Micael Alves

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Micael Alves

Micael Alves

@MicaelAlv97

Biologist🧪

Figueira da Foz Katılım Mayıs 2017
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Patrícia
Patrícia@PatriciaAbq·
Foi o Álvaro que escreveu não fui eu. Agora pensem qd querem contratar alguém e pagar o ordenado mínimo ou perto disso para funções de responsável, qd ouvem um não. Se para vocês é digno um salário que n dá para pagar uma casa para viver, então meu amigos estamos conversados.
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urso_de_shorts
urso_de_shorts@urso_de_shorts·
Eu vou explicar devagarinho… 🤭 O excedente orçamental de 0,7% do PIB em 2025 foi alcançado à custa de dois mecanismos pouco virtuosos e repetidos ao longo dos anos, uma forte subexecução do investimento público e uma receita fiscal e contributiva superior ao previsto, que acabou por não traduzir uma verdadeira redução da carga fiscal prometida…🤷‍♂️ Em vez de executar os cerca de 12,7 mil milhões de euros de investimento previstos no Orçamento do Estado, o Governo ficou-se por pouco mais de 9,5 mil milhões , uma diferença de mais de 3 mil milhões de euros que inflacionou artificialmente o saldo. Esta incapacidade crónica de concretizar obras e projetos (visível em áreas como a Saúde ou infraestruturas) permite um “brilharete” imediato nas contas, mas adia investimentos necessários ao crescimento potencial da economia, perpetuando a baixa produtividade e a convergência lenta com a Europa. Ao mesmo tempo, a receita de impostos e contribuições sociais superou largamente as projeções, graças ao dinamismo do emprego e dos salários, mas sem que a carga fiscal efetiva tivesse descido de forma significativa como anunciado. A contenção adicional na despesa corrente ajudou, mas o padrão é o mesmo dos governos anteriores, o excedente surge mais pela incapacidade de gastar e pela boa conjuntura que engorda a receita do que por uma reforma estrutural profunda ou maior eficiência do Estado. Em suma, conseguiu-se o 0,7% não através de uma gestão exemplar ou de um salto de competitividade, mas sim sacrificando investimento futuro e contando com vento favorável na receita. É um resultado que melhora a dívida a curto prazo (para 89,7% do PIB), mas mascara fragilidades persistentes: baixa execução de capital e dependência de um crescimento que continua modesto. Um excedente assim não é sustentável nem transformador se continuar a assentar na subexecução sistemática….
Observador@observadorpt

O excedente orçamental atingiu, em 2025, 0,7% do PIB, anunciou o INE que reviu em alta o valor de 2024. #FinançasPúblicas #Finanças #Economia #PIB

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Daniela
Daniela@danielafcr_back·
É com grande pena que vejo mais uma vez alguma esquerda a embarcar na instrumentalização dos migrantes com o “vejam como precisamos deles”. O que nós temos feito a muitos imigrantes é exploração de mão de obra barata e sem direitos. Aplaudir isto como política ultrapassa me
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Sofia Serra-Silva
Sofia Serra-Silva@SerraSilvaSofia·
I am gonna help the Telegraph: Spain’s economy is outpacing much of Europe. The ideological tilt in the media is so pronounced that people keep “forgetting” thay Spain is growing faster than the EU average and has reached its lowest unemployment rate since 2008.
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Jeremy Cliffe
Jeremy Cliffe@JeremyCliffe·
The Sánchez 🇪🇸 government has: - built Europe's boom economy - hiked minimum wage from €736 to €1221 - cut insecure work from c.30% to c.13% - regularised, not demonised, migrants - stood up for human rights - refused to humiliate itself before Trump No wonder Musk hates it.
Elon Musk@elonmusk

Sánchez is the true fascist totalitarian

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Hélder Verdade Fontes
Hélder Verdade Fontes@HelderVFontes·
Ao mesmo tempo, o serviço nacional de saúde perto da falência, escolas degradadas, investimento público em mínimos históricos, idade para acesso à reforma sempre a subir, parque de habitação pública dos mais baixos da europa. Mas tudo fixe, a dívida tá abaixo dos 90%.
World of Statistics@stats_feed

🇵🇹 Portugal’s public debt falls to 89.7% of GDP in 2025, beating the government’s target

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oFerreira
oFerreira@oFerreira_real·
Marcelo: "o que é facto é que ninguém ontem pediu a declaração do estado de calamidade!" ...pois não, os presidentes de câmara estavam em desespero a tentar enviar sinais rádio via satélite para falar com o mundo
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Carlos Paz
Carlos Paz@carlos_jb_paz·
Que tinham uma enorme falta de noção da realidade, já sabíamos. Agora mostraram que também não têm a menor noção de tempo e oportunidade...
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abel
abel@abelcosta98·
A IL tem um sentido de oportunidade fantástico. O povo português, abandonado à sua sorte pelo governo da AD, ainda está a lutar contra as consequências de uma catástrofe climática e a IL classifica como "populismo" o combate às alterações climáticas. Partido patético.
Iniciativa Liberal@LiberalPT

