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Conteúdo sobre o futebol que ninguém fala, mas que todo mundo vê.

Katılım Nisan 2017
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Em Colônia, ser diferente é motivo de orgulho, e rir da própria desgraça é obrigação. Em uma mistura de símbolos, a diversidade, a arte, o futebol e o carnaval ajudaram a curar as cicatrizes da Guerra. O PELEJA foi até Colônia conhecer o clube mais diferente da Alemanha. #Peleja #Sociedade #FCKOLN
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POV: Você assistiu um jogo de Champions League no setor visitante. O PELEJA colou com o @bayer04fussball em Londres pra partida de volta das oitavas de final e a experiência começou antes mesmo da bola rolar. Festa pré-jogo, cerveja liberada, torcida cantando e um esquenta de respeito. No jogo, a torcida do Leverkusen cantou o tempo inteiro, fez coreografias absurdas e seguiu empurrando o time até o fim. Se liga! #BayerLeverkusen #ChampionsLeague #EmiratesStadium #Londres #PELEJA
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Depois de a Confederação Africana de Futebol (CAF) anular o resultado da decisão da Copa Africana de Nações de 2026 (CAN), a seleção do Senegal se posicionou, dizendo que o troféu não será devolvido nem entregue para Marrocos. O Conselho de Apelação da CAF puniu os senegaleses devido à saída do elenco do campo durante o jogo. Na ocasião, os jogadores tomaram essa atitude em protesto contra um pênalti marcado para os marroquinos. A confederação definiu que a partida terminou em 3 a 0 para o Marrocos por WO. No dia seguinte ao anúncio, feito na terça (17), o secretário-geral da Federação Senegalesa de Futebol, Abdoulaye Sow, deu uma declaração enfática ao canal RTS: “As reações no mundo após essa decisão confirmam uma indignação total. A taça não vai sair do país”. A federação também informou que recorrerá ao Tribunal Arbitral do Esporte (TAS) contra a decisão da CAF, classificando-a como “injusta, sem precedentes e inaceitável, que lança descrédito sobre o futebol africano”. #peleja #CopaAfricanadeNações2026 #Senegal
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Em Vasco x Fluminense, o lado onde a torcida entra e se posiciona virou uma disputa territorial, de memória, de identidade, e, em alguns momentos, se misturou com a segurança pública da cidade do Rio. O PELEJA te conta a história de briga pelo lado Sul do Maracanã. O ponto de partida dessa história é a década de 1950. A versão mais repetida sobre o tema afirma que o primeiro campeão carioca no Maracanã teria ganhado o direito de escolher onde sua torcida ficaria. Nesse caso, o Vasco, campeão de 1951 ao vencer o América por 2 a 1, teria optado pelo lado direito das cabines de imprensa, o que hoje é chamado de Setor Sul. A geografia da arquibancada funcionava por costume. Esse desenho informal foi repetido por décadas e criou a sensação de que cada clube tinha um “lado” reconhecido por todo mundo que frequentava o estádio. A disputa muda de figura a partir de 2013. Após o Maracanã passar por reformas estruturais para receber os jogos da Copa do Mundo de 2014 e reabrir em novo formato de gestão, agora não mais sendo controlado pelo Estado do Rio de Janeiro, mas sim por uma concessão para iniciativa privada, o “Novo Maracanã” passa também por uma reorganização da sua geografia de torcidas. Nesse contexto, o Fluminense firma acordo com a administração do estádio, junto ao Flamengo, e passa a defender um lado fixo para sua torcida: o Setor Sul. E aqui “nasce” o conflito moderno. O Vasco sustenta um direito baseado na tradição do “velho Maracanã”; o Fluminense sustenta um direito baseado em cláusula contratual da Era “Novo Maracanã”. O auge da crise aconteceu em fevereiro de 2019, na final da Taça Guanabara. O Vasco, mandante por sorteio, decidiu organizar sua torcida no Setor Sul. O Fluminense buscou na Justiça o