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@LinardiRafaella

Comunistas são Terroristas e ponto final. BOLSONARO 2026 😎🙏 EU ACREDITO TA OKEY?

Katılım Haziran 2025
307 Takip Edilen213 Takipçiler
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Pâm 🌸
Pâm 🌸@pamcosta21·
Eduardo Bolsonaro não colocou a culpa no povo brasileiro. Está falando claramente da falta de apoio parlamentar E AÇÕES PARLAMENTARES na janela de oportunidade que tivemos. Que a Direita BOCA DE FAROFA estão falando? Que o Eduardo está depositando a culpa no povo. VOCÊS SÃO ZERO CARÁTER, NA MORALZINHA. Pior é ver gente que até ontem era de esquerda (querendo falar pela direita) interagindo com deputag mineiro que se recusa a renunciar o mandato pra ficar lacrando igual a Hilton na internet. Isso é falta de honestidade!
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・ Ice ・  Ⅹ ・
・ Ice ・  Ⅹ ・@IceXTruths·
A história às vezes escancara o óbvio com tanto barulho que até os mais distraídos fingem que não ouviram. Quando o Congresso brasileiro decidiu pela dosimetria, ele não apenas escolheu um caminho jurídico. Ele assinou uma ata moral dizendo que houve crime, que as penas seriam apenas ajustadas, não anuladas. A dosimetria é isso. Reduzir o castigo, não apagar o ato. É a confirmação solene de que o julgamento e o julgador estavam legitimados pelo próprio Parlamento. A anistia seria outra coisa. Seria olhar para o país e afirmar publicamente que não houve crime, que o que se viu foi perseguição travestida de Justiça, que o alicerce das decisões estava contaminado. Mas como o Congresso não teve essa coragem, abriu-se o precedente que agora muitos fingem não entender. E é por isso que a retirada de sanção de Trump contra Alexandre de Moraes não deveria surpreender ninguém que esteja realmente atento. Depois que o Legislativo brasileiro carimbou cada sentença, que autoridade moral teria qualquer líder internacional para manter punição a um ministro cujo poder foi referendado pela própria República que ele serve? O Congresso devolveu a Moraes a blindagem que muitos acusavam de abuso. Validou cada decisão que por anos foi denunciada como excesso. Confirmou o arcabouço que sustentou prisões, cassações, censuras e perseguições. Ao fazer isso, retirou das mãos de qualquer chefe de Estado estrangeiro a justificativa política para enquadrá-lo. Trump não tinha mais saída. Quando o próprio país diz ao mundo que Alexandre estava certo, que os réus estão condenados, que apenas se ajustou a pena, qual seria o sentido de manter sobre ele uma sanção diplomática? Que narrativa resistiria a esse contrassenso? A sanção serviria para quê? Para desafiar o Congresso brasileiro que, com seu silêncio cúmplice e suas votações calculadas, escolheu o caminho da validação? E aqui entra um reconhecimento necessário. Eduardo Bolsonaro (@BolsonaroSP ) e Paulo Figueiredo (@realpfigueiredo ) alertaram desde o início que a dosimetria seria o tiro que desmontaria qualquer contestação futura. Foram incansáveis, repetiram à exaustão que a única resposta digna seria a anistia plena, porque só ela reconhecia o óbvio: não houve crime. Mas, como sempre, muitos preferiram ignorá-los. Muitos os atacaram, muitos torceram o nariz, muitos apostaram no conforto político imediato. Os parlamentares não escutaram. Agora resta digerir o resultado. A verdade é uma só. O gesto de Trump não é sobre simpatia, afinidade ideológica ou recuo estratégico. É sobre coerência institucional. O Congresso brasileiro entregou a ele a resposta pronta. Ao confirmar as decisões de Moraes pela via da dosimetria, eliminou a única base que sustentava a punição internacional. Moralmente, juridicamente e politicamente, tornou a sanção insustentável. No fim, sobra a pergunta incômoda que ninguém quer formular. Se o próprio Brasil disse ao mundo que os julgamentos estavam certos, quem era Trump para manter um ministro brasileiro na prateleira dos sancionados? A responsabilidade não está em Washington. Está em Brasília. Está no plenário que preferiu ajustar a pena em vez de enfrentar a verdade. Está no Parlamento que, por medo, conveniência ou cálculo, escolheu validar o que antes fingia criticar. E agora todos pagam o preço dessa escolha. LIBERTEM BOLSONARO ANISTIA AMPLA,GERAL E IRRESTRITA FLÁVIO BOLSONARO PRESIDENTE 2026
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Rafael Gloves
Rafael Gloves@rafaelgloves·
Parlamentar que critica / zomba do Eduardo. Todos concordam que Xandão & cia ultrapassaram todos os limites. Direita, centro e até alguns esquerdistas. Eduardo foi o ÚNICO político que saiu da zona de conforto que tinha pra buscar uma mudança. Os demais ficam no palanque “ah vamos lutar, vamos isso, vamos aquilo”, levantando hashtag e etc mas levam 🍆 diariamente (como ontem por ex) e continuam no conforto dos salários e emendas tetudas. Quem o critica e continua no conforto vale menos do que cocô.
