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PCO - Partido da Causa Operária
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PCO - Partido da Causa Operária
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O PCO é um partido revolucionário e comunista, que baseia sua luta no desenvolvimento da classe trabalhadora! Contato: [email protected]
Brasil Katılım Nisan 2010
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Funeral de Ali Khamenei revela farsa do imperialismo
O funeral do Ali Khamenei é um desastre político para todos os setores que pensam que o mundo gira em torno do eixo da democracia estilo Estados Unidos, estilo Europa.
Se o Irã não tem o mesmo tipo de regime, tem que ser impopular – é uma conclusão que o pessoal tira.
O tamanho do funeral do líder assassinado mostra que essa conclusão é falsa – em torno de 40 milhões de pessoas compareceram para homenagear Khamenei.
Português

📚🏕️ O Acampamento de Férias da AJR oferece diversas atividades de estudo e lazer.
Durante a 55ª Universidade de Férias do Partido da Causa Operária (PCO) e da Aliança da Juventude Revolucionária (AJR), os participantes assistiram à palestra do médico obstetra Ric Jones, em que denunciou a indústria da cesariana, que retira das mulheres o direito de decidir sobre o próprio nascimento dos filhos.
Os participantes também puderam a uma aula de introdução à Astronomia com a dra. Fernanda Ribeiro, professora de Física e doutora em ensino de ciências pela Universidade de São Paulo (USP). A exposição foi voltada ao público geral e não exigia conhecimento prévio dos participantes.




Português

“O problema do Pelé sempre foi a esquerda.”
Rui Costa Pimenta, pré-candidato à presidência da República, comenta na Análise Política da Semana, na Causa Operária TV:
“Uma entrevista que não é atual, um pouco mais antiga, com o Juca KFouri,
o entrevistador falou o seguinte: ‘Os jogadores de futebol são bem vistos nos seus países; mas o Pelé, que é o maior jogador de futebol que já existiu, é mal visto no Brasil.’
Aí o Juca Kfouri falou que é porque ele era negro.
Primeiro que ele não é mal visto no Brasil. O povo brasileiro sempre achou o Pelé um grande patrimônio nacional, sempre teve orgulho do jogador e não tinha nenhum problema com ele ser negro.
O problema do Pelé sempre foi a esquerda.
Quem fez campanha a vida inteira contra o Pelé foi a esquerda – exatamente da mesma maneira que fazem campanha contra o Neymar pelos mesmos motivos.
O Pelé sempre foi de direita. Ele foi ministro dos esportes do FHC; ele e o resto do time que ganhou a Copa de 70 apoiaram a ditadura.
Eu me lembro muito bem que, para a esquerda, não tinha que torcer pela Seleção Brasileira por causa da ditadura. E não só em 70 – em 70, em 74, em 78, em 82. Não tinha que torcer, porque se o Brasil ganhasse, quem ia ser beneficiado era a ditadura.
Agora eles querem mudar a história do mundo para se adaptar aos seus interesses momentâneos. Mas a campanha contra o Pelé sempre foi feita pela esquerda, e logicamente havia interesses econômicos que atuavam contra ele.
O futebol brasileiro sempre foi uma pocilga de politicagem e corrupção, isso aí não perdoa ninguém.”

Português

“Já vi várias manifestações da esquerda brasileira defendendo o futebol argentino, as seleções europeias, falando que o futebol brasileiro tinha acabado, etc e tal.
É uma mentalidade de colonizados.”
Rui Costa Pimenta, pré-candidato à presidência da República, comenta na Análise Política da Semana, na Causa Operária TV:
“Qualquer pessoa que tenha um mínimo de interesse no que está acontecendo no Brasil, teria que defender o futebol como sendo um patrimônio nacional.
Agora, se você não defende nem o futebol brasileiro, a grande pergunta é: o que você vai defender do Brasil?
Porque o pessoal fala em soberania, em defender a pátria, mas não defende nada.
O que essa esquerda defende? Defende nada. Você não vê nem eles defendendo o petróleo brasileiro.
Então, é uma demonstração de que nós temos no Brasil uma esquerda pró-imperialista.”

