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PF troca delegado que investigava Lulinha no escândalo bilionário do INSS
Isso aqui é um escândalo MUITO MAIOR do que o financiamento do filme do Bolsonaro pelo Vorcaro, que, apesar do barulho, ainda não produziu evidência de ilegalidade, mesmo tendo demonstrado profunda imprudência política da família Bolsonaro.
O escândalo do INSS é a maior fraude contra aposentados da história do Brasil: R$ 6,3 bilhões desviados entre 2019 e 2024, segundo a Polícia Federal — o presidente da CPMI, Carlos Viana, estima R$ 6,8 bilhões. Mais de 5 milhões de aposentados e pensionistas tiveram descontos arrancados diretamente da folha de pagamento, por meio de associações de fachada e sindicatos cooptados. Velhinhos que trabalharam a vida inteira viram suas aposentadorias serem raspadas.
O delegado que investiga as peripécias do Lulinha e sua ligação com o escândalo do INSS foi SUBSTITUÍDO, gerando revolta do ministro relator do caso, André Mendonça, segundo o SBT.
Vamos lembrar: há evidências gravíssimas de repasses ligados ao filho do Descondenado pelas mãos do principal operador do esquema, através de uma intermediária, segundo a PF.
O filho do Lula está na Espanha. Fugiu?
Se Lulinha fosse alguém da direita, é quase certo que já estaria com prisão preventiva decretada e pedido de extradição.
Ao invés disso, segue intocado, e agora o delegado que aparentemente fazia uma investigação técnica foi removido do caso.
Lembrem: a intervenção do Supremo no governo Bolsonaro começou justamente pelo impedimento do presidente em indicar o diretor da PF, sob alegação de interferência indevida na corporação.
Pois é exatamente isso que parece estar acontecendo agora, com o sinal trocado. E o Supremo emudece.

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