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Sam Pancher
Sam Pancher@SamPancher·
URGENTE: ALEXANDRE DE MORAES E ESPOSA SÃO RETIRADOS DA LISTA DE SANCIONADOS PELA LEI MAGNITSKY
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𝕺 𝕯𝖔𝖚𝖙𝖗𝖎𝖓𝖆𝖉𝖔𝖗🇧🇷🤝🇧🇬
Em menos de 24h: - Congresso humilhado e Zambelli cassada, na base da canetada; - Minha mulher ganha 3,6 milhões por mês do Master mesmo e FODA-SE! - Imagens devastadoras de Bolsonaro acabado, dormindo ainda soluçando na cela da PF - Magnitsky revogada e com afagos! Sextou!
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Vlog do Marcone
Vlog do Marcone@vlogdomarcone·
Após a decisão de Trump, ficou evidente: aqueles que deveriam prosseguir com o trabalho iniciado por Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo optaram pelo silêncio, medo, omissão, temendo a perda de seus mandatos, como se videozinho/nota no X mudasse alguma coisa. Muitos representantes da direita não serão reeleitos, pois o povo enviará um claro recado nas urnas – exceto por aqueles que admiro e que demonstraram, de forma inequívoca, sua dedicação à causa, inclusive enfrentando perseguições atualmente. Quero expressar minha profunda gratidão a Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo pelo incansável esforço em tentar restaurar o equilíbrio institucional no Brasil. Seu compromisso com a verdade e a democracia inspira muitos de nós.
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Felipe Pedri
Felipe Pedri@FelipePedri·
É sempre importante lembrar que em 2021 a USAID despejou 500 milhoes no Brasil para criminalizar a direita, para, logo após, retirar o Jair Bolsonaro do poder. Isso começou após o nosso presidente ser o último a largar a mão de Donald Trump na eleição de 2020. A partir dali, os Democratas declaram guerra contra a Direita brasileira, cacifando o nosso judiciário de todas as formas possíveis e inimagináveis. O voto impresso foi vítima desse processo.
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Jordan Blackthorn
Jordan Blackthorn@JordanBlakthorn·
Hoje é um dia de grande lição para a direita e para a esquerda: Esquerda: Lula não está nem aí para a soberania; é apenas um entreguista e, agora, provavelmente está no colo dos EUA. Direita: Não existem amigos, existem aliados com interesses. No momento em que alguém oferece mais benefícios, as alianças mudam. A China é ruim, mas os EUA também não são mocinhos. Bolsonaristas: vamos criar o nosso “Brasil Primeiro”, resgatar a nossa tradição conservadora nacional, que não é liberal nem americana, mas ibérica, portuguesa, cristã, comunitária e monárquica. Deus, pátria, família e ordem.