Português

Funeral de Ali Khamenei: maior do séc. XXI
É uma das maiores manifestações de massa que o mundo já viu até hoje.
Literalmente milhões de pessoas saíram às ruas para homenagear o líder assassinado.
Isso derruba de maneira estrondosa a propaganda do imperialismo de que o Irã seria uma ditadura impopular.
Português

“Tem muita denúncia de que a Argentina está sendo favorecida pela arbitragem.”
Rui Costa Pimenta, pré-candidato à presidência da República, comenta na Análise Política da Semana, na Causa Operária TV:
“Nós sempre falamos isso: o futebol reflete as relações sociais que existem no mundo. Existe o imperialismo no futebol também.
Aí o sapientíssimo Jones Manoel, que não sei porque o pessoal leva esse cidadão a sério, falou que era ridículo falar que existe imperialismo no futebol.
Que que a gente pode fazer por essa gente?”

Português

“O estilo dos países europeus é baseado naquilo que as empresas capitalistas usam para dominar a economia mundial:
grande quantidade de capital que permite o investimento em tecnologia, em recursos – isso aparece no futebol também.”
Rui Costa Pimenta, pré-candidato à presidência da República, comenta na Análise Política da Semana, na Causa Operária TV:
“Só que aí, vem um país da África, paupérrimo,
Cabo Verde, que é um país minúsculo, vai lá e mostra que futebol não é só questão de dinheiro, é uma questão também do espírito do povo, dos jogadores.
Isso é muito positivo.
O que é estranho, é que nessa polarização a Argentina aparece do lado imperialista.”

Português

“A Europa Ocidental procura dominar o futebol mundial junto com os Estados Unidos.
As empresas europeias e norte-americanas dominam o futebol.”
Rui Costa Pimenta, pré-candidato à presidência da República, comenta na Análise Política da Semana, na Causa Operária TV:
“Aparece no jogo, na torcida, todo o clima político mundial se manifesta também no futebol.
E não é um mero problema de torcida, é o espírito diferente, né?
O estilo de jogo dos países oprimidos e dos países europeus é muito diferente; é um reflexo dessa situação.”

Português

“Uma coisa interessante que nós estamos vendo na Copa é o aparecimento das seleções africanas.”
Rui Costa Pimenta, pré-candidato à presidência da República, comenta na Análise Política da Semana, na Causa Operária TV:
“Foram incorporados à Copa do Mundo países como Cabo Verde, que encurralou a Argentina;
o Marrocos, o Senegal, o Egito, vários países.
Isso meio que inicia uma nova era do futebol;
quem que assistiu os jogos que não falou que o futebol africano é mais bonito, mais interessante do que aquele negócio do futebol europeu?
Todo mundo viu, todo mundo gostou; uma boa parte do mundo inclusive torceu por esses times.
A polarização é inevitável porque o mundo está polarizado.”

Português

“No Brasil, se nós fizermos uma revolução, nós vamos tratar de expropriar o grande capital, não todo tipo de empresa.
Pode deixar, que o sistema econômico depois vai acabar incorporando as empresas menores.”
Rui Costa Pimenta, pré-candidato à presidência da República, comenta na Análise Política da Semana, na Causa Operária TV:
“Por exemplo: no Brasil, a rede de distribuição de alimentos é feita por grandes redes de distribuição.
Uma parte já é até estatal – a CEAGESP, e tal; ou por grandes empresas comerciais, supermercados, etc. E tem os pequenos mercados de bairro.
Então, num primeiro momento, você não vai expropriar o mercado de bairro. Qual é o sentido disso?
O que um governo socialista deveria fazer é desenvolver a rede de distribuição de tal maneira que ficasse inviável ter o mercado de bairro do ponto de vista econômico.
O governo não tiraria a empresa daquele cidadão; criaria grandes unidades de distribuição, baratearia a distribuição através da racionalização do sistema de distribuição e, portanto, chegaria uma hora que aquele pequeno comércio não faria sentido nenhum.
Quer dizer, seria um processo econômico – não um processo de confisco, porque não faz sentido confiscar uma padaria, um bar, né?
O que o Estado socialista deveria fazer é estabelecer uma competição com esse negócio até o ponto em que ficasse claro que, diante da organização coletiva, essa propriedade individual é inviável, não vale a pena.”

