🚨URGENTE: Portal @TheInterceptBr afirma que a Prefeitura de São Paulo (Ricardo Nunes, do MDB) disponibilizou mais R$ 26 MILHÕES para a empresa do filme do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ) instalar redes de internet na produção, mas o referido serviço NUNCA FOI PRESTADO
A narrativa de que não há dinheiro público no filme do Bolsonaro é mais uma balela. A produtora responsável pelo filme recebeu MAIS DE R$ 100 MILHÕES da Prefeitura de São Paulo na gestão Ricardo Nunes. Isso mesmo: MAIS DE R$ 100 MILHÕES.
No fim do ano passado, denunciei esse caso ao Ministério Público, que está investigando.
Ontem, mostramos as mensagens em que Flávio Bolsonaro cobrava pagamentos para financiar o filme sobre Jair Bolsonaro. Agora, relembre quem também está por trás de “Dark Horse”. 🧵
🎬 DOCUMENTÁRIO | Filme sobre Bolsonaro encalha em circuito alternativo de cinemas
A Colisão dos Destinos estreou em cinemas brasileiros e não teve grande adesão popular
metropoles.com/entretenimento…
#OPINIÃO
📝Mariliz Pereira Jorge | Cazarré está totalmente perdido. Em debate na GloboNews, ator mostrou que não faz a menor ideia da realidade que as brasileiras enfrentam.
www1.folha.uol.com.br/colunas/marili…
🎬 Flopou? Só um nome do PL vai ver documentário de Bolsonaro após áudio de Flávio
Segundo apurou a coluna Milena Teixeira, apenas a deputada Bia Kicis (PL-DF) foi a única a comparecer à sessão do documentário “A Coalizão dos Destinos”. Outros parlamentares eram esperados no encontro
Leia na coluna de @milena_teixe
🧵 O áudio vazado de Flávio Bolsonaro sobre o Banco Master virou mais um foco de tensão na direita e pode impactar diretamente a pré-campanha de 2026.
Mas o que realmente está em jogo nesse caso? 👇
Se confirmado, “Dark Horse” ultrapassaria com folga os maiores orçamentos da história do cinema nacional:
🎬 “Central do Brasil” → R$ 22 milhões
🎬 “Cidade de Deus” → R$ 30 milhões
🎬 “Ainda Estou Aqui” → R$ 45 milhões
🎬 “Amazônia” → R$ 61,5 milhões
👉 O filme sobre Bolsonaro teria custado até R$ 134 milhões.
🚨 Um filme sobre Jair Bolsonaro pode se tornar o MAIS CARO da história do cinema brasileiro.
Segundo mensagens reveladas pelo Intercept, a produção de “Dark Horse” teria movimentado até R$ 134 milhões em recursos privados.
O longa é estrelado por Jim Caviezel (“A Paixão de Cristo”) e estreia em setembro de 2026. 🧵
@mfriasoficial HAHAHAHAAHHAHAHAHAHAHAHAHAHA o cara acabou de fuder mais o Flávio. Se ele não tem envolvido nenhum com o filme, porque ele tava pedindo dinheiro????
Na condição de produtor executivo do longa-metragem Dark Horse, sobre a trajetória do presidente Jair Bolsonaro, esclareço:
1. O senador Flávio Bolsonaro não tem qualquer sociedade no filme ou na produtora. Seu papel limitou-se à cessão dos direitos de imagem da família e, naturalmente, ao peso que seu sobrenome agrega na hora de atrair investidores interessados em financiar um projeto desse porte — o que é legítimo, esperado e não configura, em si, nada além do óbvio.
2. Como já esclareceu a produtora GOUP Entertainment, não há um único centavo do sr. Daniel Vorcaro em Dark Horse. E, ainda que houvesse, não haveria problema algum: trata-se de relação estritamente privada, entre adultos capazes, sem um único real de dinheiro público envolvido. E, na época, não havia qualquer suspeita a ele e seu banco.
3. Dark Horse é uma superprodução em padrão hollywoodiano, com 100% de capital privado, ator de primeira linha, além de diretor e roteirista de renome internacional — com qualidade inédita para retratar o maior líder político brasileiro do século XXI. O projeto é real, será lançado nos próximos meses e, para quem investiu, será um negócio bem-sucedido.
4. Desde o anúncio do projeto, Dark Horse vem sendo alvo reiterado de ataques direcionados não apenas à produção do filme, mas também à sua própria viabilidade e futura exibição. Há uma tentativa permanente de descredibilizar a obra perante a opinião pública, investidores e parceiros do setor audiovisual, muitas vezes por motivações claramente políticas e ideológicas. Ainda assim, o projeto segue firme, estruturado e respaldado por profissionais experientes da indústria cinematográfica internacional.
5. Por fim, um lembrete pessoal: geri bilhões da Lei Rouanet à frente da Secretaria Especial da Cultura e saí do governo com as mãos limpas. Quem não se enriqueceu com bilhões certamente não iria se sujar pelos R$ 2 milhões que a imprensa agora tenta atribuir.
Deputado Federal Mário Frias
Produtor Executivo