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«Amados filhos e veneráveis irmãos, não podemos nos calar diante de outro erro pernicioso, um mal que está dilacerando e perturbando profundamente mentes, corações e almas. Referimo-nos ao amor-próprio e ao interesse próprio desenfreados e condenáveis que levam muitos a buscar vantagens e lucros pessoais, sem qualquer consideração pelo próximo. Referimo-nos àquela paixão insaciável pelo poder e pelas posses que se sobrepõe a todas as regras de justiça e honestidade e que nunca cessa de, por todos os meios possíveis, acumular e avidamente amontoar riquezas. Completamente absortos nas coisas terrenas, esquecidos de Deus, da religião e de suas almas, depositam erroneamente toda a sua felicidade na obtenção de riquezas e dinheiro. Que essas pessoas se lembrem e meditem seriamente sobre as palavras muito sóbrias de Cristo, o Senhor: “Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?” Que reflitam também sobre o ensinamento de Paulo: “Os que querem ficar ricos caem em tentação, em armadilhas e em muitos desejos insensatos e nocivos, que arrastam os homens para a ruína e a destruição. Porque o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males; e é por causa dessa cobiça que alguns se desviaram e traspassaram os seus corações com muitas dores."»
— Beato Papa Pio IX, Quanto Conficiamur Moerore (1863), n. 10

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@Luk0134 @arthurrzx7_ participar da missa não é bater palma, nem tem isso previsto no missal.
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Practical assistance offered to the disadvantaged allows them to experience God’s love, and opens a path for them to enter into a lasting relationship with God. At the same time, it enables us to come into contact with the flesh of Christ by seeking to see and serve Him in our brothers and sisters (cf. Mt 25:31-46). In this way, our works of charity become a mutual encounter with the Lord who is present among us.
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Poucas coisas são tão detestáveis no Twitter católico brasileiro quanto a falta de caridade hermenêutica para com o próximo. Se uma pessoa faz um comentário ambíguo, os outros que veem logo tomam o pior sentido possível, sem nem perguntar o que a pessoa quis dizer (perguntar é o óbvio a se fazer, se você considera que leu algo ambíguo). A igreja ensina que devemos agir com caridade até com os cristãos não católicos e com pessoas de religiões não cristãs, quem dirá com um irmão da nossa própria religião.
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@0psalm135 nesse meio tempo na bolha, percebi que é meio dividido entre uns doidinhos e uns perfis muito bons
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Por ocasião da Festa de São Tiago Menor e São Felipe (3 de maio):
«II. VIDA DE SÃO TIAGO. — 1. Tiago é chamado em São Marcos, XV, 40, μικρός, o «Menor»; distingue-se assim do outro Tiago apelidado o «Maior». Recebeu este apelido, seja por causa da sua pequena estatura, seja por causa da sua juventude relativa; alguns pensam mesmo, o que é menos provável, que ele o conferiu a si próprio por modéstia. Foi chamado ao apostolado, verossimilmente na primavera do ano 26, com seu irmão Judas; este último nem sequer é designado senão em relação a seu irmão: Ἰούδαν Ἰακώβου, Lc., VI, 16. Após estas indicações sumárias, o Novo Testamento não nos fala mais de São Tiago senão depois da ressurreição de Nosso Senhor. Jesus Cristo apareceu-lhe após a sua ressurreição, I Cor., XV, 7; a tradição está de acordo em ver neste Tiago o irmão (primo) do Senhor e não o filho de Zebedeu. Nosso Senhor apareceu-lhe provavelmente para o instruir, como aos outros Apóstolos, sobre as coisas do reino de Deus. At., I, 3. Encontramos em seguida Tiago e os outros Apóstolos, com Maria em Jerusalém, esperando, na fé e na oração, os dons do Espírito Santo. At., I, 13-14. Perdemo-lo de vista por quase dez anos. Três anos após a sua conversão, São Paulo dirigiu-se a Jerusalém; Barnabé introduziu-o a Pedro e a Tiago. At., IX, 27; Gál., I, 18, 19. É provavelmente nesta época que ele foi eleito bispo de Jerusalém. Quando São Pedro foi libertado da sua prisão, avisou disso a Tiago e aos irmãos. At., XII, 17. Ele pronunciou-se na questão das observâncias legais que lhe haviam submetido, assim como a Pedro, Paulo e Barnabé. At., XV, 13-21. Já vimos que São Paulo o nomeia uma das colunas da Igreja. Gál., II, 9. Certos fiéis, vindo da parte de Tiago, tornaram hesitante a conduta de Pedro no tocante aos ritos judaicos. Gál., II, 12. Enfim, sem que se possa precisar a data, Paulo fez uma visita a Tiago, em cuja casa se reuniram todos os anciãos [os presbíteros]. At., XXI, 18.