Português

Cai a máscara de Ciro Gomes
O Ciro Gomes, que foi durante muito tempo apontado por pessoas totalmente sem noção do que estavam falando, como um grande nacionalista, deu uma declaração de que ele vai buscar ajuda do sionismo para combater o crime no Ceará.
Quer dizer, o nacionalista é na realidade sionista.
Português

“Os marxistas na Rússia, quando houve a revolução de 1917, a política do Partido Bolchevique não era expropriar todas as empresas, não;
era expropriar as grandes empresas, que são as que estão prontas para serem expropriadas.”
Rui Costa Pimenta, pré-candidato à presidência da República, comenta na Análise Política da Semana, na Causa Operária TV:
“No restante, eles pretendiam mostrar aos possuidores, principalmente no campo, que era mais vantajoso se integrar ao sistema socialista do que lutar para ganhar um dinheiro por fora – essa era a política deles.
Houve um problema que foi o seguinte: a guerra civil mobilizou toda a burguesia, então eles foram obrigados a expropriar uma série de empresas pequenas que não tinha utilidade social. Mas é isso.”

Português

“A partir de um determinado tamanho das empresas, se houve algum mérito individual na construção da empresa anteriormente, ele deixou de existir.”
Rui Costa Pimenta, pré-candidato à presidência da República, comenta na Análise Política da Semana, na Causa Operária TV:
“O mérito no começo, também, é muito discutível, né?
Porque a gente sabe que uma boa parte do empreendimento capitalista é feito de forma desonesta, por favorecimento, etc. e tal.
Então, a tese do mérito próprio não tem muita sustentação.
O capitalismo já produziu aquilo que é uma negação do capitalismo, que são essas empresas gigantescas.”

Português

“O Bill Gates é dono de um dos maiores conglomerados de empresas de tecnologia.
Ele não faz nada, você não vê ele.”
Rui Costa Pimenta, pré-candidato à presidência da República, comenta na Análise Política da Semana, na Causa Operária TV:
“Por quê? Porque ele na realidade não tem papel nenhum lá. Ele só recebe o dinheiro.
Numa sociedade onde a função do capitalista é só receber o dinheiro, a sociedade, com toda tranquilidade pode se desvencilhar desse cidadão, que é um parasita.
Ele só não vai ser considerado parasita pelos fanáticos do liberalismo, que vão falar que ele enriqueceu por mérito próprio.
Ninguém cria uma empresa desse tamanho por mérito próprio, isso é um produto social complexo.
Por mérito próprio, você pode construir uma empresa determinada.
A partir de um determinado tamanho das empresas, se houve algum mérito na construção da empresa anteriormente, ele deixou de existir.
A empresa meio que se desenvolve sozinha.”