cumprimento do contrato que citava o setor como lado da torcida tricolor. Na madrugada do dia do jogo, foi decidido que a partida acontecesse sem público. Mesmo assim, os portões foram abertos, em desacordo com a determinação que estava vigente naquele momento. Com torcedores já no entorno, a indefinição virou confusão. Houve correria, tumulto, grades derrubadas e uso de armamento não letal pela Polícia Militar para dispersar, com registro de feridos por estilhaços. Inclusive, é por conta dessa confusão que surgiu uma das frases mais famosas e folclóricas do futebol brasileiro: “tem criança de colo correndo”. O clássico começou sem torcedores nas arquibancadas. Com a bola rolando, pouco antes de 30 minutos do primeiro tempo, uma nova determinação judicial autorizou a abertura dos portões e o público entrou com o jogo em andamento. Em 2025, Vasco e Fluminense formalizaram um acordo para ter clássicos no Maracanã em 2025 e 2026, com divisão de 50% do público para cada torcida, exceto no Campeonato Carioca. Dentro do acordo, ficou combinado de que seria respeitado o Setor Sul como lado da torcida do Fluminense. No fundo, a disputa segue existindo porque fala de duas “regras diferentes.” E enquanto tradição e documento seguirem apontando para direções diferentes, o clássico tende a carregar uma disputa extra, fora das quatro linhas. #Vasco #Fluminense #Maracanã #SetorSul #CampeonatoCarioca #FutebolCarioca
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A atriz Alice Carvalho (que interpretou a Fátima, em “O Agente Secreto) dará vida à atacante Marta em um filme sobre a trajetória da maior jogadora da história do futebol feminino. Na última semana, a produção da cinebiografia divulgou a primeira imagem da atriz caracterizada como a atleta. A narrativa contará com cenas na Europa para retratar o período em que a brasileira foi contratada pelo clube sueco Umeå IK, onde iniciou sua carreira internacional e precisou lidar com baixas temperaturas. A produção também destaca o preconceito e os obstáculos que Marta enfrentou desde a infância até se tornar a única mulher a conquistar seis vezes o prêmio Fifa de melhor jogadora do mundo. Dirigido por Andrucha Waddington, o filme já está em fase de gravação, mas ainda não tem título e nem data de estreia. #AliceCarvalho #Marta #RainhaDoFutebol #FutebolFeminino #OAgenteSecreto #CinemaNacional
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Depois das cenas do elenco do Senegal abandonando o campo na final da CAN de 2025, em protesto contra o pênalti marcado para o adversário, a entidade anulou o resultado da decisão e definiu que Marrocos foi o grande vencedor. Esse novo capítulo adiciona mais uma camada à relação complexa do país com o restante do continente africano. O PELEJA já explicou no nosso site por que, por exemplo, parte dos africanos vai torcer contra o Marrocos na Copa do Mundo:  peleja.com.br/torcidas/marro… #Marrocos #Senengal #CopaAfricanaDeNações #CAN #AFCON #FutebolAfricano #CopaDoMundo
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Liverpool e Galatasaray se enfrentam nesta quarta (18), pelas oitavas da Champions League, a partir das 17h. E o elenco turco contou com uma recepção absurda da sua torcida na cidade inglesa para esta partida de volta. Perfis de torcedores nas redes sociais divulgaram vídeos mostrando o apoio dos ultras em frente ao hotel onde o elenco está hospedado, em Liverpool. Mas, apesar da festa regada a sinalizadores, os ultras do clube turco foram proibidos pela Uefa de entrar no jogo em Anfield. Depois da partida contra a Juventus, em fevereiro, durante os playoffs da Champions, o órgão europeu puniu a torcida sob a acusação de ter arremessado objetos, acendido fogos de artifício e provocado tumultos nas arquibancadas, em Turim. De acordo com relatos da imprensa local, um homem e sua filha ficaram feridos após um objeto ser lançado no setor dos torcedores da Juve no estádio. O Galatasaray foi multado em 40 mil euros e foi proibido de vender ingressos para esta partida por questões de segurança. #Galatasaray #Liverpool #Ultras #Torcida #Anfield #ChampionsLeague