Contra o Populismo Climático Na última década, o debate político sobre as alterações climáticas mudou profundamente, em particular após o surgimento, em 2018, do movimento Fridays for Future. A mobilização internacional de estudantes teve impacto real na agenda política e ajudou a colocar o clima no centro do debate público. Em paralelo, ganhou força a ideia de que as democracias liberais poderiam ser incapazes de responder ao desafio climático. Daí resultaram propostas de exceção, desde uma “economia de guerra” a modelos de governação mais centralizados e tecnocráticos — que passaram a circular com crescente normalidade no debate internacional. Estes movimentos encontraram no conceito de ‘’emergência’’ o instrumento retórico para justificar a elevação das suas propostas a um plano extra-político. A verdade é esta: em política, as emergências não aparecem; declaram-se. São, por excelência, o instrumento através do qual se suspende a normalidade política. E suspensa foi. Numa tática típica dos autoritarismos, a noção de “emergência climática” deixou de ser apenas uma metáfora mobilizadora e converteu-se num facto da natureza, sugerindo a necessidade de suprimir a deliberação democrática, uma lógica que acabaria por encontrar expressão na Lei de Bases do Clima portuguesa, de 2021. Não se impôs qualquer ditadura ou suspendeu qualquer direito. Mas atirou-se a política climática para um plano onde qualquer divergência seria vista como um desvio inaceitável, mesmo quando as políticas estivessem fora do escopo do chamado ‘’consenso científico’’. Fazê-lo seria ‘’negacionismo’’. E surpreendidos ficaram estes ativistas quando emergiram forças que rejeitam as alterações climáticas como um todo. O maximalismo pode não criar aliados. Mas cria sempre inimigos. Importa ser rigoroso quando se invoca o consenso científico, que tem uma expressão institucional concreta. O IPCC, painel das Nações Unidas dedicado às alterações climáticas, publica regularmente relatórios que descrevem cenários possíveis de descarbonização, avaliando impactos, custos, riscos e trajetórias. Esses relatórios não prescrevem modelos económicos nem impõem opções específicas. Também não declaram emergências. Enquadram o debate, mas não o eliminam. Quem os acompanha, sabe-o. E tem, por isso, a responsabilidade de não instrumentalizar a ciência em nome de agendas alheias. Essas agendas assumiram várias formas e persistem até hoje, culminando na apologia do decrescimento nas suas múltiplas variantes. Em nome do clima, foram sucessivamente introduzidos discursos que atacam a economia de mercado, a prosperidade e o crescimento, confundindo a transição climática com um projeto de transformação social que vai muito além da ciência do clima. A história recente demonstra que a descarbonização está em curso. Em várias economias avançadas, as emissões têm vindo a diminuir de forma sustentada, enquanto se mantém o crescimento, impulsionado pela substituição tecnológica, pelo aumento da eficiência energética e pela integração de fontes de energia que emitem menos. Este progresso não resultou da redução forçada do consumo, mas da combinação entre inovação, investimento e instrumentos que alinham os incentivos no mercado. A experiência dos últimos anos mostra que é possível reduzir emissões sem abdicar de prosperidade. É por essa razão que, num primeiro momento, a IL apresentou o seu Manifesto pelo Crescimento Sustentável. Agora, propõe-se a rever a Lei de Bases do Clima, trazendo-a de volta à normalidade política e institucional. Longe do frenesim ideológico que marcou o debate há quase uma década, é tempo de atualizar esse enquadramento legal e dotá-lo de uma base racional e livre de impulsos populistas. O debate climático habituou-se, durante demasiado tempo, a essas táticas. É precisamente por isso que importa romper com elas, sem quaisquer contemplações. É hora de devolver ao clima o que ele exige: seriedade, racionalidade e políticas públicas à altura do desafio.

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Carlos Paz
Carlos Paz@carlos_jb_paz·
Este TROGLODITA começou a sua intervenção por: "manifestar solidariedade pelas empresas e pelas pessoas que perderam os seus bens". Nem uma palavra pelas vítimas, para as famílias das vítimas. Como disse ontem: não é um problema de incompetência. É um problema de modelo mental!
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luis de matos
luis de matos@luisdemato57470·
@carlos_jb_paz E manda 2 secretários de estado para Leiria que não vão lá fazer nada...
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Carlos Paz
Carlos Paz@carlos_jb_paz·
Na primeira declaração em TV do sr primeiro ministro sobre a catástrofe em Leiria, referiu POR ESTA ORDEM: - as perdas patrimoniais - as perdas de bens (não sei bem a diferença) - e (após uma pausa) "também a perda de vidas" O problema não é a incompetência. É o modelo mental.
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Guilherme Trindade
Guilherme Trindade@SexoGratweeto·
Liberais estão vos a mentir! Em 1981 havia praticamente mais 300 mil pessoas em Lisboa! O espaço existe, as casas existem, não existe é vontade política e um negócio de milhares de milhões no caminho. Morte à AL. Morte aos fundos de investimento. Morte ao apartamento de luxo!
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SM
SM@p_smendes·
@afonso_axe Esteve mais de 10 anos a fazer as mesmas piadas com a ponte de entre-os-rios, casa pia e deficientes. Agora mudou para trans e wokes. O reportorio dele é muito monocórdico e soa sempre a “já ouvi isto em inglês noutro lado”
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