINA 🇦🇷
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Lord Dave
Lord Dave@bridgecrewdave·
@Skeleman71 Because they've been sold a story where the islands (which were never theirs) were stolen by the evil British (who settled the uninhabited islands) and that the people there don't want to be British (they overwhelmingly do, like 99.3%), and that Argentina isn't racist (they are)
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skeleman 🇨🇦🌈
skeleman 🇨🇦🌈@Skeleman71·
It’s really surprising how strongly Argentinians feel about the Falklands given how little history they have with the islands. Like why make this such a cornerstone of your national identity.
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Leandro Socolovsky
Leandro Socolovsky@LMSocolovsky·
@Skeleman71 Malvinas are part of long history of British intervention in our country. GB took Buenos Aires two times, and forced our sovereignty after Malvinas 'rob at Vuelta de Obligado
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Gualter
Gualter@brezhneviano·
Si algo tiene la Argentina es lo contrario: una influencia cultural muy superior a su tamaño. Quién más metió a Maradona y Messi, un papa, la Reina de Holanda, Gardel, varias de las principales figuras del rock en castellano y un Borges o un Cortázar desde el culo del mundo.
Roy Jenkinsite 🇬🇧@shriverist

This is an extremely difficult and highly subjective task, but here's my attempt to map countries based on whether they punch above or below their weight when it comes to global culture

Español
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tayz🏴󠁧󠁢󠁷󠁬󠁳󠁿
An easy logical explanation for those who cannot understand why even the left wing see the Falklands as British: 1. All nations have the right to self-determination. 2. The nation of people on the Falkland Islands consider themselves British. Ergo, 3. They are British.
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Guada
Guada@amcxfavs·
INFORMACION IMPORTANTE PARA LOS ARGENTINOS mañana hay que empezar a transferir la plata para comprar el partido contra Inglaterra El lunes depositan los que tienen dni terminando en numero par y el martes los que terminan en numero impar Si usan MODO hay 15% de reintegro
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Natasha C. Vargas
Natasha C. Vargas@NatyCassal·
Ainda existe vida inteligente nas redes sociais. “Brasileiros precisam do racismo argentino para se eximir do próprio.” By Instagram Revista Badaró.
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Rogério Tomaz Jr.
Rogério Tomaz Jr.@rogeriotomazjr·
OS ESPECIALISTAS EM ARGENTINA SEM NUNCA TEREM PISADO LÁ E SEM CONHECER UM SÓ ARGENTINO ESTÃO JULGANDO UN PAÍS INTEIRO DE 47 MILHÕES DE HABITANTES PELO QUE FAZEM TORCEDORES DE FUTEBOL BÊBADOS EM ARQUIBANCADA! ESSE É O NIVEL DO DELÍRIO COLETIVO QUE BOA PARTE DO BRASIL ESTÁ VIVENDO NESTA COPA! DO MUNDO!
Rogério Tomaz Jr. tweet media
Brasília, Brazil 🇧🇷 Português
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Duncan MacLeod
Duncan MacLeod@DuncanCantDie·
The Falkland Islands are literally the only place where the indigenous population is British. The British aren’t even indigenous to the British Isles but the falklands were completely uninhabited before the British settled there. So no, they shouldn’t be Argentinian.
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🇧🇷🤗
🇧🇷🤗@daniiipp·
@prostitove Não, mas tá cheio de jogador com essa cara, enquanto eles pagam de europeus. São claramente latinos.
🇧🇷🤗 tweet media
Português
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maressi🧩
maressi🧩@prostitove·
realmente tem negros em TODAS as seleções menos na nazintina
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Leandro Socolovsky
Leandro Socolovsky@LMSocolovsky·
@jcaetanoleite Somos muitos afrodescendentes para acreditar nesses pseudoestudos baseados em achismos. Engraçado que as esquerdas não enxerguem que assassinar mão de obra é o projeto da elite
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Dandi no Consignado
Dandi no Consignado@jcaetanoleite·
Cara, é só olhar para a história argentina mesmo. A Argentina conseguiu implementar políticas de embranquecimento, variando de usar negros como bucha de canhão deliberada no Paraguai até a esterilização forçada, por isso tem muito menos negros do que os pares. Dito isso, a razão pela qual a Argentina, ou mesmo Brasil, Colômbia, etc. manifesta mais racismo que os países europeus não é ontológica, é material. Na América, o trabalho é organizado racialmente desde o princípio, a estrutura econômica foi desenhada assim. Inclusive por isso que o racismo na América é mais institucional em sua manifestação do que pessoal e, inclusive por isso, que tem mais movimentos antirracistas na América do que na Europa.
Lucas Paulino@lucasapaulino