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O Bodø/Glimt chegou às oitavas de final da Liga dos Campeões carregando uma história que vai além da escalada esportiva recente. O clube virou um retrato de como o norte do país foi empurrado para fora do futebol norueguês por regras e decisões excludentes. E hoje é também alvo de polêmica e revolta de outros torcedores noruegueses. Durante boa parte do século 20, o norte da Noruega viveu um futebol separado. Os clubes da região disputavam torneios próprios e enfrentavam obstáculos para entrar no circuito nacional. Não se tratava de uma punição direcionada a um time específico, mas de uma exclusão estrutural: o problema, na prática, era ser um clube do Norte. A exclusão era puramente geográfica: a justificativa era a distância e a suposta diferença técnica em relação ao Sul, onde se concentravam os centros mais ricos e influentes do país. Nesse contexto, o Bodø/Glimt clube passou a ser visto como um instrumento de afirmação daquela região. A ideia de “colocar o Norte no mapa” ganhou força porque, por muito tempo, elesequer era tratado como parte do mapa esportivo. Nos anos 1970, a torcida do Bodø/Glimt consolidou uma cultura própria, marcada pelo amarelo, pelos cantos e por uma atmosfera que se destacava no país. A Den Gule Horde, a “horda amarela”, ajudou a transformar a presença no estádio em demonstração pública de pertencimento. Por causa da campanha histórica na Champions de 2026, a estreia do Bodø/Glimt no Campeonato Norueguês foi adiada, e a federação também remarcou sua partida pelas quartas de final da Copa da Noruega. E ainda sinalizou que novos ajustes podem ser feitos caso o clube siga avançando no torneio continental. Esse novo lugar de destaque reabriu uma tensão dentro do futebol norueguês. Isso irritou adversários locais, que enxergam nisso uma quebra de isonomia competitiva. O caso mais barulhento veio do Lillestrøm, que publicou uma nota de repúdio contra a federação norueguesa. O clube afirmou que a previsibilidade é uma condição básica para o funcionamento do futebol e reclamou que mudanças de data feitas em cima da hora atrapalham planejamento, operação, segurança e respeito aos torcedores. Na prática, o sucesso europeu do Bodø/Glimt passou a ser visto, por alguns rivais, como um problema doméstico. O que reviveu disputas sociais internas entre sulistas e nortistas noruegueses: o Norte acusando o Sul de exclusão e o Sul acusando o Norte de privilégios. “O futebol norueguês é mais do que apenas um time na Europa. Não ao adiamento de jogos.” - torcida do Vålerenga, clube da capital Oslo em jogo do campeonato Norueguês. Gostando ou não, a participação do Bodø/Glimt na atual edição da Champions League recria um cenário cultural comum no futebol da Noruega. São eles contra todo o resto em busca de fazer história. No passado, era a tentativa de participar dos campeonatos e, no presente, é a luta por continuar sonhando com mais noites de Champions. #BodøGlimt #BodoGlimt #Noruega #Eliteserien #ChampionsLeague
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Por que a música pra esse cara normaliza abusos contra as mulheres no futebol inglês É comum nos jogos do Leeds United os seus adversários atacarem o time com o cântico “Jimmy Savile, ele é um dos seus…”, em referência a um dos pedófilos e estupradores mais notórios do Reino Unido. Antes de um jogo da quinta rodada da FA Cup, em Elland Road, no dia 8 de março, os torcedores do Norwich City fizeram questão de lembrar que Savile nasceu  e viveu em Leeds. Como de costume, a torcida anfitriã vaiava a música, que cumpria o objetivo de incomodar. Jimmy Savile foi muito famoso na mídia britânica a partir da década