2º Tiago foi o primeiro bispo de Jerusalém. Eusébio, H. E., II, 1, t. XX, col. 136 (segundo os antigos: ἱστοροῦσι); 23, col. 196; III, 5, col. 221; 7, col. 236; 22, col. 256; IV, 5, col. 309; VII, 19, col. 681; S. Epifânio, Hær., XXIX, 3, t. XLII, col. 393. — Certos autores sustentaram que ele havia sido estabelecido bispo de Jerusalém por Nosso Senhor mesmo; assim S. Epifânio, Hær., LXXVIII, 7, t. XLII, col. 709; S. João Crisóstomo, segundo uma tradição (λέγεται), Hom. XXXVIII, in I Cor., 4, t. LXI, col. 326, que parece provir das Recognições clementinas, I, 43, t. I, col. 1232. — São Jerônimo afirma-nos, pelo contrário, que ele foi estabelecido bispo de Jerusalém pelos Apóstolos, De vir. illustr., II, t. XXIII, col. 609. Eusébio tem duas versões: num lugar, ele nos diz que foi estabelecido bispo pelos Apóstolos, H. E., II, 23, t. XX, col. 196; num outro passo, ele diz que foi estabelecido bispo tanto pelo Salvador quanto pelos Apóstolos, H. E., VII, 19, col. 681; este é também o sentimento do autor das Constituições apostólicas, VIII, 35, t. I, col. 1137. Cf. também Clemente de Alexandria, em Eusébio, H.E., t. XX, col. 136. — Os historiadores conservam-lhe o seu título de «irmão do Senhor», Eusébio, H. E., I, 12, t. XX, col. 120 (segundo a tradição); II, 1, col. 133; 23, col. 197 (segundo Hegésipo); III, 7, col. 236; 22, col. 256; IV, 5, col. 309; ele é também apelidado de o «justo» por causa de suas grandes virtudes, Eusébio, H.E., II, 1, t. XX, col. 136; IV, 22, col. 380 (segundo Hegésipo), que lhe granjearam mesmo a estima dos judeus. Josefo, Ant. jud., XX, IX, 1. Após ter governado santamente a sua Igreja durante trinta anos, no dizer de São Jerônimo, De vir. illustr., II, t. XXIII, col. 613, ele coroou a sua vida pelo martírio em 62, no oitavo ano do reinado de Nero.»
— Monsenhor Fulcran Vigouroux, Dictionnaire de la Bible. Paris: Letouzey et Ané, edição de 1891 a 1912, Tomo III (Volume 3), Segunda Parte, Colunas 1081-1085.

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O Papa João XIII, era conhecido pelo seu bom humor e humildade.
Certo dia decidiu fazer uma visita surpresa ao Convento da Ordem do Espírito Santo, nos arredores de Roma. Ele mesmo bateu na grade porta, uma freira de ar sereno o atendeu e ficou muito feliz com a inusitada visita e se apresentou como a Madre Superiora do Espírito Santo, o Papa sorriu e disse:
"Que benção, você chegou ao ápice de sua carreira, eu só cheguei a Papa!"