Português
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📚🏕️ A quinta e última aula do curso História do Irã e da República Islâmica, ministrado por Rui Costa Pimenta na 55ª Universidade de Férias do Partido da Causa Operária (PCO) e da Aliança da Juventude Revolucionária (AJR), teve como tema central a Revolução Iraniana de 1979.
Logo no início, Pimenta explicou que a aula encerrava apenas a parte do curso realizada no acampamento, em Sorocaba (SP), mas não o curso em si. Segundo ele, devido aos problemas que interromperam parte da programação, ainda faltará uma exposição posterior sobre o desenvolvimento da República Islâmica depois da vitória da revolução.
Antes de entrar nos acontecimentos de 1979, Pimenta destacou que a Revolução Iraniana não pode ser entendida como um fenômeno surgido de repente. Para ele, a combinação entre religião xiita e radicalização política vinha sendo preparada havia anos.
“Na realidade, no Irã, a combinação, a mistura entre a religião xiita e teorias revolucionárias começa bem antes da revolução de 79”, afirmou. Como exemplo, citou Ali Xariati, apresentado como um pensador que procurou aproximar o islamismo do marxismo, defendeu um islamismo revolucionário e socialista e teve grande influência entre estudantes islâmicos.
Segundo Pimenta, esse desenvolvimento ajuda a explicar por que uma revolução religiosa pôde assumir um conteúdo político tão radical. “A radicalização política muito grande não é casual”, disse.
Khomeini e o clero rebelde
O presidente do PCO dedicou parte importante da aula ao aiatolá Ruholá Khomeini, figura central da revolução. Pimenta destacou que Khomeini fazia parte do clero tradicional, mas não do setor conservador ligado ao Xá. Pelo contrário, pertencia à ala rebelde do clero xiita.
Khomeini começou a se destacar politicamente na década de 1960, quando denunciou um acordo do Xá com os Estados Unidos, considerado por ele um acordo colonial.
Isso e muito mais você aprende com a Universidade Marxista, no curso "História do Irã e da República Islâmica".
Ficou interessado? Entre em contato pelo número (11) 99741-0436 ou acesse o site da universidade
Não perca!

Português

“Se você for ver a empresa, o que tem importância são os trabalhadores, os engenheiros, os técnicos, os administradores profissionais, tudo que não é típico do capitalismo.”
Rui Costa Pimenta, pré-candidato à presidência da República, comenta na Análise Política da Semana, na Causa Operária TV:
“Quer dizer, o capitalista se transformou numa pessoa meio supérflua.
Aí alguém vai falar: ‘Ah, mas e os capitalistas tipo Elon Musk?’
O destaque dele não é por ele ser capitalista, é por ele ser um engenheiro. Ele faz parte da equipe que elabora determinado tipo de solução técnica para a empresa;
o fato dele ser dono da empresa significa o seguinte: como dono, ele não tem nenhum grande papel; ele recebe o dinheiro, ele tem poder sobre a empresa, mas ele só tem importância nessa empresa como um técnico.”

Português

“Hoje em dia, a maioria dos capitalistas, como o Engels falava, são meros cortadores de cupom – é o cara que recebe um papel e vive de renda.
Ele não produz nada, ele não faz nada, ele não tem papel social nenhum.”
Rui Costa Pimenta, pré-candidato à presidência da República, comenta na Análise Política da Semana, na Causa Operária TV:
“Quer dizer, nessas empresas, o capitalista em geral já não cumpre nenhum papel, ele já não é um fator social, econômico;
todo o funcionamento da empresa já tem um caráter coletivo social e, portanto, é uma empresa que já desenvolveu todas as condições para que ela passe a ser propriedade coletiva do povo todo.
Ela ultrapassou aquela fase do capitalismo onde os capitalistas cumpriam papel importante.”

Português

“As empresas monopolistas do grande capital internacional, num certo sentido, foram muito além daquilo que era o capitalismo na sua época de auge.”
Rui Costa Pimenta, pré-candidato à presidência da República, comenta na Análise Política da Semana, na Causa Operária TV:
“Naquela época o empresário que dirigia a empresa. À medida que a empresa foi crescendo de tamanho, você já não tem esse empresário em geral.
Em alguns casos você até tem, mas na realidade, a empresa já é uma propriedade coletiva de vários capitalistas – as sociedades por ação;
e são enormes empreendimentos que só podem funcionar com base num determinado tipo de organização burocrática – você tem os administradores, etc.”

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