Joachim Peeperkorn

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@PeeperkornJ

Suíço-brasileiro.

Katılım Aralık 2024
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Joachim Peeperkorn
Joachim Peeperkorn@PeeperkornJ·
Via Instituto Rio Branco, o maior sistema de formação de elites que o Brasil já criou. Precisamos disso ampliado para todas as áreas da administração.
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Tião Carreiro & Novalis
Tião Carreiro & Novalis@Annimo78783595·
@PeeperkornJ Tecnocracia de alto nível só é relevante para um projeto político de elite com visão de longo prazo. Foi com base nisso que era Vargas fundou o DASP e as bases de uma burocracia blindada. Tecnocracia sem projeto vira deep state, com projeto político próprio e pouco republicano.
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Joachim Peeperkorn
Joachim Peeperkorn@PeeperkornJ·
Tudo isso pra dizer que penso que uma das coisas mais efetivas que o Brasil poderia fazer é criar uma ENA brasileira. Tecnocracia ilustrada é o único caminho possível.
Joachim Peeperkorn@PeeperkornJ

O Brasil nunca foi uma República. Chegou a ter uma oligarquia ilustrada, mas nunca uma República de massa, com a cidadania universalizada. Hoje, 40 anos depois de 88, nada indica que estamos caminhando para a construção da República que foi prometida. +

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Joachim Peeperkorn
Joachim Peeperkorn@PeeperkornJ·
@Tropicastalia Sim, concordo com a premissa. Mas não sei a que ponto isso está ultrapassado. Buarque de Holanda e Faoro têm uma influência desproporcional sobre minha visão de Brasil. Acho difícil superar o diagnóstico do patrimonialismo como essência dos nossos problemas.
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Eumenes
Eumenes@Tropicastalia·
@PeeperkornJ Eu acho que o problema é que ela foi criada pra um modelo de administração que era a burocracia impessoal weberiana. Mas esse modelo tem que ser ultrapassado. O patrimonialismo positivo é muito melhor que isso e precisa de um modelo próprio
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Joachim Peeperkorn
Joachim Peeperkorn@PeeperkornJ·
@Tropicastalia Fechou a ENA pq cedeu à pressão woke (apenas dela continuar existindo de forma disfarçada). O problema é que a ENA não é tolerada numa sociedade que tem a inclusão como seu maior valor. Mas não acho que isso ateste contra o mérito da ENA em si.
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Joachim Peeperkorn
Joachim Peeperkorn@PeeperkornJ·
@DanielFagu21374 Possível. E acho que demandaria um período autocrático anterior também. Ou no mínimo uma figura tão forte quanto um De Gaulle que possa desenhar o Estado a seu prazer.
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Daniel
Daniel@DanielFagu21374·
@PeeperkornJ Concordo com você, mas infelizmente acho que isso demoraria uns 50 anos, no mínimo, o que obviamente não é motivo para não fazermos nada
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Joachim Peeperkorn
Joachim Peeperkorn@PeeperkornJ·
Um parêntesis sobre isso: a tecnocracia seria também a única forma efetiva de se combater a longhouse. O voto feminino nunca vai ser revertido, mas se o voto é esvaziado e as decisões passam a ser tomadas por uma classe meritocrática, o masculino naturalmente vai ser proeminente.
Joachim Peeperkorn@PeeperkornJ

Tudo isso pra dizer que penso que uma das coisas mais efetivas que o Brasil poderia fazer é criar uma ENA brasileira. Tecnocracia ilustrada é o único caminho possível.

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Joachim Peeperkorn
Joachim Peeperkorn@PeeperkornJ·
Nunca nos tornaremos uma “Republique des Lettres”. Mas talvez algum dia, possamos contar com uma elite dirigente bem formado. Com uma tecnocracia de espírito público, que melhore as condições do nosso povo. Talvez seja preciso abandonar o fetiche por uma certa ideia de República
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Joachim Peeperkorn
Joachim Peeperkorn@PeeperkornJ·
A segunda escolha, mais difícil, mais realista, é tomar o passe Lippmanniano e abandonar a idealização de uma República de massas. Entender que para enfrentar os desafios do Brasil, é necessário um Estado, e com isso, uma elite política, que lidere e conduza as massas. +
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Joachim Peeperkorn
Joachim Peeperkorn@PeeperkornJ·
O Brasil nunca foi uma República. Chegou a ter uma oligarquia ilustrada, mas nunca uma República de massa, com a cidadania universalizada. Hoje, 40 anos depois de 88, nada indica que estamos caminhando para a construção da República que foi prometida. +
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Joachim Peeperkorn
Joachim Peeperkorn@PeeperkornJ·
Pelo contrário, nosso nível de alfabetização plena, nossa cultura, nossa classe política, nossa mídia, a qualidade do debate público… tudo isso, evidentemente, caminha na direção oposta. Há sintomas de decadência por todo o lado. Estamos ficando mais burros.
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Nestōr Gerēnios
Nestōr Gerēnios@dyauspitar12·
@JCoelhoNetto @PeeperkornJ Bro, isso é objetivamente errado. Mas esse Villa aí que você diz é o Villa Country? Se for, pode ser esse o cerne da nossa divergência. Nunca foi bem meu tipo de lugar. Pode ser que esse tipo de noite realmente tenha acabado.
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Nestōr Gerēnios
Nestōr Gerēnios@dyauspitar12·
É verdade no geral, mas não é nem de longe verdade no caso específico de São Paulo. São Paulo tem um strong case para uma das melhores noites do mundo fácil, e não é de hoje, é desde quando boa parte de vocês que me leem ainda usavam fraldas.
Macário de Azevedo@macario_azevedo

Vida noturna no Brasil acabou. Fora alguns nichos ruins e caros em algumas capitais o máximo que tem é gente bebendo e fazendo algazarra em posto de gasolina. A noite no Brasil é mórbida e deprimente, totalmente diferente de qualquer cidade grande ou média europeia.

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