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@RColoradaco
#DireitaSEGUEDireita / Sou e SEMPRE serei @jairbolsonaro até o FIM!. 🇧🇷🇧🇷🔰💚💛💙 RIO GRANDE DO SUL 💚♥️💛 @SCInternacional ❤️🤍 🏆🥇⚽
Porto Alegre, Brasil Katılım Mart 2021
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@MarcoScussel Uma merda só esses três, o Lula o melhor dos melhores presidente que o Brasil tem e vai ser tetra presidente do Brasil
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Eduardo @BolsonaroSP: "Que tipo de vantagem nossa familia poderia dar na época além de perseguição da tirania? Meu pai preso, eu exilado e meu irmão sequer sonhava em ser candidato?"🎯
Ouviram, Revista Oeste, Constantino, Ana Paula Henkel e outros v@gabund0s do partido NOJO?🍊
#FlavioBolsonaro22
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@BolsonaroSP @CavalcanteAdvoc Olha o nível dos absurdos que o regime narcoditatorial esta plantando nas cabeças das pessoas. Vocês precisam mover ações contra esse assassinato de reputação contra @mfriasoficial. Precisam jogar luz na escuridão da FAMÍLIA DE LADRÕES DO LULA.



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@BolsonaroSP @tomborj94 Fui ao cinema hoje matar a saudade do seu pai. Impressionante o boicote. Cartazes escondidos e tomei ciência que eu e outros que estavam lá pressionamos para exibirem. Perseguição sem fim. Vamos divulgar e lotar as salar.

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@BolsonaroSP @WilsonBom1 Eduardo, tds nós Patriotas temos que ficar PREPARADOS pra chuva de 💩💩 q a ORCRIM #PTralha + seus puxadinhos imundos e a #mídiaCANALHA mainstream vão fzr contra o sen. @FlavioBolsonaro .. O ataque do #TheInterceptBrLIXO contra o Flávio só foi o COMEÇO!

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1- A história que recebi dinheiro do fundo de investimento não se sustenta e é tosca. Meu status migratório não permitiria, se isso tivesse acontecido o próprio governo americano me puniria. No meu processo migratório expliquei as autoridades americanas toda a origem dos meus recursos e não tive qualquer problema, porque aqui não vigora um regime de exceção. Não exerci qualquer posição de gestão ou emprego no fundo, apenas cedi meus direitos de imagem.
2- Falam do advogado que cuidou de todos os detalhes como se ele fosse um mero escritório de migração, não é. O advogado tem mais de 40 anos de experiência, mestrado e doutorado. Seu escritório atua em gestão de patrimônio e fundo de investimento há mais de uma década. A parte de migração é apenas um departamento deles, devido a necessidade de clientes de alto nível migrar o capital e residência para o local de seus investimentos.
3- Nós não somos donos do filme, mas sim os mais de uma dezena de investidores. O escritório cuida apenas da gestão burocrática, financeira e legal dos recursos. Apresentei ele ao Mário, que estava procurando investidores para o filme, por saber da sua competência. Gostariam que apresentassem advogados petistas e que não conheço?
4- O filme não é um produto inexistente ou um serviço fake de advocacia, é um produto real com grandes estrelas.
5- Todos os investimentos foram feitos nos EUA porque a produção foi americana, com atores americanos. Além do mais, devido ao estado de exceção, ninguém se arriscaria investir num filme do Bolsonaro no Brasil, pois seria devidamente perseguido pelo regime e atrelado como financiador de golpe, como faziam. Investimento nos EUA garantem segurança jurídica em uma jurisdição séria.
6- que tipo de vantagem nossa familia poderia dar na época além de perseguição da tirania? Meu pai preso, eu exilado e meu irmão sequer sonhava em ser candidato? Vocês tentam sugerir que havia interesse outro, qual interesse poderia existir em uma época em que todos nos consideravam liqüidados?
7 - Tudo não passa de uma tentativa tosca de assassinato de reputação, que tenta atrelar ilicitude em patrocínio para um filme.

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Eu quero saber quando sera a inquisição do Presidente da República Lula, que teve uns ÓTIMOS ENCONTROS com o Vorcaro, no mesmo dezembro de 2024, que as jornalistas da globo news falaram que todo mundo já sabia que o Vorcaro era bandidão?
Ele sim, estava na função publica de poder... aliás, o presidente do banco Central se reuniu com eles...