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Mauricio Galante
Mauricio Galante@MGalante_us·
ANESTESIA INSTITUCIONAL "O Brasil se tornou aquele tipo de país onde um escândalo explode de manhã e, à tarde, já perdeu o sabor. Nada mais choca. Nada mais abala. Nada mais provoca sequer o prazer de uma boa indignação. Fatos que, em qualquer democracia funcional, derrubariam carreiras e fariam manchetes explodirem, aqui são recebidos com a naturalidade de quem comenta o clima: “segue normal, com frentes de vergonha e impunidade se aproximando”. A imprensa, que deveria urrar como um leão, miou. O Senado, que deveria fiscalizar, faz o papel de mordomo elegante: observa, ajeita a bandeja e garante que nada respingue nos ternos. E o Judiciário vive em uma espécie de ambiente hermético onde conflitos de interesse são amaciados, sigilos brotam como cogumelos e a palavra “consequência” soa quase ofensiva — como se alguém tivesse entrado na sala com sapatos sujos. Mas talvez o mais fascinante — num sentido antropológico, não moral — seja a naturalidade com que episódios gravíssimos são tratados. Em vez de investigação, temos silêncio. Em vez de transparência, sigilo. Em vez de constrangimento, indiferença. É como se o país inteiro tivesse recebido um sedativo institucional. A mensagem é simples, quase pedagógica: eles não têm mais medo de nada. Nem da crítica, nem da lei, nem da aparência de culpa. Até porque não há nada acima deles. Ninguém vigia os vigilantes. A democracia, afinal, não precisa de tanques e nem de golpes espetaculares para morrer. Ela morre assim: discretamente, assinada, carimbada e enviada via malote interno. Em 1974, nos EUA, um presidente caiu não por corrupção milionária, mas por tentar abafar uma investigação. Nixon não despencou por ter feito o pior, mas porque as instituições americanas — imprensa, Congresso, Judiciário — simplesmente fizeram o que tinham de fazer. Os jornalistas Woodward e Bernstein (recomendo o filme "Todos os homens do presidente") não pediram licença para investigar. O Senado não engavetou nada. A Suprema Corte não blindou ninguém. O sistema reagiu porque era, de fato, um sistema, não um círculo de proteção. Nos EUA, juízes da Suprema Corte não agem como deuses e enfrentam escrutínios brutais por presentes recebidos — sim, presentes! — e precisam se explicar publicamente. Na Alemanha, um presidente renunciou por aceitar um empréstimo pessoal suspeito. Na Coreia do Sul, uma presidente caiu porque uma amiga influenciou decisões de governo. No Reino Unido, ministros pedem demissão por infrações de trânsito, impostos, jantares. Enquanto isso, no Brasil, episódios que envolvem viagens em jatinhos privados com partes interessadas; contratos milionários envolvendo familiares; processos colocados sob sigilo impenetrável; silêncio obsequioso dos órgãos que deveriam fiscalizar, são tratados como apenas mais uma terça-feira. Em Watergate, o sistema olhou o próprio monstro nos olhos — e venceu. Por aqui, no Chipanzil, o monstro não só venceu, como também acomodou-se, abriu um sorriso maquiavélico para as câmeras, deu entrevistas, assinou sentenças e pediu um café, mas não sem antes exigir que seja Kopi Luwak. A verdade é que tudo está fora de ordem. A harmonia institucional é como aquela música ambiente de elevador que toca enquanto o cabo de aço range. E seguimos sorrindo, porque reclamar não adianta. Só resta torcer para que, quando o elevador despencar, pelo menos o fundo musical seja um pouco melhor." A Toca do Lobo 🐺
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Democracia Viva🗯️
Democracia Viva🗯️@DemocraciaBR_Ja·
A Grécia parou aeroportos, trens e portos parados, fábricas da Coca Cola e McDonald’s, parou tudo de forma surreal. Foi um dos maiores acontecimentos desse século. Se não for assim Moraes e Lula não caem, pois sequestraram o poder da pátria de seu povo!
