Leonilda Marçal
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Leonilda Marçal
@MarcalLeonilda
Terapeuta, Psicoterapeuta especialista/MTC e Acupunturista. Acadêmica bacharelando em Direito. (Patriotas, Direita-Conservadora = Bolsonarista/raíz🇧🇷).








Resgate do Passado — Maio de 2024, Serra Gaúcha Dizem que Carlos @CarlosBolsonaro nunca teve ligação com o Sul. Dizem com a segurança confortável de quem não pisa na lama, de quem não sente o cheiro da perda, de quem nunca ouviu o silêncio pesado de uma cidade ferida. Mas a memória não é feita de opinião, é feita de fatos. E os fatos, quando reaparecem, desmentem narrativas com uma frieza quase cruel. Maio de 2024 não foi um mês qualquer. Foi o mês em que a Serra Gaúcha deixou de ser apenas cartão-postal para se tornar cenário de uma das maiores catástrofes da história do Sul. Bento Gonçalves, entre outras cidades, não virou manchete por turismo, mas por sobrevivência. O que se viu ali não foi discurso, foi devastação. Pessoas perdidas, famílias soterradas, histórias interrompidas sem aviso. E no meio disso tudo, algo que nenhuma tese consegue apagar: presença. Não era uma visita protocolar. Era imersão em uma realidade que poucos tinham dimensão. Nem mesmo quem estava ali conseguia compreender totalmente o que havia acontecido. A fala era clara, quase crua: ainda não temos noção do que realmente aconteceu aqui. E isso diz tudo. Porque quando a tragédia ultrapassa a compreensão, o que resta é a ação. E a ação aconteceu. Houve reconhecimento explícito da maior catástrofe da história da região. Houve contato direto com o sofrimento. Houve escuta. Houve testemunho da dor e da resistência. Mas houve também algo que raramente ganha destaque: a união. Voluntários largando empregos, pessoas comuns se transformando em linha de frente, instituições trabalhando lado a lado, o país inteiro convergindo para um ponto do mapa que, naquele momento, representava o limite entre o colapso e a reconstrução. Esse tipo de presença não se inventa depois. Não se simula em narrativa. Ou aconteceu, ou não aconteceu. E aconteceu. Está registrado na fala de quem estava lá, no reconhecimento da tragédia, na descrição da mobilização, na gratidão pela ajuda humanitária que corria nos bastidores, longe das câmeras mais interessadas em espetáculo do que em realidade. Negar isso não é apenas erro factual. É escolha. Escolha de ignorar evidência, de substituir memória por conveniência, de transformar ausência em argumento mesmo quando há registro claro de presença. A verdade é simples, quase incômoda: enquanto alguns discutiam versões, outros estavam no meio da maior crise que o Sul já enfrentou, vendo de perto o que significa perder tudo e, ainda assim, encontrar força coletiva para continuar. Mesmo sendo vereador do Rio de Janeiro, fez mais pela região do que muitos políticos locais. E a história, quando bem lembrada, não perdoa quem tenta reescrevê-la. Em 2026 está muito fácil. Presidente - @FlavioBolsonaro Senador por Santa Catarina - @CarlosBolsonaro
