🤭🤣🤣🤣🤣🤣👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻
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«A celestial doutrina de Jesus Cristo, embora em grande parte fixada nas Sagradas Escrituras, não podia, contudo, se deixada ao arbítrio humano, vincular as mentes. Pois poderia dar lugar a várias e diferentes interpretações, não só por si mesma e pelos mistérios de sua doutrina, mas também pela variedade das mentes humanas e pelo turbamento das paixões, que divergem em direções contrárias.
Da diferença de interpretação nascem necessariamente divergências de sentimentos e, consequentemente, controvérsias e dissídios, como se viu na própria era próxima à origem da Igreja. Dos hereges, escreve Ireneu: "Confessam, é verdade, as Escrituras, mas pervertem-lhes o sentido" (Contra Haereses, lib. III, cap. 3, n. 2). E Agostinho: "Não nasceram as heresias e certos dogmas perversos, que enredam as almas e as precipitam no abismo, senão quando as Sagradas Escrituras não foram bem compreendidas" (Contra Epistolam Parmeniani, lib. II, cap. 11, n. 25).
Para harmonizar as mentes, a fim de produzir e manter o acordo das opiniões, além das Sagradas Escrituras, era sempre necessário outro princípio. Isso exige a divina sabedoria, pois Deus não podia querer que houvesse uma só fé sem prover algum meio adequado para conservar essa unidade, como as Escrituras claramente declaram.
Certamente, o poder infinito de Deus não está ligado nem vinculado a coisa alguma, e ele usa todas as coisas como instrumentos. Deve-se, pois, examinar qual seja esse princípio externo que Cristo estabeleceu entre aqueles que estão sob seu poder. Assim, é necessário recordar os princípios da religião cristã. Jesus Cristo, com sua virtude taumatúrgica, provou sua divindade e sua missão divina, instruindo as multidões com sua palavra. Os Apóstolos são embaixadores de Jesus Cristo, como ele o é do Pai: "Como o Pai me enviou, assim eu vos envio" (Jo 20,21).
Por conseguinte, assim como os Apóstolos e discípulos deviam obedecer aos ditames de Jesus Cristo, também o devem aqueles que são instruídos por eles por mandato divino. Portanto, não é lícito rejeitar sequer um dos ensinamentos dos Apóstolos, assim como não se pode rejeitar qualquer parte da doutrina de Cristo. E, verdadeiramente, a voz dos Apóstolos, investidos do Espírito Santo, ressoou amplamente por toda parte. Onde quer que se detivessem, apresentavam-se como embaixadores de Cristo: "Por meio dele recebemos a graça do apostolado para obter a obediência à fé por parte de todas as gentes, para a glória de seu nome" (Rm 1,5).
E Deus autenticou com milagres sua missão divina: "Então eles partiram e pregaram por toda parte, enquanto o Senhor cooperava com eles e confirmava a palavra com os prodígios que a acompanhavam" (Mc 16,20). E qual era seu ensinamento? Sem dúvida, aquele que continha o que haviam aprendido do Mestre, pois declararam abertamente diante de todos que não podiam calar as coisas que tinham visto e ouvido.
Mas, como dissemos anteriormente, essa missão apostólica não era tal que terminasse com a pessoa dos Apóstolos ou se extinguisse com o passar do tempo, sendo ela universal e instituída para a salvação do gênero humano. Aos Apóstolos, Jesus Cristo ordenou que pregassem “o Evangelho a toda criatura”, que levassem “seu nome diante das gentes e dos reis” e que fossem “suas testemunhas até os confins da terra”.
É, portanto, indispensável, por um lado, que o ofício de ensinar o que Cristo ensinou seja constante e imutável e, por outro, que seja igualmente constante e imutável o dever de receber e professar toda a doutrina dos Apóstolos. Isso Cipriano ilustra com estas palavras: “Quando nosso Senhor Jesus Cristo, no Evangelho, afirmou que eram seus inimigos aqueles que não estavam com ele, não apontou nenhuma espécie de heresia, mas mostrou como seus adversários todos aqueles que, não estando reunidos com ele, dispersavam seu rebanho, dizendo: ‘Quem não está comigo, está contra mim; quem não reúne comigo, dispersa’” (De cath. Eccl. Unitate, n. 6).»
