@comunidademc Vc n sabe merda nenhuma do que está falando até hoje a progressão do jogo é aquilo que o Notch deixou não foi adicionado nenhuma dimensão a mais vai se foder esse Jeb sojado de merda.
Agradeço a todos que com sua seriedade, generosidade e dignidade se solidarizam comigo diante da manipulação de ma fe com cortes mal intencionados de segundos de minhas entrevistas. Sigamos. Ha muito onque fazer para vencer a exploração oportunista do medo legitimo da populacao e do estado da arte da repressão profissional qualificada e com foco das operações policiais. Abraços a todos!
A direita decidiu atacar a professora Jacqueline Muniz, uma das maiores especialistas em segurança pública no Brasil, por conta da aparência. Como se o cabelo laranja (incrível) a desqualificasse. Nao conseguem, de forma alguma,rebater os argumentos dela.
A violência e o poder das facções revelam que o desafio da segurança pública vai muito além das fronteiras estaduais. O combate ao crime organizado precisa ser conduzido com planejamento, inteligência policial e união entre as forças do Estado. Ações isoladas e sem diálogo apenas mantêm o problema vivo, adiando soluções reais para uma crise que atinge todos os brasileiros.
O cenário é grave. As facções já ultrapassaram as fronteiras das cidades onde surgiram. Dos grandes centros urbanos à região amazônica, projetam seu poder e movimentam o tráfico internacional de drogas e armas.
Por isso, ao julgar a ADPF das Favelas, o Supremo Tribunal Federal foi além: determinou não apenas que o governo fluminense recuperasse os territórios tomados pelo crime, mas também que a Polícia Federal instaurasse investigações para identificar as transações financeiras das facções, rastrear o dinheiro obtido com atividades ilícitas e desarticular as engrenagens econômicas que sustentam o crime, na estratégia do “follow the money”.
O STF também reforçou o papel de órgãos como o COAF, a Receita Federal e as secretarias estaduais de Fazenda, que dispõem de dados e instrumentos capazes de expor os líderes do crime e bloquear o fluxo de capital que os alimenta. O envolvimento dessas instituições é essencial em um momento em que as facções se infiltram na economia formal, atuando em áreas como o contrabando de combustíveis, o comércio ilegal de ouro, os crimes ambientais e a lavagem de dinheiro.
Como esse esforço nacional exige investimento e compromisso, o STF determinou que o governo assegure os recursos necessários para que a Polícia Federal, a Receita Federal e o COAF possam atuar com prioridade máxima na desarticulação das facções criminosas, dotando as instituições dos meios concretos para enfraquecer o poder econômico do crime organizado.
Incursões armadas em comunidades são, em alguns casos, inevitáveis, mas não resolvem o problema. É preciso retomar o território ocupado e asfixiar financeiramente as facções, resultados que só serão alcançados com maior integração das forças de segurança e o envolvimento crescente dos órgãos de inteligência, como decidiu o STF na ADPF das Favelas.
Com mais de 125 mortes confirmadas, a operação de ontem no Rio de Janeiro se tornou a mais letal da história do Brasil na era moderna.
A letalidade superou o massacre do Carandiru.
Chamar o Comando Vermelho de “narcoterrorista” não é uma escolha neutra. É uma estratégia política.
A palavra serve para importar o discurso dos Estados Unidos, a mistura entre “guerra às drogas” e “guerra ao terror” , e justificar o uso das Forças Armadas dentro das favelas, o aumento da repressão e o extermínio de jovens negros e pobres.
Essa narrativa interessa ao bolsonarismo e à extrema-direita, que governam pelo medo e pela ideia de um inimigo invisível.
Também interessa a setores da mídia e da elite política, porque desloca a culpa da violência para “o tráfico”, escondendo o papel do próprio Estado na crise da segurança pública.
No fundo, o termo “narcoterrorismo” é uma cortina de fumaça para proteger governos locais e sabotar o governo federal.
É mais um nome bonito para o velho projeto de controle e extermínio da periferia.
Não é guerra contra o crime.
É guerra contra o povo.
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