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・ Ice ・  Ⅹ ・
・ Ice ・  Ⅹ ・@IceXTruths·
Olhar para essa imagem dos 300 dias do governo Bolsonaro (@jairbolsonaro ) é quase um exercício de arqueologia moral. Basta passar os olhos para sentir a diferença brutal entre um país que respirava esperança e o cenário arrasado que vivemos hoje, onde cada conquista virou alvo, cada avanço virou ameaça e cada número que antes orgulhava agora é escondido debaixo do tapete da incompetência. Naquele início de governo, o Brasil viu homicídios despencarem como nunca. Estupros em queda. Recorde de apreensão de drogas. Centenas de milhares de empregos formais. Bolsa em máxima histórica. Juros abaixo de 5 por cento. Redução real do Estado. Abertura de mercado. Concessões. Privatizações. O país voltava a ter fôlego depois de décadas de parasitismo político. Era o renascimento de um projeto de nação. Hoje, o contraste dói. O que era esperança virou perseguição. O que era construção virou demolição. O que era liberdade virou vigilância. Vivemos sob um regime de exceção disfarçado de normalidade institucional. Deputados têm mandatos cassados por decisão individual. O Legislativo virou figura decorativa. Quem ousa discordar vira alvo. Quem representa milhões de votos é tratado como inimigo interno. E o brasileiro comum, aquele que só queria segurança, emprego e dignidade, voltou a caminhar com medo, porque a destruição é sempre mais rápida que a construção. E é justamente por isso que a candidatura de Flávio Bolsonaro (@FlavioBolsonaro ) não é apenas importante. Ela é necessária. É a continuidade de um legado que não pode ser enterrado pela vingança política, nem silenciado pelo autoritarismo crescente. Flávio representa mais do que um nome. Ele representa o fio de memória que impede o Brasil de esquecer o que funcionou. Representa os números concretos que não podem ser apagados. Representa o compromisso de uma família que pagou caro, em liberdade e em sangue, por ter ousado governar diferente. Enquanto tentam destruir Jair Bolsonaro, o movimento que nasceu dele se fortalece. E Flávio carrega essa responsabilidade com serenidade, preparo e lealdade ao povo. Ele viu por dentro o custo da coragem. Viu o preço da verdade. Viu a máquina tentar moer tudo o que foi construído. E mesmo assim escolheu continuar. Quando comparo aqueles 300 dias com o que temos hoje, a conclusão é simples. O Brasil não precisa de promessas novas. Precisa retomar aquilo que deu certo. Precisa resgatar o rumo que foi arrancado à força. Precisa de alguém que não negocie princípios nem se curve ao abuso institucional. Flávio Bolsonaro representa exatamente isso. A ponte entre o passado que funciona e o futuro que ainda é possível. LIBERTEM BOLSONARO ANISTIA AMPLA,GERAL E IRRESTRITA FLÁVIO BOLSONARO PRESIDENTE 2026
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Glenn Greenwald
Glenn Greenwald@ggreenwald·
Talvez eu esteja sendo ingênuo, mas não consigo acreditar que o falido e fraudulento Banco Master tenha sido pego pagando R$ 3,6 milhões por mês para a empresa da esposa e dos filhos de Moraes — um total de R$ 129m! — e todos estejam agindo como se isso fosse normal e aceitável.
Sam Pancher@SamPancher

Fotógrafo do presidente Lula intervém no trabalho de cinegrafista do SBT News que registrava conversa entre o petista, Lewandowski e Alexandre de Moraes

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Sam Pancher
Sam Pancher@SamPancher·
Fotógrafo do presidente Lula intervém no trabalho de cinegrafista do SBT News que registrava conversa entre o petista, Lewandowski e Alexandre de Moraes
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Bruna Morandi
Bruna Morandi@bbtm33·
Vocês são um bando de trouxa! Continuem defendendo o Tarcísio 👍🏻
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Rafa Couto
Rafa Couto@rafacouto1988·
Eles não querem justiça. Querem vingança. O que vemos não é a busca pela verdade ou pelo devido processo legal. É ódio, perseguição e sede de punição exemplar. Bolsonaro não é tratado como um adversário político é tratado como um inimigo a ser destruído. Quando alguém ousa enfrentar o sistema, expor privilégios e romper acordos silenciosos, a resposta não vem em forma de debate… vem em forma de retaliação. Isso não é democracia. Isso é autoritarismo disfarçado de legalidade. Capitão venceremos, se Deus quiser! Força meu presidente @jairbolsonaro !
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Henrique
Henrique@henriolliveira_·
Quando o dono da casa faz uma visita pra ver se os inquilinos estão cuidando bem do imóvel...
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Paulo de Tarso
Paulo de Tarso@paulodetarsog·
Teremos um novo canal de comunicação do regime?
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Douglas Garcia
Douglas Garcia@DouglasGarcia·
Por qual motivo o blogueiro do Lula não queria que a imprensa gravasse?
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Carlos Jordy
Carlos Jordy@carlosjordy·
Cobrindo a boca para falar coisa errada e não ser flagrado pela imprensa. Estilo Ronaldinho Gaúcho. Tudo na mais perfeita harmonia.
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