— Papa Leão XIII, Satis Cognitum (1896).

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«Nosso Senhor Jesus Cristo promete que a súplica dirigida a Seu Pai sempre será atendida (Vide o verbete Oração, col. 667). As antigas promessas temporais possuíam um significado espiritual atinente à Nova Aliança, tendo sido excelentemente cumpridas por Jesus Cristo. N'Ele se realiza de modo pleno o que fora afiançado aos antigos patriarcas (At 26, 6; Rm 15, 8; Gl 3, 22; 2Cor 1, 20; 2Pd 1, 4), de maneira muito especial por meio de Seu sacratíssimo nascimento (At 13, 23) e de Sua gloriosa ressurreição (At 13, 32).
O próprio Divino Redentor prometeu enviar o Paráclito (Lc 24, 49; At 1, 4), e efetivamente O enviou (At 2, 33; Ef 1, 13). Participamos desse mesmo Espírito Santo mediante a fé (Gl 3, 14). As promessas da Antiga Lei diziam respeito primariamente aos judeus; por conseguinte, eles foram os primeiros a se beneficiarem do efeito espiritual ali contido (Rm 9, 4; At 2, 39). Os justos do Antigo Testamento vislumbraram apenas de longe o cumprimento dos juramentos feitos aos seus antepassados e creram neles, garantindo, dessa forma, a própria salvação pela fé na vinda do Messias (Hb 11, 13.33.39). Os gentios, que antes eram alheios aos testamentos (Ef 2, 12), agora participam dos bens da Nova Aliança por intermédio de Nosso Senhor (Ef 3, 6).
Ao anunciar que abalaria a terra, o Altíssimo estabeleceu um novo pacto (Hb 12, 26), o Santo Evangelho, já prenunciado pelos profetas (Rm 1, 2). É por meio desta Nova Aliança e da graça divina que ela confere que as antigas garantias dadas a Abraão se realizam de maneira cabal, definitiva e espiritual (Rm 4, 13-16; Gl 3, 16; Hb 6, 13). Logo, os verdadeiros filhos da promessa não são os judeus segundo a carne, mas os descendentes espirituais do patriarca (Rm 9, 8; Gl 4, 28; Hb 6, 17). Essa inefável filiação, que nos concede o direito às graças outorgadas, não provém do nascimento natural nem da observância caduca da antiga lei, mas unicamente da santa fé em Jesus Cristo (Gl 3, 18; 5, 6; Hb 6, 12-13).
Como Sumo Sacerdote da Nova Lei, Jesus Cristo a consolida sobre promessas infinitamente superiores àquelas da Antiguidade (Hb 8, 6). Ele assegura aos Seus discípulos a dignidade de filhos de Deus (2Cor 7, 1); a vida sobrenatural (2Tm 1, 1); as bênçãos para o tempo presente e para a eternidade (1Tm 4, 8); o repouso divino (Hb 4, 1); a recompensa e a coroa celeste (Hb 10, 36; Tg 1, 12; 2, 5); e, por fim, a vida eterna (Tt 1, 2; Hb 9, 15; 1Jo 2, 25).
Enquanto os ímpios e incrédulos zombam e duvidam do advento do Reino (2Pd 3, 4), nós, católicos, aguardamos novos céus e nova terra — isto é, a bem-aventurança eterna —, por ocasião da vinda triunfal do Filho de Deus e da consumação da Sua Realeza Social sobre todo o universo, em estrita conformidade com a Sua infalível palavra (2Pd 3, 13).»
— Monsenhor Fulcran Vigouroux, Dictionnaire de la Bible. Paris: Letouzey et Ané, 1912. Tomo V, verbete "Promesse", coluna 705-706.

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