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@jameswebb_nasa 😳😬😖...
#goog_rewarded" target="_blank" rel="nofollow noopener">metsul.com/nova-projecao-…
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Super El Niño de 2026 pode se tornar um dos mais intensos da história, alertam meteorologistas
Um possível “Super El Niño” começou a preocupar meteorologistas e centros climáticos internacionais em 2026. Modelos atmosféricos analisados pela Severe Weather Europe indicam um rápido aquecimento do Oceano Pacífico equatorial, cenário que pode levar a um dos eventos de El Niño mais intensos já registrados.
Segundo a análise publicada pelo meteorologista Andrej Flis, projeções de instituições como ECMWF, NOAA e o Bureau of Meteorology da Austrália mostram anomalias crescentes de temperatura na região Niño 3.4, área usada como referência global para medir a força do fenômeno. Alguns modelos já apontam valores acima de +2 °C em relação à média histórica, patamar associado aos chamados “Super El Niño”.
O El Niño altera a circulação atmosférica do planeta ao aquecer anormalmente as águas do Pacífico tropical. Isso modifica padrões de chuva, temperatura e ventos em diferentes continentes. Eventos fortes anteriores, como os de 1982–83, 1997–98 e 2015–16, foram associados a secas severas, enchentes, ondas de calor e prejuízos agrícolas em várias partes do mundo.
Os pesquisadores destacam que ainda há incertezas naturais em previsões climáticas de longo prazo, mas afirmam que os sinais observados atualmente justificam atenção internacional. Também existe preocupação com a combinação entre um possível Super El Niño e as temperaturas oceânicas já elevadas pelo aquecimento global, o que pode ampliar eventos climáticos extremos.
No Brasil, episódios intensos de El Niño historicamente aumentam as chuvas no Sul e reduzem a precipitação em partes do Norte e Nordeste, além de favorecer temperaturas acima da média em diversas regiões do país.
A expectativa é que os próximos meses sejam decisivos para confirmar a intensidade real do fenômeno e seus possíveis impactos globais.
Fonte: Severe Weather Europe — “Atmospheric Code Red: 2026 Super El Niño Now Trending Toward Record-Breaking Intensity”, publicado em 7 de maio de 2026 por Andrej Flis.

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“Breaking Bad” talvez tenha sido menos ficção do que parecia
Um estudo publicado no American Economic Journal: Applied Economics analisou quase quatro décadas de dados públicos na Dinamarca, acompanhando 368 mil pessoas diagnosticadas com câncer entre 1980 e 2018. O resultado chamou atenção até dos próprios pesquisadores: receber um diagnóstico de câncer aumentou em cerca de 14% a probabilidade de envolvimento em crimes.
O efeito não aparece imediatamente. No primeiro ano após o diagnóstico, a criminalidade cai. Faz sentido. Quimioterapia, radioterapia e cirurgias são física e emocionalmente devastadoras. Mas, dois anos depois, a curva se inverte: pacientes passam a apresentar maior probabilidade estatística de cometer crimes do que antes da doença.
Os pesquisadores identificaram dois mecanismos centrais por trás do fenômeno.
O primeiro é econômico. Muitas pessoas perdem renda, emprego e estabilidade justamente quando os custos da vida explodem. O crime passa a surgir como tentativa de compensar perdas financeiras.
O segundo mecanismo é mais perturbador. Pessoas com doenças graves passam a perceber o futuro de maneira diferente. Quando a expectativa de vida diminui, o “custo” psicológico de uma punição também muda. O cálculo sobre risco, consequência e tempo restante deixa de funcionar da mesma forma.
E não se trata apenas de crimes financeiros. O estudo encontrou aumento de 38% em crimes não econômicos, incluindo infrações violentas. Isso sugere que o impacto do câncer vai muito além do dinheiro: ele altera comportamento, saúde mental, impulsividade e a própria relação do indivíduo com a sociedade.
A pesquisa também mostrou outro ponto importante. Em regiões onde programas de assistência social haviam sofrido cortes, o aumento da criminalidade foi significativamente maior. Ou seja: redes de proteção social não funcionam apenas como apoio humanitário. Elas também reduzem os efeitos sociais mais destrutivos provocados pelo colapso de saúde.
No fundo, o estudo confirma algo desconfortável: adoecer gravemente não ameaça apenas o corpo. Pode desestruturar completamente a lógica econômica, emocional e moral que sustenta a vida cotidiana.
Fonte: Andersen, Steffen; Colmsjö, Elin; Parise, Gianpaolo; Peijnenburg, Kim. “Breaking Bad: How Health Shocks Prompt Crime”. American Economic Journal: Applied Economics, janeiro de 2026.

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