Nadege Lomando

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@NadegeLomando

UNISINOS Katılım Haziran 2009
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Jakelyne Loiola
Jakelyne Loiola@Jakelyneloiola_·
O deputado Lindbergh Farias mandou R$ 1,7 milhão em emendas parlamentares para bases eleitorais de Gleisi Hoffmann, que tem um relacionamento com Lindbergh desde 2020. Os recursos foram destinados a três cooperativas ligadas ao MST no Paraná. As entidades beneficiadas são base política de Gleisi Hoffmann.
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Andre Spritzer
Andre Spritzer@reztirps·
Ruth Cardoso foi primeira dama, mas não precisava ter sido para ter destaque e reconhecimento: era uma gigante em sua área, independentemente de quem fosse seu marido. Ciente de não ter sido ela a eleita, agregou muito ao governo FHC respeitando decoro e limites institucionais.
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João Luiz Mauad
João Luiz Mauad@mauad_joao·
Deixa eu ver se entendi: como ela é mulher, pode gastar o dinheiro do pobre pagador de impostos a vontade, em suas andanças pelo mundo, hospedando-se nos mais luxuosos hotéis e comendo nos mais caros restaurantes, cercada de uma enorme entourage de puxa sacos. E quem reclamar é misógino. 🤡
João Luiz Mauad tweet media
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Jakelyne Loiola
Jakelyne Loiola@Jakelyneloiola_·
Mônica Bergamo analisou a declaração de Janja sobre ser a única primeira-dama que “trabalha efetivamente” 😂 “Eu acho que a Janja tem uma postura muito assim: a mulher que está inventando e reinventando o primeiro-damismo no Brasil. Isso não existe. Toda crítica contra a Janja, ela sempre se coloca como vítima: eu sofro preconceito, isso é misoginia, os brasileiros que não estão acostumados.”
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Mario Sabino
Mario Sabino@mariosabinof·
Em entrevista ao UOL, Janja disse que (antes dela) o Brasil nunca teve primeira-dama que trabalhasse, uma tentativa vergonhosa de cancelar Ruth Cardoso da história. A picaretagem ali é tamanho família.
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Augusto de Franco
Augusto de Franco@augustodefranco·
Quem não vota no PT é fascista e traidor da pátria. É assim que esses Filhos de Putin estão pacificando o Brasil.
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Mario Vitor Rodrigues
Mario Vitor Rodrigues@mvitorodrigues·
Diante de um estado de coisas em que tudo vira "golpe", é curioso que manobras com o preciso propósito de alterar ritos determinados pela Carta não sejam agraciados com esse nome.
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Enock Formiga 🐜 🇧🇷
Enock Formiga 🐜 🇧🇷@EnockFormiga·
Segundo Fernando Gabeira, Moraes era funcionário de Vorcaro. O contrato de faixada da sua esposa de 129 milhões era uma forma de ele receber os seus honorários.
Seropédica, Brasil 🇧🇷 Português
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Pri
Pri@Pri_usabr1·
Malu Gaspar: “O STF cobra responsabilidade fiscal do Congresso, mas, na hora de dar o exemplo, abre exceções para si. Defende barrar pautas-bomba, mas flexibiliza os próprios penduricalhos. Depois reclama da rejeição da população. Parece haver uma regra para o Supremo e outra para o resto do país.”
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Roberto Freire
Roberto Freire@freire_roberto·
Embora seja apenas um dos problemas, aí está uma verdade verdadeira !
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Fernando Schüler
Fernando Schüler@fernandoschuler·
Enquanto se discute o vídeo da Michele, o Brasil cai para a 65º posição entre 70 países no ranking global de competitividade. Penúltimo em "eficiência governamental". Cada país escolhe sua própria agenda. Minha opinião no @Estadao estadao.com.br/politica/ferna…
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Augusto de Franco
Augusto de Franco@augustodefranco·
É uma desgraça que, pela primeira vez na nova república, não haja um candidato de centro, com viés mais democrático liberal, em quem votar em 2026. Mas essas eleições viraram um plebiscito para saber se o governo Lula deve ou não continuar. Na falta de alternativas, muitos que acham que Lula não deve ser eleito pela quarta vez, vão votar em qualquer um, até no Belzebu, se houver. É despolitizante, mas foi a isso que nos levaram a polarização e a insistência do PT em não acreditar que o critério da rotatividade ou alternância é bom para a democracia. E o PT não acredita nisso porque não está convertido à democracia.