de 1960. Ele realizava diferentes trabalhos de caridade, o que lhe permitiu ter proximidade com a realeza e políticos poderosos – com direito a títulos de honraria. Depois de sua morte aos 84 anos, em 2011, ele ficou conhecido pelos seus crimes sexuais. Um relatório de 2013 da Polícia Metropolitana de Londres revelou que Savile cometeu pelo menos 214 crimes sexuais. A lista inclui estupros e abusos, principalmente contra meninas e mulheres que eram pacientes de hospitais onde ele fazia caridade. Não há qualquer vínculo conhecido entre o Leeds United e Savile. A única associação é o fato de ele ter nascido na região em que o clube se consolidou. Em 2003, um grupo se vestiu com os agasalhos extravagantes e perucas loiras em referência ao Savile para uma partida crucial entre Leeds e Arsenal, que valia a luta contra o rebaixamento. A prática era comum em uma época que ele representava um tesouro regional diante do foco da mídia voltado principalmente para Londres. Apesar dos rumores, ninguém se sentia seguro para denunciar os atos criminosos de alguém que era amigo da Coroa inglesa. Depois de sua morte, as acusações vieram à tona, levando inclusive à exposição de outros famosos que também eram criminosos sexuais. O antigo orgulho se tornou motivo de vergonha. Savile passou a ser ignorado na mídia e teve suas homenagens na cidade anuladas. Além de reportagens e documentários que abordam seu nome e história, os jogos do Leeds são os únicos lugares em que Jimmy Savile é recordado. Recentemente, um colunista de futebol do Yorkshire Evening Post, publicou no X a sua indignação sobre a trilha sonora tóxica no jogo contra o Norwich. Nos comentários há pessoas que descrevem a situação como “brincadeiras” que “ninguém se importa”, enquanto outras chamam atenção para o problema das canções, que se tornaram mais constantes desde que o clube passou mais tempo na Premier League. O Leeds United também demonstrou incômodo com esse tipo de comportamento de torcidas adversárias. Em comunicado recente, o clube citou “racismo, homofobia, cânticos trágicos e as repugnantes provocações em homenagem a Jimmy Savile” ao mencionar problemas que o futebol enfrenta. “Se não for contestado, esse tipo de canto normaliza o comportamento e faz com que mulheres se sintam inseguras.” - Katie Russell, cofundadora do Centro de Apoio a Vítimas de Estupro de Leeds Ela reforça que “cantar sobre ele [Jimmy Savile] tem o mesmo propósito que cantar sobre tragédias: intimidar e silenciar as vítimas”. Para Russell, esse tipo de provocação dificulta que pessoas afetadas se sintam seguras para buscar justiça, fazer terapia ou sequer falar sobre o trauma. #JimmySavile #LeedsUnited #Leeds #Torcida #PremierLeague
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O Borussia Dortmund apresentou uma camisa especial em parceria com a Puma para celebrar os 100 anos do Stadion Rote Erde, estádio histórico ligado às origens do clube.O uniforme comemorativo será utilizado pelo time na próxima partida da @Bundesliga_DE contra o Hamburgo, no sábado (21), como parte das celebrações do centenário do estádio inaugurado em 1926. O design da camisa busca traduzir elementos arquitetônicos do Rote Erde para o uniforme. Grafismos fazem referência ao tradicional Portão da Maratona e à pista de atletismo que cercava o campo por décadas, enquanto as cores e o acabamento remetem à pedra arenosa presente nas estruturas do estádio. A inscrição “100 Years of Stadion Rote Erde” (100 anos do Estádio Rote Erde) aparece na parte interna da gola, reforçando a homenagem ao local considerado um dos berços da história do clube. Além da equipe masculina, o uniforme também será usado pelo time feminino e por uma equipe de lendas do clube em partidas comemorativas, ampliando a celebração. #BorussiaDortmund #BVB #CamisaDeTime #StadionRoteErde #Bundesliga
