Poderes salvajes
“En el infierno no encontrarás más que leyes”, dice un funcionario. Pero, como advirtió I. Kant, sin regulación jurídica el poder retrocede al estado de naturaleza: desaparece el Derecho y manda el más fuerte. Eso no es libertad, es libertad salvaje y sin ley.
Techint y los caños
Para exportar gas de Vaca Muerta se utilizarían tubos de India. Techint no habría ganado.
La desregulación irracional de la economía comenzó con el DNU 70/2023. Y con los congresistas que apoyaron las leyes "bases" y de "empaquetamiento fiscal" en 2024.
Without Legal Maturity
Maduro, a dictator, has destroyed the pillars of the constitutional state. A country without social peace or democratic rules.
Trump, an autocrat outside the law, violated the US Constitution.
The invasion is an act of aggression against international law
Sem maturidade jurídica
Maduro, ditador, destruiu todas as peças do Estado constitucional. Um país sem paz social nem regras democráticas.
Trump, autocrata fora da lei, violou a Constituição dos EUA.
A invasão é um ato de agressão contra o Direito internacional.
Sin madurez jurídica
Maduro, dictador, destruyó todas las piezas del Estado constitucional. Un país sin paz social ni reglas democráticas.
Trump, autócrata fuera del Derecho, violó la Constitución de EE.UU.
La invasión es un acto de agresión contra el Derecho internacional
Os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável. Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional.
Atacar países, em flagrante violação do direito internacional, é o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade, onde a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo.
A condenação ao uso da força é consistente com a posição que o Brasil sempre tem adotado em situações recentes em outros países e regiões.
A ação lembra os piores momentos da interferência na política da América Latina e do Caribe e ameaça a preservação da região como zona de paz.
A comunidade internacional, por meio da Organização das Nações Unidas, precisa responder de forma vigorosa a esse episódio. O Brasil condena essas ações e segue à disposição para promover a via do diálogo e da cooperação.