
Luir
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Luir
@MartinsFelipe2
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Via @ESPNBrasil (2015): Cadeia, drogas, porrada e propina de atletas: quem são Rafael Di Zeo e Mauro Martín, os temidos 'donos' da maior torcida organizada do Boca Juniors. Líderes de La 12, ambos são conhecidos como "donos" do Boca. Proibidos durante anos pela polícia de entrarem em La Bombonera, os dois deram continuidade ao trabalho de José Barrita, o Abuelo, e transformaram a torcida organizada em uma organização criminosa, com várias fontes de renda, como tráfico de drogas, cambismo e até propinas pagas por jogadores do clube. Di Zeo e Martín já foram inimigos e hoje são aliados. Eles viraram até livro: "La Doce - a Explosiva História da Torcida Organizada Mais Temida do Mundo". DI ZEO: Antes de Di Zeo, La 12 foi comandada por José Barrita entre 1981 e 1994. A TO foi transformada em uma máfia, com cobranças de estacionamento ao redor de La Bombonera, tráfico de drogas e até "doações" de dirigentes e jogadores. Os atletas que não doavam eram perseguidos. Conhecido pelos cabelos brancos e pela brutalidade, Di Zeo virou líder após a morte de Barrita. Ele profissionalizou ainda mais a torcida organizada a partir de 1996. La 12 passou a se envolver cada vez mais em brigas violentas, principalmente contra a sua grande inimiga, a barra dos Borrachos del Tablón, a maior do River Plate, além da polícia. Os principais métodos de arrecadação de La 12 passaram a ser através de eventos políticos e sindicatos (afinal, a maior TO da Argentina consegue lotar qualquer praça e deixar uma imagem bonita), além de participação na venda de jogadores da base, cambismo e "tour guiado" pela Bombonera, que dava direito a assistir a um jogo entre a TO. A principal fonte de renda foi a troca de dinheiro por votos políticos. Não foi por acaso que Mauricio Macri, presidente do Boca de 1995 a 2007, foi eleito prefeito de Buenos Aires. Em 2007, Di Zeo foi preso por porte de arma durante uma briga contra barras do Chicarita Juniors na Bombonera. Na prisão, ficou amigo de Richard Laluz Fernández, conhecido como 'Uruguayo', que se tornou seu braço direito na cadeia. Di Zeo foi solto em 2011. Em março, no seu aniversário em uma boate com membros da TO, se envolveu em uma grande briga. Richard levou 3 tiros e quase morreu. Di Zeo foi apontado como mandante do crime. Segundo o jornal Clarín, Di Zeo, no julgamento, passou toda a sessão mexendo no celular e sem dar atenção aos advogados e juízes. No final, cumprimentou os policiais um por um, chamando-os pelo nome, e saiu sorrindo, como se soubesse que nada iria acontecer. Ele foi absolvido. MAURO MARTÍN: Quando Di Zeo foi preso, em 2007, apontou Martín como seu substituto. Tudo continuou igual em La 12: tráfico, extorsão, propinas, cambismo e muitas brigas com outras barras bravas e com a polícia. Em 2011, quando Di Zeo saiu da cadeia, pediu para retomar a liderança de La 12. Obcecado pelo poder, Martín disse "não". A partir daí, começou uma guerra pelo trono, que resultou em uma grande briga em outubro daquele ano. Durante um jogo do Boca, Di Zeo entrou na arquibancada e foi recebido com muito respeito por seus aliados. O problema é que outra parte de La 12 ainda apoiava Martín como líder. A torcida organizada ficou dividida, com ameaças de morte dos dois lados enquanto o jogo acontecia. Di Zeo e Martín foram proibidos de frequentar o estádio até o fim daquele ano. O caso piorou no ano seguinte, quando Di Zeo mandou atiradores metralharem um ônibus de La 12 que estava com Martín e seus aliados. Martín foi atingido na barriga, mas sobreviveu. Após muita conversa, Di Zeo e Martín chegaram a um acordo, e o trono de La 12 foi devolvido a Di Zeo, que deixou Martín como seu vice. 🗞 @ESPNBrasil | @f_delaurentiis 📸 Divulgação

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Qual o MAIOR clube brasileiro? 📸 reprodução















