@marcelofeil_@thairizard Já faz uns dez anos que deixei de me consultar com advogados para problemas extrajudiciais.
Só Google, leitura e agora IA.
Desenrolei muitas coisas sozinho. Economizei em consultas. E percebi que várias vezes fui orientado de forma errada no passado, piorando o problema.
No ano de 1500, um quilograma de noz moscada chegava a valer 17 mil reais na Europa, em valores atualizados e convertidos.
E provavelmente eram compradas a troco de bugigangas.
As navegações davam muito dinheiro.
@CuriosoMercado Todos os casos que eu conheço de grandes falências foram por alavancagem excessiva ou gastos mal planejados.
Muito raro alguém falir levando o operacional com calma. Agricultura tem que ter caixa alto, setor cíclico demais.
Durante anos, José Pupin foi um dos nomes mais poderosos do agronegócio.
Dono de cerca de 110 mil hectares de algodão no Mato Grosso, ganhou o apelido de Rei do Algodão.
Hoje, esse império se encontra afundado, com dívidas superiores a R$ 5 bilhões.
Conheça essa história.
Pupin nasceu no Paraná, em uma família com tradição na agropecuária.
Décadas depois, decidiu migrar para Mato Grosso, um dos novos polos agrícolas do país.
Foi na cidade de Campo Verde que ele estabeleceu a Fazenda Marabá, base do império que começaria a construir.
Nos primeiros anos em Campo Verde, Pupin passou a expandir gradualmente sua produção agrícola.
Aproveitando o avanço da cotonicultura no Mato Grosso, ampliou o plantio de algodão e começou a adquirir novas áreas, acompanhando o crescimento da região como potência agrícola.
Com o tempo, o crescimento se acelerou. Pupin passou a investir pesado em terras, máquinas e estrutura agrícola.
O avanço foi financiado por crédito bancário, usando propriedades rurais como garantia para empréstimos cada vez maiores.
Em 2004, ele já faturava R$ 200 milhões anuais.
No auge do ciclo de expansão do agronegócio brasileiro, especialmente até meados de 2014, o império de Pupin parecia imbatível.
Sua área plantada dobrou em poucos anos e chegou perto de 110 mil hectares, uma extensão equivalente à área da cidade do Rio de Janeiro.
O crescimento, porém, veio acompanhado de uma alavancagem agressiva.
Para financiar a expansão, o produtor acumulou cerca de R$ 1 bilhão em empréstimos. Enquanto os preços do algodão permaneciam altos, a estratégia parecia sustentável e próspera.
O cenário começou a mudar a partir de 2014.
A queda dos preços internacionais do algodão, somada à desaceleração da economia brasileira e ao aumento dos juros, pressionou o fluxo de caixa do grupo e expôs o peso da dívida acumulada.
A primeira grande fissura apareceu quando uma fazenda de 45 mil hectares em Paranatinga, dada como garantia de um empréstimo de US$ 100 milhões, acabou sendo tomada por credores.
O episódio sinalizou ao mercado que o império começava a enfrentar dificuldades.
Nos anos seguintes, a situação se agravou. Em 2017, o Grupo Pupin entrou oficialmente em recuperação judicial com dívidas bilionárias.
O processo se arrastou por anos, envolvendo disputas com bancos, fornecedores e credores ligados à cadeia do agronegócio.
Enquanto a batalha judicial avançava, a operação agrícola foi sendo desmontada. Fazendas foram leiloadas, ativos vendidos e a produção praticamente desapareceu.
Desde 2019, o grupo deixou de operar e passou a sobreviver basicamente do arrendamento de terras.
Inclusive, aqui vale uma curiosidade: um dos ativos vendidos foi a Fazenda Marabá, joia da coroa de Pupin.
Quem comprou foi Eraí Maggi, do Grupo Bom Futuro. O negócio foi fechado em R$ 41,9 milhões.
A venda chegou a ser anulada pela Justiça, mas Maggi reverteu a reintegração.
Após quase uma década de disputas judiciais, credores concluíram que o negócio era inviável.
A recuperação judicial acabou convertida em falência, com passivos que podem superar R$ 5 bilhões.
O impressionante império do Rei do Algodão chegou, assim, ao fim.
Fontes: AgFeed, Metrópoles, Valor Econômico e NSC Total
@CuriosoMercado Enquanto isso o irmão dele virou prefeito de Maringá e ficou com as terras da família no Paraná, nunca ouvimos falar dele ter tido problemas deste tipo. Mas vai saber.
@MatInvest1 Perdeu uma janela de venda boa na semana passada, chegou a rodar soja a 130 FOB PGTO 30/06, hj mercado e câmbio péssimos boa parte da tarde no limite de baixa.
@MatInvest1 Nao iria segurar e nao vender agora? Eu so vendi pra pagar custos. Acredito q so resolverem essa questão dos embarques que o prêmio da uma ajudada
Os comunistas sem nome invadiram minha TL pra me ofender. Vou dar um tempo. É um método. Tomara que estejam ganhando algum pq seu chefe tá ganhando MUITO. Não seja bobo. Se orienta! Não seja peão no jogo de xadrez! Deus te deu uma vida pra fazer diferença!
Raízen mal das pernas
Cosan mal das pernas
Pão de Açúcar mal das pernas
Companhia Siderúrgica Nacional mal das pernas
Hapvida mal das pernas
Um país mal das pernas
É curiosa a quantidade de vídeos de influencers brasileiros sobre o Império Romano.
Pedi para o Grok estimar quantas visualizações estes vídeos possuem em conjunto, já passam de 200 milhões.
Talvez por curiosidade histórica, ou pelo fato de 35 milhões de brasileiros serem descendentes de italianos.
Dito isso, vocês sabiam que, no Largo do Arouche, em São Paulo, há uma réplica da Estátua do Imperador Augusto de Prima Porta, doada pelo Rei da Itália há quase 100 anos? É uma réplica perfeita da estátua encontrada em escavações na suposta casa de Lívia, esposa de Augusto, em Roma, e que hoje está no Museu do Vaticano.
Na inauguração da estátua, milhares de pessoas estavam presentes. Hoje, milhares de pessoas passam por ali sem perceber um importante pedaço da memória de uma cidade que, um dia, já falou mais italiano do que português.
A França consome mais gordura saturada do que quase qualquer outro país da Europa. Mais manteiga. Mais queijo. Mais creme. Mesmo assim, os franceses têm algumas das menores taxas de doenças cardíacas e obesidade do mundo ocidental.
Os cientistas chamaram isso de “Paradoxo Francês.” Mas nunca foi um paradoxo.
Era o intestino deles.
@so_palpite Como assim? Eu estava seguindo minha vida na faixa da direita
As antas quase encostam no carro atrás, colados, e quando te ultrapassam voltam te fechando
83 brabo aí
Rodovia pista dupla, vazia
Os caras tem que quase encostar em você para aí então começar a ultrapassar
Quando vão ultrapassar ficam colados em você e voltam praticamente te fechando
E a rodovia pista dupla, vazia
O que explica?
@arquivocurioso Você quer dizer, “quando a elite perdeu o rumo né” porque ao invés de irem de terno ver um derby estão na garupa de uma moto indo fumar maconha em algum lugar de Trancoso