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“…Mas a urgência de priorizar o Brasil vai além da economia.
É também sobre competição global.
A China fez incursões significativas e está se posicionando agressivamente como o principal parceiro estratégico do Brasil.
Os EUA devem levar esse desafio a sério.
Não podemos permitir que os poderes rivais ganhem terreno em nosso próprio hemisfério.
Ficar parado não é uma opção. Os EUA devem liderar — sem serem presos pelos ciclos políticos de governos estrangeiros.
As administrações mudam; os interesses estratégicos não.
Nossa força não deve depender de alinhamentos ideológicos temporários com outros países.
Mesmo quando lidamos com governos que não compartilham nossos valores, mantemos a alavancagem — e devemos usá-la.
As tarifas, mesmo que impopulares para alguns no curto prazo, podem servir como alavanca útil para ajudar a promover nossos interesses estratégicos de longo prazo.”
Paulo Figueiredo (8)@pfigueiredo08
Excelente artigo sobre o Brasil no principal jornal de Miami: miamiherald.com/opinion/op-ed/…
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