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Augusto de Franco
Augusto de Franco@augustodefranco·
📌 Direita chegou a um impasse com candidatura de Flávio Bolsonaro Wilson Gomes, Folha de S. Paulo (10/06/2026) Presença do senador impede outros nomes de crescer A direita brasileira tem hoje um candidato que gostaria de abandonar e um eleitorado do qual não pode abrir mão. Esse é o seu dilema na corrida presidencial de 2026. Flávio Bolsonaro atrapalha os planos, mas o bolsonarismo continua sendo a única direita com piso eleitoral relevante e base mobilizada. A direita chega à disputa com uma vantagem: a rejeição a Lula é enorme e o antipetismo continua em alta. O problema é que isso só será força real se passar pelo eleitorado bolsonarista. A direita tradicional adoraria se livrar o quanto antes da candidatura de Flávio Bolsonaro. Não lhe faltam candidatos, ambições ou projetos alternativos, mas Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Renan sabem que Flávio ocupa um espaço que os impede de crescer. O senador larga na frente graças ao sobrenome e torna a direita refém das próprias vulnerabilidades. Flávio tem pés de barro. Carrega o desgaste dos áudios ligados a Daniel Vorcaro, que atingiram precisamente a credencial moral de que se gaba o bolsonarismo. Carrega a percepção de vassalagem política a Trump, num país em que a direita sempre se apresentou como patriótica e nacionalista. Carrega a rejeição antibolsonarista que foi fatal na eleição de 2022. Carrega, por fim, o radicalismo tradicional da extrema direita, que anima a militância, mas desperta desconfiança em parte do eleitorado que gostaria apenas de trocar o governo, não de entrar outra vez numa guerra santa. Caiado, Zema e Renan gostariam de parecer uma direita mais normal, administrativa e eleitoralmente palatável. Mas são nomes de direita tentando sobreviver num campo que Bolsonaro radicalizou e passou a comandar. Podem até ter menos rejeição, melhor trânsito com setores econômicos, máquinas estaduais, discurso de gestão e maior capacidade de conversar com eleitores cansados do barulho permanente da política brasileira. Mas não têm, sozinhos, o que Jair Bolsonaro tem: uma base nacional que vota por fidelidade, identidade e obediência afetiva. Bolsonaro, por sua vez, quer entregar essa base ao filho, porque só confia no próprio sangue para guardar um lugar que considera seu por direito. Podem parecer mais viáveis contra Lula em simulações de segundo turno, mas precisam primeiro chegar lá. Para isso, dependem da bênção de quem talvez não tenha interesse algum em abençoá-los. Bolsonaro sabe que a política não tolera vácuo. Quem imagina Caiado, por exemplo, sentado no Planalto apenas para esquentar a cadeira até a volta de Bolsonaro não conhece Caiado, nem conhece o poder. Um presidente eleito pela direita controlaria orçamento, cargos, articulação parlamentar, agenda pública e comando simbólico do campo. Passaria a ser o novo centro de gravidade da direita brasileira. A tendência seria que o bolsonarismo se transformasse naquela base sem a qual não se ganha eleição, mas com a qual não se governa. Um filho, ao contrário, pode funcionar como guardador de lugar. Pode perder sem ameaçar a propriedade política do clã. Pode vencer sem deslocar o comando familiar. Para Jair Bolsonaro, a derrota de Flávio pode ser menos perigosa do que a vitória de um aliado. Talvez calcule que uma derrota com votação expressiva e bancada robusta preserve melhor seu domínio sobre a oposição