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A ligação de Wagner Moura com o Vitória esteve presente em toda carreira do ator e já apareceu algumas vezes até na campanha para o Oscar. Em entrevista ao canal oficial do Academy Awards, o famoso Oscar, o ator brasileiro Wagner Moura disse que sua relação com o Vitória, clube do coração, é mais forte do que com a Seleção Brasileira. Algo comum no Brasil, mas relativamente estranho para o público estadunidense. A declaração veio às vésperas da cerimônia do Oscar, realizada neste domingo (15), em que Wagner Moura concorre à estatueta de Melhor Ator por sua atuação em "O Agente Secreto", dirigido por Kleber Mendonça Filho. O longa brasileiro chega à premiação com quatro indicações — incluindo Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Melhor Ator e Melhor Elenco — e pode garantir ao Brasil uma noite histórica na principal premiação do cinema mundial. #WagnerMoura #ECVitória #OAgenteSecreto #Oscar #Oscars2026 #CinemaBrasileiro
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O Football for Freedom é um exemplo de projeto sem fins lucrativos que apresenta o esporte como uma forma de melhorar a vida de meninas indianas forçadas a casar ainda na infância. Além da tradição cultural, a pobreza também incentiva casamentos precoces na Índia, pois as filhas podem ser vistas como “fardos” financeiros para os pais. Há ainda o receio, por parte das famílias, de que as jovens fiquem expostas a más influências e fujam com rapazes caso não se casem. Porém, na Índia, o casamento para meninas menores de 18 anos é ilegal. Quem realiza a cerimônia ou permite a prática pode ser preso por até dois anos e multado em 100.000 rúpias (cerca de R$ 5.700). Mesmo assim, cerca de 1,5 milhão de meninas se casam todos os anos no país, segundo a Unicef. O Rajastão está entre os estados com taxas alarmantes de casamentos infantis, superando a média nacional indiana. Apesar de estar previsto juridicamente, a legislação indiana não impede a lógica tradicional de casamento na infância, o que fere um direito humano. Entre os riscos causados às meninas pelo casamento infantil estão coerção sexual, gravidez precoce, desnutrição, problemas de saúde mental e interrupção dos estudos. Fundado em 2016, o Football for Freedom já treinou cerca de 800 meninas em 13 vilas do Rajastão e, embora não apresente o futebol aos pais como uma maneira de acabar com o casamento infantil, destaca como o esporte pode ajudar suas filhas a conseguir empregos. Estados indianos reservam vagas no setor público para atletas que competem em nível estadual ou superior até o fim da universidade, incentivando a continuidade dos estudos e a profissionalização. Assim, o Football for Freedom consegue despertar o potencial esportivo dessas meninas e mostrar novos objetivos que ultrapassam os limites territoriais dos locais onde vivem. O projeto já inspirou Munna, hoje com 18 anos, que conheceu o futebol aos 13, a se posicionar politicamente, lutando pelo direito de viajar para torneios e usar shorts em campo, em vez de túnicas compridas e calças largas. Mais tarde, ela apresentou a modalidade para a irmã mais nova, Nisha, de 15 anos, que rapidamente se destacou no esporte, chegando a jogar pela seleção estadual de futebol do Rajastão no Campeonato Nacional de Futebol em 2024. A paixão pelo esporte tem ajudado a impedir que garotas sigam destinos impostos contra a própria vontade, dando a elas a chance de escolher o caminho que querem seguir. Ao desafiarem tradições opressivas através do futebol, meninas demonstram como o esporte pode atuar como instrumento de transformação, capaz de produzir referências e alterar dinâmicas sociais para além do campo. #FootballForFreedom #Índia #Rajastão #CasamentoInfantil #DireitoDasMulheres #FutebolFeminino
