@LuizBHZN@andrevalentim_@pretademaiss Os virjola red pill tão com a mente tão corrompida que eles acham que é melhor pra mulher ir presa do que ganhar dinheiro fazendo algo que não é ilegal. So pq fere o ego dele ver mulher ser independente.
agora um ep de black mirror: uma “influenciadora” foi presa por tráfico de drogas na frança e deixou um vídeo pronto pros seguidores q começa assim:
se vcs estiverem vendo esse vídeo a essa altura, eu to presa!!!!!!!!!!
🚨 VEJA l Primeira-ministra da Itália rebate Donald Trump após presidente dos EUA dizer que ela 'não se importa' se o Irã tem uma arma nuclear:
"Pelo que sei, nove nações possuem armas nucleares, mas apenas uma já as utilizou. Essa nação são os Estados Unidos. O Sr. Trump precisa reduzir a escalada. Ninguém lança ameaças nucleares como Washington faz, e ele deveria medir suas palavras", disse Meloni
@RaphaelMemes@MilGrauNews O continente Africano simplesmente não existe, ne? Somente os Estados Unidos têm Petroleo…. Libia, Nigeria, Russia, Brasil… não entram na conta não .
@lscec22 Teleportar e ver o futuro como adicional, sinceramente eu viveria minha vida normalmente, mas com o extra que eu posso simplesmente me teleportar pra onde eu preciso ir, então sem trânsito até o trabalho, sem pagar por passagem ou gasolina, sem tempo perdido no trânsito.
@toninhodocall Vi a reportagem no NYT, e , se de fato for verdade, ela joga um canhão de luz no amadorismo que é a administração Trump. cercado por uma coja de covardes submissos, incapazes de fazer o dever das funcões que ocupam: aconselhar.
O culto da personalidade prevalece.
🔴 O New York Times acaba de publicar o relato mais devastador sobre Trump desde o início da guerra.
E é uma bomba.
Jonathan Swan e Maggie Haberman, dois jornalistas da Casa Branca, revelam como Trump tomou a decisão de entrar em guerra contra o Irã. O que eles descrevem é exatamente o que eu analiso em O Fantoche da Casa Branca.
Aqui estão os fatos:
Netanyahu vendeu um sonho. Em 11 de fevereiro, na Sala de Situação, o primeiro-ministro israelense apresentou um plano em quatro atos: matar o Guia Supremo, destruir o exército iraniano, desencadear uma revolução popular e instalar um novo regime. Chegou ao ponto de exibir um vídeo com os “futuros líderes” do Irã. Trump respondeu: “Sounds good to me”. Em uma frase, selou o destino da região.
No dia seguinte, a CIA desmontou o plano. As partes 3 e 4, revolução popular e mudança de regime, foram classificadas como “farsa” pelo próprio Ratcliffe. Rubio resumiu: “In other words, it’s bullshit”. O general Caine reforçou: é padrão, Israel superestima e os planos nem sempre são bem estruturados.
Trump ouviu. E mesmo assim disse sim.
Vance viu tudo. Foi o único a se opor diretamente, alertando que a guerra poderia destruir a coalizão política de Trump, que o Estreito de Ormuz era o ponto crítico e que ninguém conseguiria prever a reação de um regime lutando para sobreviver. Ainda assim disse: “Acho uma má ideia, mas se você fizer, eu apoio”.
Isso não é liderança. É submissão.
Susie Wiles observou em silêncio. Mesmo com preocupações, decidiu que não era seu papel se posicionar. Preferiu incentivar outros a falarem.
O general Caine apresentou os riscos: munição limitada, Ormuz vulnerável, nenhuma estratégia clara de vitória. E concluiu: “Se ordenar, o exército executa”.
Trump fez o que sempre faz: ouviu apenas o que queria.
E assinou dentro do Air Force One, 22 minutos antes do prazo definido pelo próprio general: “Operation Epic Fury is approved. No aborts. Good luck.”
É assim que se entra em guerra hoje. Não com debate. Não com Congresso. Não com estratégia. Mas com um pitch, um “sounds good to me” e uma ordem enviada de um avião.
Em O Fantoche da Casa Branca, eu explico: quem manda de verdade é quem constrói a narrativa que Trump consome. Netanyahu entendeu isso perfeitamente. Montou um espetáculo visual, vendeu vitória rápida e limpa.
E Trump disse sim.
Enquanto todos os outros apenas assistiam.
Você piscou e... Exatamente 10 anos atrás!
Um celular, um grupo da Rádio Bandeirantes e um time V-A-R-Z-E-A-N-O
Foi tudo o que Felipe Facincani precisou pra fazer história
Feliz FacincaDay