do que uma vitória alheia. A direita não bolsonarista pode ensaiar pactos de unidade, posar para fotografias com Flávio, prometer convergência e repetir que o adversário comum é Lula. Nada disso elimina o fato de que não lidera o próprio campo. Orbita em torno de Bolsonaro e espera que a família decida se permitirá uma alternativa mais competitiva. Flávio Bolsonaro, nesse sentido, é menos causa do problema do que sintoma de sua estrutura. Ele mostra que a direita brasileira cresceu, mas não se emancipou. Tornou-se numerosa, mas continua dependente. Produziu governadores, bancadas, influenciadores e máquinas estaduais, mas ainda não produziu uma autoridade capaz de enfrentar Bolsonaro dentro do seu próprio território eleitoral. A direita que acusa Lula de personalismo, hegemonia partidária e apego ao poder encontra-se presa a uma sucessão familiar muito menos institucionalizada e muito mais caprichosa. Quer vencer a eleição presidencial com outro candidato, mas sabe que só teria chance se Bolsonaro retirasse o próprio filho da corrida eleitoral para ungir outro escolhido. O cálculo político do clã, porém, manda priorizar a sobrevivência dinástica, usando o espólio eleitoral como ativo de proteção jurídica e política. A direita quer ganhar a eleição; Bolsonaro quer continuar dono da direita. A conta não fecha.
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Lorenzo Ridolfi
Lorenzo Ridolfi@lorenzoridolfi·
A covardia que o Itaú fez com a minha finada mãe é inaceitável! Um gerente teve a coragem de enganar uma idosa de mais de 80 anos, empurrando três planos de capitalização de cerca de 30 reais mensais cada que ela nem sabia o que eram. Fomos para cima do gerente-geral da agência e ameaçamos chamar a polícia se não devolvessem o que tiraram dela. Devolveram na mesma hora. Fiquem de olho nas contas dos seus idosos, porque a falta de escrúpulos desses bancos não tem limite!
Adriano Lacerda 🇧🇷👨‍🚒@adrianobombeiro

É difícil dimensionar os valores arrecadados com a prática, admitida pelo Itaú, de cobrar indevidamente por serviços não contratados pelos clientes durante 14 anos. O banco afirma ter 100 milhões de clientes. Assim, se tivesse tirado R$ 1 de cada um deles no período, teria levado R$ 16 bilhões. Os valores cobrados, no entanto, de acordo com a ação coletiva que deu origem à confissão do Itaú, são bem maiores: variam de R$ 10 a R$ 30. Considerando uma média de R$ 20 e que apenas 10% dos clientes tenham sido vítimas da prática, o valor arrecadado pelo Itaú no período chega a 33,6 bilhões. De qualquer forma, são valores superlativos que saíram da conta de pessoas comuns sem que elas consentissem e foram parar nas mãos do Itaú. Como mostrou o Metrópoles, o Itaú admitiu que cobrava pequenos valores todos os meses na fatura de cartões de crédito por serviços não contratados ou sequer solicitados pelos correntistas. Além disso, o Itaú adotava artimanhas para manter os descontos indevidos nas faturas dos correntistas pelo máximo de tempo possível. As estratégias incluíam medidas para evitar a identificação das cobranças, induzir o pagamento dos valores e dificultar o cancelamento dos descontos. Os métodos utilizados pelo Itaú para ludibriar os clientes, impor as cobranças e dificultar o cancelamento destas foram descritos em ação civil coletiva que deu origem a um acordo do Itaú com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG). O acordo, no entanto, traz exigências que, na prática, inviabilizam o ressarcimento dos clientes lesados.

