@LimaPotrich@guilher16113127@jnascim se eu fosse voce fazia o mesmo pq ninguem é obrigado a ver tua lata feia, tua mae alem de gerar um ser humano despresivel, gerou um horroroso
No #Fantástico, reportagem sb abusos de PMs em SP captados pelo modo recall (automático) de câmeras corporais mostra caso de Jonathan Azevedo, torturado pelo soldado Jessé Rodrigues Jr. na ZL paulistana. Jonathan foi levado desacordado para hospital; causa mortis: “overdose” 🤨
@LimaPotrich@jnascim com essa cara nós sabe que tu não sai nem de casa com medo.
e tá abrindo a boca pra falar o que mongolóide?
poderia falar um montão aqui, mas playboy burro nós deixa pro mundo, a seleção natural é certa.
O pedido do relator da CPI do Crime Organizado, voltado ao indiciamento de Ministros do STF sem base legal, nos leva a uma reflexão sobre o papel e os poderes das CPIs. Tanto pior quando o pedido flerta com arbitrariedades, como a criminalização de decisões que concedem habeas corpus diante de abuso de poder.
É elementar, até mesmo para um estudante de Direito, que o indiciamento constitui ato privativo de delegado de polícia e não se aplica a crimes de responsabilidade, que seguem procedimento próprio previsto na Lei 1.079/1950. Essa lei, ao definir as competências e o rito do impeachment, atribui o processamento e o julgamento do pedido a órgãos específicos — como a Mesa do Senado, a Comissão Especial e o Plenário da Casa — sem sequer prever a atuação de CPIs nesse procedimento. Igualmente grave é a tentativa de criminalizar a concessão de habeas corpus — expediente conhecido como “crime de hermenêutica”, que já em 1896 Rui Barbosa denunciava como tentativa tacanha de substituir a consciência de juízes independentes pelo arbítrio de governos prepotentes.
Também chama atenção o fato de que, conforme apontado por jornalistas independentes, uma CPI instaurada após o massacre de 120 pessoas nos Complexos do Alemão e da Penha no ano passado, não tenha promovido sequer a quebra de sigilos de milicianos ou integrantes das facções que controlam territórios no Rio de Janeiro. Por isso, é no mínimo perturbador que o relator, enquanto integrante de carreira policial, tenha fechado olhos para seus colegas que, traindo a boa imagem da instituição, cruzaram para o lado sombrio das milícias. O relatório revela verdadeira cortina de fumaça, ao deixar de enfrentar o grave problema a que se propôs e ao dedicar-se a engrossar a espuma midiática contra o STF, na expectativa de produzir dividendos eleitorais para certos atores políticos.
As CPIs são instrumentos legítimos e essenciais ao controle do exercício do poder. Seu emprego para fins panfletários ou de constrangimento institucional, contudo, compromete sua credibilidade e reforça a necessidade de modernização da legislação sobre crimes de responsabilidade — tema que já se encontra em debate no Congresso. Excessos desse quilate podem caracterizar abuso de autoridade e devem ser rigorosamente apurados pela Procuradoria-Geral da República.
Uai, cade os depósitos? Cade a mesada?
O sigilo do #Lulinha foi quebrado ha 2 semana atrás e nada de irregular foi provado.
Já o Flávio Bolsonaro até hoje não explicou de onde veio os 6 milhões da mansão que ele comprou em Brasília.
Deve ser da loja de chocolates, SQN!
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IMAGENS CONFIRMAM O GOLPE NA CPMI DO INSS
O presidente da CPMI do INSS deu um golpe na votação que tratava de requerimentos de quebra de sigilo e de convocação de várias pessoas.
Ele disse que nós tínhamos apenas 7 votos, quando tínhamos 14. Só de deputados eram nove, mais cinco senadores e senadoras.