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Toda vez que o Corinthians desce para jogar na Vila Belmiro, um ano ecoa: 2005. Quando os dois clubes se enfrentaram três vezes no mesmo Campeonato Brasileiro por causa do escândalo da Máfia do Apito, a última fez o estádio virar uma zona de guerra. Como parte da equipe de arbitragem, Rodrigo Braghetto narrou ao PELEJA os momentos tensos que viveu aquele dia. peleja.com.br/torcidas/santo… #Corinthians #Santos #Brasileirão #RodrigoBraghetto #MáfiaDoApito
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O ministro do Esporte do Irã, Ahmad Donyamali, afirmou na última quarta-feira (11) que a seleção do país não participará da Copa do Mundo de 2026 após os ataques dos Estados Unidos e de Israel que, segundo Teerã, resultaram na morte do líder supremo Ali Khamenei. Em declaração à televisão estatal, o ministro acusou os Estados Unidos de responsabilidade pelo conflito e disse que não há condições para a presença iraniana no torneio. “Mataram milhares do nosso povo, não podemos ir à Copa do Mundo”, afirmou. A declaração aumenta as incertezas sobre a participação iraniana no torneio em meio à escalada militar no Oriente Médio. A Fifa ainda não comentou oficialmente o possível impacto da decisão, enquanto dirigentes da entidade afirmam que acompanham de perto os desdobramentos do conflito. Caso o Irã confirme a desistência, a organização poderá avaliar substituições ou outras medidas dentro do regulamento do Mundial. #AhmadDonyamali #Irã #Guerra #EUA #CopaDoMundo2026
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Existe uma cena que parece inventada: Madri, madrugada, PlayStation 1 ligado, um jogador de futebol do maior clube do planeta tentando “zerar” Crash Bandicoot, e por isso, chegando até a treinar com olheiras. Apesar de parecer só bizarra, ela ajuda a medir o tamanho cultural de um jogo que, nos anos 1990 e início dos anos 2000, foi um fenômeno cultural em diversas partes do mundo. A história é do Zé Roberto. Em entrevista ao GE, ele disse que o videogame virou vício, que perdia noites tentando terminar o jogo, e que isso afetou diretamente a performance: menos sono, mais estresse, fome de madrugada e escolhas alimentares que o tiraram da forma física ideal. Ele resume: “o jogo tirou minha concentração e foco.” Crash Bandicoot foi um dos títulos que ajudaram a definir a memória coletiva sobre o primeiro PlayStation. Em retrospectivas da imprensa especializada, o personagem aparece como parte do esforço da Sony para construir uma identidade própria no mercado de consoles, numa era em que mascotes eram também parte da estratégia. Nintendo tinha Mario. Sega tinha Sonic. A Sony precisava de um rosto reconhecível, e Crash ocupou esse espaço. Segundo o Guinness World Records, a trilogia original somou 21,53 milhões de cópias nos três primeiros jogos. O próprio Guinness registra que Crash Bandicoot 3: Warped foi o primeiro jogo ocidental desenvolvido para PlayStation a ultrapassar 1 milhão de cópias vendidas no Japão. Em um mercado historicamente duro com produções ocidentais, o feito reforçou a ideia de que a franquia circulava entre culturas muito diferentes. “Recém-casado, eu parecia um galo. Namorava o dia todo e, à noite, ia jogar videogame.” A frase do Zé Roberto, hoje, ganha uma dimensão de humor, mas é a partir dela que dá pra entender como Crash, foi um episódio que marcou gerações. Desde um jovem jogador brasileiro do Real Madrid, “cheio de tesão” e longe de casa, até milhares de pessoas comuns ao redor do mundo.  No fim, o relato funciona como um retrato simples de uma era: não era só um jogo que “marcou infância”. Era um fenômeno pop que estava em todo lugar, a ponto de virar madrugada, estresse, biscoito na cozinha e, às vezes, um pedaço do que escapava do controle até de quem vivia no topo do futebol. A cena é estranha justamente porque é cotidiana. E talvez seja por isso que funcione tão bem para explicar o tamanho do fenômeno. #ZéRoberto #CrashBandicoot #Playstation #Games #Anos2000
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