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Estadão 🗞️
Estadão 🗞️@Estadao·
OPINIÃO | FERNANDO SCHÜLER: "Surto populista se repete a cada quatro anos neste país de memória curta e seletiva.". ⁣ 🔗 Assine o Estadão em ofertas.estadao.com.br para acompanhar todas as colunas de @fernandoschuler1
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João Luiz Mauad
João Luiz Mauad@mauad_joao·
Eloquente este artigo sobre a transformação dos homens em cidadãos de segunda classe pelo Estado brasileiro. 👇 O homem, esse desconsiderado Por Thaís Oyama “O governo achou por bem baixar, com o decreto que regulamenta o Marco Civil da Internet, outro decreto para proteger as mulheres da violência digital. Entre outras medidas, ele estabelece que plataformas como Instagram e YouTube têm o dever de remover qualquer “conteúdo íntimo” divulgado sem autorização em até duas horas, a contar da queixa da vítima. O texto deixa claro que a medida se destina exclusivamente às mulheres. O Código Penal já pune a divulgação não consentida de nudez ou sexo, e o Marco Civil já prevê a retirada do material após notificadas os atingidos sem distinguir homens e mulheres. O que o novo decreto acrescenta é a obrigação de retirada expressa desse tipo de material. Mas, ao determinar que as plataformas têm de fazer isso apenas no caso do sexo feminino, cria uma assimetria legal. Mulheres são alvos preferenciais desse tipo de crime, mas é certo e sabido que também homens estão sujeitos a ser lotes e vídeos expostos nas redes, por mulheres ou por outros homens. A eles, porém, o governo nada acudiu — nesse decreto em nenhum lugar — o direito de exigir denúncia imediata dos danos. Reparação expressa, nesses casos, passou a ser um direito só da população feminina. O episódio ilustra a naturalidade com que os homens vêm sendo empurrados à condição de cidadãos de segunda classe — e não só pelos governos. — Mamãe, todos os homens são maus? Téo (vamos chamá-lo assim) de 10 anos, voltou chateado para casa depois que, num jogo de futebol com meninas, machucou uma colega sem querer ao cair por cima dela, por isso foi duramente repreendido pela professora. A mãe respondeu que não, nem todos os homens eram maus. — Você bom, seu pai é bom, seu avô era bom, e muitos homens que conhecemos são bons. Ultimamente, Téo deu para chamar a mãe de “machista” sempre que ela o impede de fazer algo que ele quer. Está claro que o menino não compreende o significado do termo ainda. Mas sabe que se trata de algo ruim — algo de que, certamente, já foi chamado na escola. Sua mãe diz sentir que, como ela, outras mães de meninos se sentem incomodadas diante da suspeita de que seus filhos recebem tratamento diferente do dispensado às alunas. O constrangimento e o receio de serem vistas, no entanto, fazem com que não reclamem. A escola em que Téo estuda é frequentada por filhos da classe média alta paulistana, do tipo em que professores e professoras tentam explicar a vida pela lente das relações de classe, propriedade e exploração. Diante da pobreza, do crime ou do fracasso escolar, o reflexo é perguntar que estruturas produziram aquilo. Homens e meninos, porém, são exceção nessa lógica. Nesse caso, suspende-se o catecismo materialista, e a responsabilidade pela própria condição passa a ser deles. Na escola de Téo, aprende-se que os meninos tendem à violência e à agressividade — são praticamente obstáculos à civilização, resíduos inconvenientes da idade das trevas que a pedagogia moderna tem por missão superar. Precisam ser consertados, reeducados e reprogramados. E, ainda que se esforcem, nada será suficiente. Todos os dias, na imprensa e nas redes sociais, uma especialista lista dez motivos por que os homens são responsáveis pelo sofrimento das mulheres — físico, afetivo, profissional, existencial. Como o discurso começa a soar gasto, inventam-se novas exigências. Não basta respeitar as mulheres, escutá-las da perspectiva delas, protegê-las das microviolências diárias, é preciso denunciar o semelhante que não faz isso — quem não denuncia está tão desprezível quanto quem é culpado. Em suma, os que não pecam pela ação pecam pela omissão. Não há absolvição. Meninos são maus. Homens são tóxicos, e todas as identidades são belas e valorosas, menos a masculina, que agora pode ser rebaixada até pelo Estado sem que ninguém se assuste com isso. Coitado do Téo.”
João Luiz Mauad tweet media
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