Não me pega o argumento que a Argentina seja ontologicamente mais racista que Espanha, França e Inglaterra. Na Espanha os caras estavam sendo abertamente racistas contra o Vini Jr outro dia mesmo em vários estádios, com respaldo do presidente da liga espanhola. Na Inglaterra e na França a extrema-direita está cada vez mais fortalecida com discurso racialmente motivado contra imigrantes e podem vencer as próximas eleições. Talvez vemos mais episódios de argentinos porque são nossos vizinhos e jogamos partidas de futebol contra eles com mais frequência. Os argumentos políticos acabam sendo frágeis porque podem ser aplicados aos outros 3 europeus, que tem história de imperialismo ainda mais complexa. E o povo argentino em regra é muito simpático aos brasileiros que fazem turismo lá, e também admiram nossos craques, como fazemos como o Messi e cia. Temos que ter cuidado para não extrapolar rivalidade esportiva em rivalidade entre povos. O argumento mais forte para ser contra o título dos caras é primordialmente esportivo mesmo: a Argentina tetracampeã é uma ameaça à hegemonia histórica brasileira no futebol no médio prazo, como a Alemanha e a Itália também são.

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Camarada Volodimir 🇧🇦
Camarada Volodimir 🇧🇦@OriolanoChill·
Argentina es la primera nación de eurodescendientes colonialistas que encima utiliza el argumento del colonialismo para justificar su propio colonialismo como si fuesen indígenas o algo.
Serge Humano Solo@serhsolotps

@mrhitchcok Las Malvinas son ARGENTINAS Creer y decir q son de Inglaterra es COLONIALISMO ES como decir HOY que Hong Kong o Australia son de Inglaterra Lo que SE PELEA SON LOS RECURSOS ECONÓMICOS del área de influencia ¿Sin contacto, recursos del exterior, se podría vivir en Malvinas?

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Rogério Tomaz Jr.
Rogério Tomaz Jr.@rogeriotomazjr·
🇦🇷✊🏼 Cada um torce por quem quiser. Eu vou torcer pela Argentina, vizinho latino-americano que sofreu/sofre os mesmos processos e males históricos que marcam a formação do Brasil. Se for pelo âmbito da rivalidade futebolística, acho legítimo torcer contra a Argentina, para que não cheguem ao tetra e ameacem a nossa hegemonia de pentacampeão isolado. Mas dizer que vai torcer contra Argentina porque "eles são racistas" é uma hipocrisia e um falso moralismo que grita a atenção por vários motivos: - Primeiro porque o Brasil não tem moral nenhuma para condenar algum país por racismo: aqui são milhares de pessoas negras mortas todos os anos por policiais, as vítimas do racismo institucional que muita gente - inclusive os antirracistas de ocasião - naturaliza e não protesta contra. Ou seja, o racismo dos argentinos nos estádios merece todo repúdio e punição (e só aqui nessa conta eu denuncio toda semana), mas não mata dezenas de pessoas a cada fim de semana como ocorre no Brasil. - Segundo porque o Brasil também é extremamente racista nas arquibancadas: entre 2016-2023 o número de casos de racismo no futebol brasileiro aumentou cerca de 400%, segundo o Observatório do Racismo no Futebol (entidade cuja mera existência é suficiente para escancarar esse fenômeno que também é intrinsecamente brasileiro). - Terceiro porque o nível de letramento racial da Argentina é quase inexistente, mas é bastante parecido com o que o Brasil possuía até o final dos anos 1990. E isso eu falo para toda pessoa da Argentina (inclusive em debates nas redes) e cobro que tratem de reconhecer a existência desse fenômeno. E o modo como a Argentina reage às críticas e cobranças nessa área é EXATAMENTE igual ao da direita brasileira AINDA HOJE em relação a todas as políticas de combate ao racismo e de promoção da igualdade racial que temos hoje. Portanto, quem quiser torcer para a Inglaterra com a carta antirracista, ok. Mas não se irritem se apontarem essa hipocrisia de ficar ao lado do império que organizou - junto com Portugal - o tráfico internacional de escravos da África e faturou com esse mercado por quase 300 anos. PS: A matéria do Telegraph é de 2020. Aqui a tradução da imagem: Como o Governo só terminou de pagar a dívida da escravidão do Reino Unido em 2015: No início da década de 1830, o Governo tomou emprestados 20 milhões de libras – mais de 2,4 bilhões de libras em valores de hoje – para financiar a Lei de Abolição da Escravidão de 1833.
Rogério Tomaz Jr. tweet media
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