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INTERCEPT: o 'jornalismo' que levou Lula da cadeia ao Planalto
Para quem não conhece, o Intercept não é jornalismo, é artilharia ideológica da esquerda global e do PT.
- Como começou?
O Intercept foi fundado em 2014 nos Estados Unidos com um aporte inicial de US$ 250 milhões do bilionário Pierre Omidyar – fundador do eBay e doador contumaz dos democratas.
Omidyar bancou Hillary Clinton, Barack Obama e comitês eleitorais do partido. No meio dessa gente, o site nasceu como arma de “jornalismo adversário” contra o establishment conservador.
Globalista de carteirinha, Omidyar não parou por aí: sua rede filantrópica Luminate despejou US$ 2 milhões (quase R$ 11 milhões) na ONG brasileira Nossas.org, um ninho de ativismo esquerdista que opera como milícia digital contra conservadores.
- Quem paga as contas?
Os recursos jorram do mesmo bilionário que financia causas esquerdistas mundo afora, isso inclui a Open Society de Soros e ONGs que nos EUA combatem Trump e, no Brasil, o “bolsonarismo”.
Em 2023, o veículo anunciou que se tornou “independente”, mas com uma generosa verba multianual de First Look Media – herança direta de Omidyar.
Independência?
Só no discurso. Glenn Greenwald, o rosto midiático do grupo, trouxe a operação para o Brasil em agosto de 2016, quando Dilma ainda chafurdava no Planalto.
Casado com David Miranda, do PSOL, Greenwald instalou a sucursal no Rio como trincheira contra uma suposta “direita golpista”.
O Intercept Brasil não veio para investigar: veio para narrar. E a narrativa era uma só: defender o campo petista de qualquer escrutínio incômodo.
Vaza Jato
O ápice da militância veio em 9 de junho de 2019, com a Vaza Jato. Mais de uma centena de reportagens baseadas em mensagens vazadas expuseram supostas conversas entre Sergio Moro, Deltan Dallagnol e a força-tarefa da Lava Jato.
O tom?
Não era jornalismo: era execução sumária. Moro, o juiz que condenou Lula a nove anos e seis meses por corrupção e lavagem, virou “parcial”. Dallagnol, “conspirador”.
A operação que recuperou bilhões desviados da Petrobras, prendeu dezenas de corruptos de alto coturno e expôs o maior esquema de propina da história latino-americana foi pintada como lawfare petista.
Coincidência?
A Vaza Jato surgiu exatamente quando Lula, preso desde abril de 2018 por 580 dias, sonhava com a volta ao poder. O resultado foi nada menos que o encomendado.
O Supremo Tribunal Federal, em 2021, declarou Moro suspeito e anulou todas as condenações de Lula – incluindo as do triplex e do sítio de Atibaia.
O petista saiu da carceragem em novembro de 2019, durante o governo Bolsonaro, reconquistou os direitos políticos e, em 2023, voltou ao Palácio do Planalto.
O PT, que a Lava Jato havia reduzido a escombros eleitorais, ressuscitou.
Hoje, com Lula de novo no poder e o PT distribuindo cargos como quem reparte reparte um bolo de chocolate, o Intercept Brasil segue no mesmo diapasão: reportagens que miram conservadores, bolsonaristas e qualquer um que ouse questionar o establishment petista.
O financiamento?
Continua amparado por doadores internacionais . As mesmas redes que bancam ONGs brasileiras de viés esquerdista agora sustentam um veículo que se diz “independente”, mas só investiga para um lado.
Dark Horse
Flávio Bolsonaro não foi vítima de uma denúncia qualquer, ele foi atacado por uma metralhadora ideológica. As rajadas respingam agora em Eduardo.
Vem mais bala pela frente. O que o brasileiro precisa entender é que nada, absolutamente nada publicado pelo Intercept guarda o menor resquício de independência e credibilidade. Suas mentiras precisam ser rechaçadas uma após a outra.

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